Quando dei uma vista de olhos na biografia deste autor, Terry Hayes, e fiquei a saber do seu extenso e bem sucedido passado cinematográfico, foi com alguma desconfiança que peguei no seu livro. Afinal de contas, quantas não são as pessoas desse meio que tentam tornar-se escritores e falham redondamente? "Bem, tens 655 páginas para provar que estou errada Terry Hayes!" - foi o que eu pensei. Mal imaginava que bastaria uma meia dúzia de capítulos para eu engolir as minhas palavras...
Sinopse:
"Uma corrida vertiginosa contra o tempo e um inimigo implacável.
Uma jovem mulher brutalmente assassinada num hotel barato de Manhattan.
Um pai decapitado em praça pública sob o sol escaldante da Arábia Saudita.
Os olhos de um homem roubados do seu corpo ainda vivo.
Restos humanos ardendo em fogo lento na montanha de uma cordilheira no Afeganistão.
Uma conspiração para levar a cabo um crime terrível contra a Humanidade.
E um único homem para descobrir o ponto preciso onde estas histórias se cruzam: Peregrino."
Opinião:
"Pouco habituada a ler policiais, cedo mergulhei nesta história muito por culpa da sua escrita. O autor tem um sentido de humor genial e dá um toque de ironia à obra que a torna diferente de tudo aquilo que li até hoje.
Tratando-se de um livro grande, numa fase inicial dei por mim a pensar que alguns dos factos narrados pelo protagonista não eram relevantes para a história. Contudo, acreditem em mim quando vos digo que TUDO tem um propósito e Terry Hayes não desperdiça palavras com temas sem interesse. Mais cedo ou mais tarde tudo faz um sentido e percebemos os caminhos seguidos pelo autor ao longo do livro. Esse é um dos pontos fortes desta obra!
Narrada sob o ponto de vista de um agente secreto, o Peregrino, a história viaja por vários países, começa no presente para de seguida recuar no tempo e nos dar uma perspectiva dos caminhos percorridos pelos personagens para imediatamente voltar ao presente. Esta foi a solução encontrada por Terry Hayes para nos mostrar o lado mais íntimo e pessoal do Peregrino, bem como do seu inimigo que ameaça o bem-estar de toda a população à face da Terra: o Sarraceno, um muçulmano extremista que não olha a meios para atingir os seus fins e que, fruto de uma inteligência ímpar, criou a arma perfeita para arrasar com o seu maior inimigo. De facto, o plano do inimigo é tão bom e o seu rasto tão difícil de seguir que dei por mim a pensar: "será que nesta história o bem conseguirá vencer?!".
Tal como referi, o livro leva-nos a vários países sendo o seu palco principal a Turquia. Para mim, esta foi a cereja no topo do bolo! Tendo tido a oportunidade de eu mesma viver nesse país há uns anos atrás, foi com prazer e saudade que revisitei uma nação pela qual nutro um carinho tão grande. Este foi o palco ideal para uma história intensa, repleta de mistério e detalhes inteligentes com uma fase final simplesmente electrizante. Os últimos capítulos foram tão emocionantes que dei por mim a ler até altas horas para descobrir como tudo iria terminar. É verdade que uma boa noite de sono é importante, mas quem é que consegue descansar quando tem uma história incrivelmente construída à espera?
Por isso mesmo, foi com algum prejuízo para o meu bem-estar que
desfrutei das quase 700 páginas de "Peregrino", pois não é todos os dias
que um policial me cativa, ainda para mais um policial cuja acção se
desenrola na Turquia.
No entanto, como no melhor pano cai a nódoa, não podia deixar passar um detalhe que não me agradou: o excessivo patriotismo de Terry Hayes é por demais evidente ao longo do seu livro e alguns comentários que tece, apesar de serem dirigidos aos muçulmanos extremistas, poderão incomodar um pouco as pessoas dessa religião. Foi uma jogada arriscada do autor. Vamos a ver se não recebe algumas mensagens menos simpáticas por parte de alguns leitores...
