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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

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112ª Entrevista do FLAMES: PAUS (respostas por Quim Albergaria)


Foto por André Leal
PAUS

O lançamento do novo álbum de PAUS (Mitra) foi o pretexto para, mais uma vez, estarmos à conversa com estes talentosos músicos portugueses. 



Entrevistas anteriores no FLAMES:

- 56ª Entrevista: PAUS (banda portuguesa) - respostas por Hélio Morais - http://flamesmr.blogspot.pt/2014/07/56-entrevista-paus-banda-portuguesa.html

- 94º Entrevista do FLAMES: PAUS (banda portuguesa) - Respostas por Hélio Morais - http://flamesmr.blogspot.pt/2015/02/94-entrevista-do-flames-paus-banda.html

Aproveito para agradecer ao Quim Albergaria pela disponibilidade e simpatia.



Depois de ter ouvido o novo álbum, reparei que este se destaca um pouco dos outros. Por exemplo, apesar de a bateria siamesa continuar lá, parece que há um maior complemento com a voz e os outros instrumentos. Foi propositado ou foi uma coisa que aconteceu?
Foi um desafio que nos propusemos a nós próprios. O que acontecia nos álbuns anteriores e nos EP's era que as vozes surgiam normalmente mais no final para colmatar algumas fragilidades das canções. Já neste álbum queríamos uma coisa mais directa, que dissesse mais respeito ao grupo. Achámos que devia haver mais espaço para as vozes. O desafio que nos propomos foi o de tentar percebermos como é que os PAUS cantam. Nós próprios queríamos compreender isso porque ainda não o tínhamos percebido. Daí haver mais vozes neste álbum. 

Li noutra entrevista que a parte da composição da letra foi mais demorada e que por vezes houve músicas para as quais tinham mais do que uma versão. Porque é que este processo demorou mais?
[Risos] Foi exactamente por isso, porque nós não sabíamos como é que os PAUS cantavam. Normalmente uma banda mais convencional confia no vocalista para criar um vocabulário, uma abordagem.. no fundo uma paleta de cores e uma assinatura na forma melódica. Aqui somos os 4 a cantar e nunca tínhamos definido isso. Assim sendo, havia 4 vocabulários, 4 paletas, 4 abordagens que nós tínhamos de conjugar. Isso foi o que deu mais trabalho no disco, foi criar a identidade das vozes.

A seguir à nossa última entrevista vocês íam entrar numa tour pela Europa. Esta viagem influenciou este vosso novo disco?
Sim, claro que sim. A música que se vai fazendo é sempre o somatório das experiências que tu tens enquanto pessoa. Não faz sentido fazer-se arte se não for para a pessoa explorar o que ela é e o que vai vivendo. A arte acaba por ser a expressão das vivências. Então a minha resposta é: obviamente que sim. Todo aquele tempo que passamos juntos em aeroportos, salas de espera, soundcheck , foram momentos em que estávamos mais próximos e de repente no meio disto foram aparecendo expressões do que estávamos a fazer na altura. Os soundchecks já não precisavam de ser tão rigorosos o que nos deu espaço para fazermos outras músicas e outros improvisos. Deu-nos tempo e espaço para brincar uns com os outros.. e dessas descontracções foi surgindo o som que viria depois a chegar ao Mitra. 

Há alguma música deste novo álbum que seja a vossa preferida?
Hum... Não! Acho que cada um de nós terá a sua música favorita.. e por vezes até gosta de mais do que uma. Por isso acho que não é muito justo eu responder sozinho, se estivéssemos os 4 aqui cada um poderia dizer a sua. Ía ficar coxa a minha resposta... (risos).

