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sábado, 15 de fevereiro de 2020
sábado, 2 de março de 2019
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Cá está a minha opinião do novo livro de Afonso Cruz.
Livro: Principio de karenina [Afonso Cruz]
Cá está a minha opinião do novo livro de Afonso Cruz.
Espero que gostem...
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
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Título: Nem Todas as Baleias Voam
Autor: Afonso Cruz
Editor: Companhia das Letras
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896651275
Livro: Nem todas as baleias voam (Afonso Cruz)
Título: Nem Todas as Baleias Voam
Autor: Afonso Cruz
Editor: Companhia das Letras
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789896651275
SINOPSE
Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, para cativar a juventude de Leste para a causa americana. É neste pano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista exímio, apaixonado, capaz de visualizar sons e de pintar retratos nas teclas do piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que encontrará dentro de uma caixa de sapatos um caminho para recuperar a alegria.
Opinião
(Roberta Frontini)
Apesar de Afonso Cruz ser um dos meus escritores favoritos, tenho muita dificuldade em falar nos livros dele! É incrível a forma como ele me toca e me deixa completamente sem palavras. É por isso mesmo, por tudo aquilo que ele me faz sentir enquanto o leio, que sempre que sai uma obra nova dele, eu não consigo ficar indiferente. Tenho logo a ideia fixa que tenho de ter aquela obra, e tenho de a devorar. Não importa o formato, não importa o público alvo. Vou sempre ler Afonso Cruz.
Quando leio outros autores é mais fácil recomendar as obras referindo-me ao que mais gostei, mas com Afonso Cruz eu simplesmente não sou capaz. Portanto, cá estou eu mais uma vez a falar numa obra dele, sabendo que o que quer que eu diga não conseguirei fazer jus à obra!
Neste livro Afonso Cruz escreve alguma das passagens, frases e parágrafos mais bonitos na história da literatura. Há passagens deste livro que vou levar comigo para sempre. Vamos ainda encontrar vários personagens (alguns dos quais já habitam outros livros do autor - e este é um dos aspectos mais interessantes das suas obras). Mas há uma "personagem" que me é muito querida em toda a obra: a música. A música tem aqui um papel fundamental. Uma das coisas que mais gosto no autor é também o facto de ele dar tanta importância à arte. A literatura a música, a poesia, todas elas têm sempre realce. Mas não foi só a música que me despertou interesse. Afonso Cruz, em todas as suas obras, tem sempre algum coisa mais pessoal com a qual acabo por me identificar. Acho que essa é a razão que me faz sempre procurar o que ele escreve, o facto de me conseguir sempre identificar com algo. Aqui, uma das personagens tem sinestesia. Eu descobri há uns anos que também tenho. É uma cosia que tenho desde miúda mas que não sabia que tinha uma nomenclatura até ter visto um vídeo de uma booktuber Holandesa que "sofre" do mesmo. Uso a palavra sofre entre aspas porque, na verdade, e contrariamente ao que podem pensar, isto não é uma doença mas apenas um fenómeno neurológico. Caso tenham ficados curiosos sobre o que é sinestesia, podem saber mais aqui.
Mas não precisam de gostar de música ou ter sinestesia para adorarem este livro. Basta gostarem de uma boa história, extraordinariamente bem escrita... basta gostarem de boa literatura e gostaram de qualquer livro de Afonso Cruz.
Termino mais um post de um dos livros mais maravilhosos que li nos últimos tempos, sem dizer absolutamente nada de jeito (como já era de esperar). Fica então aqui a dica: Leiam!
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
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Editor: Editorial Teorema
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789724751139
Livro: Uma dor tão desigual
Edição ou reimpressão: 2016
ISBN: 9789724751139
SINOPSE
«Este livro resulta de um desafio feito a oito autores portugueses para que explorassem as fronteiras múltiplas e ténues que definem a saúde psicológica e o que dela nos afasta. Em estilos muito diferentes, um leque extraordinário de escritores brinda-nos com textos que mostram como qualquer um de nós pode viver momentos difíceis e precisar de ajuda.
Estas são histórias de perda, solidão, fraqueza e delírio, mas também de esperança e humanidade. São relatos de gente que podíamos conhecer e talvez conheçamos, histórias íntimas e ricas de homens e mulheres como nós.
A área da saúde psicológica está ainda sujeita a muitos preconceitos, que dificultam a procura de ajuda profissional e estigmatizam quem sofre. Pretende-se com este livro combater esses preconceitos, despertar consciências e ajudar a encontrar uma saída.»
OPINIÃO
(Roberta Frontini)
Este livro chamou-me à atenção por vários motivos:
1) pela temática que aborda;
2) por ter o "selo" da Ordem dos Psicólogos Portugueses (e para quem não sabe, tanto eu como a Mariana somos psicólogas);
3) pelos autores que escreveram os contos (este livro contem pelo menos 3 autores que eu admiro imenso: Afonso Cruz, Joel Neto e Richard Zimler);
4) por serem contos.. e eu adoro contos.
Inicialmente a minha ideia era ler os contos e fazer uma análise de cada um tendo em conta as patologias que apresentavam.. mas assim que li o primeiro conto percebi que isso não ía ser possível... algumas patologias não são bem delineadas e isso é das coisas mais interessantes do livro porque, na vida real, as coisas são de facto assim. Outras vezes nem se pode falar numa patologia no sentido de se enquadrar numa nomenclatura específica. É apenas a história de vida de uma pessoa...
Vejamos alguns dos contos com mais algum detalhe:
Afonso Cruz
Afonso Cruz apresenta, através de uma história muito bem escrita, um acumulador compulsivo, mas da-lhe um novo olhar. Usa palavras diferentes que raramente são usadas e foca-se num museu de objectos inúteis. Quem toma conta do museu é um senhor que os recolhe e que inventa uma história para cada objecto. Um conto ao estilo de Afonso Cruz onde, quem sabe, o leitor mais experiente encontrará personagens (ou histórias) presentes noutros livros dele...
Dulce Maria Cardoso
O conto parece estar dividido em duas partes que se interligam.. mas essa interligação é um pouco deixada ao leitor e não foi de todo clara. Fala sobre um homem que inventa o seu passado. Está muito bem escrito, mas faltou-me qualquer coisa... talvez o resto devesse ser deixado à imaginação do leitor...
