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quarta-feira, 21 de março de 2018

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O meu último post: Obrigada a todos!






Sempre que me cruzo com um blogue cujo autor deixou de publicar novos conteúdos sem qualquer justificação fico sempre simultaneamente triste e curiosa pois começo a imaginar mil e um motivos para tal ter acontecido.
Para evitar que isso aconteça no meu caso, escreverei as próximas linhas para que entendam aquilo que me vai na alma.

Quando criei o FLAMES em 2010, juntamente com a Roberta, não imaginava aquilo que estes 8 anos e 3 meses iriam trazer à minha vida. Aquilo que começou como uma brincadeira entre duas amigas que se conheceram na faculdade ganhou proporções, para mim, inimagináveis. Tive muito mais trabalho do que alguma vez tinha previsto. Tive também muitas mais recompensas pois tive o privilégio de conhecer tantas pessoas interessantes, de privar com escritores que admiro, de falar com cantores e músicos portugueses que me acompanharam durante anos e de conhecer profissionais da indústria literária e musical que me mostraram que se nos esforçarmos o nosso trabalho será devidamente reconhecido.

Aquilo que começaram como simples posts de opinião à quinta-feira tornou-se, com o passar dos anos, para mim, uma janela para o mundo onde podia dar a minha opinião sobre o que eu quisesse, usufruindo da liberdade que a internet nos proporciona hoje em dia. Saber que durante mais de 8 anos tive pessoas desse lado que concordaram comigo, discordaram e me questionaram tem um valor incalculável. Não consigo expressar por palavras o quão agradecida vos estou por me terem feito acreditar que as minhas palavras poderiam ter algum significado.

Quando vejo o que escrevia no longínquo ano de 2010 e o que escrevo agora percebo o quanto cresci, o quanto mudei e evolui. Hoje não sou a mesma pessoa que era então, por isso mesmo comovo-me ao perceber que o FLAMES me acompanhou ao longo de quase uma década que foi fulcral para a minha evolução enquanto ser humano.

Embora os últimos meses tenham sido mais solitários para mim aqui no blogue, não posso deixar de estar feliz pelo que foi conquistado e sei que durante meses sempre que chegar à quinta-feira, o dia que passei a ver como “o meu dia” para escrever no FLAMES, vou sentir que me falta algo. Como seres de hábitos que somos, esse hábito em particular entranhou-se-me na pele e levarei algum tempo até que desapareça. Ao perceber isto sinto-me simultaneamente triste e feliz: triste pois apesar de saber desde o início deste projecto que tudo tem um fim e a minha participação no blogue não seria diferente, confesso que nunca previ que tal fosse acontecer tão cedo; feliz pois levo comigo um sentimento de dever cumprido e todos os ensinamentos que guardei ao longo destes anos.

Resta-me agradecer à Roberta, aos nossos parceiros e a vocês, os nossos seguidores que fizeram com que me mantivesse aqui durante quase uma década.
Em relação ao bichinho que ficou pelas opiniões, vou agora dar largas à minha imaginação na minha página do Goodreads no que a leituras diz respeito; em relação às outras categorias, os meus familiares e amigos vão ter que ter ainda mais paciência para me ouvir a tentar convencê-los a ver este e aquele filme, série ou anime.

Foram oito anos, foram algumas derrotas mas muitas, mesmo muitas vitórias. Foram muitas horas de trabalho, de planeamento e discussão mas, acima de tudo, foram 8 anos e 3 meses de felicidade.

Obrigada a todos,
Mariana Oliveira

quinta-feira, 8 de março de 2018

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Livro: Boneca de Trapos




Título Original: Ragdoll
Ano de edição: 2018
Género: Policial, Thriller
Autor: Daniel Cole
Editora: Suma de Letras


* Por Mariana Oliveira *


Este livro chegou-me às mãos depois de a editora ter feito uma campanha publicitária que me deixara repleta de curiosidade. Assim, quando recebi a “Boneca de Trapos” acompanhada por uma sugestiva agulha e seis bocados de pano que unidos formam um corpo não aguentei mais e comecei a ler o livro no próprio dia... mal imaginava eu que esta seria a minha leitura mais rápida do ano até agora!


Sinopse:
“William Fawkes, um controverso detective conhecido por “Wolf”, acabou de ser reintegrado no seu posto após ter sido suspenso por agressão a um suspeito.
Quando se junta à sua antiga colega e amiga, a inspectora Emily Baxter, num local de crime, tem a certeza de que está perante um grande caso: o corpo que encontram é formado pelos membros de seis vítimas, suturados de modo a formar uma marioneta que fica conhecida como “Boneca de Trapos”.
Fawkes é incumbido de identificar as seis vítimas, mas tudo se complica quando a sua ex-mulher, que é repórter, recebe uma carta anónima com fotografias do local do crime acompanhadas por uma lista na qual constam os nomes de seis pessoas e as datas em que o homicida tenciona matá-las. O último nome da lista é o de Fawkes...
A sentença de morte com data marcada desperta as memórias mais sombrias de Wolf. O detective teme que os assassinatos tenham mais a ver com ele – e com o seu passado – o que qualquer um possa imaginar.”