Como é que decorreu o processo de gravação e, no final, ficaram satisfeitos com o resultado final do álbum? 
Ah sim, por várias razões. Eu pessoalmente estou muito orgulhoso com este disco. De todos, é o disco de que gosto mais. Quer dizer, haverá outras razões para gostar dos outros mais, algumas razões que eu nem conseguiria identificar... Mas como este é o último que fizemos, está "fresquinho e novo" e como estou cheia de vontade de o mostrar, é o que gosto mais de momento. 
O processo em algumas coisas foi muito parecido com os anteriores: montar, começar a gravar... mas desta vez com algumas ideias que tínhamos que ainda não tínhamos concretizado, algumas que surgiram durante outros soundchecks.. o mais trabalhoso foi mesmo a questão das vozes.. e mesmo isso foi fácil! Foi bom porque estamos a tocar cada vez mais juntos e já conseguimos antever e identificar as abordagens de cada um. Acho que este é um disco mais sólido e mais coeso por causa disso. Acho que o segredo deste novo disco também é o facto de conseguirmos dar espaço uns aos outros. 

O que é que normalmente as pessoas vos dizem quando vos vêm ao vivo e se apercebem da presença das baterias como elemento central do palco? 
O que é que as pessoas nos dizem? Aqui em Portugal já tocamos a algum tempo mas ainda há muitos sítios que temos de descobrir... ainda há muita gente que nunca ouviu falar de nós. Não quero estar a ser desconstructivo, mas acho que as nossas conversas com as pessoas não costumam passar muito por aí. Normalmente a presença das duas baterias não é o tema de conversa. A seguir aos concertos interessa-nos, numa forma mais global, virar-nos para as pessoas. Conhecer as pessoas perguntar "que fazes?", "quem és?", "de onde vens?". Não é muito do nosso estilo dissecar o que é que fizemos ou vamos fazer em palco.  

O improviso costuma fazer parte dos vossos concertos....
Não, não muito...

Não? 
Não, não muito. O improviso em si ali no palco não. Por vezes pode acontecer nas transições entre músicas. Não somos muito dados a improvisos no palco. Claro que já aconteceu.. mas muitas vezes sabes porquê? Para mascarar algum problema técnico ou algum imprevisto. Aí sim, aí tem de ser. Mas fazer propositadamente do tipo: "Vá, bora, vamos lá.." isso não acontece. 

Vocês criaram um estúdio próprio, o HAUS. Para além do óbvio que é a gravação dos vossos próprios trabalho, que outras coisas gostariam que ocorressem lá? 
O HAUS não é um estúdio dos PAUS, é "com" os PAUS. Também tem outras bandas. Serve para uma comunidade muito maior de músicos. Os Linda Martini já cá gravaram, os "You can't win Charlie Brown" também vão gravar aqui. Alias, eles têm uma sala de ensaios aqui connosco e os Linda Martini também têm uma sala deles. Temos também uma sala de ensaios aberta. Ou seja, é um estúdio aberto a outros músicos, não é só dos Paus, e nem nos interessava que fosse só para nós. E temos outras coisas, temos uma agência de concertos onde o Hélio, quando não está a tocar, marca concertos para os "Capitão Fausto" e para mais uma data de bandas. Eu também ando a tentar criar umas pontes entre músicos, música e marcas...ando a tentar que o pessoal se dê todo bem e se façam coisas juntas (risos). Por isso HAUS é muito mais do que o estúdio dos PAUS. No fundo é o que os Paus fazem quando não estão a fazer música, ou seja, ajudam outros a fazer música. É esse o nosso objectivo com o estúdio. 

E o facto de estarem tantos bons artistas todos juntos num mesmo local já vos permitiu fazer coisas em conjunto e criar colaborações entre vocês que não tinham sido pensadas? 
Colaborações ainda não. Mas imensa partilha de opinião.. o facto de estarmos todos a partilhar o mesmo espaço torna-nos mais próximos. Houve uma vez, numa altura de maior hesitação, em que deu para perguntar "o que é que achas disto?". Ainda há pouco tempo tivemos Linda Martini que estava a fazer as pré-produção do novo disco que está para sair, e houve uma troca de ideias "isto está muito fixe" ou "isto não está tão bem". Estás a ver? É este espírito de comunidade.. de perguntar "Ora diz-me lá o que achas disto" ou "podes-me dar uma opinião sobre isto?". É muito fixe e depois cria uma dinâmica interessante. Não é uma competição.. até parece que se cria ali uma espécie de "vírus fixe". Imagina, um pensa "Olha, aquele está ali com um beat fixe" ou "epá, aquele está a escrever uma letra fixe, vou rasgar esta e começar tudo de novo". Tudo isto inspira-nos. É muito fixe.

