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quinta-feira, 23 de março de 2017

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Livro: A Vida Secreta dos Livros



Título Original: La noche en que Frankenstein leyó el Quijote
Ano de Edição: 2014
Género: Drama
Autor: Santiago Posteguillo

* Por Mariana Oliveira *

Qualquer amante de livros que se preze para além de gostar de ler um bom livro gosta de saber mais sobre a criação da obra em si, sobre o seu autor e os contornos mais ou menos inusitados que levaram à escrita de obras que marcaram para sempre o panorama literário mundial. Por isso mesmo, a leitura de “A Vida Secreta dos Livros” prometia alimentar a minha curiosidade nestas matérias. Contudo, finda a sua leitura continuei cheia de “fome”.


Sinopse:
“Quem escreveu de facto as obras de Shakespeare? Quem era o escritor que incomodava a Gestapo? Que autor conseguiu ludibriar o Índice de Livros Proibidos da Inquisição? Que livro inquietou os serviços secretos soviéticos? Estes e outros enigmas literários encontram resposta nas páginas deste livro, uma viagem no tempo através da história da literatura universal.
Entusiasmante e original, “A Vida Secreta dos Livros” revela os mistérios e os pormenores menos conhecidos por trás da génese de alguns dos maiores clássicos de sempre. Escrito por um professor e apaixonado pela literatura, esta obra é uma homenagem aos grandes autores e ao maravilhoso mundo dos livros. Uma leitura para todos os que gostam dos livros - e não só!


Opinião:
A ideia do autor para este livro até era boa: uma obra sobre alguns dos maiores autores de sempre, acerca de clássicos da literatura intemporais e curiosidades interessantes e desconhecidas do grande público. Contudo, para mim, infelizmente muitas coisas falharam neste livro.

Para começar, a escrita é demasiado básica. Nos últimos anos têm-me acompanhado obras com diversos estilos de escrita, mas todas elas acabam por ter um toque especial, algo que reflecte o seu autor e que distingue um livro de outro apenas pela forma como estão escritos. No entanto, em “A Vida Secreta dos Livros” a escrita é demasiado simples. Fiquei com a sensação de que qualquer pessoa sem um dom particular para a escrita conseguiria escrever daquela forma. Isto não seria grave se o autor deste livro se tivesse limitado a narrar factos verídicos, tornando este livro numa espécie de obra de estudo objectiva. Contudo, Santiago Posteguillo decidiu dar largas à sua imaginação e acrescentar alguns pormenores por si criados… o que me conduz ao segundo motivo que me levou a não gostar desta história.

É que quando pensava que iria ficar apenas a conhecer factos interessantes sobre algumas obras, eis que me deparo com capítulos nos quais o autor decide dar um ar de sua graça e inventar diálogos e possíveis encontros entre os célebres escritores e outras pessoas. Isto não seria um problema se Santiago Posteguillo o tivesse feito através de uma escrita cativante, mas como obviamente não foi esse o caso, fiquei com a sensação de que estava a ler um trabalho de escola feito por um aluno de 13 anos. Não era de todo isto que esperava ao iniciar a leitura de “A Vida Secreta dos Livros”.

Como se tudo isto não bastasse, o autor ainda decidiu assumir uma atitude paternalista e encher o livro de lições de moral. Não tenho nada contra quando essas lições são baseadas em factos bem sustentados, mas neste caso Santiago Posteguillo simplesmente decidia, sem explicar bem como nem porquê, repreender meio mundo por coisas que aconteceram há muito tempo a autores que já nem sequer estão entre nós. O seu moralismo foi tão despropositado em algumas ocasiões que senti que estava a ler um livro escrito por um autor que tomou como sua a missão de mudar a forma de pensar dos seus leitores recorrendo a meia dúzia de parágrafos sensacionalistas.

“Mas Mariana, não gostaste de absolutamente nada neste livro?” – Perguntam vocês. Gostei sim. Gostei de ficar a conhecer factos curiosos sobre autores e obras que inspiraram milhares de pessoas e ainda continuam a fazê-lo. Ainda que parcamente desenvolvidos, os temas despertaram ainda mais a minha curiosidade para pesquisar sobre esses assuntos e ficar a conhecer mais sobre factos interessantes da literatura mundial.


quarta-feira, 22 de março de 2017

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256º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)



SINOPSE

Romance feminino intenso com uma nova abordagem, onde combina vários elementos; amor e mistério. Uma nova temática que se destaca.
Uma história de amor emocionante, onde as escolhas determinam a forma de viver a realidade.
Com uma linguagem envolvente, o livro oferece-nos vários tipos de elementos - paixão, mistério, luta pela sobrevivência, crise de identidade e duelos entre os grupos de ninfas e sátiros.

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


José Arjona
2016

Blogue: souojose.blogspot.pt (em stand-by) 
Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/jm7hp (abandonado)

Filmes: A Monster Calls, Fantastic Beasts and Where to Find Them 
Livros: Os Miseráveis, O Labirinto dos Espíritos, O Herói das Eras 
Animes
Mangas
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Concerto da Adele 
Séries: Stranger Things, Westworld, The Crown, Friends (só agora é que vi toda a série por ordem :P)

Vejam as participações anteriores aqui

segunda-feira, 20 de março de 2017

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Filme: The Light Between Oceans (2016)


The Light Between Oceans
(2016) 


A Luz Entre Oceanos (2016)
The Light Between Oceans

Michael Fassbender ... Tom Sherbourne
Alicia Vikander ... Isabel Graysmark
Rachel Weisz ... Hannah Roennfeldt



Os romances não são, de todo, a minha praia, no entanto assim que vi o trailer deste "The light between oceans" soube que tinha de abrir uma excepção. Não foi apenas o argumento que me pareceu interessante, mas a imagem de todo o filme. A história, a fotografia e a excelente interpretação dos actores transformaram-no num dos meus favoritos deste ano (apesar de eu ainda não ter visto muito em 2017).

O enredo, à primeira vista, pode não parecer complexo, mas se nos colocarmos na pele das personagens, facilmente se compreende que estamos perante uma história dramática que nos coloca perante dilemas possivelmente reais. Tom sofreu imenso com a guerra e acha que não será mais capaz de voltar a amar. Isola-se numa ilha que apenas tem um farol e ali planeia passar toda a sua vida. Mas quando Isabel se apaixona por ele, tudo se transforma. A vida parece correr bem, até que o facto de o casal não conseguir ter filhos se colocar no caminho... 