Opinião:
Um bom policial tem de começar com um mistério que nos deixe curiosos logo à partida. Neste livro isso acontece quando nos deparamos com a inusitada Boneca de Trapos sobre a qual nada sabemos: quem são as seis vítimas que compõem o macabro corpo? Porque é que foram escolhidas pelo maquiavélico assassino? E porque será que tudo aponta para que, de alguma forma, o detective Wolf possa estar relacionado com estas mortes?
São estas as questões que me assaltaram logo nas primeiras páginas desta história e me deixaram curiosa para desvendar o motivo destas mortes. Contudo, eis que tudo se torna ainda melhor quando surge uma lista com o nome de mais seis futuras vítimas! A partir daqui, entramos no tipo de leitura que gosto de apelidar de “corrida contra o tempo que me vai levar a devorar páginas atrás de páginas na expectativa de conhecer o desfecho da história”.

Como se tudo isto já não fosse suficientemente interessante, eis que sou apanhada completamente de surpresa por um detalhe que não estou acostumada a ver em policiais: um sentido de humor exímio. Daniel Cole tem um dom para escolher o momento exacto para nos surpreender com uma piada que nos faz rir mesmo perante um macabro caso de polícia e que, de certa forma, serviu para aligeirar o ambiente ao longo da investigação. Adorei as pérolas com que o autor nos presenteia ao longo da obra que surgem aqui na quantidade certa e nos momentos ideais.

Se o humor me surpreendeu houve outro detalhe que me deixou ainda mais estupefacta: a minha afeição para com certas personagens. Confusos? Passo a explicar:
Sempre que leio um policial estou exclusivamente interessada no mistério em si, nas suas várias camadas e na sua possível resolução. Nunca, e repito, nunca me interesso pelas personagens. Não estou preocupada se alguém vai levar um tiro, cair nas mãos do assassino ou ficar maldisposto com o jantar do dia anterior. Com um policial nunca crio qualquer laço com as suas personagens, foi por isso que me surpreendi a mim mesma quando percebi que estava genuinamente preocupada com o dedicado Edmunds, a obstinada Baxter e o quebrado Wolf. Estas três personagens conseguiram fazer com que eu me interessasse verdadeiramente com o seu bem-estar e temesse pelo seu futuro.
Creio que o carácter que o autor lhes conferiu, a vida que construiu para cada uma delas e as conturbadas relações que criou entre elas as tornou mais humanas e, apesar de repletas de defeitos, tal como nós, conseguiram cativar-me.

Assim, pelo mistério cativante e pelo ritmo acelerado da trama que não nos deixa largar esta leitura; pelo sentido de humor inteligente e pelas personagens tão reais  e interessantes recomendo a obra “Boneca de Trapos” a quem não consegue resistir a uma história cheia de suspense, emoção, drama e humor.

quinta-feira, 1 de março de 2018

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Anime: Log Horizon




Ano de Estreia: 2013
Género: Fantasia, Aventura, Acção
Número de Episódios: 50
Produtor: Shinji Ishihara


* Por Mariana Oliveira *


“Log Horizon” foi-me aconselhado por alguém que literalmente devora animes e que gostou muito deste em particular. Apesar de a sinopse me lembrar bastante de um anime que eu tinha visto há relativamente pouco tempo, “OverLord”, mesmo assim decidi seguir o conselho dado e ver com os meus próprios olhos essa supostamente incrível história.


Sinopse:
“Sem que alguém estivesse à espera, 30 mil jogadores japoneses vêem-se aprisionados num conhecido jogo, Elder Tale, depois de a última actualização feita os impedir de fazer logout. No meio dos milhares de surpreendidos jogadores está o estudante Shiroe que, depois de ultrapassado o choque inicial, decide explorar essa incrível nova realidade. A partir daí, Shiroe terá de aprender a viver neste mundo repleto de perigos, aventuras e desafios.”


Opinião:
Eu sei que plataformas conhecidas de animes têm o “Log Horizon” em muito boa conta, com boas classificações. Contudo, eu tenho de confessar uma coisa: só consegui ver 12 episódios! Agora que deitei cá para fora este segredo que me perseguia há meses deixem-me explicar-vos porque é que este foi o único anime de que desisti na última meia dúzia de anos.