Foto por André Leal


Não percam a digressão de PAUS pois estes rapazes valem mesmo a pena!  


domingo, 31 de janeiro de 2016

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Novidades no panorama Musical :)


Deolinda
Novo álbum "Outras Histórias" é editado a 19 de fevereiro

Chama-se "Outras Histórias" o novo trabalho dos Deolinda. Trata-se do 4.º álbum de estúdio da banda, sucessor de "Mundo Pequenino" (2013), e tem edição prevista para 19 de fevereiro. O primeiro single dele retirado, "Corzinha de Verão" chegou às rádios dia 20 de janeiro, dia em que é editado em todas as plataformas digitais. 
"Mundo Pequenino" rendeu à banda mais um disco de platina, mais um Globo de Ouro, um Prémio José Afonso, bem como mais algumas voltas ao Mundo, confirmando assim a importância do trabalho dos Deolinda para a música portuguesa. 

O seu novo trabalho, "Outras Histórias", registado em co-produção com João Bessa, traça alguns caminhos que ainda não haviam sido explorados no repertório e estilo da banda.

Para provar que "Outras Histórias" está mesmo repleto de outras histórias, a banda desafiou um leque surpreendente de convidados a enriquecer o repertório, com evidente destaque para a participação de Manel Cruz (Ornatos Violeta), que aparece em dueto com Ana Bacalhau, no tema "Desavindos" e deRiot (Buraka Som Sistema), numa inesperada colaboração em "A Velha e o DJ". A Orquestra Sinfonietta de Lisboa, conduzida pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo, com os arranjos para cordas escritos por Filipe Melo, é outra das presenças no disco.

O tempo é um conceito subjectivo. Aos Deolinda estes últimos três anos passaram a correr, mergulhados nos muitos concertos e projectos que tiveram. Para os fãs, três anos já foi tempo demais.

GIL DO CARMO
ANUNCIA "A UMA VOZ", O NOVO DISCO

"O Teu Cheiro a Café Torrado", o primeiro single de apresentação, acaba de estrear. Pré venda no iTunes já está disponível.


É já a 12 de Fevereiro que Gil do Carmo apresenta o seu novo trabalho: "A Uma Voz" é composto por 12 canções e conta com "O Teu Cheiro a Café Torrado" como cartão-de-visita. A canção fica imediatamente disponível para quem encomendar o disco no iTunes.

Inteiramente escrito por si, este é o quarto trabalho da carreira do cantor, ao lado de músicos que o ajudaram a encontrar um espaço próprio, como Yami, António Serrano, João Frade ou José Manuel Neto.

O brasileiro Ivan Lins descreve o álbum como o mais autêntico de todos os seus lançamentos, por ser "um disco totalmente acústico, utilizando instrumentos ligados à musica popular portuguesa, como violas acústicas, guitarra portuguesa, acordeão, e instrumentos de percussão. O que mais chama a atenção, após tão belas sonoridades e arranjos, é a forma como Gil e seu co-produtor e co-arranjador, o angolano Yami, construíram uma atmosfera sonora, que namora inúmeras tendências dos ritmos que se mesclaram através dos anos dentro do universo da musica portuguesa. O resultado, a serviço de composições simples e belos textos, só prova o amadurecimento de Gil como compositor e ideólogo de seus projetos".

Nascido numa família para quem a música foi raiz e, mais do que uma profissão, um modo de ser, Gil do Carmo tirou o que mais podia das suas experiências e aprendizagens. Aos 19 anos mudou-se para os Estados Unidos e estudou em duas importantes escolas de música em Los Angeles e Boston. Em 1995 regressa a Lisboa e, a partir daí, os seus talentos de compositor, letrista e cantor levam-no a editar “Mil Histórias”, “Nus Teus Olhos” e, em 2008, “Sisal”, um álbum que conta com o apoio de nomes como Bernardo Sassetti, Sara Tavares, Rão Kyao ou a Sinfonietta de Lisboa. Foi também proprietário do Speakeasy em grande parte deste período.