Gonçalo M. Tavares
Gostei imenso deste conto. É um relato totalmente desigual e insano sobre os pensamentos de um esquizofrénico. Apesar de "louco", lê-se muito bem e é interessante. E parece, de facto, tratar-se de um discurso que frequentemente é ouvido por parte de uma pessoa que sofre desta patologia.
Joel Neto
Só o Joel Neto consegue pegar numa história real e conta-la desta forma agradável. Neste conto, inicialmente sente-se alguma crítica por parte do autor relativamente ao excesso de diagnóstico que existe, no entanto, terminei o conto a achar que o Joel Neto nos quis demonstrar que cada um de nós tem algo.. que afinal a loucura está um pouco dentro de cada um. Achei o conto muito bonito, a escrita muito boa e uma linda homenagem. Bem escrito, fácil de se ler... como Joel Neto já nos habituou.
Maria Teresa Horta
Gostei imenso da ideia deste conto, mas a certa altura torna-se confuso e um pouco cansativo. Trata-se da história de uma mulher que confunde realidade com ficção (o próprio leitor começa a confundir). É a história da sua gravidez e do pós-parto. Repito: a ideia é fabulosa, mas a escrita é cansativa...
Nuno Camarneiro
Foi a primeira vez que li algo do Nuno, e posso dizer que o autor me conquistou completamente. A escrita é simples e fluída (e depois fala no Etna, por isso já tem muitos pontos para me conquistar :p ). Trata da história de um homem que é deixado pela mulher e que tem de aprender a se re-organizar (nomeadamente na relação com a filha). Uma escrita mesmo cativante e interessante.
Patrícia Reis
Foi a primeira vez que li algo desta autora. Adorei a história mas o que mais gostei foi a escrita. A história, na verdade, é banal (mulher que é deixada pelo marido e que começa a ir a um psicólogo). Vamos acompanhando esta senhora ao longo de 4 consultas. O discurso é que é muito real e é um discurso muito típico destas pessoas. Está muito bem pensado. Gostei bastante.
Richard Zimler
Foi o meu conto preferido mas que beneficiou pelo facto de ser mais comprido. A história é interessante e o autor consegue abordar vários assuntos diferentes. A ligação com as questões da saúde mental pode não ser tão evidente como nos outros casos, mas este é um dos pontos fortes do conto. Gostei bastante!
No final, o saldo é mais do que positivo. É um livro que vale mesmo a pena e que de certeza irei reler.
domingo, 1 de janeiro de 2017
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Mário Cláudio
Vídeo: Encontros de autores em 2016
Fiquem com um cheirinho do que foi ouvir e ver estes autores em 2016
Link - https://www.youtube.com/watch?v=3Bj9OZzuhWE
Link - https://www.youtube.com/watch?v=3Bj9OZzuhWE
Mário Cláudio
Paulo Kellerman
Fernando José Rodrigues
João Paulo Silva (que por lapso no vídeo aparece como Fernando também)
Luís Mourão
Fausta Cardoso Pereira
Andreia Monteiro
Elsa Margarida Rodrigues
Paulo Assim
Paulo Moreiras
Fernanda Botelho
João de Melo
Tânia Bailão Lopes
Afonso Cruz
Walter Hugo Mãe
Joel Neto
Ella Berthoud
Susan, Elderkin
Carlos Ruiz Zafón
FELIZ 2017
segunda-feira, 11 de abril de 2016
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Título: Vamos Comprar um Poeta
Autor: Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2016
Páginas: 101
Editor: Editorial Caminho
ISBN: 9789722127998
Livro: Vamos comprar um poeta
Título: Vamos Comprar um Poeta
Autor: Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2016
Páginas: 101
Editor: Editorial Caminho
ISBN: 9789722127998
Sinopse
Numa sociedade imaginada, o materialismo controla todos os aspetos das vidas dos seus habitantes. Todas as pessoas têm números em vez de nomes, todos os alimentos são medidos com total exatidão e até os afetos são contabilizados ao grama. E, nesta sociedade, as famílias têm artistas em vez de animais de estimação. A protagonista desta história escolheu ter um poeta e um poeta não sai caro nem suja muito - como acontece com os pintores ou os escultores - mas pode transformar muita coisa. A vida desta menina nunca mais será igual…
Uma história sobre a importância da Poesia, da Criatividade e da Cultura nas nossas vidas, celebrando a beleza das ideias e das ações desinteressadas.
Chega amanhã às livrarias mais um livro de um dos meus autores favoritos da vida: Afonso Cruz. Quando o livro chegou cá a casa, obviamente que tive de o ler imediatamente. Depois sentei-me aqui, à frente do computador, cheia de boas intenções, para vos falar de um dos melhores livros que li este ano. Os dias foram passando, e eu sem saber o que escrever. Isto porque Afonso Cruz me deixa sempre assim, sem palavras. Sem saber o que vos dizer. Apenas com uma enorme vontade de gritar ao mundo "LEIAM ESTE LIVRO!!!!"
Se me pedissem para o definir numa frase eu diria "É um livro do Afonso Cruz" e quem já leu os livros dele saberia perfeitamente o que quero dizer. Este é um livro que só podia ter sido pensado e escrito por ele.
Passa-se num mundo e numa sociedade não muito diferentes dos nossos em que as pessoas têm números em vez de nomes. Tudo é redutível a números e as pessoas conseguem contabilizar sentimentos, emoções.. enfim... tudo, com uma precisão incrível e recorrendo mesmo a percentagens específicas. O materialismo é a base da vida das pessoas (hum... será uma sociedade assim tão diferente?) e um dia a nossa personagem principal decide ir comprar um poeta. Comprar um poeta como se de um animal de estimação se tratasse. Isto porque, nesta sociedade, é mesmo isto que acontece, os artistas são como animais de estimação. E esta compra vai transformar para sempre a vida daquela família.
O livro é pequeno e lê-se muito rápido, por isso não vos posso contar mais sobre a história. Posso dizer-vos que me pareceu que um dos propósitos deste livro é enaltecer a arte e a importância que a cultura pode (e deve ter) na sociedade. Mas o autor não o faz apresentando-nos "apenas" um livro maravilhosamente escrito e uma história inteligentemente construída. No final, no Posfácio, são-nos apresentados factos interessantes, especialmente sobre o impacto que a cultura tem na sociedade, o que mais uma vez demonstra a importância de uma sociedade apostar nas artes. Só nas páginas aprendi imenso! E este é um dos propósitos que procuro sempre nos livros: a apresentação de uma boa história aliada a factos importantes e interessantes.
