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quarta-feira, 18 de março de 2020

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135ª Entrevista do FLAMES + O teu FLAMES num ano: João Rogaciano


Em 2016/2017 criámos no FLAMES a rúbrica: O teu FLAMES num ano 2016

Este ano vamos recomeçar uma nova O teu FLAMES num ano 2019

Espero que gostem!


JOÃO ROGACIANO

Bio do autor
João Rogaciano, nascido em 1966, é engenheiro electrotécnico. Adora ler e tem um gosto especial pela escrita. Participa, regularmente, em certames literários. Publicados em Portugal e no Brasil, os seus contos podem ser encontrados em revistas, fanzines e diversas antologias.

Como entrou para o mundo da escrita?
Entrei, timidamente, para o mundo da escrita em 2005, através da participação em concursos realizados pelas câmaras municipais e juntas de freguesia do nosso país; e também através de participação em colectâneas de contos no Brasil e em Portugal.

Em 2010, a editora “Saída de Emergência” lança a versão portuguesa do “Almanaque do Dr Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas”, a qual continha um anexo designado “Compêndio Médico de Doenças Notáveis e Invulgares do Dr Anófeles Calamar Trindade”. Os contos desse compêndio foram objecto de concurso e de uma selecção por parte do editor, o João Seixas, tendo o meu conto “Síndroma de Super-Homem” sido escolhido para nele constar.

Deu-se o boom! A partir daí, para além dos concursos das autarquias, participei em inúmeras antologias no Brasil e numa antologia de autores portugueses, produzida por uma editora brasileira.

Em Portugal, a minha mais recente contribuição foi o conto “Uma conspiração perigosa” publicado na antologia “Winepunk – ano 1 - a guerra das pipas”. É o meu segundo trabalho publicado pela Editorial Divergência.

Quem foram os escritores que o influenciaram?
Entre outros, e sem ordem de importância: Conan Doyle; Agatha Christie; Jack London; Louis Stevenson; Emilio Salgari; Ray Bradbury; Eça de Queirós; Enid Blyton; AA Fair; Edgar Rice Burroughs; Roald Dahl; Edgar Allen Poe; Lewis Carroll.

Como surgiu a ideia para escrever o seu livro?
Até ao presente, os meus contos foram publicados em colectâneas e em fanzines. Não possuo nenhum livro a solo, pelo que vou responder em relação à escrita dos contos.

Começo por ver se o tema da colectânea me desperta algum “tlintar” mental. Depois, vou imaginando vários cenários / histórias à volta do tema proposto e deixo as ideias fluir. Estas vão amadurecendo, ou sendo eliminadas, até ficarem reduzidas a uma ou duas, dando origem a um conto, que será trabalhado a partir de então.

Quais foram as maiores dificuldades em transmitir as suas ideias para o papel? E o que foi mais fácil?
Depois de escrever um conto, deixo o mesmo a amadurecer “esquecido”, durante uma ou duas semanas. Depois, pego nele, e começo a rever todos os parágrafos. E, então, descubro inúmeros defeitos, que, no fulgor inicial, pareciam perfeitos. Assim, a maior dificuldade é saber qual o momento certo para parar de efectuar alterações, e enviar o texto para análise do editor.

Não há nenhuma situação que identifique como “a mais fácil”.

Qual/quais conselhos daria a um autor iniciante?
Ler, ler, ler, ler…

Escreva regularmente, a um ritmo em que se sinta bem consigo próprio.

Depois de um período de escrita intensivo, esqueça o manuscrito por uma ou duas semanas. E, depois, volte a lê-lo, e a proceder às inúmeras alterações que certamente terá de fazer.

Peça a um amigo, ou leitor beta, que seja verdadeiramente imparcial, para ler o seu texto e dar uma opinião sincera sobre o mesmo. Nada de pedir opinião aos pais (para eles, tudo o que escrevemos é uma maravilha, sempre!).

Tenha em atenção que, por muito bem que escreva, nem todos são obrigados a gostar.

Se o seu conto for publicado em algum fanzine, livro, blog, deve festejar e ficar radiante. Mas, não demore muito a vestir o exosqueleto mais resistente que possua, e prepare-se para ser apedrejado, esquartejado, vituperado com desagradáveis epítetos… por ter tido a ousadia de publicar! Mesmo que o texto seja uma maravilha… As vozes que o criticarão, para o deitar abaixo, farão muito ruido! Mas, como na aldeia do Astérix, há um grupo de irredutíveis gauleses que se agradarão da publicação e celebrarão com parcimónia a sua publicação.

