Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Guilherme-Moreira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Guilherme-Moreira. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

1

Livro: Livro sem ninguém (Pedro Guilherme-Moreira)




Autor: Pedro Guilherme-Moreira
Ano da Edição/Impressão:  2014
Número Páginas: 160
ISBN: 9789722054324
Editora: DOM QUIXOTE

Sinopse:
Na rua do arco-celeste há sete casas, cada uma de sua cor; e também um café, uma horta, um jardim, uma florista, uma sucata, um infantário e uma escola. Mas, embora lá vivam pessoas – que frequentam o café, trabalham na horta, lêem no jardim, compram flores para oferecer a quem amam, se desembaraçam dos seus podres ou jogam à bola no recreio –, esta história é contada apenas pelas coisas que lhes pertencem à medida que vão mudando de lugar, e por isso se diz que o livro é sem ninguém. E, ainda assim, durante este ano extraordinário, acontece de tudo na rua: há quem se apaixone e quem se separe, quem nasça, quem morra, quem mate e até quem, depois do trauma, consiga uma vida nova. Mas, como em todas as ruas, havemos de encontrar nesta preconceitos, dúvidas, alegrias, segredos e desgostos. Enquanto isso, o tempo vai passando sem darmos por ele, mas a montra da florista e o que se colhe ou semeia na horta nunca nos deixam perder do mês em que estamos. Num romance profundamente original, a um tempo cru e delicado, poético e realista, Pedro Guilherme-Moreira usa o microcosmos da rua para desenhar o retrato da sociedade contemporânea e abordar temas tão polémicos como a xenofobia, a violência doméstica, a repressão sexual ou o envelhecimento. E – miraculosamente – sem precisar de ninguém.

Opinião:
Depois de ter lido "A manhã do mundo" (e de o ter adorado); e depois de conhecer o autor (e de o ter adorado), fui à apresentação do livro "O livro sem ninguém" à Livraria arquivo, em Leiria no dia 02 de Março de 2014.
A 22 de Março de 2014 voltei a encontrar-me com Pedro Guilherme-Moreira, desta vez para a presentação que fez em Coimbra na Faculdade de Direito. Na altura, ainda não tinha tido possibilidade de ler o livro.

Finalmente terminei-o e hoje venho aqui tecer a minha opinião sobre o mesmo.

Existem autores que escrevem uma temática ou que se focam num género literário e depois aprisionam-se nele. Pedro Guilherme-Moreira faz o oposto. Depois de ter escrito um livro onde apresenta personagens com uma personalidade muito vincada e bem definifa - onde a natureza (des)Humana é dissecada e onde se gira em torno do Ser Humano, eis que o Pedro decide escrever um livro... sem ninguém!
Sempre me fez confusão a utilização desta expressão na lingua portuguesa. Isto porque, a meu ver, se o livro é "sem ninguém", significa que tem alguém, certo? Bom, liguisticamente falando sei que estou redondamente enganada. Trata-se de mais um trocadilho possível apenas na língua de Camões. Mas se eu estiver a falar no livro, aí sim, estou correcta! Isto porque, se o livro não fala de ninguém, a verdade é que engloba muita gente. Mas como consegue Pedro Guilherme-Moreira escrever um livro sem ninguém ao mesmo tempo que enche as páginas do livro de personagens que não aparecem? Confusos? A questão é que há coisas que só o Pedro consegue fazer, e neste ponto, ele foi muito original. Com uma escrita poética e brilhante, o autor deixou-me de boca aberta com o feito que conseguiu nesta obra.

Trata-se de um livro dividido por meses, e tenho muita pena de não ter feito uma coisa (se o tivesse comprado agora talvez o fizesse), ou seja, pegar no livro e ler, cada mês, o mês correspondente. Ainda vou a tempo! Talvez até leia o livro com outros olhos. Acredito piamente que sim!

Um livro que vale a pena ler com muita atenção, a começar pela linda dedicatória escrita com enorme simplicidade mas que encerra uma grande complexidade... uma dedicatória que pode apenas ser escrita por quem vive, sem dúvida, uma bela história de amor!

segunda-feira, 10 de março de 2014

2

Livro: A manhã do mundo




Título: A Manhã do Mundo
Autor: Pedro Guilherme-Moreira (entrevista ao autor aqui)
Editor: Dom Quixote

Eu gostava de escrever.. gostava de conseguir dizer o que penso sobre este livro, mas está tão bem escrito que qualquer opinião que venha aqui tecer me parece sem sal... sem sabor...
Mesmo que passassem meses, anos, nunca conseguiria aqui exprimir as emoções que este livro me despoletou. Vou-vos contar a história.