Tirando esse detalhe, esta foi uma obra que me encheu as medidas e fez acreditar que uma obra de estreia enorme e de um género que não costumo ler com frequência pode ser brilhante. Amantes de policiais, aproveitem pois não é todos os dias que uma obra assim aparece em Portugal!"
Autor: Paulo Caiado Editora: Marcador Data 1ª Edição: 06/08/2015 ISBN: 978-989-75-4187-2 Nº de Páginas: 344
Sinopse:
Amigos desde sempre, Lucas, Marcos, Mateus e João chegaram à casa dos 40, com tudo o que isto tem de bom e de menos bom: a maturidade e a experiência, mas também a insegurança em relação às decisões a tomar para o futuro e a angústia quanto à aproximação dos 50.
Este romance é, quase na íntegra, narrado por Lucas, o personagem que, no fundo, reúne um pouco de todas as características dos quatro amigos: a costela marialva de Marcos, a introspeção de Mateus e a objetividade de João. Com grande sensibilidade e franqueza, Lucas descreve as suas vivências e as do seu grupo de amigos e amigas, questionando-se e questionando-as.
Um Momento Meu é o retrato de uma geração, que irá trazer recordações e provocar sorrisos e lágrimas a todos aqueles que viveram a sua juventude nos anos 80 em Portugal.
Opinião:
Este livro não fazia parte da minha wishlist, pois achava que ele não era muito "adequado" para a minha "idade". Ok, talvez pudesse reformular esta ideia. A questão é que eu achava que este livro seria mais apreciado por mim daqui a uns anos (talvez nos meus 40 anos quem sabe). E foi esse o motivo que me fez demorar tanto a lê-lo.
De facto, e apesar de o autor começar logo bem e me ter "apanhado" na escrita logo desde inicio, com o tempo comecei a demorar mais para o assimilar. Isto deveu-se, essencialmente a meu ver, a dois aspectos:
1º - A história não é o foco principal do livro, mas um pretexto para o autor divagar sobre inúmeros assuntos, desde o amor, à amizade, o ciúme, o sentido da vida, a solidão e a busca pela felicidade.
2º - As reflexões do autor diziam-me pessoalmente pouco, e a personagem principal que a narrava na maior parte das vezes (temos alguns capítulos com outras perspectivas) chegou a irritar-me. Havia momentos em que me apetecia gritar-lhe.
Eu adoro quando as personagens mexem comigo, quer de forma positiva ou negativa, porque quer dizer que de alguma forma estão bem construídas, e o Lucas, neste caso, mexeu muito comigo. É interessante porque o Lucas não é real, não tenho qualquer ligação real comigo, e mesmo assim conseguiu suscitar coisas em mim. E isso é sinónimo de que o autor fez um excelente trabalho na sua construção e/ou apresentação. Uma das coisas que mais mexeu comigo foi o "narcisismo" dessa personagem. A forma como Lucas dava conselhos a todos com aquela forma de falar do tipo "Ouçam-me todos porque eu sou o detentor da verdade absoluta". Mas depois, no seu dia a dia, Lucas não conseguia lidar com algumas questões, e não as conseguia resolver de forma satisfatória. O aspecto positivo desta personagem é que ela vai crescendo, e nota-se um amadurecimento da mesma. No entanto espero, que no mundo real, os homens com as dúvidas e indecisões do Lucas, não tenham de "bater com a cabeça" nem tomar certos caminhos para aprender... No final, posso dizer que se eu fosse a mulher dele, ter-me-ia sem duvida comportado de outra forma.
Uma outra personagem com a qual não lidei muito bem foi o João, talvez porque tinha a mesma profissão do que eu (mas seguindo a corrente contrária à minha). No geral, gostei bastante das personagens femininas. Interessante a história de vida da Cristina. Cada vez, infelizmente, há mais mulheres como ela. Não quero dar spoilers, mas a verdade é que infelizmente hoje em dia ainda há mulheres que se devem sujeitar a certas coisas...
