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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

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Livro: A Tribo dos Sinais de Pontuação




Ano: 2014
Género: Aventura
Autor: Rui Carreto
Editora: Coisas de Ler


Conheci o autor Rui Carreto com a sua obra de estreia, “Livrolândia – A Terra dos Livros” e foi com entusiasmo que soube da edição do seu segundo livro, “A Tribo da Pontuação”:


Sinopse
“Em tempos passados, Pontão — o chefe dos redondos Pontos Finais —, enquanto passeava na floresta conheceu uma bela Vírgula e começaram uma vida a dois. Ao fim de alguns meses, nasce um filho, Virgulão, um pequeno Ponto e Vírgula. Agora, já mais crescido, este jovem de rosto redondo e corpo curvilíneo, tudo vai fazer para evitar que se instale na floresta algo de muito sombrio que parece ter chegado para ficar...

Resolve pedir ajuda à mais poderosa e temida das criaturas da floresta, Tribolinhas, uma velha e insinuosa Reticência que habita num castelo recôndito, onde vive uma vida solitária e cheia de dilemas interiores por resolver... Virgulão acredita que só ela o poderá ajudar...


Mais uma vez, aquilo que mais destaco em Rui Carreto é a sua imaginação fértil. Se com o seu primeiro livro nos brindou com uma história passada no mundo dos livros, desta vez os protagonistas são os sinais de pontuação.
Aquilo de que mais gostei nesta obra foi a forma inteligente como o autor descreveu cada tribo de sinais de pontuação tendo em conta o seu uso na nossa gramática. Assim, não só cada personagem tem o formato do sinal de pontuação correspondente, como a sua personalidade e a própria maneira de falar estão dependentes, por exemplo, do facto de se tratar de uma vírgula ou de um ponto de exclamação.
Outro ponto forte do livro está nas incríveis ilustrações: ao longo das páginas são-nos apresentadas imagens que não só nos ajudam a visualizar melhor aquilo que Rui Carreto descreve como, ainda, tornam a leitura mais interessante e divertida.
O único ponto em que, a meu ver, esta obra fica atrás da sua antecessora é no seu público-alvo. Considero esta história bastante mais simples e dirigida a um público infanto-juvenil, enquanto “Livrolândia – A Terra dos Livros” apresentava um desafio maior para uma mente adulta.

Um autor que continua a inovar e uma obra ímpar que não só servirá de grande entretenimento a qualquer pequeno leitor como serão, ainda, bastante didáctica.


Por Mariana Oliveira

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2 comentários:

  1. Olá!

    Parece uma história muito criativa! Vou ficar com o livro debaixo de olho para mais tarde :)

    Boas leituras!

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    Respostas
    1. Muito mesmo! O Rui Carreto tem uma grande imaginação.

      Abraço!

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