Não é, apesar do título, um livro focado na poesia, ou nos poetas. O título poderia muito bem ser "Vamos comprar um escritor" e seria igualmente correcto.
A edição está absolutamente maravilhosa. O papel utilizado na capa é daquele rugoso, que dá gosto ao toque. há relevo no título, e a ideia da etiqueta e do código de barras é incrivelmente simples e bela. O interior é igualmente bonito, com letras grandes e bom espaçamento. Uma boa edição sem dúvida.
Enfim, é um livro para os amantes de literatura, para os amantes dos livros, da arte, para os amantes de livros bem escritos... e para abrir os olhos a algumas pessoas (na esperança que estes consigam compreender a mensagem).
Parabéns ao Afonso Cruz por mais um trabalho de sucesso.
Uma história sobre a importância da Poesia, da Criatividade e da Cultura nas nossas vidas, celebrando a beleza das ideias e das ações desinteressadas.
Opinião
(por Roberta Frontini)
(por Roberta Frontini)
Chega amanhã às livrarias mais um livro de um dos meus autores favoritos da vida: Afonso Cruz. Quando o livro chegou cá a casa, obviamente que tive de o ler imediatamente. Depois sentei-me aqui, à frente do computador, cheia de boas intenções, para vos falar de um dos melhores livros que li este ano. Os dias foram passando, e eu sem saber o que escrever. Isto porque Afonso Cruz me deixa sempre assim, sem palavras. Sem saber o que vos dizer. Apenas com uma enorme vontade de gritar ao mundo "LEIAM ESTE LIVRO!!!!"
Se me pedissem para o definir numa frase eu diria "É um livro do Afonso Cruz" e quem já leu os livros dele saberia perfeitamente o que quero dizer. Este é um livro que só podia ter sido pensado e escrito por ele.
Passa-se num mundo e numa sociedade não muito diferentes dos nossos em que as pessoas têm números em vez de nomes. Tudo é redutível a números e as pessoas conseguem contabilizar sentimentos, emoções.. enfim... tudo, com uma precisão incrível e recorrendo mesmo a percentagens específicas. O materialismo é a base da vida das pessoas (hum... será uma sociedade assim tão diferente?) e um dia a nossa personagem principal decide ir comprar um poeta. Comprar um poeta como se de um animal de estimação se tratasse. Isto porque, nesta sociedade, é mesmo isto que acontece, os artistas são como animais de estimação. E esta compra vai transformar para sempre a vida daquela família.
Não é, apesar do título, um livro focado na poesia, ou nos poetas. O título poderia muito bem ser "Vamos comprar um escritor" e seria igualmente correcto.
A edição está absolutamente maravilhosa. O papel utilizado na capa é daquele rugoso, que dá gosto ao toque. há relevo no título, e a ideia da etiqueta e do código de barras é incrivelmente simples e bela. O interior é igualmente bonito, com letras grandes e bom espaçamento. Uma boa edição sem dúvida.
Enfim, é um livro para os amantes de literatura, para os amantes dos livros, da arte, para os amantes de livros bem escritos... e para abrir os olhos a algumas pessoas (na esperança que estes consigam compreender a mensagem).
Parabéns ao Afonso Cruz por mais um trabalho de sucesso.
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segunda-feira, 28 de março de 2016
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Título: Contos Imperfeitos
EAN 978-9729927287
Aceitou logo participar no projecto porque percebeu que seria bastante enriquecedor. A visita ao mosteiro de noite foi das coisas de que mais gostou e deu-lhe novas ideias.
Evento: Apresentação de livro "Contos Imperfeitos" - 05.03.2016
Autor: Afonso Cruz, Ana Cristina Silva, Andreia Monteiro, António Manuel Venda, Cláudia Clemente, Cristina Carvalho, Elsa Margarida Rodrigues, Fausta Cardoso Pereira, Fernando José Rodrigues, Inês Botelho, Inês Fonseca Santos, João Eduardo Ferreira, João Paulo Silva, Luís Mourão, Paulo Assim, Paulo Kellerman, Paulo Moreiras, Raquel Ochoa, Sara Monteiro e Sílvia Alves
Editor: Arquivo
Data de lançamento: março 2016
ISBN 9789729927287EAN 978-9729927287
No passado dia 05 de Março de 2016 desloquei-ma à Livraria Arquivo (de que vos tenho vindo a falar algumas vezes aqui no blogue) para um evento muito especial: a apresentação do livro "Contos Imperfeitos".
O livro chamou-me à atenção quando vi uma foto dele no facebook da Livraria Arquivo. Adorei logo a capa, mas o culpado pela compra foi, mais uma vez, a presença de um conto do Afonso Cruz.
O livro custa 13 euros e já se encontra à venda na fnac (para além da Livraria Arquivo claro). Para comprar o meu utilizai o vale de 25% de desconto que vinha na Box da My Own Portugal - vejam aqui e aqui.
A apresentação oficial do livro já tinha acontecido no Mosteiro da Batalha. E porquê lá? Porque para a realização deste livro os autores foram convidados a passar 2 dias lá para se inspirarem para a escrita dos contos. Visitaram o castelo de dia e de noite, e pelo que contaram, a experiência parece ter sido deveras interessante.
Para este projecto foi fundamental o apoio do director do Mosteiro, Joaquim Ruivo e da Livraria Arquivo enquanto própria editora do livro, representada por João Nasário.
O livro já está a ser traduzido para italiano (estou bastante curiosa para depois ver o resultado final).
Em baixo seguem as fotos de alguns dos autores presentes.
João Nasário, Paulo Kellerman, Joaquim Ruivo
Paulo Kellerman referiu que a escrita é, em geral, um processo muito solitário e que este projecto permitiu que uma actividade que é assim por natureza, acabou por se transformar numa partilha de ideias com os outros.
Fernando José Rodrigues
Aceitou logo participar no projecto porque percebeu que seria bastante enriquecedor. A visita ao mosteiro de noite foi das coisas de que mais gostou e deu-lhe novas ideias.