Não ligue absolutamente nenhuma às críticas destrutivas e/ou maldosas que publiquem sobre o seu conto. Despreze-as, ignore-as, e coloque-as no seu devido lugar: o lixo!

Atenda e entenda as críticas construtivas que lhe serão feitas. Utilize-as para melhorar, cada vez mais. Considere-as como um guia construtivo na sua carreira de escritor.

Fuja a sete pés daqueles que se arrogam como especialistas sobre determinado assunto ou sobre determinada área temática do fandom, e que usam essa pseudo-autoridade para deitar abaixo o trabalho dos outros.

Ligue-se aqueles que, tendo um longo e profícuo trabalho como autores e/ou em projectos em prol da ficção e do fandom, são as verdadeiras autoridades no assunto, e não se arrogam de especialistas, nem o deitam abaixo como autor iniciante! Luís Filipe Silva; Artur Coelho; Rogério Ribeiro; João Seixas; João Barreiros; João Ventura; Cristina Alves; Pedro Cipriano, são alguns dos elementos que prestigiam o fandom e que fazem valer a pena continuar a escrever e publicar.

Assista e frequente eventos relacionados com a sua área de escrita. O “Fórum Fantástico” é um excelente exemplo.

Não embarque na conversa de pseudo-editoras (vanitys), que só publicam o seu livro, ou o seu conto, se pagar para esse efeito.

O teu FLAMES num ano 2019

Filmes: “Avengers, end game”
Livros: “Winepunk – A guerra das Pipas”
Animes: ---
Mangas: ---
Eventos: Fórum Fantástico 2019
Séries: “Bancroft”; “Jack Taylor”
 




terça-feira, 14 de janeiro de 2020

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294º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Editorial Divergência)


Mais um passatempo fantástico (literalmente) :) 
Participem. 
Boa sorte!



Parabéns: Ana Raquel Lopes

segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

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130ª Entrevista do FLAMES + O teu FLAMES num ano: Michel Alex


Em 2016/2017 criámos no FLAMES a rúbrica: O teu FLAMES num ano 2016

Este ano vamos recomeçar uma nova O teu FLAMES num ano 2019

Espero que gostem! 

Michel Alex



Bio do autor

No underground boémio de Paris e com a vida dividida entre grupos Bikers, o Nouveau Cirque e o Cabaret, Michel Alex começou a escrever esta colecção em 1988 atormentado pela terrível febre Post Punk Industrial. O que ele não podia saber é que as suas personagens iriam passar da ficção para a realidade, como foi o caso dos Custom Circus que nasceram nesta saga e foram sugados cá para fora por este portal que tem sido para eles uma fonte inesgotável de inspiração e de revelações.

Mais informações sobre o autor podem ser consultadas neste link: https://www.customcircus.com/biomichel e para mais informações sobre o projecto Custom Circus: https://www.customcircus.com/

Entrevista

Como entrou para o mundo da escrita?

Desde muito cedo e por influencia musical. Os meus pais mergulharam-me em Rock’a’Billy e Cabaret, e a minha grande irmã em bandas Hippies, Folk, Psicadélicas ou Existencialistas. Mas a forma como se encaixavam as letras nas músicas fascinava-me e comecei a transcreve-las e inclusive comecei a fazer adaptações para músicas “naïves” que ia compondo. Por volta dos 16 anos abracei a causa Post Punk alternativa mas não renunciei ao DIY proto Punk; e nessa altura em Paris, o underground estava ao rubro e como também já tinha uma banda e outros projectos artísticos, comecei a escrever fanzines com conteúdos contra cultura bastante provocantes. Depois aderi ao Gótico e à sua negra poesia, de tal maneira que ia fazer declamações em live act com chapéu no chão à caça de moedas para o cemitério Pére Lachaise! Ah! Ah! Ah! Lembro-me desses tempos; o meu primeiro poema chamava-se “A Criança Beijando o Cadáver”… Bom, depois foi tudo muito rápido, e entrei mesmo de cabeça no submundo, também muito graças aos meus tios membros dos Hell’s Angels, e alguns artistas de rua e teatro de intervenção que eu acompanhava nessa altura; e quando dei por ela, em 1988 já tinha escrito “A Saga da Roda”, e a partir dai dezenas de músicas, peças para teatro, manifestos, etc.

