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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

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Livro: A lagartixa manca e o Homem Desempregado (Ana Luiz)



Título: A Lagartixa Manca e o Homem Desempregado
Autora: Ana Luiz
Página Goodreadshttps://www.goodreads.com/book/show/28646476-a-lagartixa-manca-e-o-homem-desempregado
Download gratuito para leitura: https://www.smashwords.com/books/view/609189

Sinopse
Uma lagartixa diferente vive escondida num jardim. Um homem desempregado vive recolhido em casa. Cada um ignora a existência do outro, mas as suas vidas estão destinadas a se cruzarem.

3º Lugar no Concurso Cidade do Penedo de Poesia e Conto 2015.

Opinião 
(Roberta Frontini) 

Vamos lá começar o ano novo sem deixar coisas "pendentes". 
E sim, tinha a opinião deste conto por fazer há imenso tempo. Li-o pela primeira vez sem fazer ideia que quem o tinha escrito tinha sido a Ana Luiz. Isto porque a Ana enviou-o para um concurso e eu fazia parte do júri. Apaixonei-me logo por ele, e foi uma enorme surpresa quando descobri que tinha sido ela a escrevê-lo. 
O que mais me chamou à atenção, na altura, foi o facto de a história ser "simples" e, no entanto, o conto estar tão bem escrito, e conseguirmos retirar de lá, reflexões interessantes. 
Mais uma vez a Ana me demonstra que tem uma capacidade de escrita extraordinária, que consegue escrever sobre tudo, e que tenho sempre de ler tudo o que ela conseguir escrever. 

De facto, com uma história à partida tão "simples", a autora conseguiu questionar e abordar tópicos interessantes, como a importância de respeitarmos a Natureza (tão importante numa altura como a que estamos a viver hoje em dia), e a importância de se aceitarem as diferenças individuais.  

No final deste conto acontece uma coisa que eu adoro, adoro terminar uma leitura com um sentimento de esperança e de felicidade. E foi assim que fiquei quando terminei este conto: uma sensação de que se soubermos apreciar as coisas boas da vida, mesmo as mais pequeninas, se conseguirmos retirar delas toda a sua essência, conseguiremos encontrar a verdadeira felicidade. 

Continuarei em 2018 a aguardar ansiosamente por mais coisas escritas pela Ana Luiz, e acho que vocês deviam fazer o mesmo.

BOM ANO A TODOS

terça-feira, 25 de outubro de 2016

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246º Passatempo do FLAMES (em parceria com a autora Ana Luiz)


Amigos, hoje trago-vos um passatempo muito especial. E é especial por 2 motivos.

1º porque é em parceria com uma das minhas autoras portuguesas preferias: a Ana Luiz!
2º porque com este passatempo poderemos presentear 8 leitores!

Leram bem! Temos 8 exemplares desta obra. 8 de vocês vão receber em casa esta obra que, como podem ver pela foto, tem contos e poesia (de um lado os contos, de outro a poesia).

Então vamos lá.. quem quer ganhar livros?



ATENÇÃO - Tens até às 23h59 do dia 08 de NOVEMBRO para participar (e não 08 de Outubro como diz o formulário)

Vencedores: 
- Agostinho Barros
- João Carvalho 
- Cláudia Costa
- Cristina Araújo 
- Mariana Carvalho
- Daniela Batista
- Cláudia Rocha 
- Filomena Alpoim

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

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Livro: Nos limites do infinito (Antologia de Contos)



Autores:
Ana Luiz
Ângelo Teodoro
João Rogaciano 
Ricardo Dias
Rui Bastos
Yves Robert

Páginas: 56
Editora: Editorial Divergência



Sinopse:
"Nos Limites do Infinito" transporta-nos para vários mundos da ficção especulativa. Amores que desafiam o tempo, bibliotecas assombradas, histórias enraizadas no interior de Portugal, janelas que nos motivam a fazer o impensável e encontros com a morte fazem parte da nova antologia de autores da Editorial Divergência.

Opinião:
Lembro-me nitidamente do dia em que os 4 (eu, Mariana, Ana e Pedro) tivemos a reunião para decidir que contos fariam parte desta Antologia. 
Cada qual com os seus gostos tentava defender os contos de que mais gostava. Foi um momento muito interessante que espero de coração voltar a repetir. Sobre a minha opinião "geral", penso que a poderão ler no próprio livro, mas aqui queria muito deixar a minha opinião sobre cada um dos contos, e aproveitar a oportunidade para agradecer aos autores pela participação no concurso, e felicitá-los pela qualidade dos contos apresentados. 
Não tenho problemas em dizer que nesta Antologia estão alguns dos melhores contos que já li do género!