O final é incrivelmente tocante e muito mais haveria para contar sobre a história, mas não quero dizer-vos mais. Gostaria apenas de vos aguçar a curiosidade e espero que vocês lhe possam dar uma oportunidade. É um filme que vos fará pensar imenso, e que se afasta do que possa parecer à primeira vista. 

domingo, 19 de março de 2017

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Jaqueline Miguel 
2016

Página facebook: Histórias Fantásticas
Blogue: Histórias Fantásticas
Canal Youtube: Histórias Fantásticas


Filmes: Fantastic Beasts and Where to Find Them 
Livros: Trilogia Shatter Me da Tahereh Mafi e o Confesso da Colleen Hoover 
Animes: Tokyo Ghoul 
Mangas
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Top Genius (Nuno Markl e Vasco Palmeirim) 
Séries: The Walking Dead 

Vejam as participações anteriores aqui

quinta-feira, 16 de março de 2017

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Livro: A História Secreta de Twin Peaks



Título Original: The Secret History of Twin Peaks
Ano de Edição: 2016
Género: Mistério
Autor: Mark Frost
Editora: Suma de Letras

* Por Mariana Oliveira *

No ano passado tive a oportunidade de ficar a conhecer a história de Laura Palmer, personagem celebrizada numa série televisiva de sucesso da década de 90. Por isso mesmo, quando tive a oportunidade de aprofundar a misteriosa história de Twin Peaks, a cidade onde decorre toda a trama, dizer que fiquei entusiasmada seria um eufemismo!

Sinopse:
“Twin Peaks, a mais icónica cidade da televisão, guarda muitos mais mistérios para além do assassinato de Laura Palmer. O co-criador da série, Mark Frost, revela-nos nesta magnífica obra a vida desta aparentemente tranquila cidade. Seja testemunha dos segredos e mistérios que envolvem Twin Peaks. Conheça em primeira mão toda a informação confidencial e acompanhe a analista do FBI, Tamara Preston, na descoberta da história secreta de Twin Peaks.”

Opinião:
Eu simplesmente adoro livros cujo conteúdo tenha uma apresentação fora do habitual. Foi isso que aconteceu com o “Illuminae” que li em 2016 e acabou por ser a minha leitura favorita do ano.
Em “A História Secreta de Twin Peaks” é-nos apresentado um dossier misterioso que foi encontrado pelo FBI e é a agente Tamara Preston quem fica incumbida de o analisar.  
Logo desde início somos confrontados com inúmeras questões:

Quem escreveu este dossier?
Qual o seu propósito?
Quem é a misteriosa pessoa que se intitula de Arquivista e que deixou vários comentários ao longo do dossier?

Todas estas questões e muitas mais são-nos apresentadas e deixaram-me cheia de curiosidade logo na primeira página. Assim, aventurei-me nesta leitura repleta de recortes de jornais, entradas de diários, relatórios confidenciais do FBI, fotografias e muito, muito mais para descobrir a origem misteriosa da cidade de Twin Peaks.

Esta foi uma leitura desafiante na medida em que percorremos um espaço temporal longo, ficando a conhecer várias personagens que se cruzam das mais diversas formas. 
Toda a história está envolvida em misticismo e teorias da conspiração. Desde maldições de povos indígenas até avistamentos de OVNIs, neste livro todos parecem suspeitos e os mistérios adensam-se.
Ler este livro acabou por ser um interessante desafio visto que o elevado número de intervenientes, as suas relações e os mistérios constantes me fizeram sentir uma verdadeira detective a par de Tamara Preston, tentando descortinar o real do imaginário e distinguir a verdade da mentira.

Aquilo que mais me surpreendeu nesta obra foi a incrível capacidade do autor de usar acontecimentos, locais e personagens verídicos na sua história de uma forma tão convincente e tão bem elaborada que dei por mim em diversas vezes a tentar perceber o que seria real e o que seria fictício. Ainda agora tenho dúvidas em relação a alguns aspectos e sinto vontade de pesquisar mais sobre o assunto para perceber quantos factos verídicos é que foram brilhantemente introduzidos nesta história.

O único aspecto que lamento relativamente à trama foi o pouco desenvolvimento que foi dado ao mistério de Laura Palmer: várias personagens envolvidas no caso são abordadas contudo muito pouco é acrescentado ao caso. O grande foco do livro é mesmo a cidade de Twin Peaks e Laura Palmer e o seu cruel assassinato são algo secundários aqui.

Contudo, com detalhes ou não sobre Laura Palmer, este tipo de livros construídos de uma forma tão original consegue sempre conquistar-me. Como dizem os ingleses: this is my cup of tea!!

quarta-feira, 15 de março de 2017

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Cristina Gaspar
2016

A Cristina tem um canal youtube (e blogue associado) bastante recente. Por isso, se não a conheces, vai visitar. Entretanto, conhece as suas escolhas para 2016 


Filmes: Misery (1990); GMO OMG (2013) 
Livros: The Vegetarian, de Han Kang; O meu é de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos e Saga (graphic novel) 
Animes: (acabei por não ver nenhum…) 
Mangas: Claymore, de Yagi Norihiro 
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Concerto The Cure, em Lisboa 
Séries: Sense8

Vejam as participações anteriores aqui

segunda-feira, 13 de março de 2017

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Livro: Escritos (Vasco Jardim)



Título: Escritos
Autor: Vasco Jardim
Data: 2016
Páginas: 123
ISBN: 9789896914912

Sinopse

“Deixa-te estar, deitada em mim, ofegante e plena. Deixa o teu corpo respirar-se de volta, de regresso ao mundo dos vivos. Aqui não é o paraíso de onde vieste, mas é o melhor que podemos arranjar. Somos só nós, e nós é suficiente.”

Escritos é um testemunho. Meu, teu, de todos.
É a vida vista pelos olhos e pela alma de cada um de nós. As dores, a solidão, os momentos de prazer, os amores ocasionais e os que não se esbatem pelo passear dos dias ou anos.

Uma colecção de textos revisitados, revistos e sentidos, onde predomina o questionar de todas as emoções, das mais obscuras às mais luminosas dos nossos dias. Uma viagem pelos mais puros recantos de quem somos e de quem gostaríamos de ser.

Opinião 
(Roberta Frontini)

Quando recebi o livro cá em casa e o comecei a ler (sem espreitar a sinopse como é meu costume) percebi que se tratava de uma colectânea de textos, não necessariamente interligados entre si. Depois compreendi que se tratavam de textos que tinham sido publicados, primeiramente, no blogue do autor "Admirável Mundo Escrito". Não é a primeira vez que um autor inicia a sua obra desta forma, e espero que este seja um incentivo para que mais pessoas transformem, em papel, as inúmeras palavras que gostam de escrever. E penso que este livro é, realmente, uma obra de incentivo nesse sentido. De facto, para mim, este não foi um daqueles livros que consegui devorar. Foi antes um livro que fui lendo aos poucos. De noite, antes de dormir, lia um texto (que por vezes durava 1 ou 2 páginas), e depois ficava a reflectir sobre o que tinha lido. A escrita é poética e reflexiva. O autor brinca com palavras, frases, expressões.. criando novos mundos, brincando com significados... 

Vários são os temas retratados e as histórias têm todas dinâmicas diferentes, apesar de a escrita ser coesa ao longo das mesmas. É fácil nós também nos revermos em alguns trechos, porque as temáticas são relativamente comuns. 