O enredo foi interessante, mas relegado para segundo plano (como disse em cima). Mas isso prende-se com o meu gosto pessoal em termos literários. Eu preciso sempre de uma boa história, e de menos reflexões, pois gosto que me seja dada essa liberdade enquanto leitora. Esta obra faz o contrário, trazendo as reflexões para primeiro plano e usando a história como base para as divagações, o que sem dúvida é menos apresentados em livros hoje em dia. Nesse sentido, o autor está de parabéns, e penso que também o estará por outra razão: será fácil para alguém nascido nos anos 60 em Portugal, ou que viveu em Portugal/Europa nos anos 80, criar uma enorme empatia com as personagens e sentir que o livro é também um pouco seu. Mais fácil será, ainda, para os homens (uma vez que o livro é narrado maioritariamente pelo Lucas). Isso traz o inconveniente de limitar um pouco os seus leitores. No entanto, não acho que o livro seja exclusivo dessa faixa etária. Como jovem adulta de 27 anos consegui sentir alguma ligação com algumas personagens, compreender os seus pontos de vista e empatizar com algumas que nem sequer eram da minha idade (por exemplo, no caso da Diana, personagem com a qual empatizei logo de início).
Interessante também dois aspectos: a forma como o autor refere obras clássicas (portuguesas ou não) e a forma como nos apresenta Portugal, e alguns dos locais maravilhosos que temos.
Por fim devo dizer que as ultimas 100/50 páginas do livro foram, para mim, as melhores. Um acontecimento particular descrito atingiu-me em cheio, como um murro no estômago, e demonstrou-me como a obra (em termos de história) se aproxima mais da realidade do que parece.
Um livro que, no final, valeu a pena, mas com a ressalva de que é mais voltado para pessoas que gostam de reflexões.
Opinião: Estou habituada àqueles sabores mais doces nas bolachas, por isso foi para mim estranho quando as experimentei... mas citando Fernando Pessoa, "primeiro estranha-se, depois entranha-se". Imagino estas bolachas a serem consumidas numa festa, ou quando temos convidados em casa e queremos apresentar as "típicas" tacinhas de salgados, mas sendo bastante mais originais, e oferecendo um produto de maior qualidade e 100% português. E já agora, quem disse que não se pode brincar com a comida?
Sobre a Marca: A Fabrica Paupério foi fundada em 1874 em Valongo e a família que entrou na sexta geração e continua a fabricar alguns biscoitos nas máquinas dos trisavós. As Bolachas e Biscoitos Paupério são confeccionados artesanalmente, com as melhores matérias primas e seguindo as receitas antigas.Só desta forma é possível conferir a qualidade e o sabor tradicionalmente inconfundível, capaz de satisfazer o Cliente mais exigente.
Opinião: Não sou grande fã de bebidas alcoólicas, mas no que toca a cerveja a minha preferência recai sempre nas mais escuras de paladar mais forte.. com mais corpo... enfim! E esta cerveja é isso tudo! Muito boa!
Sobre a Marca: Tal como para aprender a ler é preciso saber o abecedário de trás para a frente, para conhecer esta cerveja artesanal, vai precisar de ter algumas letras na ponta da língua. Para começar há que aprender que a Cerveja Letra é uma cerveja produzida, através de métodos de fabrico artesanais e ingredientes 100% naturais – água, maltes e lúpulos – que lhe conferem um carácter único e especial, resultado das suas propriedades organolépticas, que a distinguem das cervejas atualmente produzidas e consumidas em Portugal: mais turva, mais aromática e muito mais intensa. A segunda lição é saber que estas características estão presentes em qualquer uma das 4 variedades, numa gama que é necessário conhecer de cor e salteado: A de Weiss, B de Pilsner, C de Stout e D de Red Ale. Embora diferentes ao olhar e ao paladar, todas são produzidas com o mesmo rigor, ingredientes 100% naturais, sem nenhum tipo de corante ou conservante e genuinamente minhotas.