Apesar de a premissa ser interessante, Log Horizon cometeu um erro que alguns animes longos cometem (mas por longos entenda-se animes com centenas de episódios (!) e não apenas 50 como é o caso deste). De facto, nestes 12 episódios que vi aprendi verdadeiras dicas de como encher chouriços durante todo um episódio. Assim, há um episódio unicamente dedicado a como cozinhar comida incrivelmente saborosa para vender aos outros jogadores e claro que não faltou o episódio em que o protagonista e companhia se dedicaram do início ao fim daqueles longos 23 minutos a varrer, limpar o pó e deixar a brilhar a sua nova sede. A sério… isto tornou-se insuportável!
A par destes episódios absolutamente entediantes tínhamos os amigos do protagonista. Já nem sequer me lembro do nome deles, mas aquela ninja em miniatura e o guerreiro gigante já me estavam a enervar ao repetirem sempre as mesmas quezílias entre eles e sem contribuírem com nada de verdadeiramente significativo para o desenrolar da história. Também outras personagens eram absolutamente enervantes: a chefe de uma guild que parecia ter apenas um neurónio e meio, outra senhora igualmente importante na guild que de cada vez que via a ninja em miniatura literalmente ia ao céu e vinha pois achava que ela era a coisa mais fofa do mundo e só sabia persegui-la para abraçá-la... chega! 

Por causa disto, decidi desistir do anime. Que me recorde, apenas tinha desistido de 2 animes no passado, mas como se costuma dizer: não há duas sem três!
Mais do que uma pessoa já me disse que “mais lá para a frente” a história fica interessante, mas sinceramente já não tenho paciência para perder tempo com animes que começam muito mal e só depois é que ficam bons pois a oferta de histórias é tão grande que prefiro avançar para um anime que realmente me fascine.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

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Livro: A criança que tinha 100 anos



Ano de Edição: 2002
Género: Comédia
Autor: Ricardo Ferrand

* Por Mariana Oliveira *


Comprei este livro por impulso e foi daqueles casos em que acho que essa minha precipitação não compensou…


Sinopse:
“O detective Parrot decide tentar desvendar o mistério da casa que desaparece. Contudo, mal podia ele imaginar que nessa habitação se iria cruzar com uma criança que nunca cresceu… durante os últimos 100 anos!”


Opinião:
Este livro de banda desenhada poderia ter sido uma leitura divertida não fosse o excesso de piadas. Gosto de uma boa trama que me faça rir, mas neste livro eram piadas atrás de piadas, muitas delas recorrendo ao humor físico, um tipo de humor que não me agrada particularmente.

Relativamente ao mistério que o detective Parrot tem para desvendar, acho que o mesmo foi interessante numa fase inicial, pois não é todos os dias que nos cruzamos com uma criança que nunca envelhece. No entanto, achei que a ordem dos eventos se tornou algo confusa com umas personagens em sarilhos numa parte da casa, outras a correrem para outro lado… foi tudo demasiado rápido e algo atabalhoado.
Um ritmo de acção mais lento teria contribuído para adensar o mistério e nos transportar para uma boa história de detectives. Contudo, parece-me que não era essa de todo a intenção do autor; creio que a veia humorística foi o que realmente o motivou a escrever este livro. Pena ter exagerado nesse aspecto…  

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

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Livro: A Magia do Silêncio




Título Original: Ma Cure de Silence
Ano de Edição: 2018
Género: Auto-Ajuda
Autora: Kankyo Tannier
Editora: Arena



* Por Mariana Oliveira *


A capa deste livro é LINDA, não é?! Foi a primeira coisa que me chamou à atenção quando peguei nele, ainda antes de sequer saber em consistia o tema da obra! Bem, fica este aparte e agora concentremo-nos no conteúdo:

A minha batalha contra o stress tem-se intensificado ao longo dos últimos anos. Depois de ter tido durante 3 anos um emprego particularmente stressante, o meu corpo decidiu chamar-me à atenção e arranjou várias formas criativas de me levar por mais do que uma vez às urgências de um hospital em apenas meio ano. Fossem qual fossem os sintomas os médicos eram sempre peremptórios na causa: elevados níveis de stress durante um considerável período de tempo. Agora vocês estão a pensar: então se o problema é esse, basta praticar fazer umas caminhadas e ouvir música relaxante! Pois bem, foi isso mesmo que pensei até que no mês passado voltei a ter um novo problema de saúde que mais uma vez me obrigou a consultar um médico. E sim… já adivinharam o que o médico me disse: o maldito stress fazia das suas novamente!
Por isso mesmo, quando “A Magia do Silêncio” chegou às minhas mãos fiquei entusiasmadíssima pois toda a ajuda é bem-vinda para tornar a minha vida mais fácil e me devolver a saúde!