Oito anos depois, Gil do Carmo volta a focar-se na música a cem por cento, com um disco que é quase como uma impressão digital do seu autor. "A Uma Voz" tem as janelas abertas, uma vista desafogada sobre Lisboa e um claro olhar posto no mundo.


Oficial
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Banda sonora de "Alvin e os Esquilos: A Grande Aventura" nas lojas a 29 de janeiro

Filme chega às salas de cinema portuguesas a 4 de fevereiro


Alvin e os Esquilos estão de volta ao grande ecrã e com isso chega às lojas uma nova banda sonora, onde estas divertidas personagens dão uma nova vida a grandes sucessos como "Uptown Funk", "Turn Down for What", entre outros. A banda sonora chega às lojas já a 29 de janeiro, pouco antes do filme "Alvin e os Esquilos: A Grande Aventura" se estrear nos cinemas portugueses, a 4 de fevereiro.

Esta banda sonora conta ainda com a participação muito especial do músico, dançarino e DJ Redfoo, também conhecido como membro da dupla LMFAO, que se junta a Alvin e os Esquilos na canção "Juicy Wiggle (Munk Remix)". Além deRedfoo, este disco inclui ainda canções como "South Side", originalmente do multiplatinado artista Thomas Rhett, o grande êxito que é "Geronimo", pelosSheppard, e ainda "Oh My Love", do grupo The Score.

Este "Alvin e os Esquilos: A Grande Aventura" foi realizado por Walt Becker. Através de uma série de mal-entendidos, Alvin, Simon e Theodore acreditam que Dave vai para Miami pedir a sua namorada em casamento...e livrar-se deles. Eles têm três dias para impedi-lo, ficando a salvo não só de perder o Dave, mas também de ganhar um terrível meio-irmão.

Nomeados para os Grammys em nova compilação

Chegou às lojas a coletânea "2016 Grammy Nominees", que junta num só disco os principais nomeados aos prémios Grammy deste ano, que serão entregues a 15 de fevereiro, numa cerimónia a ter lugar no Staples Center, em Los Angeles. 

A coletânea conta com a presença de 21 artistas, desde as grandes estrelas pop do momento até aos nomes mais emergentes. No alinhamento podemos assim encontrar canções dos nomeados ao prémio de Álbum do Ano, nomeadamente os Alabama Shakes, Kendrick Lamar, Chris Stapleton, Taylor Swift e The Weeknd, bem como os músicos que concorrem à distinção de Artista Revelação, mais precisamente Courtney Barnett, James Bay, Sam Hunt, Tori Kelly e Meghan Trainor, entre outros. 

Parte das receitas deste álbum revertem para a Grammy Foundation e a MusiCares Foundation, duas organizações de beneficência ligadas à Recording Academy.

2016 Grammy Nominees

1. MARK RONSON - "Uptown Funk" Feat. Bruno Mars
2. TAYLOR SWIFT - "Blank Space"
3. THE WEEKND - "Can’t Feel My Face"
4. ED SHEERAN - "Thinking Out Loud"
5. MAROON 5 - "Sugar"
6. FLORENCE + THE MACHINE - "Ship To Wreck"
7. ALABAMA SHAKES - "Don’t Wanna Fight"
8. D’ANGELO AND THE VANGUARD - "Really Love"
9. KENDRICK LAMAR - "Alright"
10. CHRIS STAPLETON - "Traveller"
11. LITTLE BIG TOWN -"Girl Crush"
12. WIZ KHALIFA - "See You Again" Feat. Charlie Puth 
13. MEGHAN TRAINOR - "Lips Are Movin"
14. TORI KELLY -"Should’ve Been Us"
15. SAM HUNT - "Take Your Time"
16. JAMES BAY - "Hold Back The River"
17. COURTNEY BARNETT - "Pedestrian At Best"
18. CARRIE UNDERWOOD - "Little Toy Guns"
19. CAM - "Burning House"
20. LEE ANN WOMACK - "Chances Are"
21. KEITH URBAN - "John Cougar, John Deere, John 3:16"
PAUS
'Mitra' está disponível em pré-venda

Já se encontra disponível em pré-venda o novo disco dos Paus, "Mitra", previsto editar a 12 de Fevereiro.