João Paulo Silva
Luís Mourão
Foi o autor mais divertido da noite e, segundo os colegas, o mais entusiasmado no mosteiro. Luís Mourão referiu que o projecto é muito interessante e que Portugal está repleto de outros locais como o Mosteiro da Batalha pelo que seria de esperar que houvesse outros projectos deste género. No entanto essa não é a realidade e, apesar de esta ser uma coisa simples de se fazer, a verdade é que não se faz. O autor referiu ainda não não sentiu pressão nem imposições da parte dos outros e que o que este projecto lhe trouxe foi, para além do livro, o estreitamente de amizades e a descoberta de outras. O livro é muito diversificado tendo em conta a grande quantidade (e qualidade) dos autores, o que tornou o "Contos Imperfeitos" num objecto interessante.
Fausta Cardoso Pereira
Gostou muito de participar no projecto por ser um projecto "fora da caixa". Referiu que esta era uma experiência diferente e podê-la levar aos leitores foi fantástico.
Andreia Monteiro
Tem um natural entusiasmo pelo mosteiro. Referiu que escrever sobre o mosteiro não foi fácil porque não se conseguiu despegar da emoção que sente pelo local.
Elsa Margarida Rodrigues
Para a autora esta foi uma tarefa extremamente difícil "Foi uma honra, um orgulho, mas um desafio". Elsa referiu que não se sentia muito ligada ao Mosteiro, mas que com este livro passou a fazer parte da história do mosteiro, e o mosteiro passou a fazer parte da sua própria história.
Paulo Moreiras
Para além de autor, foi também o revisor de todo o livro.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
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Título: Machado dos Santos - O Herói da Rotunda - O homem que fez triunfar a República
Autores: José Jorge Letria (Texto) & Afonso Cruz (ilustrações).
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 32
Editor: Texto Editores
ISBN: 9789724740584
Coleção: Figuras da história
Sinopse
Livro: Machado dos Santos, O Herói da Rotunda (José Jorge Letria)
Título: Machado dos Santos - O Herói da Rotunda - O homem que fez triunfar a República
Autores: José Jorge Letria (Texto) & Afonso Cruz (ilustrações).
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 32
Editor: Texto Editores
ISBN: 9789724740584
Coleção: Figuras da história
Sinopse
Livro recomendado para apoio a projectos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Vem conhecer a história de António Maria Machado dos Santos, o homem que na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910 chegou à Rotunda para liderar centenas de homens na defesa desta posição estratégica. Mantendo-se firme e irredutível, mesmo face a notícias contraditórias que davam a revolução como detida pelas forças do Rei, Machado dos Santos aguentou a posição e a sua atitude foi decisiva nos eventos que se desenrolaram, culminando com o anúncio da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910. Cem anos depois, José Jorge Letria relata-nos a vida de Machado dos Santos, e Afonso Cruz ilustra, de forma exemplar, a vida deste herói esquecido.
Opinião
Não é segredo nenhum que tenho uma paixão enorme por Afonso Cruz. A minha obcessão tornou-se tão grande que já não me centro apenas nos livros escritos dele, mas já me voltei para aqueles que ele ilustrou. E este é um desses casos.
Há coisas das quais não nos podemos nunca esquecer e este livro faz isso: relembra-nos um herói que foi esquecido e que teve um final que não merecia.
Numa altura em que as questões políticas estão mais quentes do que nunca, tentar compreender melhor o nosso passado político é de extrema importância.
Assim, um livro que eu comprei só por causa das ilustrações, tornou-se para mim num momento de re-aprendizagem, que me fez "reviver" e reavivar memórias ligadas à história de Portugal.
No entanto, uma ressalva. Não me parece que este livro seja para criança muito pequenas. Penso que se destina mais a crianças mais velhas que possivelmente não o irão ler, não só pelo conteúdo mas pela presença de ilustrações. A meu ver o que se sucede muitas vezes é que as crianças mais pequenas não têm muita paciência para este tipo de história, e as crianças mais velhas não têm paciência para ler livros ilustrados. Não sei... achei a ideia boa mas não sei até que ponto conseguirá o que pretende...
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segunda-feira, 27 de abril de 2015
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Título: O Cultivo de Flores de Plástico
Autor: Afonso Cruz
Edição limitada, numerada e assinada
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 104
Editor: Alfaguara Portugal
ISBN: 9789896721879 (chancela Objectiva)
Idioma: Português
Não, desta vez o motivo principal que me fez comprar este livro não se prendeu, apenas, com o nome do autor. Mas também não tive de comprar esta edição limitada de 1000 exemplares por estar numerada e autografada, mas por aquilo que estamos a fazer quando o compramos.
Mais uma vez Afonso Cruz não desilude ao nos apresentar um livro pequenino com uma prespectiva muito interessante, os próprios sem-abrigo.
O que gostei menos nesta obra (e que me levou a dar-lhe 4 estrelas em vez de 5), foi o facto de estar escrito como se fosse uma peça de teatro. Não é um estilo que aprecie particularmente. No entanto, os diálogos, os monólogos, toda a "trama" envolvente é genial (não fosse ele escrito por um dos autores portugueses mais fantásticos de sempre).
A intensidade com que certas emoções nos são transmitidas é algo que apenas Afonso Cruz conseguiria fazer. Pode-se ler este pequeno livro de 104 páginas de forma rápida? Sim, pode, mas duvido que o fará, por a introspecção a que nos leva a cada paragrafo deixa-nos pouco espaço para uma leitura corrida. Desafio-vos a lê-lo!
Livro: O Cultivo de Flores de Plástico
Ficha Técnica
Título: O Cultivo de Flores de Plástico
Autor: Afonso Cruz
Edição limitada, numerada e assinada
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 104
Editor: Alfaguara Portugal
ISBN: 9789896721879 (chancela Objectiva)
Idioma: Português
Sinopse
No fundo é isso. Ninguém nos vê. Somos invisíveis. A miséria é uma poção de invisibilidade. Quando as roupas ficam rotas, quando estendemos uma mão, puf, desaparecemos. Somos as pombas dos ilusionistas. Isto dava para um negócio, dava para ganhar a vida com os turistas. Levava-os a ver fantasmas numa cidade assombrada. Levava-os a verem-nos. Olhem, damas e cavalheiros, meninos e meninas, esta é a Lili, tem saudades de ser criança, tem no nariz o cheiro do tabaco dos dedos do pai e crostas nos braços, por aqui, por favor, cuidado com os pés, não pisem as camas, parecem cartões, eu sei, ali ao canto está o couraçado Korzhev, que se deixou ficar, com os ícones na lapela, sigam-me, é um deserto meio russo e traz o barulho do mar nos bolsos, atenção, cavalheiro, saia de cima do cobertor, vejam, ali, ali ao fundo, uma genuína senhora de fato, que ainda há poucos meses andava a alcatifar o mundo, minhas senhoras e meus senhores, e ainda tem na voz restos da sua vida anterior, do tempo em que havia casas. Palmas, por favor. E eu? Eu sou o Jorge, também invisível como qualquer fantasma, vivo nas ruas. Obrigado, obrigado, e agora, se me permitem, vou comer a minha sopa que está a arrefecer há tantos anos.