Sinopse:
“Um minuto de silêncio pode ser mágico.
Ultrapassados pela falta de tempo, pelo excesso de informação e por uma vida profissional e pessoal que muitas vezes exige mais do que podemos dar, às vezes explodimos e sentimo-nos perdidos, cansados e fartos de tudo. E se a solução fosse a magia do silêncio?
Kankyo Tannier, uma monja budista leiga, pratica o silêncio há vários anos. Assim, a autora parte dessa experiência para nos ensinar a integrar a magia do silêncio espiritual e físico no nosso dia-a-dia e ajudar-nos a melhorar o nosso estado interior sem necessariamente termos de mudar as nossas vidas. Através de exercícios simples e práticos este livro conduz-nos no caminho do silêncio e da felicidade: o silêncio das palavras a fim de compreender realmente o que está a acontecer à nossa volta; o silêncio visual para que o nosso olhar saiba como se desviar de informação visual inútil e o silêncio corporal para aprendermos a ouvir o que o nosso corpo nos diz.”


Opinião:
Quando percebi que a autora era uma monja budista imediatamente todos os estereótipos possíveis e imaginários me assaltaram a mente. Contudo, ao pouco vamos percebendo que Kankyo, apesar de passar grande parte do seu tempo isolada na floresta, também está em contacto com o nosso mundo agitado, não fosse ela a responsável pelas redes sociais do mosteiro que frequenta e não tivesse ela que viajar com frequência para a cidade!
Ultrapassada essa imagem inicialmente errada da autora, dediquei-me a tentar perceber tudo aquilo que ela nos pretende transmitir.

É através de uma linguagem muito descontraída, com direito a diversas piadas pelo meio, que Kankyo Tannier nos mostra como a vida em pleno século XXI contraria aquilo que o nosso corpo e a nossa mente necessitam para estar saudáveis. Falando através da sua longa experiência, a autora revela-nos como em tempos também ela foi vítima do stress causado pelo ritmo frenético com que vivemos a nossa vida. A partir daí, a autora Kankyo dá-nos pequenas dicas e exercícios práticos para tentarmos encontrar um saudável equilíbrio.

Não sou inocente ao ponto de achar que seguindo estes exercícios ao fim de poucos dias vou sentir uma reviravolta de 180 graus na minha vida pois a própria autora é honesta ao ponto de admitir que em alguns casos demorou anos (!) até conseguir usufruir na plenitude de alguns exercícios. Contudo, também sei que se não começarmos é que nada acontecerá por isso é que fiquei entusiasmada por experimentar cada um destes exercícios. O cariz prático destes exercícios foi o que mais me agradou, pois Kankyo sabe que 99% das pessoas que irão ler este livro nunca irão fazer um retiro num mosteiro budista, daí que precisem de conselhos para o dia-a-dia, de exercícios para fazer enquanto caminham na rua ou cortam os legumes para o jantar.
Ainda, o facto de ter começado a praticar Yoga nos últimos meses deixou-me mais receptiva a tudo aquilo que esteja relacionado com meditação e relaxamento, por isso acredito que essa prática pela qual me apaixonei juntamente com esta obra serão uma mais valia na minha vida!

A única coisa de que não gostei tanto no livro foi a forma como a autora fala dos retiros que são realizados no mosteiro que frequenta. A frequência com que aborda este tema faz-nos pensar que está a querer fazer demasiada publicidade aos retiros. Tirando este detalhe, gostei muito desta pequena lição dada por Kankyo Tannier que de uma forma descontraída, bem-humorada e honesta nos relembra de que não fomos feitos para viver vidas tão agitadas e de que devemos ouvir o nosso corpo quando este nos pede para abrandar.
Um livro que recomendo a todos os leitores, principalmente àqueles que, como eu, têm de conviver diariamente com elevados e desproporcionados níveis de stress.     

sábado, 10 de fevereiro de 2018

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TAG Obsessões Literárias


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

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Manga: A Bat in Blue Sky




Título Original: Souten no Koumori
Ano: 2006
Nº Volumes: 1
Género: Drama, Acção
Autora: Hiromu Arakawa


* Por Mariana Oliveira *


Quando li este manga não fazia ideia de que tinha sido escrito pela mesma autora de uma das minhas histórias favoritas: Fullmetal Alchemist. Se soubesse isso de antemão, de certeza que já o teria lido há muito mais tempo!


