
Título: Bonjour Tristesse
Autor:a Françoise Sagan
Páginas: 156
Publicação: 1954
Este é daqueles livros que acabamos por não gostar muito porque nos obrigam a lê-lo na escola, mas a verdade é que se não me tivessem "obrigado" a le-lo na escola, dificilmente o conheceria.
De qualquer forma, quem saiba ler francês, aconselho mesmo muito a lê-lo nessa língua, porque a tradução perde muito. Em francês cada palavra é saboreada de maneira diferente.
Talvez o que mais surpreendeu a crítica da altura foi o facto do livro ter uma forte solidez narrativa pelo que acabou por ser considerado um "romance psicológico".
Interessante o facto de Sagan ser muito jovem quando escreveu este livro e as circunstâncias na qual foi escrito. De facto, em 1953 (aos 18 anos) a autora reprovou nos exames em Paris pelo que, durante as férias de Verão, escreveu este romance que publicou em 1954 e que foi um sucesso levando a que a sua geração fosse vista com outros olhos... uma geração desiludida, aborrecida e triste. E mesmo com 18 anos, Sagan equipara-se aos grandes nomes da literatura francesa..
Ao longo de todo o livro podemos ver a inspiração que tomou das obras de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. As suas personagens passam pela solidão, tédio, aborrecimento e tristeza. Em vão o prazer é procurado para se descobrir que os prazeres da vida são bem curtos e que, talvez, o homem esteja apenas condenado ao sofrimento.
No entanto, é um livro que pode ser lido com leveza uma vez que a sua leitura é interessante e cativante, mas um bom entendedor percebe o que se encontra nas entrelinhas...
A personagem principal é Cecile, uma jovem adolescente francesa muito desinibida. A paixão envolve todas as personagens deste livro, Cecile e o seu pai um grande sedutor e rico parisiense. Quando o seu pai decide ir passar férias na Riviéra Francesa numa luxuosa mansão, não lhe conta que está prestes a introduzir na sua vida uma nova personagem: Anne! Cecile, uma menina mimada de 17 anos, decide que o seu pai não se pode casar com ela e põe em prática uma série de planos para os separar, planos esses que tomam um rumo inesperado...
O livro foi adaptado para o cinema em 1957 e devo confessar que foi uma boa adaptação, mas como o livro é tão pequenino, penso que valha a pena dar-lhe, antes uma vista de olhos.
De qualquer forma, quem saiba ler francês, aconselho mesmo muito a lê-lo nessa língua, porque a tradução perde muito. Em francês cada palavra é saboreada de maneira diferente.
Talvez o que mais surpreendeu a crítica da altura foi o facto do livro ter uma forte solidez narrativa pelo que acabou por ser considerado um "romance psicológico".
Interessante o facto de Sagan ser muito jovem quando escreveu este livro e as circunstâncias na qual foi escrito. De facto, em 1953 (aos 18 anos) a autora reprovou nos exames em Paris pelo que, durante as férias de Verão, escreveu este romance que publicou em 1954 e que foi um sucesso levando a que a sua geração fosse vista com outros olhos... uma geração desiludida, aborrecida e triste. E mesmo com 18 anos, Sagan equipara-se aos grandes nomes da literatura francesa..
Ao longo de todo o livro podemos ver a inspiração que tomou das obras de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir. As suas personagens passam pela solidão, tédio, aborrecimento e tristeza. Em vão o prazer é procurado para se descobrir que os prazeres da vida são bem curtos e que, talvez, o homem esteja apenas condenado ao sofrimento.
No entanto, é um livro que pode ser lido com leveza uma vez que a sua leitura é interessante e cativante, mas um bom entendedor percebe o que se encontra nas entrelinhas...
A personagem principal é Cecile, uma jovem adolescente francesa muito desinibida. A paixão envolve todas as personagens deste livro, Cecile e o seu pai um grande sedutor e rico parisiense. Quando o seu pai decide ir passar férias na Riviéra Francesa numa luxuosa mansão, não lhe conta que está prestes a introduzir na sua vida uma nova personagem: Anne! Cecile, uma menina mimada de 17 anos, decide que o seu pai não se pode casar com ela e põe em prática uma série de planos para os separar, planos esses que tomam um rumo inesperado...
O livro foi adaptado para o cinema em 1957 e devo confessar que foi uma boa adaptação, mas como o livro é tão pequenino, penso que valha a pena dar-lhe, antes uma vista de olhos.

