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sexta-feira, 4 de março de 2016

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Filme: Eu, o Earl e a tal miúda



Título Original: Me and Earl and the Dying Girl 
Ano: 2015
Género: Comédia, Drama
Realizador: Alfonso Gomez-Rejon



 Logo nos primeiros minutos de filme o meu “alarme aproxima-se uma choradeira” começou a dar sinal. Mesmo assim, sabendo que a probabilidade de precipitação em algum momento do filme era extremamente elevada, decidi continuar a vê-lo acompanhada por alguém que não chora com filmes, que é como quem diz: decidi passar uma vergonha tal era a minha vontade de ficar a conhecer aquela história. 


Sinopse
“Tal como o próprio título indica, a história decorre em torno de três pessoas: o protagonista Greg, o seu melhor amigo Earl e Rachel, uma jovem com leucemia. É quando Greg decide, com a ajuda de Earl, apoiar Rachel e animar-lhe os dias enquanto esta luta contra a doença que tudo começa. E Greg mal pode imaginar o quão envolvido ficará nessa luta.”


Opinião
“O filme começa de uma forma leve e divertida. A realização está fenomenal e foram várias as gargalhadas que dei ao ver os filmes que Greg e o seu estranho amigo Earl fizeram ao longo dos anos. Sim, não me enganei: desde a infância que eles brincavam aos realizadores e faziam filmes simplesmente caricatos. Esta sua veia cinematográfica acaba por ganhar uma elevada importância mais para o final do filme e confesso que este foi o detalhe de que mais gostei em toda a história! 

Relativamente ao cerne da trama, foi simultaneamente divertido e comovente ver as tentativas de Greg para apoiar e motivar Rachel. Estando ambos a viver os dramáticos tempos de liceu norte-americano, foi interessante ver como é que duas pessoas tão jovens e que se conhecem há tão pouco tempo encaram o sofrimento e a possibilidade da morte. 
Apesar de ser um filme que assenta muito no exagero cómico das características das personagens e de ter como palco de acção um liceu repleto de estudantes caricatos e extravagantes e uma cidade onde os pais são ainda mais destrambelhados que os filhos, durante toda a película está sempre presente uma sensação de tragédia eminente. De facto, a leucemia de Rachel não nos deixa esquecer que nem tudo é cor-de-rosa nesta história… 

Este é um filme simultaneamente leve e intenso. É uma história que põe a vida em perspectiva e nos mostra o quão frágil é. Tudo isto através dos olhos de três jovens que estão agora a começar a perceber que a vida é incrível mas que inevitavelmente acarreta consigo sofrimento e tristeza. Sem ser um filme genial, “Eu, Earl e a tal miúda” conseguiu cumprir o seu propósito e manteve-me agarrada até ao último minuto. Um filme que aconselho aos fãs do género."

Por Mariana Oliveira

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