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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

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84ª Entrevista: Cherry (artista portuguesa)


Cherry 

Cherry, nome artístico de Ana Caldeira, nasceu em Lisboa e actualmente vive em Londres. Descoberta no seu elemento, o palco, apresenta agora o seu álbum de estreia - London Express - que já está disponível no mercado português. O seu single de estreia, “Five Knives”, já toca nas rádios portuguesas há várias semanas. O FLAMES esteve à conversa com esta nova promessa da música contemporânea e ficou a conhecê-la um pouco mais. Vejam o que é que Cherry nos disse…
  
A todos os artistas o FLAMES pergunta...

Porquê a escolha deste nome artístico?
Cherry já vem de um trio acústico que eu tive no passado – o Cherry Jam. Era composto por mim, pelo Rúben Portinha e pelo Nuno Barreto. Cherry era um nome que me davam na altura, é um nome feminino e doce. Quando chegou a altura de escolher um nome para este novo projecto pensámos muito e concluímos que Cherry seria o melhor nome.

Quais são os artistas que mais te inspiram?
Existe uma diferença entre aqueles que me inspiram no meu trabalho, a quem tento juntar o meu trabalho e as minhas limitações, e aqueles que me inspiram na minha vida pessoal e que não têm nada a ver com aquilo que canto. Os que me inspiram no meu trabalho são fundamentalmente músicos de Soul, Blue e Jazz.

Quem é que compõe as tuas músicas e escreve as letras?
A letra e música foram compostas pelo Rui Ribeiro. No futuro, também quero começar a contribuir nesse aspecto.

Qual é o local onde mais gostarias de actuar?
Em Festivais de Verão, um pouco por todo o mundo e também em Portugal, claro!

Que cartaz ou mensagem gostarias de ver ser erguida no meio do público durante um concerto teu?
É muito gira essa pergunta (risos). Gostava de ler “A tua música é a banda sonora da minha vida”.

Lembras-te de alguma situação caricata que tenha ocorrido num concerto teu?
Sim. Antes eu costumava cantar músicas de outros artistas e achava engraçado sempre que as pessoas subiam ao palco para pedir uma música.
  
À Cherry o FLAMES pergunta...

Diz-se que foste descoberta em cima de um palco. Podes explicar um pouco melhor esta interessante história?
Sim. Estava eu com o trio acústico no Casino Estoril, estávamos lá a dar concertos durante uma semana, quando o Rui Ribeiro lá foi com um amigo e me ouviu. Gostou da minha voz e convidou-me para integrar um projecto seu.

O teu álbum de estreia, o "London Express", tem como tema principal as mulheres e as suas diferentes histórias. Porque escolheste este tema para te dares a conhecer ao público?
Não fui eu que escolhi. Essas histórias foram relatadas ao Rui Ribeiro que as transformou em poemas e musicalizou. Ele decidiu fazer um álbum com elas e eu sou um veículo dessas mensagens.

Então quando ele te conheceu já tinha pensado neste álbum em específico?
Exactamente.

O teu single de apresentação, “Five Knives”, faz parte da banda sonora de uma novela portuguesa, “O Beijo do Escorpião”. De que forma é que este tipo de exposição contribuiu para o evoluir da tua carreira?
Foi um ponto de partida no sentido de divulgação do meu nome. Na novela a voz surge como pano de fundo, não está associada a um vídeo, e as pessoas acabam por desenvolver uma afinidade com essa voz. Ainda por cima, este foi o tema de um dos casais principais, por isso as pessoas acabaram por ficar mais familiarizadas com a minha voz.

Para quem nunca te viu em palco, como é que descreves um concerto da Cherry?
Por agora ainda não aconteceu nenhum concerto como Cherry. Mas quando actuava com o trio acústico, Cherry Jam, e noutros projectos que também tive, a Ana em palco ficava completamente rendida às pessoas que estão à sua frente. Não sou propriamente tímida mas em palco sou muito emocional. Basicamente, tenho uma atitude bastante rendida.

Vives actualmente em Londres. Quais são os teus planos para o futuro? Pretendes conquistar Portugal primeiro ou já pensas numa carreira internacional a começar, quem sabem, em Inglaterra?
Bem, por enquanto a curto e médio prazo queremos dar a conhecer o álbum em Portugal, que já é um mercado grande e exigirá um grande trabalho. Pessoalmente, gostava de o levar além-fronteiras, Inglaterra ou outra parte do mundo no futuro. Claro que isso vai depender da Universal, que já tem feito um excelente trabalho com o meu álbum, e também da Blim Records. Mas gostava muito de o dar a conhecer ao mundo.
  
Obrigada pela simpatia e boa sorte para a tua carreira!

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