Opinião
Passo a explicar: Os direitos de autor desta obra revertem na totalidade para a associação CASA - Centro de Apoio ao Sem-Abrigo. Quer melhor motivo que este?
Mais uma vez Afonso Cruz não desilude ao nos apresentar um livro pequenino com uma prespectiva muito interessante, os próprios sem-abrigo.
O que gostei menos nesta obra (e que me levou a dar-lhe 4 estrelas em vez de 5), foi o facto de estar escrito como se fosse uma peça de teatro. Não é um estilo que aprecie particularmente. No entanto, os diálogos, os monólogos, toda a "trama" envolvente é genial (não fosse ele escrito por um dos autores portugueses mais fantásticos de sempre).
A intensidade com que certas emoções nos são transmitidas é algo que apenas Afonso Cruz conseguiria fazer. Pode-se ler este pequeno livro de 104 páginas de forma rápida? Sim, pode, mas duvido que o fará, por a introspecção a que nos leva a cada paragrafo deixa-nos pouco espaço para uma leitura corrida. Desafio-vos a lê-lo!
Roberta Frontini
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
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Título: Para Onde Vão os Guarda-Chuvas
Autor: de Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 624
Editor: Alfaguara
Portugal ISBN: 9789896721978
Mas Afonso Cruz não me surpreendeu apenas com isto tudo. Surpreendeu-me também aos nos presentear com a presença de outras personagens que aparecem em outros dos seus livros, interligando assim não só histórias e personagens, como também as suas próprias obras. Um livro para ler e reler e para obrigarmos todos à nossa volta a ler também!
Livro: Para onde vão os guarda-chuvas (Afonso Cruz)
Ficha Técnica
Título: Para Onde Vão os Guarda-Chuvas
Autor: de Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2013
Páginas: 624
Editor: Alfaguara
Portugal ISBN: 9789896721978
Sinopse
O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca. Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar. Entre os 5.000 exemplares da primeira edição, existem 2 que são completamente diferentes: um é a versão diurna do romance, outro a sua versão nocturna. Os leitores estão convidados a descobrir se o seu exemplar é um dos livros especiais. Os 2 vencedores terão direito a uma oferta de livros do catálogo da Alfaguara.
Opinião
Como sabem, não me canso de o dizer, Afonso Cruz é dos meus autores favoritos, tendo escrito um dos meus livros favoritos de sempre: A Boneca de Kokoschka.
Parti para a leitura deste livro com as expectativas ao rubro. Talvez por isso não tenha gostado tanto dele como do "A Boneca de Kokoschka", mas pelo que tenho ouvido dizer, as pessoas até costumam preferir este livro.
Não sei.
A verdade é que, independentemente dos gostos de cada um é indiscutível que esta é uma obra prima.
De facto, o livro não conta apenas uma história, mas apresenta-nos ilustrações maravilhosas (como só ele sabe fazer) e fotografias que complementam a história na perfeição!
Infelizmente, por muito que me esforce a escrever este post, penso que nunca conseguirei transmitir-vos o que senti ao lê-lo, nem conseguiria apresentar argumentos para que o leiam. Nesta altura do campeonato, penso que dizer que é um livro escrito por Afonso Cruz já deveria ser justificação suficiente. Não acham?
Neste livro são-nos apresentadas personagens fantásticas. É o caso de Badini, que mesmo sendo mudo consegue transmitir na perfeição o que lhe vai no pensamento, ou Isa a minha personagem favorita. É um livro que apresenta uma série de histórias que se interligam, uma miríade de personagens, e que nos dá uma série de temas para os quais eu poderia estar aqui horas e horas a falar [escrever].
Infelizmente, por muito que me esforce a escrever este post, penso que nunca conseguirei transmitir-vos o que senti ao lê-lo, nem conseguiria apresentar argumentos para que o leiam. Nesta altura do campeonato, penso que dizer que é um livro escrito por Afonso Cruz já deveria ser justificação suficiente. Não acham?
Neste livro são-nos apresentadas personagens fantásticas. É o caso de Badini, que mesmo sendo mudo consegue transmitir na perfeição o que lhe vai no pensamento, ou Isa a minha personagem favorita. É um livro que apresenta uma série de histórias que se interligam, uma miríade de personagens, e que nos dá uma série de temas para os quais eu poderia estar aqui horas e horas a falar [escrever].
Mas Afonso Cruz não me surpreendeu apenas com isto tudo. Surpreendeu-me também aos nos presentear com a presença de outras personagens que aparecem em outros dos seus livros, interligando assim não só histórias e personagens, como também as suas próprias obras. Um livro para ler e reler e para obrigarmos todos à nossa volta a ler também!
Roberta Frontini
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Roberta
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
4
Título: A Boneca de Kokoschka
Autor: Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 244
ISBN: 9789725649039
Sabem aqueles livros que nos enchem as medidads?
Aquele livro que lemos de boca aberta do início ao fim?
Aquele livro que nos faz pensar "estou em frente a um GÉNIO da literatura contemporânea".
Aquele livro que, assim que termina, pensamos "quero ler este livro outra vez, pela primeira vez!"
Aquele livro que, assim que acabas de o ler, tens de gritar ao mundo inteiro que é genial e te faz jurar que iniciarás uma autêntica cruzada para obrigar todos a lê-lo.
Pois bem!
Este é o livro!
A Boneca de Kokoska não se tornou no meu livro favorito de 2014, mas sim num dos meus livro favoritos de TODO O SEMPRE!
Livro: A boneca de Kokoschka (Afonso Cruz)
Título: A Boneca de Kokoschka
Autor: Afonso Cruz
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 244
ISBN: 9789725649039
Sabem aqueles livros que nos enchem as medidads?
Aquele livro que lemos de boca aberta do início ao fim?
Aquele livro que nos faz pensar "estou em frente a um GÉNIO da literatura contemporânea".
Aquele livro que, assim que termina, pensamos "quero ler este livro outra vez, pela primeira vez!"