Quem foram os escritores que o influenciaram?


Fui naturalmente muito influenciado pela BD Franco-Belga, mas no plano puramente literário “droguei-me” a fundo com Wells, Poe, Verne, Rielche, Wilde, Nietsche, Stanislavsky, Shaw, Brecht, Lorca, Bernanos, e tantos, tantos outros… cujos nomes já nem me lembro, mas os escritos sim.

Como surgiu a ideia para escrever o seu livro?

Fui “literalmente” obrigado pela minha consciência. Pois tinha mesmo esse chamamento; uma consciência de que estava a viver fortes momentos decisivos que iriam moldar a minha vida futura. Naqueles anos era tudo muito intenso e tinha plena noção que vivíamos histórias inacreditáveis a cada dia; e os desfechos de cada aventura real eram tão retorcidos, por vezes surreais ou perigosos, que era uma pena que não fossem registados para a posteridade em algum lado. Havia muita estrada, muito Rock, violência física e psicológica, drogas à mão de semear, álcool obrigatório, decadência generalizada, armas… e ainda por cima em pleno início do movimento Industrial e das raves que nessa altura só pertenciam aos domínios dos dark circuits muito ligados ao teatro de vanguarda. Adorávamos tudo o que fosse maquinaria vintage; construíamos as nossas choppers, os carros Custom e passávamos a vida ou agarrados a uma guitarra ou a uma máquina de soldar; e o resto era trabalhar em tudo o que aparecesse para pagar o nosso estilo de vida: Viagens, Aventura, Risco, Arte, Máquinas, Parties, Liberdade, Shows, Tattoos, e Carpe Diem. Foi um pouco de tudo isto que tentei salvaguardar no meu primeiro livro; e essa revolta constante do eterno nómada mantém-se fiel a ela própria nos livros seguintes, mesmo apesar de toda a filosofia Pós Apocalíptica e das suas grandes mensagens universais. 

Quais foram as maiores dificuldades em transmitir as suas ideias para o papel? E o que foi mais fácil?

Não tive dificuldades nesse sentido. Sempre me limitei a deixar escorrer a tinta para pequenos cadernos ou pedaços de papel que ia encontrando, e só depois para um teclado; escrever sai-me naturalmente da alma, do coração e das memórias; a parte mais difícil é depois arranjar tempo para juntar todas as passagens e passa-las a limpo num ficheiro.

Qual/quais conselhos daria a um autor iniciante?

Sacralizar acima de tudo uma mensagem central até ao ponto da explosão do “Já não aguento mais guardar isto cá dentro! Tenho de escrever! Partilhar! Que se lixe!”. E claro, viver o mais possível fora da nossa zona de conforto! Porque é ai que a verdadeira vida começa! Ou em alternativa, conviver muito com pessoas que o façam e garantir que seja gente genuina com experiências genuínas e não apenas indivíduos com nada mais do que cenário e teorias blá blá blá; pois um espécime autêntico de “vida” vem sempre acompanhado por um passado provado e resultados visíveis.

O teu FLAMES num ano 2019


Filmes: Só fui à première do “Mortal Engines”
Livros: Como estou a escrever um livro sobre teatro e espectáculo, baseado nos 30 anos que passei com vários projectos e artistas; para consolidar bem os conteúdos só tenho lido dramaturgias e bios. Ou seja tudo muito especializado na temática dos palcos, do showbiz e dos seus periféricos.
Animes: Zero
Mangas: Zero
Eventos: Imensos, mas sempre em trabalho!
Séries: Zero


Nota do autor: Oh!? Aqui nesta parte sou uma autêntica lástima, pois vejo zero Tv e niente de redes sociais. Como artista multidisciplinar profissional há imensos anos, o meu tempo como espectador ou leitor é do mais escasso que há. Imaginem um atleta de Decatlon… é mais ou menos assim; quando não estou a actuar para os Custom Circus (cerca de 60 espectáculos/ano), estou a compor e gravar os originais em estúdio, ou no sector das artes plásticas, a pintar, esculpir, preparar as instalações, as exposições e os tours; o resto que sobra é para ensaiar os números novos, treinar diariamente, encenar, viagens de repérage ou contratuais, manter a curadoria dos Nirvana Studios, e claro, escrever entre todos estes pequenos intervalos, sempre que o dia a dia com a minha linda família me permita.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