Opinião: Mas o que poderá uma pessoa como eu, doida por chocolate, dizer sobre esta tablete? É absolutamente deliciosa, mas o bónus é mesmo a frase e a ilustração. Perfeito para qualquer livrólico. Eu fiquei satisfeita, e ir roubando quadradinhos ao longo da leitura, é perfeito!
Sobre a Marca: Nascida de um interesse comum da Rita e do Hélder pelo colecionismo de pacotes de açúcar, cedo se diferenciou na personalização destas pequenas embalagens de açúcar e chocolates tipo napolitanas. Embora sediada em Aveiro, teve toda a génese na Internet e abraçou assim rapidamente todo o país levando a magia de um mundo doce a milhares de clientes.
Opinião: O roteiro é sem dúvida o item mais especial da Box. Um roteiro que nos faz descobrir tesouros escondidos em todo o território nacional. Que bom será ter estes roteiros e utilizá-los como pretexto para um fim de semana diferente. Este eu vou usá-lo para conhecer melhor as nossas livrarias emblemáticas.
E quem não gosta de um lindo postal com um desenho original feito por um designer português? Este é assim e poderá servir para ser coleccionado ou, simplesmente, para o enviar a alguém de quem gosta, quem sabe, durante um desses passeios impulsionados pelo roteiro.
Opinião: DESCONTOOOOOOOOOOOOOOS! A palavra mágica para qualquer livrólico. "Livraria Arquivo", "BD Mania" e "Aqui há gato". Livrarias para visitar e, caso queiram comprar algo, aproveitem o desconto!
Opinião: E se vocês forem como eu que perco sempre os marcadores, aqui fica um que vos relembra como fazer para ter sempre esta box em sua casa. Pelo sim pelo não, fica aqui também o site - http://www.myownportugal.com/
Opinião: Há por aí um espírito de escritor? Peguem neste caderno e no lápis e comecem a rabiscar as vossas ideias! E se o fizerem apoiando o comércio tradicional português, as palavras parece que fluem melhor. :) Este caderno é irresistível, e o lápis tráz tantas boas memórias... adoro!
Sobre a Marca: Viarco é actualmente a única fábrica de lápis da Península Ibérica, localizada em São João da Madeira, a sua origem remonta a 1907. Os produtos da marca Viarco são muito diversificados; entre eles encontram-se lápis de office escolar, de desenho profissional, de design personalizado. Actualmente, a Viarco tem por objectivo a recuperação de um edifício que alberga um extenso expólio de arqueologia industrial, no sentido de o adaptar para a recepção de visitantes, construindo o Museu do Lápis e ateliers com vista a formação de artistas em início de carreira.
Sobre a Marca:
Histórias de Inventar é uma marca registada e foi criada em 2007 por Rosária Lopes e Arnaldo Barão. Artigos manufacturados (100% reciclado * 100% português) com uma abordagem vintage, lúdica e educacional.
Opinião: E eis que chegamos ao último produto que mais tempo demorei a experimentar, uma vez que tinha algum receio. Não sou adepta de coisas picantes nem agri-doces e, apesar de adorar provar comidas novas. Este é, sem dúvida, um doce que deixará os vossos convidados de "boca aberta". Um doce de sabor intenso e exótico, de textura invulgar, que deixará um leve traço picante no vosso paladar.
Sobre a Marca: O projeto “A Casa do Marquês” teve início em 2011, dinamizado por Elisa Marques, com a produção artesanal de compotas, como resultado do seu prazer pela confeção de produtos gastronómicos de qualidade. Em 2013, a sua amiga Verónica Sousa, abraçou também este projeto. Atualmente, encontram-se totalmente envolvidas na criação de compotas inovadoras e de qualidade, aliando os produtos regionais com as exigências da modernidade demarcando-se, desta forma, das restantes compotas artesanais.