Numa escrita poética, veloz e fluída, Vasco Jardim dá a conhecer ao mundo algumas das inquietações interiores que nos assolam a todos, trazendo textos inspiradores que de certeza vos vão deixar a pensar...

domingo, 12 de março de 2017

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124º Entrevista do FLAMES: Kika



KIKA

Kika está de volta com novo álbum: “Love Letters”. O álbum contou com a produção executiva de RedOne, célebre produtor que já trabalhou com algumas das maiores estrelas pop da atualidade – Lady Gaga, Nicki Minaj, Jennifer Lopez, One Direction, entre outros – e com quem Kika já tinha colaborado no disco anterior, “Alive”. Este foi o pretexto para uma conversa connosco!

A todos os artistas o FLAMES pergunta...

Quais são os artistas que mais te inspiram?
Gosto particularmente da Adele, sempre gostei desde o álbum de estreia o 19 para o 21, para o 25… Ela faz uma coisa que eu gostava de conseguir fazer que é, não precisa de fazer uma música com uma batida muito forte, uma música muito energética e mesmo assim as pessoas respondam da mesma maneira. Acho que ela faz isso através das letras. Quem me dera escrever letras assim. Depois gosto da Joss Stone que é uma coisa mais soul, mais blues, e que acho que é um bocadinho diferente do pop geral e, portanto, reconheço-lhe muito mérito. Mas eu ouço muita coisa, desde blues a jazz…

Há algum local onde gostarias muito de poder actuar, ou onde gostarias muito de poder voltar a levar este teu novo trabalho?
Não sei… Na realidade todos os concertos que eu fiz (ou pelo menos a grande maioria dos que fiz com o meu primeiro disco) foram em espaços abertos e muito grandes. Cheguei a fazer o Rock in Rio, o Marés Vivas e assim.. .e gostei imenso! Mas por acaso gostava, com este álbum, de tentar uma vertente um bocadinho mais íntima, com as salas mais pequenas, ou tocar num sítio onde as pessoas pudessem estar sentadas. E tenho sobretudo, o sonho de um dia tocar, mas isto não sei se algum dia seria possível, num concerto no Rio de Janeiro, no cimo de um monte num pôr do sol! Isso era um sonho mas no Brasil ninguém me liga nenhuma, (risos) mas no dia em que ele ligar eu vou lá (risos).

Acho que ia ser muito bonito... Lembras-te de alguma situação caricata que tenha ocorrido numa das tuas actuações?
Uma vez numa FNAC aconteceu uma cena mesmo estranha numa das primeiras vezes em que lá toquei. Estava na FNAC do Porto e antes de começar a cantar estava a andar pelos corredores da FNAC. Isto não tem piada nenhuma, mas na altura achei curioso. Havia um miúdo que me andava a seguir pelas alas. A princípio achei que estava a ser um bocado paranóica, que ele não me estava a seguir a mim, que devia só estar a escolher uns livros e assim… então saí da FNAC e ele também saiu! Desci as escadas e ele também! Fui até à garagem e ele também. Comecei a entrar em pânico. Eu estava ao telefone, e ia dizendo o que se passava, mas ninguém acreditava em mim. Então depois tive que ir ter com o segurança do parque e fingir que estava a ter uma conversa com ele e o miúdo desapareceu. Tenho também um novo manager que é o Quintela, que está sempre a fazer piadas, mas as pessoas não acham piada nenhuma! Do género, as pessoas pedem-me um autógrafo e ele diz “Tome de 8 em 8 horas”. As pessoas ficam revoltadas porque ele não tem mesmo piada nenhuma. Mas não me estou a recordar assim de uma situação muito caricata...

Eu acho que isso já é bastante caricato... Que mensagem gostarias de ver ser erguida num cartaz durante um concerto teu?
Não sei, mas por acaso leio sempre esses cartazes porque são grandes e saltam à vista… Mas eu tenho sempre um bocadinho de receio que este álbum não seja tão bem-sucedido por não ser tão… tão “rádio” ou tão pop como os anteriores…! Por isso desde que eu não veja coisas do tipo “Sai do palco” já fico feliz (risos). Algo tipo “Este novo CD é um máximo” eu gostava de ver, mas não tenho desejo de ver nada em particular.


À KIKA o FLAMES pergunta…

Ficaste conhecida ainda muito jovem. Sentiste na altura que os restantes artistas portugueses já te respeitavam como artista mesmo sendo tão nova? Ou sentiste que te tiveste de esforçar mais que os outros?
Eu não senti muito isso! Quer dizer eu também não tinha muito contacto com muitos artistas, e por isso não tinha uma opinião muito formada sobre isso. Mas tinha sempre receio que por ser nova eles tivessem um bocadinho de pé atrás. Não sei... Mas não me interessava assim tanto, porque os músicos com quem eu sempre trabalhei e que eu respeitava muito, gostavam de mim. Diziam que mesmo que alguém pudesse dizer alguma coisa, do género, “eh pá, a miúda é muito nova, não canta nada”, eles diziam “não é verdade, canta mesmo”. Ou seja, a opinião deles para mim era a mais bem formada que havia, e era boa sobre mim! E não era só por estarem a trabalhar para mim não é? Senão mais valia ficarem calados se não tivessem nada de bom para dizer. E isso sempre me deu um bocado de conforto. Conheci também o Pedro Abrunhosa e ele só teve coisas espectaculares a dizer sobre mim, portanto fiquei muito feliz. Mas não faço ideia se os restantes gostam ou não. (risos)

Qual é a tua maior fonte de inspiração?
Não faço ideia. Eu nunca me inspirei em ninguém. Sempre ouvi muita coisa e sempre cantei de uma maneira específica. Qualquer música que eu cantasse podia ser muito diferente uma da outra, mas acabam sempre por soar a mim de certa forma. Por exemplo, na RFM fiz um cover de uma música chamada “The Pretender” dos Foo Fighters e a música é assim meio metal, tipo rock e na altura disse ao meu pai “vou fazer esta”, e ele disse “és maluca, não faças isso, essa música é horrível”. Mas eu lá cantei a música e ele adorou porque eu faço umas versões muito próprias. Eu acho que se me inspirasse mesmo em alguém era na Adele pelo prazer que eu tenho em ouvi-la, e só esperava que os outros tivessem também. E acho que ela não tenta ser demasiado exuberante e mesmo assim as pessoas gostam dela, não é? Por exemplo, eu adoro a Beyoncé, mas não tem nenhum desejo de dançar com 10 dançarinas e uma produção, uns holofotes todos… É por isso que admiro a Adele por conseguir, mesmo não tendo aquelas coisas todas, captar o mesmo tipo de atenção.