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Livro: Nos limites do infinito (Antologia de Contos)



Autores:
Ana Luiz
Ângelo Teodoro
João Rogaciano 
Ricardo Dias
Rui Bastos
Yves Robert

Páginas: 56
Editora: Editorial Divergência



Sinopse:
"Nos Limites do Infinito" transporta-nos para vários mundos da ficção especulativa. Amores que desafiam o tempo, bibliotecas assombradas, histórias enraizadas no interior de Portugal, janelas que nos motivam a fazer o impensável e encontros com a morte fazem parte da nova antologia de autores da Editorial Divergência.

Opinião:
Lembro-me nitidamente do dia em que os 4 (eu, Mariana, Ana e Pedro) tivemos a reunião para decidir que contos fariam parte desta Antologia. 
Cada qual com os seus gostos tentava defender os contos de que mais gostava. Foi um momento muito interessante que espero de coração voltar a repetir. Sobre a minha opinião "geral", penso que a poderão ler no próprio livro, mas aqui queria muito deixar a minha opinião sobre cada um dos contos, e aproveitar a oportunidade para agradecer aos autores pela participação no concurso, e felicitá-los pela qualidade dos contos apresentados. 
Não tenho problemas em dizer que nesta Antologia estão alguns dos melhores contos que já li do género!

Sorte ao Jogo
Ana Luiz

Conheço a Ana pessoalmente, e penso que posso dizer que já se tornou numa grande amiga. No entanto quando tive acesso aos contos, eles não tinham nome, pelo que não fazia ideia que o conto era da sua autoria. Lembro-me no entanto que durante a reunião disse aos meus colegas de júri que este era o conto mais bem escrito. Notei claramente que este se destingia pela escrita cuidada e, sobretudo, madura. Não sabia que o conto era da Ana, mas ao lê-lo percebi que era o conto de alguém com muita experiência de escrita. Ninguém imagina por isso como fiquei contente quando soube que o conto era dela. Espero que assim ela compreenda que aprecio mesmo muito o seu trabalho, e que quando digo que ela escreve bem não o faço por amizade!
Dito isto, penso que já compreenderam que adorei a escrita. Mas, e a história? Essa transporta-nos para um local tipicamente português. Eu que não frequento assiduamente tabernas tive vontade de ir visitar uma assim que terminei de ler o conto. Mas se não puder visitar uma não se preocupe, pois a Ana descreve-a de tal forma que facilmente se sentirá lá. Recuperando assim uma lenda antiga, são-nos apresentadas duas personagens que têm um encontro muito peculiar...

Pele de Penélope
Ângelo Teodoro

Neste conto vamos encontrar um homem que se apaixona perdidamente por uma mulher que mal conhece e que esconde um terrível segredo. Gostei muito dele porque, para além de bem escrito, o autor consegue transmitir uma bela mensagem (não sei se propositada ou não) de que é possível apaixonarmo-nos por alguém por aquilo que ela é, e não nos cansarmos dela só por o que ela tem (intelectualmente) para nos oferecer. Uma ode ao amor sem dúvida.

Memória de Teddy 
João Rogaciano

Gostei IMENSO desta história. A premissa é muito boa e a execução da história foi bem conseguida. Li-o com gosto e o final foi, para além de surpreendente, muito interessante. Talvez alguns consigam prever facilmente do que se trata, mas comigo não aconteceu e, de qualquer maneira, não penso que não valha a pena só por ser mais ou menos previsível. 
Nesta história a nossa personagem principal é também o narrador, e o conto facilmente se poderia transformar num livro se o autor assim o entendesse, Quantas histórias não poderiam ser narradas e contadas pelo perspicaz urso que tanto vê e tanto pode narrar. 

A casa dos mirtilos
Ricardo Dias
Achei que este conto poderia chegar mais longe se tivesse uma escrita mais versada para o público adulto. Ou seja, quando o estava a ler parecia-me que estava a ler os livros que lia de aventuras na minha infância. Não é que isso seja necessariamente mau. Prende-se apenas com o meu gosto pessoal. 
No entanto, parece-me que facilmente qualquer leitor irá sorrir no final. 
Neste conto, então, encontramos a história de 3 irmãos que decidem ir visitar uma casa assombrada... o resto descubram vocês!