Encomendando o disco no iTunes, os fãs encontram-no por um valor mais em conta do que estará depois de editado e recebem ainda imediatamente os temas "Pela Boca", o primeiro single de avanço do álbum, e "Mo People". Quem optar pela versão física pode encomendar o disco no site da Fnac, aqui, também com desconto de pré-venda. 

"Mitra", o novo álbum dos Paus, foi gravado na residência e estúdio da banda, o HAUS. A banda tem a apresentação do disco ao vivo marcada para o dia do lançamento do disco no Cinema S. Jorge, em Lisboa. A primeira parte deste e de todos os espetáculos em Portugal fica a cargo de Cachupa Psicadélica.

A digressão de "Mitra" começa em Lisboa e segue por vários pontos do país.Coimbra (Teatro Gil Vicente), Guimarães (Centro Cultural Vila Flor), Castelo-Branco (Cine-Teatro Avenida), Ilhavo (Centro Cultural), Faro (Teatro Municipal das Figuras) e Ovar (Escola de Artes e Oficios) são as primeiras cidades a receberem o mais recente trabalho do grupo português.
Todas as noites ficam completas com after parties em locais a anunciar em que são os próprios PAUS os DJs de uma noite de comunhão e festa agendadas para o início do próximo ano.

O tema "Pela Boca", foi o primeiro single de avanço do novo álbum. O vídeo, realizado por João Pedro Moreira (Buraka Som Sistema, Regula, Ana Moura,entre outros), conta com a colaboração na captação de André Leal. O vídeo foi filmado no Musicbox, em Lisboa, no passado dia 24 de Outubro.



SNARKY PUPPY

"Family Dinner – Volume Two" chega às lojas a 12 de Fevereiro.

Referenciados como um dos nomes em destaque na produção jazz dos últimos anos, os Snarky Puppy lançam "Family Dinner – Volume Two", um disco gravado em Nova Orleães e que nasceu da “vontade de trabalhar com vocalistas e compositores que admiramos”, como explica Michael League.

O resultado é um conjunto de oito faixas com a participação de David Crosby, Becca Stevens, Susana Baca, Charlie Hunter, Salif Keita, Laura Mvula e Jacob Collier, entre muitos outros. O trailer do projecto pode ser visto em baixo.


O conceito começou como uma série de concertos em Nova Iorque e evoluiu depois para um disco, "Family Dinner – Volume One", que venceu um Grammy em 2014. Depois, em 2015, a banda editou "Sylva", com a participação da Metropole Orkest. Os Snarky Puppy têm colhido elogios dos críticos e leitores das aclamadas revistas de jazz Downbeat e Jazz Times, que os premiaram como "Melhor Grupo de Jazz" e "Melhor Novo Projecto" respectivamente.

Como o DVD que vai acompanhar o disco é uma das formas mais interessantes de descobrir este trabalho, a banda está agora a exibi-lo em cinemas europeus, em sessões especiais, que contam com a presença do próprio líder dos Snarky Puppy.

ANA MOURA
Anuncia concertos extra da tour Moura

Após esgotar o segundo concerto em Faro, Ana Moura anuncia o terceiro espetáculo no Teatro das Figuras, dia 4 de Abril. O Coliseu do Porto vai também receber a artista por duas noites: com os bilhetes quase esgotados para o concerto de 16 de Abril, é hoje anunciada uma segunda data, a 15 de Abril. Ana Moura passa ainda pelo Pavilhão Multiusos de Guimarães no dia 12 de Março, a Arena de Évora a 1 de Abril, que também se encontra quase esgotada, e a MEO Arena, em Lisboa, no dia 9 de Abril, que está prestes a preencher metade da sua lotação.

Neste primeiro semestre de 2016 a digressão mundial de "Moura" percorre a Europa e a América do Norte. O primeiro espectáculo além-fronteiras decorre em Paris, no Olympia, e encontra-se quase esgotado. Ana Moura segue depois para dois concertos no Luxemburgo, o primeiro dos quais já esgotado. Passa ainda pela Alemanha, Suíça, Áustria, Roménia e Estados Unidos, tendo concertos marcados em cidades como Boston e Nova Iorque, onde actua no Carnegie Hall. 