Tirando os artistas, tu costumas basear-te mais em coisas que te acontecem ou…
Bem, a maior parte dos meus temas não fui eu que os escrevi, escreveu um compositor que trabalhou comigo no meu primeiro álbum. Ele fez um trabalho extraordinário nesse álbum, e como compositor também cresceu muito. Eu entrei praí em 3 ou 4 temas desta álbum. Há artistas que usam vivências pessoais nos seus temas, mas como a maioria das minhas músicas são em relação a corações partidos, e como eu nunca tive nenhum desgosto amoroso.. eu acabo por falar naquilo que ouço. Por exemplo, eu acabo por falar nas minhas amigas todas. Inclusivamente escrevi uma das músicas com uma das minhas amigas, e ela escreveu uma que é a "Next to you" e vamos bebendo um bocado das vivências umas das outras. Eu de facto não tenho tido um papel preponderante enquanto letrista no álbum porque na verdade eu só quero mesmo pegar num tema e escrever eu a letra quando eu sentir que tenho realmente algo de interessante para contar. 

Como consegues conciliar o teu trabalho e o estudo?
No início foi um bocadinho mais complicado porque havia muito mais coisas. E na realidade, no último ano, eu estive um bocado parada. Fui aparecendo, mas estive a trabalhar neste segundo álbum e estive a tentar fazer uma coisa com a qual eu me identificasse mais. Eu lancei o primeiro álbum, depois tive muitos concertos, e depois a certa altura eu senti que as músicas davam a entender que eu tinha uma presença que não era a que ía ter. Nalguns momentos parecia, por exemplo, na música Can't Feel Love Tonight, houve uma versão de dança que fizeram, e as pessoas íam para lá saltar e não era isso que eu queria fazer. E então decidimos alterar um bocado o estilo para se adequar um bocado mais a mim. Nessa altura eu tinha a escola... mas não precisava de estar lá sempre, e consegui manter boas notas na mesma. Agora na Universidade, com uma dupla licenciatura, eu ainda não sei bem... estou agora a começar com as entrevistas, rádio, etc., mas tudo bem. Não sei.. vou ter de arranjar tempo, quando se quer o tempo arranja-se! E eu também sei que nunca vou descarrilar nos meus estudos porque os meus pais davam-me um sermão (risos) e nunca íam deixar isso acontecer. Mais depressa me tiravam da música do que dos estudos. Portanto, vou ter de conseguir. 

Já tens 2 videoclips relacionados com este teu novo álbum. Tens um papel mais participativo da decisão dos vídeos? Como é que se processou a criação dos vídeos?
Não, eu nos vídeos não tenho opinião. Não é que não ma dêem, mas eu de facto não tenho. Eu não sei como é que se produzem vídeos, eu não sou boa nisso, e portanto na parte da música, sim senhora opino e na parte dos instrumentos também, agora, deixo quem sabe fazer! Desde que não me sinta desconfortável! Se me pedissem para fazer uma coisa que eu sei que me faria ficar desconfortável, eu ía-me pronunciar. Eu vou fazendo o que me dizem porque realmente não percebo como se processam as coisas. Não vou fingir. Também não gostava que alguém chegasse e me dissesse como é que eu havia de cantar a minha música. (risos)

A tua música tem estado bastante associada à novela “Amor Maior”. Como foi quando soubeste que a tua música faria parte de uma novela tão querida pelos portugueses. 
Sim, e já tive outras duas músicas noutras novelas. Estas coisas acontecem através da editora/discográfica. Por acaso as pessoas dizem-me que várias das minhas músicas dão para estas coisas, porque parecem acompanhar algum tipo de enredo. Então quando a discográfica me manda mails a dizer "Olha a SIC quer usar isto" eu respondo sempre "Sim!" Nem olho para as condições porque eu acho que é sempre bom para mim. As pessoas depois acabam por associar a música às personagens e assim criam uma relação mais próxima com a música do que teriam se só a ouvissem na rádio por exemplo. E eu acho isso espectacular. Vejo sempre, acho um máximo! E depois acho engraçado quando vou ver os comentários às minhas músicas, no youtube e no facebook, e alguém diz "ah o Francisco e a outra trouxeram-me aqui" e eu acho um máximo (risos). 

Por acaso eu reparei nisso, quando fui ao youtube e vi pessoas a referir nos comentários que chegaram a determinada música por causa de algumas personagens...
Acho mesmo piada porque acho que as pessoas de facto associam aquela música a determinadas personagens.. Eu acho isso espectacular. 

Este disco surge 3 anos depois do anterior. Como era a Kika na altura e como está ela agora em termos musicais?
Eu acho que há imensas diferenças. Em particular, e a mais óbvia, é que a minha voz mudou imenso. É que eu sou muito nova e nestes 4 anos, claro que a minha voz engrossou... Lembro-me perfeitamente quando a minha irmã me disse "olha, vamos ouvir outra vez o teu primeiro álbum" e eu ouvi e disse "Meu Deus, eu não me lembrava da minha voz ser assim". Disseram-me que pareço mais velha, mas mentiram-me, porque eu vou ouvir e de facto a minha voz parece a de uma criança. Essa é a diferença que eu acho que, obviamente, se nota muito. A nível pessoal, acho que ganhei mais conhecimentos a nível de música. Fiquei mais ciente de tudo a nível dos instrumentos. Fiquei com uma opinião muito mais informada sobre o que queria ou não para as minhas músicas, e também com uma confiança muito maior para expor essa minha opinião. Antes os músicos diziam: "Vamos fazer assim" eu achava que não gostava e dizia-lhes, mas eles respondiam que gostavam a eu acabava por ceder. E agora, como sinto que já percebo mais, já tenho outra confiança para dizer que não gosto mesmo de algo. Ganhei assim maior intervenção no processo de gravação e de criação, sobre os estilos e ritmos das músicas. Nesse sentido fiquei então mais confiante e mais interventiva. Mas isto é algo que ocorre mais no background. As pessoas não vão propriamente aperceber-se disto. Mas pelo menos assim tenho ideia que faço agora uma música que se adequa muito mais ao que eu quero fazer

Por fim, o que é que as pessoas podem esperar deste teu novo trabalho?
É claro que eu sou suspeita, mas eu gosto mesmo muito do álbum! O disco tem muita música, 16! E na altura, nós não sabíamos onde é que havíamos de cortar. É um sentimento óptimo para nós, perceber que não há nada que quiséssemos retirar dali. Já no primeiro álbum isso não aconteceu. No primeiro álbum nós andávamos à procura de músicas para fazer o álbum. Aqui foi o contrário. Nós a certa altura tínhamos cerca de 20 músicas. Acho que o álbum tem, sobretudo, uma sonoridade muito mais coesa. No primeiro disco isso já não acontecia. Havia músicas que se destacavam, como se fossem de uma outra artista, se as pessoas não soubessem que estavam no mesmo disco. Havia estilos muitos diferentes, e agora acho que as coisas estão muito mais homogéneas.. as letras estão lindas (e não fui eu que escrevi por isso posso dizê-lo).. histórias lindas... 
E o nome do CD "Love leters" [Histórias de amor] tem mesmo a ver com isso. Todas as músicas são uma espécie de carta escrita por alguém para alguém... Não foram escritas por mim, mas eu interpreto-as como se fossem. Portanto acho que há muitos sentimos naquelas musicas.. espero que as pessoas gostem! É um trabalho que reflecte muito aquilo que eu sou e a artista que eu quero ser!
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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Carina Portugal
2016




Carina Portugal nasceu a 19 de Junho de 1989. Licenciou-se em Biologia (ramo de Biologia Molecular e Genética), pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Apaixonada pelo género Fantástico, publicou contos em várias antologias, entre as quais: Vollüspa, com “O Acorde das Almas” (HM Editora, 2012); A Fantástica Literatura Queer, com “Duas Gotas de Sangue e um Corpo para a Eternidade” (Tarja Editorial, 2012); Trëma, com o conto “O Cais do Poeta” (2012); Dragões, com o conto “A Alma dos Mil Nomes” (Editora Draco, 2012); recentemente participou na Antologia Fénix de Ficção Científica e Fantasia, V. II e III, com os contos “Já Sinto” e “Frio, cada vez mais Frio”, respectivamente (2013).