Neste maravilhoso livro vamos encontrar-nos com 5 pessoas: Thea, Mark, Millard, Alice e Solomon. Estas cinco pessoas têm um destino comum... no dia 11 de Setembro de 2001 saltaram das torres gémeas. Quem eram estas pessoas? Porque saltaram? No livro travamos ainda conhecimento com Ayda, uma pessoa que irá chamar a todos estes saltadores de cobardes. E o que acontece quando, no dia 13 de Setembro, um novo dia começa.. mas começa dia 11? Esta ida atrás no tempo, que repercussões terá?

Não se deixem enganar! Também eu quando li "voltas atrás no tempo??!" fiquei de pé atrás! Mas este livro é tão majestosamente belo... e, ao mesmo tempo, tão real! Ora, não nos podemos esquecer que nesse dia realmente muitas pessoas saltaram... É espantoso a quantidade de gente que teve de tomar esse passo. Li o livro em mais ou menos 2 dias (é impossível não o fazer.. não o querer ler até ao fim!) e assim que terminei comecei a investigar sobre estes jumpers. Adoro quando um livro mexe desta forma comigo! Adoro quando um livro mexe desta forma comigo!

Maravilhosamente e extraordinariamente duro e tocante, demorei dias até assimilar e processar toda a informação. Desejo que vos aconteça o mesmo. Mas, para isso, precisam mesmo de o ler!

E sim, terminei este post sem conseguir exprimir o que sinto por ele...

Uma das administradoras do Blogue com o autor Pedro Guilherme-Moreira na apresentação do seu livro "A Manhã do mundo" no Colégio Dinis de Melo - Amor - Leiria 06 Dezembro 2013

Em baixo os dois no evento Não há feira mas há escritores no Porto em Junho 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

4

22ª Entrevista: Pedro Guilherme-Moreira (escritor)


Pedro Guilherme Moreira


Pedro Guilherme-Moreira nasceu em 1969 na maravilhosa cidade do Porto. É advogado e escritor, tendo sido dos primeiros advogados a ganhar o Prémio João Lopes Cardoso. Ex-estudante da Universidade de Coimbra, publicou o seu primeiro romance em 2011,  “A manhã do Mundo” (Dom Quixote), e venceu o Prémio M.A. Pina de poesia em 2012. Vamos conhecê-lo um pouco melhor...

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa, com raízes francesas da bisavó Germaine
O seu Filme favorito: “O túmulo dos pirilampos” (vencedor absoluto, é criminoso não ser mais visto)
O seu Livro favorito: A Bíblia e, em geral, todos os livros sagrados: revelam uma síntese quase sempre admirável, às vezes preocupante, da natureza humana; e não sou uma pessoa religiosa;
O seu Anime favorito: “O túmulo dos pirilampos”
O seu Manga favorito: prefiro sem manga
O seu Evento/Espetáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: sou viciado nos óscares, não quero saber se é fachada; ainda quero ver se ganho um.
A sua Série de televisão favorita: Lost

Este ano faz 12 anos que a tragédia do 11 de Setembro aconteceu. Como um autor que escreveu uma obra baseada neste acontecimento, sente que com o passar do tempo o impacto deste ataque terrorista vai ficando mais “adormecido” na mente das pessoas ou, pelo contrário, continua bem “vivo”?
PG-M: O 11 de Setembro é um dos raros acontecimentos históricos em que o que foi dito na altura, quase sempre sentenças disparatadas por não terem distanciamento, e que neste caso foi “haverá um antes e um depois do 11 de Setembro”, tem grandes hipóteses de se tornar verdade. Já é assim. Olha-se para trás e este dia está ali, cravado. Nunca vai ser esquecido. O interesse vai aumentar, tal como aconteceu com o holocausto. Mais pessoas vão querer saber porquê. É fundamental para entendermos o caminho em frente.

O vólei tem um lugar especial no seu coração... já pensou em escrever um livro exclusivamente sobre esse tema?
PG-M: Que fique claro: a minha vida não me interessa nada para os meus livros. Faço dela uma prostituta quando preciso de material de ligação, mas não me interessa o “eu”. Interessam-me os outros. Mas confesso que, se estiver vivo daqui a vinte anos, tentarei explicar ao mundo porque é que o voleibol nos toma a alma. Mas nos próximos vinte anos já tenho tudo tomado (sorrisos, muitos).