Sorte ao Jogo
Ana Luiz

Conheço a Ana pessoalmente, e penso que posso dizer que já se tornou numa grande amiga. No entanto quando tive acesso aos contos, eles não tinham nome, pelo que não fazia ideia que o conto era da sua autoria. Lembro-me no entanto que durante a reunião disse aos meus colegas de júri que este era o conto mais bem escrito. Notei claramente que este se destingia pela escrita cuidada e, sobretudo, madura. Não sabia que o conto era da Ana, mas ao lê-lo percebi que era o conto de alguém com muita experiência de escrita. Ninguém imagina por isso como fiquei contente quando soube que o conto era dela. Espero que assim ela compreenda que aprecio mesmo muito o seu trabalho, e que quando digo que ela escreve bem não o faço por amizade!
Dito isto, penso que já compreenderam que adorei a escrita. Mas, e a história? Essa transporta-nos para um local tipicamente português. Eu que não frequento assiduamente tabernas tive vontade de ir visitar uma assim que terminei de ler o conto. Mas se não puder visitar uma não se preocupe, pois a Ana descreve-a de tal forma que facilmente se sentirá lá. Recuperando assim uma lenda antiga, são-nos apresentadas duas personagens que têm um encontro muito peculiar...

Pele de Penélope
Ângelo Teodoro

Neste conto vamos encontrar um homem que se apaixona perdidamente por uma mulher que mal conhece e que esconde um terrível segredo. Gostei muito dele porque, para além de bem escrito, o autor consegue transmitir uma bela mensagem (não sei se propositada ou não) de que é possível apaixonarmo-nos por alguém por aquilo que ela é, e não nos cansarmos dela só por o que ela tem (intelectualmente) para nos oferecer. Uma ode ao amor sem dúvida.

Memória de Teddy 
João Rogaciano

Gostei IMENSO desta história. A premissa é muito boa e a execução da história foi bem conseguida. Li-o com gosto e o final foi, para além de surpreendente, muito interessante. Talvez alguns consigam prever facilmente do que se trata, mas comigo não aconteceu e, de qualquer maneira, não penso que não valha a pena só por ser mais ou menos previsível. 
Nesta história a nossa personagem principal é também o narrador, e o conto facilmente se poderia transformar num livro se o autor assim o entendesse, Quantas histórias não poderiam ser narradas e contadas pelo perspicaz urso que tanto vê e tanto pode narrar. 

A casa dos mirtilos
Ricardo Dias
Achei que este conto poderia chegar mais longe se tivesse uma escrita mais versada para o público adulto. Ou seja, quando o estava a ler parecia-me que estava a ler os livros que lia de aventuras na minha infância. Não é que isso seja necessariamente mau. Prende-se apenas com o meu gosto pessoal. 
No entanto, parece-me que facilmente qualquer leitor irá sorrir no final. 
Neste conto, então, encontramos a história de 3 irmãos que decidem ir visitar uma casa assombrada... o resto descubram vocês!

A colina que olha para ti
Rui Bastos 

Este foi o conto de que menos gostei. Sem dúvida que há duas coisas que reconheço nele: a boa escrita e a originalidade. Isso é inegável sim! O facto de eu não ter gostado tanto prende-se apenas com o meu gosto pessoal em termos de história. 
No entanto, como disse, o autor demonstra conhecer muito bem o processo de escrita e adorei sem dúvida o facto de termos uma aranha como personagem principal! Parabéns ao autor por ter arriscado!

Entre Estações
Yves Robert 

E finalmente, chego ao último conto. O conto que mais me surpreendeu. Gostei de tudo nele: a escrita, a temática.. a forma como somos presos ao texto desde o início! Enfim... nem sei exprimir por palavras o que senti ao ler este conto!
É durante uma viagem como tantas outras que o narrador vislumbra uma casa cor-de-rosa que lhe chama logo à atenção. Sem saber porquê, decidi ir investigá-la e descobre... bom.. leiam e descubram vocês também!
Uma coisa é certa, quero ler mais coisas do Yves!



Quero aproveitar para felicitar mais uma vez os autores e agradecer de coração à Editorial Divergência, não só pelo envio do livro como pela oportunidade única que nos proporcionaram!