Recorde-se que "Desfado", o álbum anterior de Ana Moura, atingiu a quíntupla platina, tornando-se no álbum mais vendido desta década, em Portugal. O mais recente álbum de originais "Moura" foi lançado a 27 de Novembro de 2015 e chegou à platina em apenas duas semanas, mantendo-se nos lugares cimeiros do top nacional de vendas desde então. 

19 FEV > Paris, Olympia FRA
20 FEV > Luxemburgo, Casino 2000 LUX
21 FEV > Luxemburgo, Casino 2000 LUX
27 FEV > Bucareste, Sala Palatului ROM
28 FEV > Cluj-Napoca, Sala Polivalenta ROM
02 ABR > Faro, Teatro das Figuras ESGOTADO
03 ABR > Faro, Teatro das Figuras ESGOTADO
15 ABR > Porto, Coliseu
16 ABR > Porto, Coliseu

MASSIVE ATTACK

Lançam aplicação "Fantom"
Disponível na App Store do iTunes gratuitamente

"Fantom" é um reprodutor sensorial de música através do qual é possível remisturar e reconstruir novas canções dos Massive Attack, usando uma série de variáveis ambientais incluindo localização, movimento, hora do dia, batimento cardíaco e o movimento da câmara do dispositivo móvel.
Além de permitir uma experiência sonora que está em constante evolução,"Fantom" também permite aos seus utilizadores criar e gravar pequenos trechos audiovisuais que podem depois ser guardados e partilhados através das redes sociais, SMS e canais peer-to-peer.
"Fantom" já está disponível gratuitamente na App Store do iTunes, aqui.
Para mais informações sobre “Fantom” consulte o site.

Massive Attack Online:

Banda sonora de 'Zootrópolis' com canção de Shakira
Disco é editado digitalmente a 12 de fevereiro e em formato físico a 4 de março

"Zootrópolis" é o mais recente filme dos estúdios Walt Disney e conta com a presença de Shakira, não só na voz da personagem Gazelle, mas também como intérprete da principal canção da banda sonora, "Try Everything", single composto em parceria com a célebre Sia e a dupla de produtores Stargate. A banda sonora conta ainda com música original do compositor Michael Giacchino, interpretada por uma orquestra de 80 elementos que foi dirigida pelo maestro Tim Simonec. A banda sonora chega às lojas digitais a 12 de fevereiro e em CD a 4 de março.

Distinguido com um Óscar pela banda sonora do filme "Up – Altamente", Michael Giacchino colabora agora pela primeira vez com os estúdios de animação Walt Disney para esta grande aventura que é "Zootrópolis", que chegará às salas de cinema portuguesas a 25 de fevereiro. 

De acordo com o próprio compositor, a banda sonora é, a nível instrumental, muito heterogénea. "Existem toques de world music espalhados um pouco por todo o lado. Mas, na sua essência, a música segue sempre a viagem emocional de Hopps e Nick."

Nos últimos anos Giacchino tem trabalhado em vários filmes dos estúdios Pixar, como "Divertida-Mente", "The Incredibles – Os Super Heróis" ou"Ratatui". Compôs ainda música para os filmes "Mundo Jurássico", "Missão Impossível: Operação Fantasma" ou "Planeta dos Macacos: A Revolta". Além de ter vencido o Óscar de melhor a banda sonora com"Up – Altamente", foi ainda distinguido com um Globo de Ouro, dois prémiosGrammy, um BAFTA e o Broadcast Film Critics’ Choice Award.

"Zootrópolis" estreia-se em Portugal a 25 de fevereiro e centra-se na cidade com o mesmo nome, onde todos os animais vivem juntos em harmonia e podem ser o que quiserem. No entanto, quando a novata tenente coelha Juddy Hopps chega à cidade descobre que ser a primeira coelha a fazer parte da polícia num mundo de animais grandes e duros não é tarefa fácil. Determinada a provar o que vale, agarra a oportunidade de resolver um caso muito misterioso, mesmo que para isso se tenha de aliar a Nick Wilde, uma raposa matreira. O filme é realizado por Byron Howard ("Entrelaçados", "Bolt") e Rich Moore ("Força Ralph") e corealizado por Jared Bush ("Penn Zero: Part-Time Hero").