E já conhecem a BOX de Outubro? Descubram tudo no site da My Own Portugal
Há algum tempo o FLAMES organizou um passatempo em parceria com a editora Dinalivro no qual oferecia um livro, no mínimo, curioso. Tratava-se da obra "Contos de Poe", um livro ilustrado que consiste na adaptação de três contos do conceituado escritor Edgar Allan Poe. Já naquela altura fiquei muito curiosa relativamente a esta obra, por isso foi com grande alegria que consegui comprar o último exemplar que estava disponível na banca da editora na passada edição da Feira do Livro do Porto. Posso mesmo dizer que este foi apenas o meu segundo contacto com algo relacionado com Poe, depois de ter visto há umas semanas um filme de que já aqui falei: "O Refúgio de Stonehearst".
Sinopse:
"Edgar Allen Poe é uma das figuras mais enigmáticas da história da literatura. A posteridade não o livrou da fama de escritor excêntrico, viciado no álcool e no jogo. Considerado precursor de vários géneros literários, nomeadamente Ficção Científica, Fantástico e Policial, é, sem dúvida, um dos maiores nomes da literatura norte-americana. Com a adaptação para banda desenhada de alguns dos seus contos mais representativos - "O escaravelho de ouro", "O método do Dr. Alcatrão e do Professor Pena" e "A queda da casa de Usher" -, os leitores mais jovens poderão ter uma amostra breve mas muito competente do talento literário deste magnífico contador de histórias. Duzentos anos depois do seu nascimento, Poe continua a ter o mérito raro de atrair gerações sucessivas de leitores. O objectivo deste livro é apenas contribuir para que esse fascínio possa começar um pouco mais cedo."
Opinião:
"Em primeiro lugar, não podia deixar de falar de uma engraçada coincidência: o segundo conto do livro - "O método do Dr. Alcatrão e do Professor Pena"- é o conto que inspirou o filme de que falei no início deste post. Foi interessante comparar as semelhanças e diferenças entre as duas histórias.
Agora falando numa maneira geral de todo o livro, apesar de a capa ter como principal destaque uma caveira, o livro está escrito de forma a que os leitores mais novos possam usufruir da sua leitura. As histórias estão descritas de uma forma simples e não exageram na componente do terror. Daí que acredite que um leitor a partir dos 10 anos possa perfeitamente ler este livro sem ter, necessariamente, pesadelos à noite.
Contudo, não se pense que os adultos não desfrutarão de "Contos de Poe", pois falando na minha experiência, foi um verdadeiro prazer conhecer estas histórias curiosas e caricatas com um detalhe que, a meu ver, é o verdadeiro tesouro do livro: as ilustrações. Eu simplesmente ADOREI as ilustrações de Miquel Serratosa! Estão perfeitas para este tipo de histórias e são de uma qualidade tão boa que dei por mim, depois de ter terminado o livro, a folhear novamente algumas páginas para voltar a apreciar a qualidade deste ilustrador. Gostei tanto da componente estética desta obra que certamente voltarei a lê-la, só para poder voltar a apreciar este livro que já considero um dos meus "tesouros" da minha colecção pessoal."
Depois do filme e depois de "Contos de Poe", resta-me mesmo ler algo escrito pelo próprio Edgar Allan Poe sabendo que este livro serviu de aperitivo perfeito para mergulhar no universo de um dos escritores mais emblemáticos de todos os tempos!
Em parceria com a Antunes Livreiros temos para vos oferecer 1 exemplar do livro "Uma nova corrida Marada".
Título: Uma Nova Corrida Marada Autor: Ana Paula Figueiredo & Pedro Figueiredo
Ilustração: Andreia Tenreiro
Sinopse:
Foi no Gerês que as personagens Rita e Roberto presenciaram uma nova corrida marada. Foi a partir daí que a alimentação saudável esta na base da felicidade. Um dos maiores problemas na infância é o excesso de peso. Com a ajuda deste livro e muita entreajuda conseguirão resolver esse problema. Nunca é tarde para iniciar uma alimentação saudável.
Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega.
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor.