Sinopse:
“Esta é a história de Henpukumaru, uma jovem ninja que depois de uma missão mal sucedida acorda na mansão de um inimigo. Depois de lhe ser apresentado o jovem Chiyozuru, futuro senhor daquela mansão, a ninja começa a perceber que finalmente é capaz de sorrir e ver a vida de uma forma completamente diferente. Contudo, numa noite, a mansão é inesperadamente atacada pelos antigos companheiros de Henpukumaru e é nesse momento que ela terá de decidir que caminho seguir…”


Opinião:
A arte em si é boa e conseguiu transmitir sem dificuldades as expressões de cada personagem bem como as cenas de batalha.

É difícil num manga com apenas 69 páginas contar uma história com princípio, meio e fim que seja interessante. Hiromu Arakawa conseguiu fazê-lo, contudo fruto do reduzido tamanho da obra senti que havia espaço para um maior desenvolvimento e apesar de completa a história acabou por saber a pouco.

A cultura japonesa, nomeadamente os samurais e ninjas regem-se por princípios de honra, dever e lealdade e estes aspectos são centrais nesta trama. O dilema vivido pela jovem Henpukumaru, que não sabe se deve manter os princípios adquiridos ao longo de toda a vida ou mudar a sua forma de estar no mundo são o factor chave desta história que nos mostra a força dos laços familiares e o quão difícil é mudarmos quem nós somos.

Sendo uma história de ninjas, não poderiam aqui faltar as famosas cenas de luta que, mesmo sendo poucas, foram bastante interessantes.
Aquando do ataque nocturno à mansão, o ponto alto do manga, todas as emoções estão à flor da pele e enquanto leitora fiquei suficientemente curiosa para querer saber o desfecho desta história.

Não posso dizer que a cena final de “A Bat in Blue Sky” me tenha surpreendido por completo mas permitiu ao manga terminar com um tom bastante positivo e nós leitores ficamos com um sorriso nos lábios.

Não tenho dúvida de que se fosse um manga mais longo esta história teria sido bastante mais profunda e interessante. Contudo, sendo tão pequena recomendo a todos os fãs que tirem alguns minutos do vosso tempo para ficar a conhecer mais um trabalho de uma das mangakas mais conhecidas da actualidade. 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

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Anime: God Eater



Ano: 2015
Nº Episódios: 13
Género: Ficção Científica, Acção
Criador: Takayuki Hirao


* Mariana Oliveira *


Comecei a ver este anime sem nunca ter ouvido falar nele. Por isso mesmo, ia sem quaisquer expectativas, ou como se costuma dizer, tábua rasa.


Sinopse:
“No ano de 2071 o mundo encontra-se num estado pós-apocalíptico depois de quase ter sido destruído por completo após sucessivos ataques de uns misteriosos monstros, a que os humanos decidiram chamar Aragami. Para combater a possível extinção da raça humana é criada uma associação que utiliza guerreiros apelidados de God Eaters, homens e mulheres que conseguem utilizar as God Arcs, armas feitas a partir de células de Aragamis.”


Opinião:
Aquilo que salta à vista neste anime logo nos primeiros minutos é a qualidade da imagem. Está absolutamente fenomenal! É tão boa, que por vezes parecia que os cenários de fundo eram imagens reais e não desenhos feitos à mão. Cada um dos 13 episódios é uma verdadeira experiência cinematográfica e não me consigo recordar de alguma vez na minha vida ter visto um anime com uma imagem tão fantástica. Só por isso, já vale a pena ver “God Eater”.

Contudo, a qualidade deste anime não se fica apenas no seu aspecto gráfico já que a história é igualmente interessante.
Sendo um anime de acção com apenas 13 episódios não é de admirar que o ritmo da trama seja elevado, não havendo aqui espaço para tempos mortos. São batalhas atrás de batalhas, situações de tensão seguidas por momentos dramáticos. Este é o típico anime que mal nos deixa respirar de uma cena para a seguinte, estando constantemente a brindar-nos com momentos simplesmente incríveis.
As personagens principais também são interessantes. Bastante diferentes entre si, o grupo de God Eaters complementa-se muito bem, o que nos proporciona batalhas épicas que dá vontade de ver uma e outra vez.


O mistério relacionado com o aparecimento dos Aragamis é desenvolvido de uma forma gradual ao longo dos episódios, de forma a despertar a nossa curiosidade. Assim, quando chegamos ao último episódio o clímax vem sob a forma de muito drama, tensão e revelações surpreendentes.
Só lamento a forma com o anime terminou pois ficou tudo em aberto e nós, espectadores, ficamos com a sensação de que a história não terminou realmente. Tenho esperanças de que um dia criem mais episódios pois eu com certeza ficarei ansiosamente à espera! 