Roberta Frontini

sábado, 19 de julho de 2014

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58ª Entrevista: Ana Luiz (escritora portuguesa)


Ana Luiz


Ana Luiz nasceu no Alentejo em 1974. Filha de emigrantes, passou grande parte da sua infância em Londres. Como verão, a Ana sempre foi inquieta e curiosa, pelo que nunca foi capaz de se fixar apenas numa área de interesse. De facto, ingressou na Força Aérea Portuguesa como voluntária, naquela que foi em Portugal, a primeira corporação com militares de ambos os sexos, e entrou na banca onde permanece até ao presente desempenhando funções na área da informática. Completou o curso de Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações, no ISPA (Instituto Superior de Psicologia Aplicada), e um mestrado em Informática Aplicada à Sociedade da Informação e do Conhecimento, no ISCTE-IUL (Instituto Universitário de Lisboa). A leitura e a escrita desde sempre ocuparam um lugar na sua vida, e para além de tudo o que escreve para coletâneas e concursos, é fundadora e administradora do blogue Linked Books e escreveu o livro “O Quebra Montras”.

Filme favorito: Adoro cinema, e apesar de não desgostar dos filmes de super heróis, prefiro o cinema europeu. A Melhor Juventude é o filme que me ocorre agora para responder à pergunta.
Livro favorito: São tantos, tantos. De qualquer das formas ficam aqui três livros “referência”, de três fases distintas da minha vida:
Robinson Crusoe – Daniel Defoe (livro favorito da infância)
The Rumble Fish – S.E. Hinton (livro favorito da adolescência)
Caim – José Saramgo (livro favorito da idade adulta)
Anime favorito: não tenho
Manga favorito: não tenho
Evento/entretenimento/espectáculo favorito: tudo o que envolva música ao vivo, mas em especial concertos de música clássica.
Série favorita: A Teoria do Big Bang

O teu blogue Linked Books é super original. Como surgiu a ideia de o criar?
Enquanto ideia para um blogue até pode ser original, mas a ideia não é nova. Acontecia-me muito ao ler um livro, ler títulos de outros livros, autores, nomes de pessoas, filmes, canções e muitas outras referências a coisas que desconhecia. Costumava ficar curiosa durante a leitura, mas raras vezes após acabado o livro em mãos, me lembrava de ir procurar essas referências, acabando por ficar esquecidas. Acho que esta experiência será comum a muitos leitores. O blogue acaba por ser um compromisso para que essas referencias não fiquem esquecidas. Também em relação à ideia, aconteceu-me algo muito curioso. Já tinha o blogue e estava a ler um “Linked Book”, quando um dos personagens do livro começou também ele a ler e a fazer uma lista dos livros que vinham mencionados no livro, para ler a seguir, e assim sucessivamente... E isto é a espinha dorsal do blogue.

Para a escrita do teu livro “O Quebra-Montras” (vejam a nossa opinião aqui) de certo que foi importante a tua formação na área da Psicologia. Foi fácil entrares na cabeça da personagem principal?
O que tenho reflectido sobre “O Quebra-Montras”, pelas reações dos leitores, é que toda a gente se identifica com alguém do livro, ou conhece alguém muito parecido. Não me baseei contudo em nenhum caso real, ou em pessoas que eu conheça. No entanto, reconheço a familiaridade dos personagens do livro, que são pessoas comuns como nós, exceptuando talvez o Pedro cuja personalidade teve que ser um pouco extremada. Mas até o Pedro tem coisas familiares. Acho que acaba por ser por isso que tenha tornado mais fácil “entrar na cabeça” de Pedro, e não a minha formação em Psicologia. Se a utilizei, não foi intencionalmente.


Porque escolheste o nome de Ana Luiz como nome de escritora?
Por nenhum motivo especial. Já fui Ana Luiz em várias alturas de minha vida, como na “tropa” por exemplo, e torna-se mais curto e simples. Acho que “soa bem”, pelo que não vi necessidade de alterar o nome.

A nosso ver, tens a capacidade de adaptares “facilmente” a tua escrita. Passamos a explicar… enquanto há autores que escrevem normalmente e quase sempre sobre as mesmas temáticas, tu costumas fazer o inverso, por exemplo, quando vês um concurso para um conto sobre determinado tema e decides escrever para ele. Como consegues adaptar tão bem a tua escrita?
Não sei bem se é isso que acontece, pelo menos quando dizes “adaptar tão bem…”, mas é simpático dizeres isso, e de facto eu escrevo sobre temáticas muito diferentes. Julgo que isso será uma consequência de dois factores. Primeiro será um reflexo da forma como sou também na vida com tudo o resto. Interesso-me por coisas do mais variado que se possa imaginar, e ando sempre a saltitar entre interesses e actividades. Em segundo lugar, porque adoro auto desafiar-me, e as temáticas dos concursos, com os seus géneros diferentes, temas, limitações de páginas e assim, são um desafio fantástico e sinto que me fazem crescer enquanto autora.