Participou em algumas webzines, como a Revista Abismo Humano (2010) e a Nanozine (2012). Para além disso, publicou os e-books “Os Passos dos Destino”, em co-autoria com a escritora Carla Ribeiro (2009), “O Retrato da Biblioteca” (2012), “Poesia Dispersa” (2013), “Duas Gotas de Sangue e um Corpo para a Eternidade” (re-edição, 2013) e “Coração de Corda” (2013).

Actualmente colabora no projecto Fantasy & Co., dedicado à publicação e divulgação de contos de jovens escritores portugueses.

Filmes: Kubo and the two strings, Bakemono no Ko e Wolf
Children 
Livros: The Sleeper and the Spindle, Neil Gaiman 

Animes: Mushishi e Samurai Champloo 
Mangas: Ao no Exorcist 
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Concerto 20º aniversário do Canal Hollywood 

Séries: (ver “Animes”) 

Vejam as participações anteriores aqui

sábado, 11 de março de 2017

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Deixava de dormir por... Novidades literárias do mês de Fevereiro


Até pode ser o mês mais pequeno do ano, mas isso não significa que Fevereiro não esteja repleto de novidades literárias absolutamente fantásticas!




"Um romance magistral e poderoso, escrito com o mesmo imaginário gótico e neo-realista dos romances de Carlos Ruiz Záfon. Barcelona de 1888, várias raparigas aparecem mortas… segredos, traições e paixões. Nada é o que parece e ninguém está a salvo na Barcelona do fim do século XIX. Um antigo manuscrito anatómico do ilustre médico belga André Vesálio, considerado uma das figuras universais mais relevantes da investigação médica e autor de um dos livros de anatomia mais influente da história da Medicina, "De Humanis Corporis Fabrica", está directamente relacionado com o mistério e pode mudar a história. «Só através do engenho pode o homem viver eternamente.» André Vesálio, 1564" 







"Não é um livro de conselhos. É um testemunho mundano e comum, mas cheio de graça e sensibilidade. Um texto leve cheio de humor e realismo, desprovido de romantismo piegas e de pretensiosismo. Um livro na primeira pessoa sobre ser pai nos dias de hoje. Uma homenagem a todos os pais que lutam para cuidar dos seus filhos, para estar presentes na sua vida e ser um exemplo para eles. Escrito pelo conceituado humorista brasileiro que faz furor nas redes sociais. Relata na primeira pessoa a experiência de ser pai nos dias de hoje, conseguindo fazer rir e emocionar o leitor, desde a reacção às insistentes perguntas: "Já chegamos?" e "Porquê?", à culpa de sermos os piores pais do mundo quando somos os melhores; as birras, as choradeiras, etc..." 








"Um mundo fascinante, mágico, sexy e apaixonante...Vivem entre nós, sempre jovens e sedutoras... No entanto, perigosas e letais para os homens que caem nas suas mãos. Mas sem eles não sobrevivem. Didi é uma ninfa, de uma beleza extraordinária, mas nunca se questionou de onde vinha a beleza. Na noite em que decide fazer amor com o noivo descobre que não é como as outras raparigas. Ao descobrir que é uma ninfa, descobre também uma vida com poucas regras, mas uma para a qual Didi não está preparada: não se apaixonar."









"A coragem feroz dos homens e mulheres da Resistência grega dispostos a sacrificar tudo pela Pátria. 1938: Três jovens vivem um verão perfeito na ilha grega de Lefkas, isolados dos problemas políticos que fervilham na Europa. Peter, de visita da Alemanha enquanto o pai lidera uma expedição arqueológica, desenvolveu uma forte amizade com Andreas e Eleni. À medida que o mundo resvala para a tragédia e Peter é forçado a partir, os amigos juram encontrar-se de novo. 1943: Andreas e Eleni juntaram-se às forças da resistência contra a invasão alemã. Peter regressa – agora um oficial inimigo e espião perigoso. Uma amizade formada em paz irá transformar-se numa batalha desesperada entre inimigos dispostos a sacrificar tudo pelos países que amam…"







"Esqueça tudo o que sabe sobre Fátima. A verdade está prestes a ser revelada. Aproxima-se o primeiro centenário das aparições de Fátima. A celebração representará um marco histórico na vida do Santuário, exacerbada com a visita do Papa. O país prepara-se para esse momento sem, no entanto, prever as convulsões que o acompanharão. Um homem é confrontado com uma informação, secreta e muito sensível, sobre a irmã Lúcia, que pode colocar em causa o papel desempenhado pela pastorinha, e até mesmo ameaçar a sobrevivência de Fátima. Dividido entre a falta de fé e a sua ligação ao local, João Francisco vai lutar pela verdade, defrontando-se com as suas dúvidas e os poderes misteriosos que o rodeiam. Que riscos corre? Que tentações o fragilizam? Que segredos esconde o Santuário? "A Hora de Maria" é um thriller empolgante que revisita as aparições com um novo olhar, reflecte sobre o papel da religião e revela-nos como Fátima se mistura com a História de Portugal dos últimos cem anos." 







"Os psicopatas não têm de ser assassinos, mas estão entre nós e podem matar a nossa autoestima.  Tendemos a considerar que um psicopata é obrigatoriamente um assassino em série, louco e raivoso, mas existem milhares de pessoas à nossa volta que se comportam com aparente normalidade e que, embora não matem, são capazes de destruir a nossa vida quando nos envolvemos com elas. Baseado numa experiência clínica de 25 anos a tratar vítimas de relações sentimentais altamente destrutivas, o psicólogo e investigador Iñaki Piñuel explica de uma forma clara e prática como detectar pessoas tóxicas e como nos podemos livrar delas. "Amor Zero" vai ajudá-lo a sair deste tipo de ligações doentias, a identificar um psicopata integrado e a fechar todas as portas para que não volte a entrar na sua vida."