O novo disco do produtor sueco sucede a um dos discos com maior êxito de sempre na música de dança, e inclui "Waiting For Love" e "For a Better Day"
"Wake Me Up", "Hey Brother", "Addicted To You", "The Days", "The Nights", "Waiting For Love" e agora "For a Better Day". Não há período recente que não tenha Avicii como banda sonora. Se "True" foi o trabalho de estreia que o transformou em fenómeno global, o sucessor "Stories" é a confirmação de que o sueco ganhou o lugar como uma das faces mais influentes de sempre na música de dança. O novo disco já está disponível em todas as lojas e plataformas digitais.
Este registo conta com 14 faixas originais e as participações de Chris Martin (Coldplay) e Wyclef Jean, entre outras surpresas. "Todas as canções têm uma história que eu queria contar. Este trabalho refina o que eu acho que não estava perfeito da última vez. Acho que há mais camadas, estruturas muito diferentes, e cada canção foi escrita na guitarra acústica, por exemplo", revela-nos.
E todas as canções nos transportam para estados diferentes: "For a Better Day" e "Pure Grinding", os últimos dois singles que estrearam em simultâneo nas principais rádios europeias, dão a volta às expectativas para explorar duas sonoridades completamente distintas. É a sua vontade de experimentar que faz dos álbuns de Avicii muito mais do que uma colecção de drops: "Touch Me" traz influências de jazz, "You Can't Catch Me" abre a pista de dança às guitarras e "Somewhere in Stockholm" é uma homenagem pessoal à cidade que o viu nascer.
"Waiting for Love", o primeiro cartão de visita, está no topo das tabelas de airplay à volta do mundo e já conta com mais de 135 milhões de streams no Spotify. Aliás, Avicii é o décimo artista da história do Spotify com mais streams.
THE WEEKND
Continua a conquistar tudo e todos
"The Hills" chega ao primeiro lugar
The Weeknd é inevitavelmente um dos maiores fenómenos do r and b atual. Três semanas depois de ter chegado ao primeiro lugar do top 100 da Billboard, com o single "Can’t Feel My Face", o cantor canadiano substitui-se a si próprio no top de vendas com a canção "The Hills", um feito raro alcançado apenas por artistas como The Beatles, OutKast, Black Eyed Peas ou Taylor Swift, a última artista a consegui-lo.
Ambos os singles foram retirados do álbum "Beauty Behind the Madness", onde The Weeknd colabora com artistas como Lana Del Rey ou Ed Sheeran e que também se mantém há semanas no primeiro lugar do top de vendas norte-americano.
Na primeira semana de lançamento o álbum ultrapassou as 412 mil cópias vendidas nos EUA e, desde então, já vendeu mais 250 mil cópias, o que faz deste "Beauty Behind the Madness" um dos discos mais populares de 2015. Portugal não tem sido alheio ao estilo incontornável de The Weeknd, tendo este álbum alcançado o primeiro lugar do iTunes e do Spotify.
Recentemente o artista canadiano atuou no novo Apple Music Fest, no Roundhouse, em Londres, no seu primeiro concerto em solo britânico desde o lançamento de "Beauty Behind the Madness". O concerto recebeu aplausos muito entusiasmados de meios da especialidade como NME, Gigwise ou MTV. O site britânico do canal MTV lembra o encore "épico" com as canções "High for This" e "Wicked Games".
Por sua vez o álbum, "Beauty Behind the Madness", continua a ser alvo de críticas muito positivas. "O artista conhecido como The Weeknd não compromete os seus valores sonoros para favorecer o seu novo público", escreve o i-D Vice.
O site Turn Style refere ainda que no seu novo disco The Weeknd encontrou o "balanço perfeito entre a pop e a profanidade", comparando-o ainda a Michael Jackson. A Fact salienta as "melhores produções" que povoam este "Beauty Behind the Madness", sem dúvida um dos álbuns mais incontornáveis de 2015.