Sobre que temática ainda não escreveste e gostarias de o fazer?
Há tanto ainda por escrever, e sinto que escrevi tão pouco ainda. Mas talvez sobre a minha experiência na Força Aérea. Para além de ter sido um marco histórico, pois foi a primeira vez que uma incorporação integrou militares de ambos os sexos, foi algo muito importante na minha vida e que a marcou profundamente.

E sobre o que é que te deu mais prazer escrever até agora?
Tenho um carinho muito especial pelo meu primeiro conto publicado “O Beijo Imaginado”, mas o conto de que mais me orgulho está para sair na colectânea “Ficções e Pessoa” da editora A Sangue Frio Editores. Foi um enorme desafio escrever um conto no qual Fernando Pessoa é o personagem principal, mas o resultado, apesar de muito diferente daquilo que costumo escrever, deixou-me muito satisfeita.

Onde poderemos encontrar os teus escritos para além do livro “O Quebra-Montras”?
Tenho publicado em algumas colectâneas e antologias, algumas pagas e outras gratuitas.
No meu site está lá tudo:
Estão vários trabalhos agora para sair também, pelo que se quiserem manter-se informados, eu costumo ir actualizando a minha página FB, com o que vai acontecendo:

segunda-feira, 9 de junho de 2014

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Livro: O Quebra-Montras



Título: O Quebra-Montras
Autora: Ana Luiz
Editora: Pastelaria Studios
ISBN: 978-989-8629-42-5
Nº páginas: 87

Sinopse:
Pedro era uma pessoa pacata que levava uma vida sossegada. Longe de ser perfeita ou de ser aquela que idealizara, a sua vida estava muito arrumadinha. Construíra uma fortaleza de rotinas que protegiam o seu ritualizado dia-a-dia. Até que um dia, uma ação irreflectida veio mudar tudo. De repente Pedro vê-se envolvido numa espiral de acontecimentos. Um verdadeiro turbilhão emocional apodera-se dele e vira a sua vida do avesso. Estará Pedro à altura dos acontecimentos?

A Ana luíz é também a criadora do LinkedBooks. No seu blogue, a autora quando lê os livros, vai à procura de "links". Comecei a pensar.."será que ela gostaria que alguém lhe fizesse o mesmo"? E assim... decidi fazê-lo! :) Espero que ela goste da surpresa e não nos processe por plágio. 

Linked Opinion....
Este foi daqueles livros que li de "rajada".. porque era impossível fazê-lo de outra forma...
Li a dedicatória... depois li 1, 2, 3 páginas e... AIIIIIIIIIIIIIIIIIIII TENHO DE LER TUDO!!!! E assim, estava lido passado 1 hora!
Não foi só o tamanho que ajudou à rápida leitura, mas a forma como a Cristina escreve. Não foi a primeira coisa que li dela e posso dizer que acho a Ana Cristina Luiz uma escritora muito talentosa!
Como já devem antever - Adorei este livro! A história está muito interessante e mostra de uma forma muito curiosa a maneira como a mente de uma pessoa (e a vida) se pode desmoronar num sopro. É impressionante a forma como a escritora nos faz entrar na mente de Pedro, mesmo sendo o narrador "externo". Essa parte está extremamente bem conseguida. Depois o final... o final deixou-me deliciada porque estes são os finais que mais adoro!

É difícil falar nele... tenho vontade de vos contar tudo para justificar o porquê de ter gostado.
Penso que foi um mix entre a crítica social que está um pouco presente, o humor (tão característico da Ana) e a forma brilhante como me fez entrar, compreender, e empatizar com o Pedro. Enfim.. um livro que claramente aconselho, e quero seguir o percurso desta autora, sem dúvida! Continua Ana, quero ver mais coisas tuas publicadas! É uma ordem!

Linked opinion by other bloggers...
no blogue "Alentejo literário"

Linked drinks...
Chá preto

Mini

Café instantâneo
Licor Beirão
Leite achocolatado 
Wishky
Linked food...


Sandes de presunto

Torradas
Sandes de queijo
Linked celebrations...
Dia de S. Valentim - 14 de Fevereiro

Halloween
Carnaval - Brasil
Linked games...


Futebol
Dominó
Liked objects...
Relógio de pulso
Chapeu
Jornal
Pedras da calçada
Marmita
Caneca do café
Despertador

Linked Gods...

Zeus
Afrodite
Linked personalities...
Rudyard Kipling

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