"O seu pequeno-almoço é sempre igual, porque não tem tempo para variar, e é comido à pressa em casa, enquanto se prepara para enfrentar mais um dia, ou numa qualquer pastelaria, onde as opções não são sempre as melhores? Acredite que há inúmeras soluções rápidas, saudáveis e caseiras que podem mudar por completo a forma como começa o dia, porque um pequeno-almoço tomado com calma é sinónimo de um dia mais sereno, produtivo e saudável. A actriz Leonor Seixas e a health coach Sara Marques dos Santos juntaram-se para lhe mostrar como pode fazer das suas manhãs, manhãs saudáveis e cheias de energia, apresentando-lhe mais de 70 receitas de pequenos-almoços, brunches e snacks vegetarianos, sem açúcar, sem glúten e com super-alimentos, que lhe vão dar brilho, energia e boa disposição. Coma o que gosta, sinta-se bem, pareça mais jovem, perca peso, tenha mais energia, seja feliz, ame-se a si própria e deixe-se amar." 








"A História de Lisboa é feita de vidas, lugares, paixões, tragédias, confrontos, conspirações. Conhecer Lisboa é também recuar no tempo e descobrir a cidade que passou pelas piores calamidades desde o terramoto de 1755, passando pela Peste Negra, até ao dilúvio que matou centenas de lisboetas, mas que sempre se ergueu. O jornalista Luís Ribeiro apresenta-nos um livro que nos revela uma cidade única e singular que tantas vezes calcorreamos, mas da qual, por vezes, tão pouco sabemos." 











"Uma mãe e um filho raptados de forma selvagem numa montanha cercada pela neve. Um soldado leal, torturado e executado num lugar remoto da Escócia. Um avião perdido, finalmente descoberto no coração da selva amazónica, que esconde um segredo perigoso que poderá libertar o mal na Terra. Uma corrida desesperada para vencer uma conspiração assustadora nascida nos dias mais negros da Alemanha nazi. E há algo que une tudo isto. Só um homem pode desvendar o segredo. Will Jaeger. O Caçador. Um pouco de Jason Bourne com um pouco de Indiana Jones - um thriller de estreia para nos tirar o fôlego."









"Em 1965, cinco amigos, todos adolescentes, cansados da rotina e temerosos de uma vida previsível, fogem de Glasgow com destino a Londres e o sonho de serem estrelas e de transformar a sua banda de música num sucesso. No entanto, antes do final do primeiro ano, três deles regressam á sua cidade natal na Escócia - e voltam diferentes, danificados, sem que ninguém perceba a razão para tal. Cinquenta anos mais tarde, em 2015, um brutal homicídio na capital inglesa obriga esses três homens, agora com quase 70 anos, a regressar a Londres e a confrontar, por fim, a mancha escura do seu passado da qual tentaram fugir durante toda a vida." 








"O Código dos seis minutos é o seu Kit para a vida. Em 2001, o Dr. Alexander Loyd descobriu como ativar uma função física do organismo que pode prevenir a origem de todas as doenças até 95%, uma vez que o sistema neuro imunitário passa a poder realizar a sua função de curar aquilo que não funciona corretamente no nosso corpo. As descobertas do Dr. Loyd foram validadas por testes e por milhares de pessoas em todo o mundo que recorreram ao sistema do código dos seis minutos para corrigirem os seus problemas físicos, emocionais ou de relacionamento, assim como para progredirem numa carreira de sucesso. As pesquisas do Dr. Alexander Loyd revelaram a existência de um código dos seis minutos universal, que pode ajudar a curar a maioria dos problemas. Neste livro, poderá aprendê-lo; demora apenas alguns minutos a fazer." 





"Espanha, 1950. Num país que ainda procura recuperar dos traumas da guerra, Arturo Andrade é chamado a investigar o misterioso assassinato de uma criança em Pueblo Adentro, uma aldeia a poucos quilómetros de Badajoz, a sua cidade natal, e centro da resistência anarquista da Extremadura. Arturo cedo se dá conta de que este crime é apenas a ponta do icebergue de uma bem montada rede de tráfico infantil que fez desaparecer mais de 30 mil crianças. Um elemento fundamental deste sórdido esquema é o Auxílio Social, instituição encarregada de «reeducar» os filhos dos prisioneiros republicanos, derrotados na Guerra Civil. Por detrás, uma teia de interesses que envolve as mais altas esferas do regime. Com este notável romance, Ignacio del Valle põe a nu a grande mentira de uma certa Espanha franquista, que sob a enganosa aparência de fomentar o progresso do país leva a cabo uma série de crimes atrozes, muitos dos quais passaram incólumes pelo crivo da História." 





"Era uma vez uma gata preta, séria e bem-comportada. Pelo menos era assim que a via a velhinha simpática que era sua dona; porque, na verdade, a Kitty (ou Miss Catherine St. Quintin, como gostava que lhe chamassem) apreciava fugir de casa na penumbra da noite para caçar, devidamente armada, vestida e calçada. Mas não se pense que esta vida dupla que levava lhe trazia privilégios. Pelo contrário, os dissabores eram mais que muitos. E estão todos deliciosamente retratados, bem ao jeito de Beatrix Potter, neste maravilhoso conto, ao qual se juntam as ilustrações do não menos icónico Quentin Blake, dando origem a um verdadeiro novo clássico. Uma narrativa que permaneceu esquecida durante 100 anos e que agora, 150 anos após o nascimento da sua Autora, é finalmente publicada pela primeira vez como história individual e ilustrada na íntegra." 






"Há um velho ditado português que diz o que nasce torto tarde ou nunca se endireita. Este livro prova que esse ditado popular está errado. Há muita coisa que nasce torta, votada ao fracasso, que na realidade nunca deveria ter nascido, mas que, por um feliz acaso ou talvez não, se endireita e, em última instância, se torna um sucesso, um achado valioso, um feito indispensável para o ser humano.  João Moleira, jornalista e curioso por natureza, traz-lhe, num tom bem-humorado, mais de 120 histórias de invenções, objectos e alimentos, descobertas que surgiram de forma engraçada, inusitada, caricata e até dramática. E pessoas que se tornaram verdadeiros casos de sucesso pelo trabalho, mas também porque estavam no sítio certo à hora certa." 







"O próximo grande passo da humanidade… Um sinistro incêndio numa livraria de Copenhaga desencadeia uma perseguição feroz por quatro continentes. Descobre-se um plano para roubar a Bíblia que em tempos pertenceu a Charles Darwin. E o comandante Gray Pierce mergulha de cabeça num mistério que remonta à Alemanha nazi… e às horrendas experiências realizadas num laboratório agora abandonado da Polónia. Entretanto, um isolado mosteiro no Nepal é assolado pela loucura, quando os monges budistas se dedicam ao canibalismo e à tortura. Lisa Cummings, médica americana que está a investigar o sucedido, torna-se de repente o alvo de um assassino implacável. E o único aliado de Lisa é Painter Crowe, director da Força Sigma, que já mostra sinais de ter sido contagiado pela estranha doença. Cabe agora a Gray Pierce a tarefa de os salvar a ambos, enquanto a Força Sigma se esforça por denunciar uma intriga secular que ameaça destruir a ordem mundial… e mudar para sempre o destino da humanidade."




