Título: Big Eyes
Ano: 2014
Realizador: Tim Burton
Cast:
Amy Adams - Margaret Keane
Christoph Waltz - Walter Keane
Opinião
(Roberta Frontini)
Assim que vi este filme fiquei logo com uma enorme vontade de vos vir falar nele no FLAMES, porque acho que é daqueles filmes que todos devemos ver. Para além de entreter, coloca questões muitos interessantes, algumas das quais apenas uma pessoas mais curiosas se lembrariam de pensar.
Big Eyes conta a história real (talvez um pouco romanceada por Tim Burton) da pintora Margaret Keane. Margaret foi (e ainda é) uma pintora extraordinária, com um toque muito pessoal nos seus quadros. Infelizmente, a vida encarregou-se de a fazer cruzar caminho com um homem que não só não a tratou com o devido respeito, como ainda fez passar as obras de arte de Margaret Keane, por suas. Depois de ter visto o filme, também pesquisei sobre a vida da pintora, que encerra tanto de fascinante como de assustador.
Há vezes em que vejo um filme e acho que as coisas são tão surreais e fora da realidade. Este é daqueles casos em que sinto que a realidade supera, de longe, a ficção.
Relativamente à interpretação dos actores, de destacar o brilhantismo de Amy Adams, que consegue encarar na perfeição o papel de pessoa totalmente alheada. Se por vezes nos indignamos com a falta de indignação dela, por outro é fácil criarmos alguma empatia com a personagem. Já Christoph Waltz volta a fazer um papel que já nos habituou em outros filmes. Começo a achar que Waltz se enquadra mais em papeis deste género. É fácil irritar-mo-nos com ele, mas já o vi noutros papeis semelhantes (ele tem cara de vilão, não há nada a fazer), por isso não lhe consegui dar, aqui, o devido mérito. Adorei o papel, a interpretação, mas considero que já é algo fácil nele.
O filme passa-se entre os anos 50/60, e todo o ambiente e caracterização das personagens e locais, estão absolutamente fabulosos. As roupas foram a parte que mais me chamou à atenção. Para além do mais, trata-se de um filme sobre pintores, e a cor aqui tem um papel preponderante.
Enfim... não quero falar mais. Quero que vocês o vejam e, se possível, que venham aqui discutir sobre ele!
Há vezes em que vejo um filme e acho que as coisas são tão surreais e fora da realidade. Este é daqueles casos em que sinto que a realidade supera, de longe, a ficção.
Relativamente à interpretação dos actores, de destacar o brilhantismo de Amy Adams, que consegue encarar na perfeição o papel de pessoa totalmente alheada. Se por vezes nos indignamos com a falta de indignação dela, por outro é fácil criarmos alguma empatia com a personagem. Já Christoph Waltz volta a fazer um papel que já nos habituou em outros filmes. Começo a achar que Waltz se enquadra mais em papeis deste género. É fácil irritar-mo-nos com ele, mas já o vi noutros papeis semelhantes (ele tem cara de vilão, não há nada a fazer), por isso não lhe consegui dar, aqui, o devido mérito. Adorei o papel, a interpretação, mas considero que já é algo fácil nele.
O filme passa-se entre os anos 50/60, e todo o ambiente e caracterização das personagens e locais, estão absolutamente fabulosos. As roupas foram a parte que mais me chamou à atenção. Para além do mais, trata-se de um filme sobre pintores, e a cor aqui tem um papel preponderante.
Enfim... não quero falar mais. Quero que vocês o vejam e, se possível, que venham aqui discutir sobre ele!
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