Aquele livro que, assim que acabas de o ler, tens de gritar ao mundo inteiro que é genial e te faz jurar que iniciarás uma autêntica cruzada para obrigar todos a lê-lo.
Pois bem!
Este é o livro!
A Boneca de Kokoska não se tornou no meu livro favorito de 2014, mas sim num dos meus livro favoritos de TODO O SEMPRE!
Não coloquei aqui a sinopse por uma razão muito simples: acho que a sinopse pode ser um pouco enganadora. No fundo no fundo, não o é, mas conheço pessoas que não gostaram muito do livro porque se desiludiram por causa da sinopse.
Já tive oportunidade de falar um pouco deste livro num vídeo do Canal do FLAMES (vejam clicando aqui), mas este livro é tão maravilhoso e especial, que tive de fazer um post sobre ele.
Um livro magistral, não foi por acaso que recebeu o Prémio da União Europeia de Literatura 2012.
Nesta maravilhosa obra, Afonso Cruz apresenta-nos uma série de personagens que acabam por se ligar e entrecruzar umas às outras. As narrativas que são apresentadas e que parecem dispersas, acabam por se encontrar. É "um livro dentro de um livro" e quem o leu entenderá muito bem a que é que me refiro.
Alguns de vocês sabem que eu copio algumas das minhas frases favoritas para um caderno, para posteriormente as voltar a ler. Neste caso penso que seria impossível. Teria de escrever o livro todo o no caderno :p
Um livro magistral da qual não quero falar mais, porque quero desesperadamente que vocês o leiam!
Roberta Frontini
Alguns de vocês sabem que eu copio algumas das minhas frases favoritas para um caderno, para posteriormente as voltar a ler. Neste caso penso que seria impossível. Teria de escrever o livro todo o no caderno :p
Um livro magistral da qual não quero falar mais, porque quero desesperadamente que vocês o leiam!
Roberta Frontini
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
0
Os livros de contos nunca foram os meus favoritos, mas este atraiu-me por, na capa, estarem dois nomes de peso. Primeiro Ondjaki que recentemente foi premiado. Outro, o grande e fabuloso Afonso Cruz de que sou fã incondicional.
Este pequeno livro acabou por se tornar grande à medida que o fui lendo, pois a qualidade dos contos é incontestável. Para além de o recomendar vivamente, quero-vos deixar uma pequena descrição (SEM SPOILERS) de cada conto, e a minha opinião sobre cada um.
A opinião: Foi a primeira coisa que li de Ondjaki, e não foi capaz de me encher as medidas. Foi, de todos os contos, o que menos gostei, e só a meio me identifiquei com a escrita. Não consegui criar grande empatia com as personagens.
A história: O narrador da história parte à procura de uns possíveis escritos perdidos do seu autor favorito, autor esse que apenas escreveu um livro.
A opinião: Ainda deve estar para vir o dia em que Afonso Cruz me desiluda. Aliando uma história fabulosa com uma escrita mágica, este conto só podia dar uma explosão de emoções.
A história: Comovido com a doença de um amigo, o narrador deste conto empresta uma grande quantia de dinheiro a Vanda, para que esta leve o marido a Portugal por forma a que morra na sua terra Natal.. e é aí que a desconfiança se instala..
A opinião: Como conhecia Afonso Cruz, não fiquei surpreendida com o seu conto. Onésimo foi, assim, a minha primeira grande surpresa neste livro. Uma escrita fluída e interessante, com um final que considerei o mais adequado, mas que sei que poderá desiludir a alguns..
A história: Víctor encontra um envelope em cima da mesa da sala. A sua leitura não o permite combater o seu grande inimigo: a insónia. E assim, começam um conjunto de peripécias despoletadas pela leitura...
A opinião: Este foi O MELHOR CONTO QUE JÁ LI EM TODA A MINHA VIDA e já perdi a conta ás rezes que o reli. FABULOSO, de morrer a rir. Li-o em casa, em silêncio, em voz alta, no jardim, no autocarro, outra vez em casa, li-o a mim própria, li-o aos outros... AMEI e quero ler muitas obras de Ricardo Adolfo depois disto.
Livro: O Prazer da Leitura
Os livros de contos nunca foram os meus favoritos, mas este atraiu-me por, na capa, estarem dois nomes de peso. Primeiro Ondjaki que recentemente foi premiado. Outro, o grande e fabuloso Afonso Cruz de que sou fã incondicional.
Este pequeno livro acabou por se tornar grande à medida que o fui lendo, pois a qualidade dos contos é incontestável. Para além de o recomendar vivamente, quero-vos deixar uma pequena descrição (SEM SPOILERS) de cada conto, e a minha opinião sobre cada um.
A mulata, o mosquito e Chet Baker
Ondjaki
A história: O que fará Chet Baker num pub/bar e que relação terá ele com uma mulata e um mosquito?A opinião: Foi a primeira coisa que li de Ondjaki, e não foi capaz de me encher as medidas. Foi, de todos os contos, o que menos gostei, e só a meio me identifiquei com a escrita. Não consegui criar grande empatia com as personagens.
O cavaleiro ainda persegue/a mesma donzela
Afonso Cruz
A história: O narrador da história parte à procura de uns possíveis escritos perdidos do seu autor favorito, autor esse que apenas escreveu um livro.
A opinião: Ainda deve estar para vir o dia em que Afonso Cruz me desiluda. Aliando uma história fabulosa com uma escrita mágica, este conto só podia dar uma explosão de emoções.
Por ares nunca dantes
Onésimo Teotónio Almeida
A história: Comovido com a doença de um amigo, o narrador deste conto empresta uma grande quantia de dinheiro a Vanda, para que esta leve o marido a Portugal por forma a que morra na sua terra Natal.. e é aí que a desconfiança se instala..
A opinião: Como conhecia Afonso Cruz, não fiquei surpreendida com o seu conto. Onésimo foi, assim, a minha primeira grande surpresa neste livro. Uma escrita fluída e interessante, com um final que considerei o mais adequado, mas que sei que poderá desiludir a alguns..
A mulher com Mê grande
Ricardo Adolfo
A opinião: Este foi O MELHOR CONTO QUE JÁ LI EM TODA A MINHA VIDA e já perdi a conta ás rezes que o reli. FABULOSO, de morrer a rir. Li-o em casa, em silêncio, em voz alta, no jardim, no autocarro, outra vez em casa, li-o a mim própria, li-o aos outros... AMEI e quero ler muitas obras de Ricardo Adolfo depois disto.