"Repensar o crescimento, o desenvolvimento e o comércio livre. Desde que saiu, Por uma Sociedade de Aprendizagem tem mudado mentalidades, confrontando e desmentindo dogmas amplamente defendidas por economistas e estudiosos em todo o mundo – sobre o comércio livre, sobre o desenvolvimento, sobre a inovação e sobre as especificidades das economias dos países em desenvolvimento. O motor por detrás da grande melhoria da qualidade de vida verificada nos últimos 200 anos é aqui escrutinado, concluindo-se sem sombra de dúvida que a subida da nossa qualidade de vida foi alavancada pela capacidade de aprender a aprender, e não o contrário. Por uma Sociedade de Aprendizagem tornou-se, assim, uma ferramenta útil para todos os que defendem o desenvolvimento de políticas governamentais de apoio à ciência e à tecnologia e um documento imprescindível para qualquer governo que queira saber como revitalizar a sua economia." 




 "As pequenas pistas que revelam grandes tendências. Martin Lindstrom, um verdadeiro Sherlock Holmes dos tempos modernos, recorre ao poder do detalhe e dos dados aparentemente menos significantes para descobrir as próximas grandes tendências comportamentais e de consumo. Com a capacidade minuciosa de observação a que já habituou os seus leitores, o autor do best-seller internacional Buyology revela como desejos, necessidades e impulsos se escondem nos mais pequenos detalhes. Um clássico dos nossos dias, que combina a riqueza descritiva com a análise das ciências comportamentais, Small Data é uma narrativa fascinante para marketeers, comerciais e qualquer pessoa interessada nesse mistério intemporal que é saber o que nos leva a decidir e a agir." 








"Um rapaz com poderes extraordinários. Um exército de monstros assassinos. Uma batalha épica pelo futuro das crianças peculiares. A aventura que começou em "O Lar da Senhora Peregrine Para Crianças Peculiares" e que continuou em "Cidade Sem Alma" chega agora a uma emocionante conclusão em Biblioteca de Almas. Jacob Portman, o herói que viajou no tempo para encontrar as crianças peculiares, explora a sua peculiaridade e descobre um poder até então desconhecido. Acompanhado de Emma Bloom, a rapariga que consegue produzir fogo com as mãos, e Addison MacHenry, um cão capaz de localizar qualquer peculiar, parte numa viagem ao passado para tentar salvar os seus amigos peculiares… e o futuro de todos eles." 






"Num romance em que as tradições antigas entram em conflito com a realidade e as pressões da vida moderna, uma jovem princesa europeia prova que a simplicidade, a coragem e a dignidade têm a capacidade de mudar o mundo. A princesa Christianna é uma jovem do seu tempo: nascida na Europa e educada na América, preocupada com o futuro do mundo onde vive, mais responsável do que seria de esperar dada a sua juventude. Christianna é filha única do príncipe regente do Liechtenstein, que tem os seus planos para a filha bem traçados. Decidida a fazer a diferença no mundo, a princesa Christianna parte para a África Oriental com a Cruz Vermelha – uma viagem de descoberta, mudança e despertar para o amor. Do esplendor do palácio real ao caos de nações assoladas pela guerra, Danielle Steel leva-nos para fascinantes mundos novos. Repleto de imagens e personagens inesquecíveis, "Sua Alteza Real" expõe os conflitos existentes entre mundos novos e antigos, entre a responsabilidade versus a liberdade e o dever versus o amor."



"Prefaciado pelo Primeiro-Ministro, António Costa, este livro responde a questões fundamentais para entender o processo que levou à criação da «Geringonça» e dá conta do modo como ela pode, na verdade, funcionar. - Por que motivo, ao contrário do que aconteceu noutros países da Europa Ocidental a partir de 1989, uma soluções do tipo governo de esquerdas só chegou a Portugal em 2015? - Que factores explicam o surgimento desta solução governativa – pejorativamente designada de «Geringonça»? - E, finalmente, que consequências terá para o funcionamento dos sistemas políticos democráticos a inclusão da chamada esquerda radical na esfera governativa, quer em Portugal, quer na Europa? Estas são algumas das questões fundamentais a que este livro procura dar resposta – explicando o processo que levou à criação da «Geringonça» e o modo como ela pode, no fim de contas, funcionar. Prefácio de António Costa."

quinta-feira, 9 de março de 2017

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Filme: A Grande Muralha




Ano: 2016
Género: Acção, Aventura, Fantasia
Realizador: Yimou Zhang

* Por Mariana Oliveira *


Filmes de acção estão longe de figurar na minha lista de filmes preferidos. Contudo, quando decido ver um filme desse género quero que seja realmente épico. Por isso mesmo, e porque já me fartei de falar sobre o meu fascínio pela cultura asiática ao longo dos últimos anos, decidi aventurar-me com o filme “A Grande Muralha”.

Sinopse:
“No século XV William e Tovar são dois mercenários que se encontram na China à procura do famoso “pó negro”, actualmente conhecido por pólvora. Depois de conseguirem escapar ao ataque de uma misteriosa criatura que dizimou todo o seu grupo, acabam por chegar à Grande Muralha da China onde são feitos prisioneiros. Contudo, cedo percebem que a muralha foi construída com um propósito bem mais urgente do que poderiam imaginar. É que reza a lenda que a cada 60 anos uma ameaçadora horda de monstros aparece e tenta ultrapassar a muralha em direcção à capital do país. Resta aos corajosos guerreiros chineses, em conjunto com os dois mercenários, tentar impedir que as criaturas prossigam com os seus intentos colocando em perigo milhões de vidas.”


Opinião:
Dizem que este é o filme chinês mais caro de sempre. Depois de o ver não tenho quaisquer dificuldades em acreditar nisso! A grandiosidade dos cenários e das cenas de batalha é incrível.
Enquanto a história não foge àquilo que é habitual num filme deste género, fiquei surpreendida com a aposta em fazer tudo em grande: centenas de figurantes vestidos de forma incrível, cenas de luta intensas com direito a todo o tipo de acrobacias e efeitos especiais.
Apesar de não ser fã de Matt Damon e ter achado estranho um filme destes ter sido protagonizado por um ocidental, ao fim de algum tempo consegui habituar-me à ideia e desfrutar da história.

O único defeito que aponto a este filme é o mesmo que afecta grande parte deste género de filmes: a sua previsibilidade. A fórmula é quase sempre a mesma: há um inimigo a combater, um herói improvável e uma luta épica que resulta na vitória do Bem. Por já saber isto, decidi ver o filme mais pela sua componente estética e forte influência asiática do que propriamente pelo seu argumento. E por isso mesmo, saí bastante satisfeita da sala de cinema!

quarta-feira, 8 de março de 2017

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Helena Isabel Bracieira 
2016

A Helena tem um blog recente, mas isso não é sinónimo de menor qualidade. A Helena gosta de livros, de animes e de gatos. Vamos descobrir quais os FLAMES de 2016 da Helena que lhe deram horas de prazer.