A colina que olha para ti
Rui Bastos 

Este foi o conto de que menos gostei. Sem dúvida que há duas coisas que reconheço nele: a boa escrita e a originalidade. Isso é inegável sim! O facto de eu não ter gostado tanto prende-se apenas com o meu gosto pessoal em termos de história. 
No entanto, como disse, o autor demonstra conhecer muito bem o processo de escrita e adorei sem dúvida o facto de termos uma aranha como personagem principal! Parabéns ao autor por ter arriscado!

Entre Estações
Yves Robert 

E finalmente, chego ao último conto. O conto que mais me surpreendeu. Gostei de tudo nele: a escrita, a temática.. a forma como somos presos ao texto desde o início! Enfim... nem sei exprimir por palavras o que senti ao ler este conto!
É durante uma viagem como tantas outras que o narrador vislumbra uma casa cor-de-rosa que lhe chama logo à atenção. Sem saber porquê, decidi ir investigá-la e descobre... bom.. leiam e descubram vocês também!
Uma coisa é certa, quero ler mais coisas do Yves!



Quero aproveitar para felicitar mais uma vez os autores e agradecer de coração à Editorial Divergência, não só pelo envio do livro como pela oportunidade única que nos proporcionaram!

Roberta Frontini

domingo, 31 de agosto de 2014

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ANTOLOGIA - LIMITES DO INFINITO - Submissões até 31 de Outubro



De forma a promover a ficção especulativa em Portugal na forma do conto em Língua Portuguesa, a Editorial Divergência em colaboração com o blogue FLAMES dão início ao concurso para a Antologia “Limites do Infinito”.

Regulamento

1. Apenas podem concorrer textos inéditos, em língua portuguesa, sem acordo ortográfico e submetidos pelos próprios autores. 

2. Podem concorrer autores residentes em Portugal Continental e Ilhas. 

3. Os textos submetidos tem um limite de 3000 palavras. 

4. Todos os textos devem pertencer ao género de ficção especulativa, que incluí fantasia, ficção cientifica e terror, assim como todos os sub-géneros. 

5. O prazo limite de entrega é 31 de Outubro de 2014. Os textos enviados após essa data não serão considerados para efeito do concurso. 

6. Cada autor poderá submeter até dois textos diferentes. 

7. Os textos devem ser enviado para ed.divergência@gmail.com com o assunto Antologia. Serão aceites textos em formato .doc ou .odt, contendo no cabeçalho o título, o nome do autor e o género. Todos os trabalhos receberão um e-mail da recepção do envio. 

8. Na primeira página de cada submissão deverá constar o título do texto, o nome do autor/pseudónimo, e-mail, uma curta sinopse (com o máximo de 100 palavras), contacto telefónico e morada. 

9. O resultado será tornado público até 30 de Novembro de 2014 através do blogue FLAMES e do blogue da editora. Os autores serão contactados previamente via e-email. 

10. O número de autores seleccionados será decidido pelo júri. 

11. Os critérios de selecção serão parametrizados em termos da envolvência da trama, credibilidade e coerência das personagens e mundos criados, originalidade e fluidez narrativa. Será valorizada a inclusão de elementos culturais tipicamente portugueses. 

12. Os textos vencedores serão publicados pela Editorial Divergência na Antologia “Limitse do Infinito”, que será lançada em formato papel e ebook. 

13. Os textos escolhidos serão revistos e editados antes da publicação. 

14. A editorial Divergência reserva-se na não atribuição do prémio por falta de qualidade dos textos. 

15. Os direitos de autor poderão ser pagos através da oferta de 2 exemplares por autor e através dos 10% de direito que os autores detém e que serão divididos em partes iguais por todos os escritores. A editora retém o direito de publicação dos textos por um prazo de dois anos a contar da data de publicação. 

16. Não haverá recurso à decisão do júri. 

17. Qualquer situação omissa ou dúvida de interpretação neste regulamento será decidida pela administração da Editorial Divergência.

18. Ao submeter o texto, o autor está confirmar que tem conhecimento e que aceita as regras deste concurso.

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