SAM SMITH
Desvenda inéditos em reedição de "In The Lonely Hour"
Sam Smith anunciou a reedição do seu muito aplaudido primeiro álbum de originais. "In The Lonely Hour: The Drowning Shadows Edition" é editado a 6 de novembro e conta com um segundo CD onde se pode encontrar uma mão cheia de novas canções, exclusivas desta nova edição.
Entre os inéditos que agora serão revelados está a canção "Drowning Shadows", coescrita por Sam Smith e Fraser T. Smith e produzida por Jimmy Napes e Steve Fitzmaurice. "Drowning Shades" abre elegantemente o segundo disco desta reedição, sendo uma balada de profundidade emocional e que revela uma vez mais os dotes vocais de Sam Smith.
Além deste novo tema, "In The Lonely Hour: The Drowning Shadows Edition" contém ainda versões de "Love Is A Losing Game", de Amy Winehouse, e de "How Will I Know?", de Whitney Houson, cuja interpretação de Sam Smith é de cortar a respiração. No disco encontram-se ainda colaborações com John Legend, Mary J. Blige e o rapper A$AP Rocky.
Este final de ano está a ser auspicioso no percurso de Sam Smith. Depois de ter vendido nove milhões de cópias de "In The Lonely Hour", o seu álbum de estreia no Reino Unido quebrou o recorde ao ter permanecido 69 semanas consecutivas no top 10. O cantor britânico também já conta com quatro prémios Grammy, três Brit Awards, seis prémios MOBO, além de ter sido eleito pela revista GQ o Artista a Solo do Ano.
Agora Sam Smith junta-se à "família" 007, tendo lançado recentemente o single "Writing's On the Wall", nova canção do próximo filme sobre as aventuras do agente secreto James Bond, "Spectre", sendo esta a primeira canção de um filme da saga 007 gravada por um artista masculino a solo desde 1965. Esta também foi a primeira vez que uma canção tema do filme James Bond entrou diretamente para o 1.º lugar do top britânico.
RAMMSTEIN
"IN AMERIKA" ENTRA PARA #1 DO TOP NACIONAL DE DVDs
Na sua semana de lançamento, "Rammstein in Amerika" entrou directamente para o primeiro lugar da tabela nacional de DVDs.
A edição de luxo que celebra um dos momentos marcantes da banda alemã inclui dois discos: no primeiro, o poderoso concerto de 2010 no Madison Square Garden, en Nova Iorque, cujos 18 mil lugares esgotaram em menos de 30 minutos; e no segundo, um documentário de duas horas sobre a experiência americana dos Rammstein.
Legendado em português e com imagens nunca antes vistas, este documento histórico relembra o início dos Rammstein, atrás da Cortina de Ferro, e a forma como os Estados Unidos os influenciaram: das grandes digressões, ao desmesurado sucesso no fim dos anos 90 e aos efeitos deste sobre a banda, logo em cima do pós-11 de Setembro.
O documentário inclui ainda a participação de Iggy Pop, Marilyn Manson, Steven Tyler (Aerosmith), Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Moby, System of a Down, Slipknot ou do actor Kiefer Sutherland, que abordou o "enorme nível de autenticidade no estilo e na música que os Rammstein trazem, independentemente da cultura de onde vêm ou da linguagem que falam".
Disponível em DVD e Blu Ray, "Rammstin in Amerika" é um item obrigatório para todos os fãs, mas também para quem quer perceber a influência da banda de Till Lindemann, Richard Kruspe, Paul Landers, "Ollie", Christoph Schneider e "Flake" Lorenz.
LUDOVICO EINAUDI
Lança o muito aguardado "Elements"
Álbum do pianista e compositor italiano chega ao mercado a 16 de outubro
Ludovico Einaudi, o pianista cujo estilo musical único é reconhecido em todo o mundo, está de volta com um novo álbum. Intitulado "Elements", o disco será lançado a 16 de outubro pela Decca.
