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domingo, 5 de fevereiro de 2017

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O teu FLAMES num ano


2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"


Fátima Oliveira
2016

Para quem ama os livros como nós, pelo menos uma vez na vida já nos passou pela cabeça como seria maravilhoso trabalhar numa Biblioteca. A Fátima Oliveira tem esse emprego de sonho. Trabalha na Biblioteca Afonso Lopes Vieira em Leiria, e por isso estávamos tão ansiosas por ver as suas escolhas.


Filmes
- The Truman Show – Filme que não me canso de rever.
- Inside Out – O melhor filme da Disney.

Livros: (10 livros)
- Bruce Bower, Enquanto a Europa dormia: como o islamismo radical está a destruir o Ocidente a partir de dentro (Lisboa, Alêthia, 2010) – Não concordando de todo com as teses do autor, não deixou de ser uma leitura importante enquanto reflexão sobre o mundo em que vivemos. 

- Kevin O’Leary, A verdade nua e crua sobre homens, mulheres e dinheiro (Carcavelos, Self, 2015) – Como poupar dinheiro? Eis a melhor resposta a essa questão que já li até hoje. 

- James M. Russell, Um breve guia para os clássicos filosóficos (Lisboa, Temas e Debates, 2016). – Tal como o título indica, um guia de filosofia. Bons resumos de livros. Refere textos literários cheios de filosofia. Um livro sobre filosofia para quem não gosta de filosofia. 

- Antoine de Saint-Exupéry, O Principezinho – Em 2016 reli O Principezinho. Este clássico está cada vez melhor, nunca envelhece! 

- Viktor E. Frankl, O homem em busca de um sentido (Lisboa, Lua de Papel) - Testemunho importante do Holocausto. É possível ser feliz, mesmo no sofrimento, se houver um sentido para a vida. 


- David Lodge, Até onde se pode ir? (Lisboa, Gradiva, 1997) - Grande romance! Polémico sobretudo para católicos. Trata bem a evolução da igreja católica e dos crentes no pós-guerra: entre 1952 até 1978. 


- Noami Wolf, O mito da beleza (Lisboa, Círculo de Leitores, 1994) - Muita informação boa. A autora consegue demonstrar as implicações políticas de um culto excessivo da beleza. Muito actual e hoje em dia também se aplica às pressões exercidas sobre os homens. Aliás, o “mito da beleza” está cada vez mais perigoso, tanto para homens como para mulheres. 


- Viviane Forrester, O horror económico (Lisboa, Terramar, 1995) – Numa altura em que muito se fala acerca do “futuro do trabalho”, este ensaio desta escritora francesa está actualíssimo: como se tivesse sido escrito ontem! 


- Michael Ende, Momo (Lisboa, Presença, 1984) - A história de Momo, uma criança que consegue devolver aos homens o tempo. Fala-se de consumismo, produtividade e sentido para a vida. Livro escrito em 1973 mas que está actualíssimo. Livro para todas as idades: para crianças e para adultos. 


- Umberto Eco, Número zero (Lisboa, Gradiva, 2016) - Uma ficção dentro da ficção. Uma sátira ao jornalismo actual. Fantástico! 


Animes: 

Mangas

Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Na região de Leiria em 2016 existiram tantos espectáculos bons que é difícil decidir. 

Séries: Não tenho dados para esta categoria. A qualidade das séries tem vindo a melhorar muito mas eu não tenho tido tempo para as ver.

Vejam as participações anteriores aqui

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