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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
9
Autor: Peter Prange
Nº de Páginas: 526
O romance histórico é o meu favorito e fiquei logo apaixonada pela capa deste livro bem como pelo título. Nunca tinha lido nada do autor, nem nunca tinha ouvido falar nele. Comprei-o meramente pela capa, título e preço apetecível (encontrei-o numa feira do livro de verão na praia de Peniche).
Foi uma bela surpresa. Não o considero o meu livro favorito, mas gostei bastante dele. Foi uma boa companhia.
Passa-se inteiramente na Itália do séc. XVII, e conta a história interessante de dois arquitectos italianos em Roma: Bernini e Borromini. Estes dois arquitectos foram muito influenciados e inspirados por uma mulher desconhecida... a Principessa.
Apesar de não o considerar dos meus livros favoritos, as personagens estão muito reais... não temos, aqui, aquela personagem péssima o tempo todo, nem aquela sempre fabulosa. As personagens têm os seus defeitos e as suas virtudes, tal como todos nós, e este realismo associado às descrições inebriantes dos espaços arquitectónicos, criaram um pano de fundo bastante rico.
O livro está escrito como se se tratasse de um guião de um filme. Bom, na verdade, em termos formais não está assim, mas a simplicidade com que Prange descreve os locais, faz com que consigamos ver, claramente, a cena a decorrer em frente de nós. Qual não foi o meu espanto quando descobri que o autor é, na verdade, um guionista. Por isso, facilmente poderia ter sido transformado.
Misturando ficção e realidade, o autor transporta-nos então para uma história interessante e, no final, o autor conta-nos o que é que ele inventou, e o que é que aconteceu na realidade. Ficamos, sem dúvida, com uma grande vontade de visitar Roma depois de o ler.
Nota para quem vai (ou está) a ler o livro: No sub-capítulo 29 da parte IV (Na antecâmara do paraíso - 1655-1667) - Aconselhamos a, antes de ler esta parte, que se volte atrás e se leia, de novo, o prólogo.
Livro: Principessa
Autor: Peter Prange
Nº de Páginas: 526
O romance histórico é o meu favorito e fiquei logo apaixonada pela capa deste livro bem como pelo título. Nunca tinha lido nada do autor, nem nunca tinha ouvido falar nele. Comprei-o meramente pela capa, título e preço apetecível (encontrei-o numa feira do livro de verão na praia de Peniche).
Foi uma bela surpresa. Não o considero o meu livro favorito, mas gostei bastante dele. Foi uma boa companhia.
Passa-se inteiramente na Itália do séc. XVII, e conta a história interessante de dois arquitectos italianos em Roma: Bernini e Borromini. Estes dois arquitectos foram muito influenciados e inspirados por uma mulher desconhecida... a Principessa.
Apesar de não o considerar dos meus livros favoritos, as personagens estão muito reais... não temos, aqui, aquela personagem péssima o tempo todo, nem aquela sempre fabulosa. As personagens têm os seus defeitos e as suas virtudes, tal como todos nós, e este realismo associado às descrições inebriantes dos espaços arquitectónicos, criaram um pano de fundo bastante rico.
O livro está escrito como se se tratasse de um guião de um filme. Bom, na verdade, em termos formais não está assim, mas a simplicidade com que Prange descreve os locais, faz com que consigamos ver, claramente, a cena a decorrer em frente de nós. Qual não foi o meu espanto quando descobri que o autor é, na verdade, um guionista. Por isso, facilmente poderia ter sido transformado.
Misturando ficção e realidade, o autor transporta-nos então para uma história interessante e, no final, o autor conta-nos o que é que ele inventou, e o que é que aconteceu na realidade. Ficamos, sem dúvida, com uma grande vontade de visitar Roma depois de o ler.
Nota para quem vai (ou está) a ler o livro: No sub-capítulo 29 da parte IV (Na antecâmara do paraíso - 1655-1667) - Aconselhamos a, antes de ler esta parte, que se volte atrás e se leia, de novo, o prólogo.
Etiquetas:
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