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

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Livro: Amor em 59 Poemas



Ano de Edição: 2018
Género: Poesia
Autores: Vários
Editora: Suma de Letras


* Por Mariana Oliveira *


Fonte de inspiração para canções, filmes, quadros e muitas outras coisas, o Amor é um sentimento que transcende gerações, comum a todas as culturas.
Mesmo sendo um sentimento comum a todos os seres humanos, o Amor é sentido por todos nós de uma maneira pessoal e distinta. Por isso mesmo, quando tive a oportunidade de ler esta obra fiquei tremendamente grata ao perceber que teria a o privilégio de ver sob o ponto de vista de 59 poetas e poetisas em que consiste esse sentimento misterioso que move montanhas.


Sinopse:
“Os melhores poemas de amor reunidos num único livro. Descubra o sentimento que faz girar o mundo, eternizado pelas palavras de poetas de diferentes tempos e lugares.”


Opinião:
Ao iniciar esta leitura estava convencida de que apenas consistiria em poemas do séc. XVIII até aos dias de hoje. Por isso mesmo, qual não foi o meu espanto quando percebi que viajamos no tempo não apenas ao longo dos mais recentes séculos mas também de milénios, visto que o poema mais antigo nesta obra foi escrito ainda antes do nascimento de Cristo!

Juntamente com cada poema temos uma breve biografia do seu autor o que não só considerei bastante educativo como também serviu para entender melhor alguns dos poemas pois as vidas apaixonadas e dramáticas de alguns dos poetas claramente influenciaram a sua escrita.

Com esta obra, percebemos que independentemente da época em que o poema foi escrito, quer tenha sido à luz da vela ou iluminado por uma lâmpada, o Amor continua a ser um sentimento arrebatador que nos eleva o espírito e faz acreditar que nada é impossível desde que nos deixemos guiar por ele.
Como seria de esperar numa obra deste género, finda a leitura o livro estava repleto de post-its que assinalavam os meus poemas preferidos que, entretanto, já reli várias vezes de tal forma que os achei belos. É disto que mais gosto num livro, quando nos faz voltar a ele vezes sem conta!

Ideal para o dia dos namorados que se avizinha, “Amor em 59 Poemas” é uma obra inspiradora, que ao mesmo tempo que nos apresenta novos poetas nos confirma o talento de outros que já conhecíamos.

Terminada esta leitura, não pude deixar de sentir uma tremenda empatia com estes 59 poetas que mesmo tendo vivido em épocas tão distintas da minha me deixaram com a sensação de que me conseguem ler a alma!

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

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Entretenimento: Álbum "Nome Próprio" de Ana Bacalhau





* Por Mariana Oliveira *

A primeira vez que me cruzei com a Ana Bacalhau foi em 2011 quando os Deolinda deram um excelente concerto na Queima das Fitas de Coimbra. Lembro-me de na altura ter pensado como esta banda era tão portuguesa: a sua sonoridade, as suas letras e roupas... tudo neles respirava Portugal!

Contudo, com o passar dos anos fui notando uma pequena alteração na vocalista da banda, a Ana Bacalhau. Para além de se ter tornado numa mulher mais madura, foi ganhando um grande destaque e cada vez mais deixou de ser apenas a vocalista de uma banda para se tornar numa artista em nome próprio. Por isso mesmo, quando soube que a Ana iria editar um álbum a solo, intitulado precisamente de “Nome Próprio”, não fiquei surpresa porque os últimos anos já faziam adivinhar que a cantora iria tomar um passo destes mais cedo ou mais tarde.



Neste álbum, para mim, a cantora faz questão de destacar o quanto mudou com o tempo. Assim, o pontapé de saída é dado com o tema “Leve como uma pena” no qual Ana Bacalhau mostra como se sente livre para seguir o seu percurso como artista a solo e para abraçar este novo desafio na sua vida. Podem criticá-la, dizer o que quiserem mas ela sente-se leve e capaz de fazer tudo aquilo a que se propõe.
Também com o tema “Vida Nova” a cantora mostra a sua vontade de seguir um novo rumo da sua vida. Ana mostra que está farta dos adereços e quer uma vida mais simples, com destaque para aquilo que realmente é importante.
Foi nesta altura que comecei a pensar que a mudança na vida da artista era maior do que aquilo que eu tinha previsto inicialmente. Uma rápida pesquisa pelos meandros da internet rapidamente me elucidou: a Ana foi mãe pela primeira vez em 2017 e este evento tirou-me quaisquer dúvidas que ainda pudessem persistir relativamente às mudanças ocorridas na vida da cantora.

Um tema que me lembrou bastante os Deolinda foi a canção intitulada “A Bacalhau” que é muito castiça, tal como sempre achei que a banda é. A letra é sobre o inusitado apelido da cantora que, pelos vistos, desde a sua infância que é tema de conversa. Confesso que a primeira vez que soube qual era o seu nome pensei que Bacalhau seria um nome artístico, por isso achei uma certa graça perceber que não fui a única a pensar isso! A cantora tem muito orgulho no seu nome e faz questão de o mostrar nesta música que, para mim, é das melhores do álbum.

