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quinta-feira, 28 de abril de 2016

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Série: Into the Badlands


Ano: 2015
Género: Acção, Aventura, Drama
Nº de Episódios: 6
Criadores: Al Gough e Marles Millars


Uma parte significativa da minha infância e adolescência foi passada a ver filmes de artes marciais. Houve mesmo uma série que foi das minhas preferidas de sempre e que se baseava nessa temática: “Combate Mortal”.
Por isso mesmo, mal vi a publicidade anunciando a estreia da série “Into he Badlands” e percebi que as artes marciais estavam de volta não hesitei em vê-la!


História:
“Numa terra controlada por Senhores Feudais, esta é a história de um temível guerreiro e de um jovem especial que embarcam numa jornada rumo a um lugar cheio de perigos, em busca de conhecimento mas, acima de tudo, em busca da verdade.


Opinião:
“Vou começar por referir aquilo de que não gostei na série: o número de episódios. Seis episódios é muito pouco para uma história tão incrível, entusiasmante e interessante como esta!
Relativamente ao que gostei, irei tentar ser breve para não correr o risco de escrever um verdadeiro livro sobre a série.
Começando pelo mundo criado, fiquei surpreendida com esta mistura de antigo e moderno que os
produtores conseguiram imprimir na história. Esta ideia de senhores feudais em casais antigas, que remonta a tempos históricos, ao mesmo tempo que existem carros e motos criou uma combinação que tinha tudo para ser um fracasso mas que se revelou um autêntico sucesso.
Os cenários são igualmente incríveis e a aposta em cores vivas resulta num verdadeiro regalo para o espectador.
A história começa por ser muito simples mas, à medida que prosseguimos na trama, percebemos que há várias camadas a descobrir, várias conspirações e segundas intenções e diversas personagens com a sua própria agenda que potencialmente poderão dar a volta a toda a história.
Relativamente às cenas de luta, só posso dizer que ainda não acredito que numa série tenham investido em cenas tão complexas e elaboradas. Só poucos filmes no cinema costumam ter cenas assim, por isso mesmo dei por mim a repetir essas partes da série para poder apreciar devidamente cada movimento inteligentemente pensado.
Não reconheci nenhum actor, contudo, mesmo sem serem oscarizados e estrelas de Hollywood, considero que conseguiram encarnar na perfeição as suas personagens, dando credibilidade à história e fazendo-nos amar uns e odiar por completo outros. Não é isso mesmo que qualquer criador quer que a sua série suscite nos seus espectadores?

Para concluir, ainda estou a tentar descobrir a forma ideal de conviver com esta ansiedade causada por esta espera interminável pela segunda temporada que apenas estreará em 2017. Até lá, resta-me recomendar esta série a todos os amantes deste género de história. Acreditem em mim quando vos digo que não se arrependerão!"


Por Mariana Oliveira

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