Página facebook

Blogue: As Horas… que me preenchem de prazer https://ashoras-quemepreenchem.blogspot.pt/

Filmes: Um Longo Domingo de Noivado foi um filme que revi, cujo livro homónimo li e adorei. Recomendo ambos, no que considero um caso raro de um filme que não fica atrás do livro. Realizado por Jean-Pierre Jeunet e com a actriz Audrey Tautou do filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. O Mundo a Seus Pés ou Citizen Kane de Orson Welles mostrou-me uma visão surpreendente do cinema, da solidão e da decadência. 

Livros: Em 2016, as leituras, apesar de não terem sido tantas quanto gostaria, foram bastante boas: terminei Todos os Contos de Edgar Allan Poe, leitura vinda de 2015, As Horas de Michael Cunnimgham, Kafka à Beira-mar de Haruki Murakami e Para onde vão os guarda-chuvas do português Afonso Cruz. Autores de origens diferentes, porém todos com uma elevada qualidade literária. 

Animes: Em conjunto com as leituras, os animes têm tomado o meu tempo, pelo que filmes e séries têm sido relegados. No momento estou a ver One Piece, que transitou do ano passado para este (ainda são uns meros setecentos e tal episódios) e, em 2016 vi o remake de Sailor Moon, um anime marcante na minha infância, Hunter x Hunter, Tokyo Ghoul e Hellsing. Não recomendo os dois últimos a mentes susceptíveis. O final do ano foi passado com O Conto da Princesa Kaguya, uma produção Studio Ghibli, simplesmente lindo e inesquecível. 

Mangas

Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Só posso destacar o mais importante evento literário da minha cidade, as Palavras Andarilhas, realizadas de dois em dois anos, onde os contos ganham voz e Beja vida. Enquanto decorreu conheci O gato leitor, projecto que promove a leitura, e experimentei a Poesia à la carte, uma forma divertida e original de ouvir declamar poesia. A ANDANTE, associação desenvolvedora deste conceito, tem igualmente uma peça sobre José Saramago e a sua obra, Quem Quer Ser Saramago

Séries

Vejam as participações anteriores aqui

terça-feira, 7 de março de 2017

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123º Entrevista do FLAMES: Corvos


Corvos

Os Corvos são uma banda portuguesa muito original. Este ano celebraram 18 anos de carreira. Este pareceu ser o pretexto perfeito para uma conversa aqui no FLAMES. 

A todos os artistas o FLAMES pergunta...

Quais são os artistas que mais vos inspiram? 
Individualmente todos temos os nossos gostos pessoais, mas poderei afirmar que serão todos aqueles artistas que tentam fugir, com as suas composições, do fácil e imediato, que tentam evoluir e inovar a música rock em outras direções. 

Há algum local onde gostariam muito de poder actuar? 
Em Portugal já percorremos um belo caminho, e já tocamos em quase todas as salas. No estrangeiro também já fizemos alguns espectáculos em salas maravilhosas... ainda não fomos ao Royal Albert Hall e ao Sydney Opera House, seria interessante lá tocar. 

Lembram-se de alguma situação caricata que tenha ocorrido numa das vossas actuações? 
Temos algumas, cortarem-nos o som a meio do espectáculo em Alcobaça, a corrente eléctrica falhar em Sintra, mas melhor mesmo foram espectáculos anunciados em algumas localidades que nós nem sabíamos que estavam para acontecer. Soubemos por amigos que nos contactaram a dizer que iam aparecer, para nossa grande surpresa. Em 18 anos muita coisa pode acontecer... 

Lembram-se da primeira vez que aturam todos juntos? Como foi? 
Como Corvos, a primeira aparição foi no espectáculo dos 20 anos de carreira dos Xutos e Pontapés, no Pavilhão Atlântico. Estávamos meio receosos da reacção do público, mas foi melhor do que nós alguma vez tivéssemos imaginado. Foi um momento que nunca nos iremos esquecer, cerca de 18 mil pessoas a ouvirem um quarteto de cordas e a cantarem connosco, magnífico. Todas as possíveis dúvidas que tínhamos desapareceram nessa primeira aparição... 

Que mensagem gostariam de ver ser erguida num cartaz durante um concerto vosso? 
Pergunta muito curiosa, sinceramente nunca tinha pensado nisso... talvez "viva a música portuguesa e os músicos portugueses" 

Porque escolheram este nome para a vossa banda? 
Tivemos algumas sugestões durante a produção do primeiro álbum, que foram prontamente eliminadas. Quem sugeriu o nome "Corvos" foi o nosso primeiro violoncelista, Carlos Costa, que foi logo aceite. Visto usualmente andarmos vestidos de preto e tocarmos de braços levantados, como se fossem asas, achamos que era o nome ideal. O facto do animal ter alguma carga mística também ajudou na decisão.


Aos Corvos o FLAMES pergunta...

Normalmente o que é que vos inspira para um álbum?
O que nos inspira verdadeiramente, são as pessoas que nos têm acompanhado ao longo da nossa carreira, o público esteve sempre presente, e sempre fez questão de nos motivar a prosseguir, a fazer mais e melhor. Cada álbum é dedicado a eles.

Vocês completaram 18 anos de carreira! Alguma vez pensavam que iam chegar aqui?
A verdade é que não, tem sido um caminho com muitos cruzamentos e encruzilhadas mas que de uma maneira ou outra nos tem mantido vivos e muito orgulhosos do que fizemos até hoje.

Como é possível manterem o interesse dos vossos fãs depois de quase 2 décadas de carreira?
Talvez fosse melhor perguntar-lhe a eles... mas temos a nossa ideia do porquê... sempre tivemos muito cuidado e respeito pelo assunto música, a nossa formação académica assim o obriga. Acho que conseguimos transmitir o gosto que temos em tocar para uma audiência, e conseguimos também transmitir o empenho, dedicação e respeito que qualquer músico deve ter para com o seu público.

Depois de tantos concertos e tantos palcos pisados, o que vos mantém motivados?
Sem dúvida a música que fazemos, o gosto de tocar o nosso instrumento e o prazer imenso de poder partilhar as nossas ideias musicais com todos os que nos queiram ouvir.

Os vossos fãs são os mesmos do início ou sentem que a cada álbum publicado conquistam novos seguidores?
Temos mantido os fãs do início e temos conquistado novos, sem dúvida. Em cada álbum novo, em cada espectáculo, temos sempre pessoas que vêem ter connosco surpreendidas com o que fazemos, fazendo questão de nos dizerem que ganharam mais um fã. Para uma banda instrumental com nós, ouvir tais palavras é tudo. A motivação nunca vai abaixo. Aproveito a ocasião para agradecer a todos vocês, o carinho demonstrado, sem ele, nós já não andávamos por cá.

Que projectos têm para o futuro?
Continuar, fazer mais música portuguesa, mais álbuns, mais espectáculos. Ideias não nos faltam, sempre fomos muito imaginativos. Em breve iremos iniciar a produção de mais um álbum, estejam atentos. Temos a nossa página no facebook, CorvosMusic, activa e funcional para quem queira saber notícias mais rapidamente, são todos bem vindos.


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