O resto do disco é composto por vários temas que comprovam não só o poder vocal de Ana como também a sua predilecção por letras inteligentes e trocadilhos engraçados.   



Este álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau só confirmou aquilo que eu desconfiava deste aquele grande concerto em 2011: a cantora tem uma voz inconfundível, cheia de carisma e personalidade, e escolhe as letras das suas canções a dedo fazendo de cada tema uma história marcante.

Se tivesse de definir este álbum em 3 palavras estas seriam:

- Castiço
- Lusitano
- Sincero

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

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Livro: Reino de Feras




Título Original: Fierce Kingdom
Ano de Edição: 2018
Género: Thriller
Autora: Gin Phillips
Editora: Suma de Letras



* Por Mariana Oliveira *


O ano ainda agora começou mas já me arrisco a afirmar que “Reino de Feras” será com quase toda a certeza uma das leituras mais rápidas que terei em 2018. Para isso contribuiu em muito a forma como a história é contada pois do início ao fim decorrem apenas cerca de 4 horas.  De que se trata, então, a história?
  

Sinopse:
“Joan e o filho de quatro anos, Lincoln, estão quase a dar por terminado o seu passeio habitual no jardim zoológico da cidade. Quando se preparam para sair, Joan começa a ouvir aquilo que julga serem balões a rebentar ou fogo-de-artifício. É só quando se está a aproximar do portão do jardim que percebe a horrível verdade: vê primeiro os corpos pelo chão e depois um homem de costas para ela, de arma na mão. Joan pega no filho ao colo e corre como nunca correu, esperando que o homem não os tenha visto.
Esta é a história de uma luta desesperada de uma mãe para salvar o seu filho ao mesmo tempo que se debruça pelos meandros do forte e íntimo laço entre mãe e filho e explora os limites do feroz amor de uma mãe.”


Opinião:
Não é muito difícil imaginar que um dos sentimentos predominantes neste livro é um dos mais temidos por todos nós: pânico. A situação inesperada em que Joan se encontra é horrível para qualquer pessoa, mas quando ainda por cima se tem um filho de 4 anos connosco essa sensação de pânico escala para níveis muito mais elevados. E creio que a autora conseguiu transmitir-nos isso na perfeição pois ao apresentar-nos uma obra que começa e termina num espaço temporal tão curto temos a oportunidade de acompanhar quase minuto a minuto tudo aquilo que vai acontecendo.

No início desta leitura erradamente pensei que iria centrar-se unicamente na fuga desta mãe e do seu filho, contudo Gin Phillips decide mostrar-nos ocasionalmente o ponto de vista de um dos atiradores e de outras vítimas que, tal como Joan, se encontram a lutar pela sua vida no jardim zoológico. Essa variação foi bastante interessante para a obra, contudo senti que “Reino de Feras” teria sido ainda mais rico se a autora tivesse desenvolvido mais ainda os pensamentos do atirador. Queria ter tido a oportunidade de explorar essa mente e tentar perceber todos os motivos que o levaram a cometer um acto tão vil.
Para além disto, Gin Phillips decidiu explorar o laço que une uma mãe ao seu filho desde o dia em que ela o tem nos seus braços com referências recorrentes a acontecimentos passados que demonstram a profunda relação de Joan com Lincoln. Apesar de não ser mãe, foi difícil não me comover com esse amor tão profundo demonstrado continuamente ao longo das páginas deste livro, quer fosse nos momentos de maior intimidade entre mãe e filho quer fosse nas alturas em que Joan reúne toda a sua coragem e força para enfrentar qualquer inimigo que se atravesse no seu caminho!

Agora poderão estar a pensar: “não seria assim tão difícil esconder-me num enorme jardim zoológico e esperar até ser salvo pela polícia”. Não digo que não tenham razão, agora imaginem fazer isso com uma criança de 4 anos que a determinada altura se vai queixar de que quer fazer xixi, quer comer e nem sempre entenderá como é importante falar baixo para não chamar a atenção dos atiradores. Se pensarem nisso conseguirão perceber o difícil equilíbrio que Joan tem de encontrar entre salvar ambos e manter o seu filho minimamente calmo e confortável numa situação de vida ou morte.

Como seria de esperar num livro deste género, a tensão vai crescendo à medida que avançamos na trama, por isso devorei os últimos capítulos na ânsia de saber como iria terminar esta luta pela sobrevivência. A ajudar a isso está a escrita simples da autora que se concentrou mais no conteúdo do que na forma, como de resto costuma ser apanágio deste género de literatura.

