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domingo, 31 de maio de 2015

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Deixava de dormir por...: Novidades do mês de Maio


Pois bem. O calor chegou, as alergias da Primavera estão a atacar em força e os gelados já fazem parte da sobremesa  de qualquer refeição. Contudo, há algo que não muda, independentemente da estação do ano. De que falamos? Da nossa paixão pelos livros, claro está!
O mês de Maio não fugiu à regra e deixou-nos de água na boca...


Apesar de só estar disponível em Junho, tivemos o prazer de ler esta obra ainda este mês por isso, para nós, foi das melhores novidades de Maio! 

"O êxito de vendas mais rápido de sempre. O livro que vai mudar para sempre o modo como vemos a vida dos outros. Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente. Até que um dia... Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada. Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos. De leitura compulsiva, este é o thriller do momento, absorvente, perturbador e arrepiante."


"Corre o ano de 1947, e o nonagenário Sherlock Holmes vive em Inglaterra, numa casa de campo perto da costa. Holmes vive com a sua caseira e o filho desta, o jovem Roger, a quem o desconhecimento da diferença entre abelhas e vespas se revelará fatal. A rotina decorre entre a solidão pacífica do seu escritório e as abelhas — as «criaturas metódicas» que habitam o seu colmeal —, enquanto tenta lutar diariamente contra os efeitos da idade sobre a sua prodigiosa mente e o receio da perda irreversível das memórias de casos passados. Eis que surge então um manuscrito inacabado, sobre um caso de há 50 anos que o detetive nunca solucionou e que agora se sente determinado a concluir: Londres, uma mulher bonita com um comportamento instável, um marido irado, um misterioso jardim e uma morte súbita. Holmes embrenha-se na difícil tarefa de reavivar a memória e assim terminar o manuscrito. Em Sr. Sherlock Holmes, Mitch Cullin revela-nos a experiência de uma mente brilhante ao longo de décadas, que desvendará o mais importante dos mistérios: o da natureza humana."


Descoberto em 2012, A Eterna Demanda é o romance póstumo de uma das mais aclamadas escritoras norte-americanas. Neste trabalho é-nos revelado um dos lados mais pessoais da autora, numa comovente exploração da identidade que forjamos para nós próprios e para os outros. A Eterna demanda é, talvez, o seu trabalho mais pessoal e apaixonado, e cativará, sem dúvida, os milhões de leitores que sempre estimaram as suas obras ao longo de gerações. 
"Randolph, um jovem norte-americano, parte em viagem pela Europa e pela Ásia numa procura incessante de experiências e sabedoria. Em Paris conhece Stephanie. Filha de pai chinês e mãe norte-americana, também ela percorre o mundo à procura do seu lugar entre duas culturas aparentemente opostas. Ao longo do tempo, numa série de encontros e desencontros, ambos descobrem que se pode conciliar experiência e sabedoria, heranças ocidentais e orientais, mas há um preço a pagar."


"A História costuma recordar os imperadores, senadores, poetas e historiadores que construíram Roma, mas relega para segundo plano as mulheres que, frequentemente na sombra, também desempenharam um papel decisivo. Reia Sílvia, depois de ter sido violada, deu à luz os gémeos Rómulo e Remo, fundadores de Roma. Agripina, mãe do imperador Nero, ficou para a História como assassina impiedosa e, paradoxalmente, como uma mãe com um amor incondicional pelo filho. Já Valéria Messalina, terceira mulher do imperador Cláudio, consta que fugia da residência imperial para se prostituir, tal era a sua avidez por sexo. Helena de Constantinopla teve um papel crucial no Cristianismo, tanto mais que, reza a lenda, foi ela que descobriu a cruz onde Cristo foi crucificado. Estas são algumas das mulheres que Carla Hilário Quevedo apresenta num livro que nos traz 14 curtas histórias biográficas de mulheres célebres e influentes na construção de Roma e do seu império. Destacando diferentes características, explicações e interpretações para histórias clássicas que tendemos a considerar demasiado longínquas para a nossa compreensão moderna, a autora mostra-nos estas mulheres a partir de uma nova perspectiva. Mas as histórias revelam mais: o que os romanos esperavam das suas mulheres ou qual era afinal o seu papel num mundo em que apenas os homens podiam falar em público. Um livro essencial para perceber as mulheres de Roma e a forma como temas como o adultério, a maternidade ou o casamento eram vistos na sociedade romana."


"Por que é que os institutos de estatística tentam medir as gorjetas que damos aos taxistas e as drogas que consumimos? Como é que uma noitada em Paris nos anos 80 determina a austeridade que nos é imposta? Por que não basta estar sem trabalho para ser considerado desempregado? Como é possível que aquilo que é dito pelo presidente do Banco Central Europeu influencie a prestação da nossa casa? Como é que as agências de rating se tornaram tão poderosas ao ponto de fazerem cair governos? Sem darmos por isso, a nossa vida é governada por números que nos são impostos e cuja origem desconhecemos. Ouvimos diariamente falar de “rating”, “PIB”, “saldo externo” ou “default”, mas uma grande fatia da população não entende a mecânica que está por trás desses conceitos, o que limita a sua capacidade de perceber e criticar opiniões e decisões do governo, dos partidos da oposição e das instituições internacionais. Nesta viagem pelo mundo dos números que ditam a nossa vida, numa linguagem acessível e recorrendo a exemplos do dia-a-dia e da História recente de Portugal, o jornalista Nuno Aguiar explica-nos as origens e implicações dos indicadores que vemos todos os dias serem repetidos nos telejornais e que invadiram o nosso discurso público. Só compreendendo a sua história, a forma como são calculados, aquilo que nos dizem e o que não nos revelam, seremos capazes de os questionar."






 "Liberte-se do stress com este livro para colorir especial para adultos. Um livro que promove o relaxamento, a concentração e a criatividade. "Mandalas e Outros Desenhos da Selva para Colorir" reúne belíssimas imagens que acabarão por se transformar em verdadeiras obras de arte."






"Juan e Maria Bento, as personagens centrais que constroem os seus próprios destinos, ficarão para a memória leitora como um par improvável e apaixonados já vistos – entre o anarquismo convicto de Juan e a militância inflexível de Maria Bento, que as ligações ao KGB disciplinam, há uma ponte incerta que oscila, baloiça e finalmente se verga ao peso da paixão."






"Lupita é uma mulher fora de série. Forte. Ardente. Inesquecível. Numa sociedade obcecada com as aparências, o dinheiro e o poder, ela é uma heroína improvável. Uma lutadora que protege os mais fracos e injustiçados. Na sua busca por amor, ela dá por si no lugar errado à hora errada. Bastarão apenas uns segundos para mudar a sua vida. Ao testemunhar um assassinato, Lupita passa a ser uma mulher marcada. Mas a revolta que nasce dentro de si é mais forte do que o medo que sente. A vítima, Arturo, era o único homem em que acreditava incondicionalmente. A sua morte leva-a a tomar uma decisão extrema: lutar até ao limite das suas forças e fazer justiça… por Arturo, por si própria e por todos aqueles que não têm voz. A escritora mexicana Laura Esquivel, autora do clássico contemporâneo Como Água para Chocolate, está de volta com uma parábola mágica sobre afetos, coragem e redenção. A sua linguagem plena de misticismo e espiritualidade dá vida a uma mulher excecional, uma heroína atípica que ficará gravada para sempre na memória dos leitores."

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