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

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94º Entrevista do FLAMES: PAUS (banda portuguesa) - Respostas por Hélio


PAUS


Em Julho de 2014 o FLAMES publicou uma entrevista feita aos PAUS (podem ver aqui ‐ http://flamesmr.blogspot.pt/2014/07/56‐entrevista‐paus‐banda‐portuguesa.html). O sucesso da banda desde então tem vindo a aumentar, e a 14 de Fevereiro arranca a tour europeia dos PAUS durante os meses de Fevereiro e Março... motivo mais que suficiente para voltarmos a conversar com eles! Marquem na agenda então: Lux (Lisboa) a 14 de Fevereiro.

Vocês já correram vários países, chegámos a falar sobre isto na nossa última entrevista. Que países fazem parte desta vossa mais recente tour? 
Esta tour começa em Portugal e passa por Espanha, França, Bélgica, Reino Unido, Luxemburgo, Holanda e Itália.
Vocês nunca quiseram cingir a vossa música apenas ao panorama nacional, mas estavam à espera de uma aceitação tão grande lá fora?
A aceitação ainda está a acontecer. Leva tempo a construir uma carreira lá fora; começas praticamente do zero. Neste momento já conseguimos passar por uma série de festivais que são importantes para o nosso target e isso vai-nos ajudando na construção dessa carreira. 

Que diferenças têm encontrado entre o vosso público lá fora e os portugueses? 
O público de fora parte para os nossos concertos sem qualquer tipo de expectativa, ou preconceito – positivo, ou negativo. Isso faz com que estejamos constantemente a ser confrontados com opiniões muito honestas e de reacção imediata, baseada, somente, no que sentiram no concerto. Cá, para o bem e para o mal, já há uma franja grande de pessoas que nos conhece. 

Que país não faz parte desta vossa tour mas que quererão ir tocar? 
Queremos muito começar a tocar frequentemente na Alemanha. 

E para Portugal? Têm coisas agendadas? 
Temos já algumas coisas agendadas, que serão anunciadas a seu tempo. Agora, a prioridade é esta tour.

Nesta tour vão-se centrar no vosso último disco? O que pode esperar o público da vossa prestação? 
Vamos iniciar a morte deste disco. Já o rodámos, em 2014, pela Europa e pela América, por isso, esta tour será o início do seu fim. Depois da tour começamos a escrever o próximo. O público pode esperar 4 músicos que já rodaram muito bem estas músicas e que, como tal, vão apresentar um set coeso.

sábado, 5 de julho de 2014

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56ª Entrevista: PAUS (banda portuguesa) - respostas por Hélio Morais



PAUS

O grupo PAUS já é bem conhecido no panorama nacional. Criados em 2009, cedo deram nas vistas com o seu estilo musical único. Quando se juntam músicos de qualidade é o que acontece! De facto, os membros da banda já tocaram ou fazem parte de outros grupos/projectos musicais. PAUS estão presentes na maioria dos festivais (dentro e fora do país) e o FUSING não é exceção. Podes, de facto, encontra-los este ano neste fantástico festival na Figueira da Foz onde, de certo, darão um espetáculo inesquecível. Vamos saber mais sobre eles então. 

Nome dos membros da banda:
Joaquim Albergaria,
Hélio Morais,
Makoto Yagyu e
Fábio Jevelim

A todas as bandas/músicos, o FLAMES pergunta...

A pergunta de sempre… como se conheceram e como decidiram começar esta banda?
Conhecemo-nos desde há muitos anos, de outras bandas, de gravarmos juntos, etc. Decidimos fazer esta banda, porque queríamos fazer coisas juntos. 

Porquê este nome para a vossa banda? 
Gostámos da sonoridade e do facto de poder ser dito em qualquer língua, perdendo o significado depois de algumas repetições. 