Esta é uma leitura rápida, ideal para quem quer ler uma história sem momentos mortos e acompanhar uma série de peripécias repletas de pânico, medo e instinto de sobrevivência. Porque, afinal, o que é que uma mãe não seria capaz de fazer para salvar o seu filho? 

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

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Livro: A esposa minúscula



Título Original: The tiny wife
Ano de Edição: 2014
Género: Drama, Comédia
Autor: Andrew Kaufman


* Por Mariana Oliveira *


Tenho uma confissão a fazer: o principal motivo que me levou a adquirir este livro foi a sua capa. Pronto, já deitei esse segredo cá para fora!
Agora concentremo-nos na história que é o que realmente interessa aqui.


Sinopse:
“Um ladrão entra armado num banco mas não pede dinheiro. Em vez disso, exige a cada cliente o objecto que tenha para si maior significado. Todas as vítimas sobrevivem ao assalto mas a partir daí coisas estranhas começam a suceder-lhes: a tatuagem de uma sobrevivente salta-lhe do tornozelo e começa a persegui-la; outra vítima acorda e descobre que é feita de rebuçado; entre outras situações caricatas. Uma das vítimas, Stacey Hinterland descobre que encolhe, gradualmente, a cada dia que passa e nada que o marido ou o filho possam fazer conseguirá inverter o processo.
Esta história é uma fábula sobre como podemos perder-nos nas circunstâncias e encontrar-nos no amor de outra pessoa.”


Opinião:
Não posso dizer que tenha adorado esta história, nem tampouco a detestei. Com isto já devem ter percebido que foi uma leitura mediana.
A nível estético, para além da capa o livro surpreende-nos com ilustrações que dão outra vida à história e que contribuem muito para a componente estética desta obra.

Relativamente à história, achei-a demasiado simples a par com a escrita de Andrew Kaufman que não me deslumbrou.
Desde cedo percebemos qual é a intenção do autor: pretende despertar-nos para o facto de muitas vezes na vida preocuparmo-nos com coisas irrelevantes ao passo que descuramos aquilo que realmente importa. Sim, eu sei que já todos ouvimos isto mas nunca é demais lembrarmo-nos de que só temos uma vida que, por sinal, passa bastante rápido e que não deve ser desperdiçada com coisas supérfluas.

O autor usa de algum sentido de humor para transmitir a sua mensagem, mas confesso que não me ri por aí além. Contudo, apreciei o teor caricato das histórias de cada uma das vítimas do assalto. Falta de imaginação é problema que não afecta Andrew Kaufman que se lembrou de pegar numa tatuagem de um leão e fazê-la saltar da perna da pessoa em causa e persegui-la incessantemente dias seguidos. Este é só um exemplo do teor estapafúrdio que abunda nestas páginas e que tornam este livro num dos mais curiosos que li este ano.

Apenas lamento que o autor não tenha explorado mais a temática principal que já é muito abordada em literatura. Ao fim e ao cabo, não aprendi nada de novo com esta leitura.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

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E os melhores do ano 2017 são...


* Por Mariana Oliveira *


Este ano foi repleto de coisas boas! Consegui equilibrar o trabalho e responsabilidades da vida com momentos de lazer. Ao longo destes 12 meses li e vi algumas coisas menos boas, mas na sua generalidade posso dizer que foi um ano muito positivo J
Aqui ficam os meus preferidos de cada categoria:







Filme:
“O Primeiro Encontro” – Um filme de ficção científica que me levou às lágrimas tal é a profundidade do tema que aborda. (post de opinião aqui)













Livro: “As Intermitências da Morte” – A primeira leitura do ano conseguiu levar a cabo uma tarefa hercúlea: manter-se a minha favorita mesmo passados 12 meses e dezenas de outras leituras! (post de opinião aqui)














Anime: “My Hero Academia” – Há muito tempo que não via um anime que me entusiasmasse tanto. Acção, drama e humor na dose perfeita. Venham mais episódios! (post de opinião aqui)
















Manga: “Hideout” – Uma história de terror com uma componente dramática bastante intensa. E aquele final… (post de opinião aqui)













Entretenimento: “Release the Hounds” – Um programa de TV cujo objectivo é um grupo de participantes ultrapassar situações verdadeiramente aterradoras para levar um bom dinheiro para casa. De cada vez que via um episódio sentia que estava a ver um pequeno filme de terror. (post de opinião aqui)












Série: “Jamestown” – Não posso dizer que tenha adorado esta série. Mas como este ano apenas vi duas séries novas, esta foi a menos má do par! Basicamente, dediquei-me mais a ver temporadas novas de séries que me acompanham há anos. (post de opinião aqui






Espero que o vosso ano tenha sido repleto de coisas interessantes!

Um Feliz 2018 para todos,
Mariana

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