Se cada país fosse representado por um livro, que livro representaria Portugal e qual é que de certeza que não seria o escolhido?
PG-M: Difícil ultrapassar “Os Lusíadas”, embora a nossa grandeza como povo, que é a mesma desse tempo, esteja dentro, com medo de sair. E às vezes sai da forma errada, à bruta e sem classe. Entremos todos para um cavalo de tróia para que os nossos filhos se ergam. Um livro que não seria escolhido para representar Portugal, de certezinha absoluta (a pergunta é boa, caraças!), seria (posso dizer mais do que um? Iupi.) “A dieta dos 31 dias” (e daí...), ou....(espera lá, começo a perceber que todos os livros de todos os tempos podem representar Portugal. Não somos um povo magnífico?)

No seu livro, duas pessoas têm a oportunidade de evitar que o ataque ao World Trade Center ocorra. Se pudesse escolher uma data, apenas uma, para voltar atrás no tempo e refazer algo... qual escolheria?
PG-M: Essa data ainda está por vir, felizmente. Não posso morrer depois do meu filho e da minha mulher. Se isso acontecer, essas são as datas, ambas. Espero não viver nenhuma.

Pode contar-nos um pouco sobre a história da sua professora que ganhou uma fábula escrita por si quando lhe ensinou a fazer contas de dividir?
PG-M: A Dona Laura era uma senhora aparentemente severa. No dia em que fiz 40 anos, fui ao encontro dela. Um dia antes de o livro ser lançado no Porto, que foi o dia em que fiz 42, fui mostrar-lhe a badana onde ela fica imortalizada. Mas o mais importante acontecera trinta e cinco anos antes, na Ecola de Francelos: o assombro nos olhos dela quando leu a minha fábula é o único responsável de eu escrever hoje. Ainda procuro isso nos meus leitores. A Dona Laura ainda é viva e está bem, embora tenha tido uma vida difícil e nunca se tenha casado ou tido filhos. Tem-nos a nós. E vejam como a vida é curiosa: vivíamos no mesmo lugar quando ela foi minha professora, mas ela saiu de Francelos pouco depois de se reformar. Hoje vive nas traseiras do meu escritório, no centro de Gaia.

Numa entrevista a um outro blogue referiu que “As miúdas tornam-se giras quando gostam de escritores”. Existe um número mínimo para nós mulheres nos tornarmos giras? Ou assim que gostamos de um escritor já ficamos giras? E se gostarmos de muitos ficamos mais giras que as que gostam só de um? ;-)
PG-M: Essa era uma pergunta provocatória do Tito Couto para os booktailors, como são quase todas as perguntas do Tito, e foi respondida com a mesma boa disposição. A pergunta era “As miúdas giras gostam de escritores?” Não está fixe, a resposta? Hein? Em rigor, detesto viver esse charme especial que tem a escrita e de sentir essa curiosidade pelo bicho. Gosto muito da mulher, considero uma obrigação activar quimicamente o encantamento heterossexual, que é o que represento, mas não por esse motivo. Acho detestável as pessoas que guardam os olhares e os sorrisos. Mas se eu os distribuo não é por ser escritor. Como advogado tenho um humor impossível de aturar, detesto o cinzentismo dos tribunais, gosto de quebrar jarras. Se virem bem (e não que vocês o tenham feito), essa minha resposta retirada do contexto torna-me detestável. É por isso que vou fazer aprovar na A.R. um novo crime: “Retirar do contexto”.

Em todas as nossas entrevistas pedimos à pessoa entrevistada para deixar uma pergunta para a próxima pessoa a entrevistar. No seu caso, foi o autor Paulo M. Morais que lhe deixou uma pergunta (pode ver a sua entrevista aqui - http://flamesmr.blogspot.pt/2013/08/entrevista-paulo-m-morais.html). A pergunta foi: Quando tem de “matar” alguma das suas personagens, emociona-se? Chega a chorar quando dá cabo dela?
PG-M: Há mortes literárias que fazem rir. Outras fazem chorar. Mas prefiro dizer que evito matar gente. Mas quando começo a matar é uma razia. Tarantino ou anti-Tarantino.

Agora é a sua vez... Pedimos-lhe para deixar uma pergunta ao próximo entrevistado, mesmo sem saber de quem se trata:
PG-M: Tens a mania, não tens?
(convém explicar ao perguntado que eu não sabia quem ele ou ela eram quando fiz esta profundíssima pergunta)


PG-M: Declarações finais: quero agradecer à Mariana e à Roberta o trabalho que têm desenvolvido pela divulgação literária. A luso-italiana Roberta Frontini fisgou-me no “Não há feira, mas há escritores”, semana um, com aqueles olhos claros terríveis, e sou hoje um dos seus muitos apaixonados. Já me declarei e tudo. Ahahah. A Mariana é de Oliveira de Azeméis e já me prometeu uma saca de pão d'Ul. Não sei do que está à espera. Ah, e a entrevista está muito bem feita. Fossem todas assim. Acima de tudo, são duas boas meninas. PG-M 2013
Muito obrigada ao Pedro pela simpatia e disponibilidade!

terça-feira, 25 de junho de 2013

2

Evento: Não há feira, mas há escritores + 14ª entrevistas

 
No passado dia 22 de Junho de 2013, fomos ao Porto propositadamente para assistir ao evento "Não há feira, mas há escritores" (ou será que lhe poderíamos chamar 83ª Feira do Livro no Porto?).