A biblioteca
Dulce Maria Cardoso
A história: Um homem conta a sua história e como é que os livros lhe salvaram a vida...
A opinião: Mais uma história interessante.. mais uma escritora que desconhecia... mais uma escrita que me cativou
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
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Esta é uma história irreverente por apresentar-nos um professor inconformado, dono do seu saber que encontra na neta e na avó uma tábua de salvação.
Livro: Jesus Cristo Bebia Cerveja
Ano: 2012
Género: Romance
Nº Páginas: 248
Autor: Afonso Cruz
Editora: Alfaguara
(chancela da Editora Objectiva)
Só
quem andar muito distraído nos últimos anos em Portugal é que nunca ouviu falar
de Afonso Cruz. Um nome de um português. Um nome de um escritor. Um nome de um génio.
Quase
a rivalizar com o impacto de tal nome está o título desta obra que deixa
qualquer um curioso e torna a leitura deste livro obrigatória – “Jesus Cristo
Bebia Cerveja”.
A
sinopse do livro explica tudo, ou talvez não…
“Uma
pequena aldeia alentejana transforma-se em Jerusalém graças ao amor de uma
rapariga pela sua avó, cujo maior desejo é visitar a Terra Santa. Um professor
paralelo a si mesmo, uma inglesa que dorme dentro de uma baleia, uma rapariga
que lê westerns e crê que a sua mãe foi substituída pela própria Virgem Maria,
são algumas das personagens que compõem uma história comovente e irónica sobre
a capacidade de transformação do ser humano e sobre as coisas fundamentais da
vida: o amor, o sacrifício, e a cerveja.”
Esta
é uma história simples e complexa. Repleto de personagens caricatas, o livro “Jesus
Cristo Bebia Cerveja” acompanha o leitor numa visita ao Alentejo rural, a uma
pequena aldeia isolada do resto do mundo onde ainda se cuida dos afectos e se
olha para dentro das pessoas.
Esta
é uma história ternurenta de uma neta que tudo faz para concretizar o grande
sonho da sua avó. É ternurenta pela sua preocupação, pelo seu entusiasmo e pela
solução encontrada para permitir que aqueles olhos gastos pela vida pudessem
ver a Terra Santa, Jerusalém.
Esta
é uma história curiosa, ou não habitasse nas suas páginas uma inglesa rica que
quer ter o mundo todo dentro de si.
Esta é uma história irreverente por apresentar-nos um professor inconformado, dono do seu saber que encontra na neta e na avó uma tábua de salvação.
Esta
é uma história em que o leitor descobre que, afinal, Jesus Cristo bebia
cerveja.
Um livro à superfície simples mas que a cada camada nos revela os receios,
defeitos e virtudes de cada personagem.
Mas
se a trama de “Jesus Cristo Bebia Cerveja” é única, a escrita de Afonso Cruz é fenomenal,
para dizer pouco. Cada parágrafo tem a particularidade de fazer parte da história e
simultaneamente consistir numa história em si mesma. Perdi a conta às frases que anotei para mais tarde rever.
São livros assim que nos deixam divididos: dão-nos
alento ao percebermos que Portugal pode contar (ou melhor, já conta) com mais um talento que ficará
para a História da literatura, mas que ao mesmo tempo fazem-nos sentir uma
nulidade por percebermos que tal talento apenas está reservado a alguns.
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
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Título: Os livros que devoraram o meu pai
Autor: Afonso Cruz
Editora: Caminho
Páginas: 128
Sinopse do Livro:
Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história - contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.
Opinião:Este livro entrou em minha casa e estatelou-se, a grande velocidade, na minha estante dos "Livros Favoritos". Não foi um processo muito difícil, antes pelo contrario, foi bastante natural tendo sido o primeiro livro de Afonso Cruz que li. Já há muito tempo que desejava fazê-lo e foi com este pequeno tesouro da Caminho que concretizei essa vontade.
Esta história é deliciosa e perfeita para qualquer conhecedor e amante da literatura. A originalidade desta obra bem como a forma brilhante com que nos apresenta frases para reflectir, tornam-na numa obra prima incomum.
Cada vez mais me apercebo que Portugal tem escritores geniais que, só por não terem um nome sonante ou estrangeiro, por vezes são esquecidos ou, simplesmente, não lhes é reconhecido o verdadeiro valor. Isto não pode acontecer a Afonso Cruz, e estou desejosa por voltar a ler outros livros dele. Cativou-me desde a primeira folha! Para aumentar o gosto pelo livro, o autor coloca um cão com o nome do... meu cão Argos (que, já agora, também é o nome do cão de Ulisses)!
Este livro é composto por algumas críticas nas entrelinhas, originalidade na forma (e não só no conteúdo) da escrita, bem como humor do mais requintado que há.
Com esta obra, Afonso Cruz fala num homem que se perde nos livros, e com este livro quase que somos, também nós, devorados por ele pois é praticamente impossível parar de o ler. Mas não se preocupem, ainda cá estou... ainda não fui devorada por ele (ou talvez até seja devorada por livros todos os dias... simplesmente não me tinha apercebido disso antes).
Livro: Os livros que devoraram o meu pai
Título: Os livros que devoraram o meu pai
Autor: Afonso Cruz
Editora: Caminho
Páginas: 128
Sinopse do Livro:
Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história - contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.
Opinião:Este livro entrou em minha casa e estatelou-se, a grande velocidade, na minha estante dos "Livros Favoritos". Não foi um processo muito difícil, antes pelo contrario, foi bastante natural tendo sido o primeiro livro de Afonso Cruz que li. Já há muito tempo que desejava fazê-lo e foi com este pequeno tesouro da Caminho que concretizei essa vontade.
Esta história é deliciosa e perfeita para qualquer conhecedor e amante da literatura. A originalidade desta obra bem como a forma brilhante com que nos apresenta frases para reflectir, tornam-na numa obra prima incomum.
Cada vez mais me apercebo que Portugal tem escritores geniais que, só por não terem um nome sonante ou estrangeiro, por vezes são esquecidos ou, simplesmente, não lhes é reconhecido o verdadeiro valor. Isto não pode acontecer a Afonso Cruz, e estou desejosa por voltar a ler outros livros dele. Cativou-me desde a primeira folha! Para aumentar o gosto pelo livro, o autor coloca um cão com o nome do... meu cão Argos (que, já agora, também é o nome do cão de Ulisses)!