Músicos/Bandas favoritas que vos inspirem:
A cena musical portuguesa e o dia-a-dia.

Local onde mais gostariam de tocar: 
Não somos esquisitos. Gostamos de tocar em todos os palcos onde formos benvindos. 

Lembram-se do vosso primeiro ensaio? Onde foi? 
Sim. Foi assistido e foi uma merda. Deixámos a ideia de parte uns meses. Depois resolvemos tentar de novo. 

Quem compõe as músicas? 
Os PAUS.

Que cartaz/mensagem gostariam de ver a ser erguida no meio do público? 
Tenho calos nos pés e a t-shirt e as cuecas suadas.

Lembram-se de alguma situação caricata que tenha ocorrido num dos vossos concertos? 
Um stage manager, no SXSW, a correr na nossa direcção para parar o concerto e a ser placado pelo nosso manager, mesmo à beirinha.

Aos PAUS o FLAMES pergunta...

Vocês já foram, ou ainda fazem parte, de outras bandas ou projectos musicais, alguns dos quais bastante distintos do que fazem quando PAUS. Mesmo assim, sentem que esses outros projetos influenciam o vosso trabalho nesta banda? 
Tudo o que absorves, seja na música ou fora dela, te influência na obra que vais deixando. Como tal, também as outras bandas de que fizemos, ou fazemos, parte nos influenciaram. 

De certo que os PAUS são das bandas que mais presença em festivais tem. O que podem esperar os vossos fãs da vossa presença no festival FUSING de diferente em comparação com as vossas outras participações? 
Para começar, temos um disco novo, com 10 músicas novas. O primeiro a ser gravado com o Fábio. Depois, temos tocado bastante e isso faz com que estejamos muito bem entrosados em palco. Há uma dinâmica muito boa na banda. 

Para a gravação do vídeo “Cume” do álbum “Clarão” vocês pediram a participação dos vossos fãs. Como surgiu a ideia e como foi o feedback deles? Foi o esperado? Algo vos surpreendeu? 
A ideia partiu do colectivo SUPERGROUP (Junção de dois outros colectivos: CHERYL e Volkov Commanders). Tivemos uma discussão de ideias para o vídeo, que será o culminar de uma residência que eles fizeram na Galeria Zé dos Bois e a adesão foi acima dos mínimos olímpicos que havíamos estipulado. Correu muito bem e foi bastante positivo trabalhar com gente tão talentosa e trabalhadora. 

O vosso álbum “Clarão” saiu também num vinil muito especial: uma edição limitada em verde Kelly transparente. Sabemos que os músicos tendem a ter uma relação muito especial com os vinis. Como foi quando viram o vosso vinil ao vivo? 
Quando os dois únicos membros de PAUS que já viram o disco, o viram, ficaram muito contentes. O verde é mesmo bonito e gostamos sempre de ver o artwork em grande. 

Vocês já tocaram lá fora: quer em Espanha quer no México, Luxemburgo, Holanda ou mesmo Estados Unidos. Alguma vez vos passou pela cabeça que isto fosse possível? 
Aos poucos a ideia foi ganhando forma. Depois, também aos poucos, a pontualidade começou a tornar-se bastante frequente. Neste momento, a grande maioria dos nossos concertos, acontece fora de Portugal. Desde que assinámos pela El Segell del Primavera, a editora/management/booking do Primavera Sound de Barcelona. 

Onde vos poderemos encontrar nos próximos tempos? 
Que possamos anunciar, são os que deixaremos abaixo, mas há mais 4 em Agosto.
05 Julho – Vida Festival @ Vila Nova I La Geltrú – ESPANHA
12 Julho – Optimus Alive @ Algés – PORTUGAL
19 Julho – Jardins Efémeros @ Viseu – PORTUGAL
27 Julho – Low Festival @ Benidorm – ESPANHA
01 Agosto – Micro Festival @ Liège – BÉLGICA
15 Agosto – Jabberwocky @ Londres – REINO UNIDO
16 Agosto – Fusing @ Figueira da Foz - PORTUGAL

Muito obrigada pelo vosso tempo, 

Obrigado nós! Bjs, Hélio

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