Acabou por ser uma tarde muito bem passada! Os autores foram excepcionais, quer nos seus discursos, quer no contacto com os leitores. Uma tarde que nunca esqueceremos. Para quem não foi, ficam aqui umas mini-mini-mini entrevistas a alguns dos autores que marcaram a sua presença no evento. Esperemos poder entrevistá-los "a sério" um dia... Não se esqueçam que, no próximo sábado, há mais!

 ADÉLIA CARVALHO

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: Fishing e África Minha
O seu Livro favorito: Gabriela Cravo e Canela
 O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feiticeiro de Oz
A sua Série de televisão favorita: Os Sopranos

 AFONSO CRUZ
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: Sétimo Selo
O seu Livro favorito: Flatland
 O seu Anime favorito: Akira
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feira do Livro
A sua Série de televisão favorita: Treme

LUÍS MIGUEL ROCHA

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: Cinema Paraíso
O seu Livro favorito:A sombra do Vento e Memorial do Convento
 O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feira do Livro, Encontros com escritores em bibliotecas, Festivais de Cinema
A sua Série de televisão favorita: Game of Thrones e The Following

INÊS BOTELHO

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: Magnólia (Paul Thomas Andersen)
O seu Livro favorito: Novas Cartas Portuguesas (Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa); The Sound and the Fury (William Faulkner); The bloody chamber (Angela Carter)
 O seu Anime favorito: Ana dos cabelos ruivos
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Quintas de leitura (Evento); Câmara clara; Ler +, Ler Melhor
A sua Série de televisão favorita: neste momento, American Horror Story; Game of Thrones

MANUEL JORGE MARMELO

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: One From The Hear, de Francis Ford Coppola
O seu Livro favorito: D. Quixote de la Mancha, de Miguel Cervantes
 O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Shortcutz, Porto 
A sua Série de televisão favorita: Uma família muito moderna

MIGUEL MIRANDA

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: 2001 Odisseia no Espaço
O seu Livro favorito: Ensaio sobre a cegueira
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito:Jazz
A sua Série de televisão favorita: não tenho

PAULO FERREIRA

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: "Beleza Americana"; "Poderosa Afrodite", "Em carne viva"
O seu Livro favorito: Em nome da terra (Vergílio Ferreira)
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Corrente d'Escritas
A sua Série de televisão favorita: 24; Scrubs; Six feet under

PEDRO GUILHERME-MOREIRA

Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa

O seu Filme favorito: O túmulo dos pirilampos (opinião do escritor aqui)
O seu Livro favorito: Bíblia (sem ser do ponto de vista religioso)
O seu Anime favorito: Conan
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: 83ª Feira do Livro no Porto
A sua Série de televisão favorita: Seinfeld
RICHARD ZIMLER
Qual é a sua nacionalidade?: Americana e Portuguesa


O seu Filme favorito: Não tenho só um, mas sempre gostei muito do filme Cabaret (1972) de Bob Fosse com a Liza Minelli . Vi-o no mínimo umas 6 ou 7 vezes. As músicas são muito inteligentes, gosto muito, e a atmosfera do filme foi muito bem recriada e tem um significado muito especial por causa da vinda dos nazis  para Berlim. Outro filme que gosto bastante é Fanny e Alexander (1982), um filme de co-produção sueca com uma história muito bonita. Os actores foram maravilhosos.  

O seu Livro favorito: Não sei se é o meu favorito, mas foi um livro que me inspirou muito A Luz em Agosto do grande grande grande escritor William Faulkner. Fiquei tão fascinado com a história desse livro que fiz uma análise do mesmo. Foi um livro que me marcou muito. 

O seu Anime favorito: Nenhum

O seu Manga favorito: Nenhum 

O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: O último concerto que assisti foi em Espinho da cantora Jacinta. Adorei. Acredito que ela tenha muito talento e não é tão conhecida como devia. Um outro espectáculo  que assisti e adorei foi  do Leonard Cohen em Nova York.  

A sua Série de televisão favorita: CSI Las Vegas. É uma série que está muito bem escrita  com actores muito bons. É um programa internacional de muita qualidade.

Obrigada a todos! 

 

1%

1%