Este livro é composto por algumas críticas nas entrelinhas, originalidade na forma (e não só no conteúdo) da escrita, bem como humor do mais requintado que há.
Com esta obra, Afonso Cruz fala num homem que se perde nos livros, e com este livro quase que somos, também nós, devorados por ele pois é praticamente impossível parar de o ler. Mas não se preocupem, ainda cá estou... ainda não fui devorada por ele (ou talvez até seja devorada por livros todos os dias... simplesmente não me tinha apercebido disso antes).
Uma das administradoras do blogue com o autor Afonso Cruz - Junho 2013
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013
0
Passatempo: 66º Passatempo do FLAMES
O FLAMES tem o prazer de iniciar uma nova parceria com a Editorial Caminho.
Assim, é com muito prazer que vos apresentamos um novo passatempo, no qual
sorteamos um exemplar da obra "Os livros que devoraram o meu pai” de um
dos escritores portugueses contemporâneos mais conceituados – Afonso Cruz:
Sinopse:
"Vivaldo
Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a
repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar,
perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história
— contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu
pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões
devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras."
Têm
até ao dia 6 de Outubro para participar.
Preencham
o formulário abaixo disponibilizado e… Boa Sorte!!
Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega. O seu envio será feiro, gentilmente, pela Editora;
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor;
- Caso não vos apareça a setinha para descerem (no formulário), cliquem nele e desçam usando a seta do teclado :) Qualquer problema adicional, contactem-nos.
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terça-feira, 25 de junho de 2013
2
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: Fishing e África Minha
O seu Livro favorito: Gabriela Cravo e Canela
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feiticeiro de Oz
A sua Série de televisão favorita: Os Sopranos
Evento: Não há feira, mas há escritores + 14ª entrevistas
No passado dia 22 de Junho de 2013, fomos ao Porto propositadamente para assistir ao evento "Não há feira, mas há escritores" (ou será que lhe poderíamos chamar 83ª Feira do Livro no Porto?).
Acabou por ser uma tarde muito bem passada! Os autores foram excepcionais, quer nos seus discursos, quer no contacto com os leitores. Uma tarde que nunca esqueceremos. Para quem não foi, ficam aqui umas mini-mini-mini entrevistas a alguns dos autores que marcaram a sua presença no evento. Esperemos poder entrevistá-los "a sério" um dia... Não se esqueçam que, no próximo sábado, há mais!
ADÉLIA CARVALHO
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: Fishing e África Minha
O seu Livro favorito: Gabriela Cravo e Canela
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feiticeiro de Oz
A sua Série de televisão favorita: Os Sopranos
AFONSO CRUZ
LUÍS MIGUEL ROCHA
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
INÊS BOTELHO
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
Qual é a sua nacionalidade?: Americana e Portuguesa
Obrigada a todos!
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: Sétimo Selo
O seu Livro favorito: Flatland
O seu Anime favorito: Akira
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feira do Livro
A sua Série de televisão favorita: Treme
LUÍS MIGUEL ROCHA
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: Cinema Paraíso
O seu Livro favorito:A sombra do Vento e Memorial do Convento
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Feira do Livro, Encontros com escritores em bibliotecas, Festivais de Cinema
A sua Série de televisão favorita: Game of Thrones e The Following
INÊS BOTELHO
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: Magnólia (Paul Thomas Andersen)
O seu Livro favorito: Novas Cartas Portuguesas (Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Maria Velho da Costa); The Sound and the Fury (William Faulkner); The bloody chamber (Angela Carter)
O seu Anime favorito: Ana dos cabelos ruivos
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Quintas de leitura (Evento); Câmara clara; Ler +, Ler Melhor
A sua Série de televisão favorita: neste momento, American Horror Story; Game of Thrones
MANUEL JORGE MARMELO
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: One From The Hear, de Francis Ford Coppola
O seu Livro favorito: D. Quixote de la Mancha, de Miguel Cervantes
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Shortcutz, Porto
A sua Série de televisão favorita: Uma família muito moderna
A sua Série de televisão favorita: Uma família muito moderna
MIGUEL MIRANDA
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: 2001 Odisseia no Espaço
O seu Livro favorito: Ensaio sobre a cegueira
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito:Jazz
A sua Série de televisão favorita: não tenho
PAULO FERREIRA
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: "Beleza Americana"; "Poderosa Afrodite", "Em carne viva"
O seu Livro favorito: Em nome da terra (Vergílio Ferreira)
O seu Anime favorito: não tenho
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: Corrente d'Escritas
A sua Série de televisão favorita: 24; Scrubs; Six feet under
PEDRO GUILHERME-MOREIRA
Qual é a sua nacionalidade: Portuguesa
O seu Filme favorito: O túmulo dos pirilampos (opinião do escritor aqui)
O seu Livro favorito: Bíblia (sem ser do ponto de vista religioso)
O seu Anime favorito: Conan
O seu Manga favorito: não tenho
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: 83ª Feira do Livro no Porto
A sua Série de televisão favorita: Seinfeld
RICHARD ZIMLER
O seu Filme favorito: Não tenho só um, mas sempre gostei muito do filme Cabaret (1972) de Bob Fosse com a Liza Minelli . Vi-o
no mínimo umas 6 ou 7 vezes. As músicas são muito inteligentes, gosto
muito, e a atmosfera do filme foi muito bem recriada e tem um
significado muito especial por causa da vinda dos nazis para Berlim. Outro filme que gosto bastante é Fanny e Alexander (1982), um filme de co-produção sueca com uma história muito bonita. Os actores foram maravilhosos.
O seu Livro favorito: Não sei se é o meu favorito, mas foi um livro que me inspirou muito A Luz em Agosto do
grande grande grande escritor William Faulkner. Fiquei tão fascinado
com a história desse livro que fiz uma análise do mesmo. Foi um livro
que me marcou muito.
O seu Anime favorito: Nenhum
O seu Manga favorito: Nenhum
O seu Evento/Espectáculo de música/Programa de Entretenimento favorito: O último concerto que assisti foi em Espinho da cantora Jacinta.
Adorei. Acredito que ela tenha muito talento e não é tão conhecida como
devia. Um outro espectáculo que assisti e adorei foi do Leonard Cohen em Nova York.
A sua Série de televisão favorita: CSI Las Vegas. É uma série que está muito bem escrita com actores muito bons. É um programa internacional de muita qualidade.
Obrigada a todos!
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