"Elements" foi gravado ao longo deste ano em Itália, na casa do próprio Einaudi. O compositor inspirou-se tanto em elementos da natureza, como em elementos matemáticos, científicos, em formas musicais e até em obras de arte. O resultado final é uma obra simultaneamente emocionante e transcendente.
O próprio Einaudi diz: "Vi novas fronteiras, no limite entre o que já sabia e o que desconhecia, que há muito queria explorar: criação de mitos, a tabela periódica, a geometria de Euclides, os escritos de Kandinsky, a matéria sonora e da cor, a grama selvagem no prado, as formas da paisagem. Durante meses sonhei com uma mistura aparentemente caótica de imagens, pensamentos e sentimentos. Depois, gradualmente, tudo se uniu como se de uma dança se tratasse, como se todos estes elementos fizessem parte do mesmo mundo, e eu dele".
Para este novo álbum, Ludovico Einaudi reuniu um grupo talentoso de músicos, entre eles Francesco Arcuri, Marco Decimo, Mauro Durante, Alberto Fabris, Federico Mecozzi e Redi Hasa. "Elements" conta ainda com a participação do ensemble de cordas Amsterdam Sinfonietta, Robert Lippok, músico do panorama da música eletrónica berlinense, o grupo de percussão Parco della Musica of Rome, o percussionista brasileiro Mauro Refosco e ainda o aclamado violinista Daniel Hope, que toca no primeiro tema do álbum, "Petricor".
O pianista e compositor é ainda responsável pelo artwork do álbum, tendo desenhado uma grande variedade de símbolos e ilustrações que ecoam a música que aqui se ouve.
Ludovico Einaudi é um dos músicos mais bem-sucedidos da atualidade, tendo vendido mais de 1,5 milhões de discos e chegado aos tops de música clássica de todo o mundo. No Reino Unido é mesmo o artista de música clássica com mais streams, somando mais de 130 milhões de streams da sua música.
Além disso, já compôs música para mais de duas dezenas de filmes, tendo sido nomeado para os BAFTA pela banda sonora do filme "This Is England 86". O próximo "This Is England '90" contará com música deste novo "Elements", bem como outras composições do pianista italiano.
ANA MOURA
"Desfado" atinge as 5 Platinas e torna-se o disco nacional mais vendido dos últimos anos
A notícia de que "Desfado" atingiu, esta semana, o galardão de Quíntupla Platina é um auspicioso ponto de partida para o novo álbum de Ana Moura. Um marco importante para um disco e uma artista que continuam a fazer história: este é o disco nacional editado nos últimos cinco anos mais vendido em Portugal.
Há 145 semanas consecutivas no top de vendas nacional, este foi o disco que globalizou Ana Moura. O primeiro editado mundialmente pela Universal Music, através da Decca, chegou ao 1.º lugar várias vezes em Portugal, tendo atingido também o 1.º lugar das tabelas de World Music em Inglaterra, Espanha e Estados Unidos.
"Desfado" reuniu alguns dos melhores compositores da atualidade e o single que lhe dá o nome tornou-se no primeiro fado a ser tocado nas rádios mainstream nacionais. A tour "Desfado" levou Ana Moura a grandes palcos nacionais e internacionais, cantando para multidões nos mais de 300 concertos que realizou depois de editar "Desfado".
A pouco tempo de editar um novo disco, Ana Moura é a artista nacional contemporânea com a carreira com maior projeção e prestigio internacional. O sucessor de "Desfado", ainda sem nome, está previsto ser editado ainda em 2015. Em breve serão desvendados mais pormenores.
ÁTOA anunciam disco de estreia
Os ÁTOA acabam de anunciar, nas suas redes sociais, o lançamento do seu disco de estreia e de revelar a capa. "Idade dos Inquietos" chega ao mercado no dia 20 de Novembro.
Depois de terem lançado os bem sucedidos singles "Falar a Dois" e "Distância", a curiosidade em torno do lançamento do álbum de estreia dos ÁTOA tem vindo a crescer, principalmente nas redes sociais da banda, onde os fãs se têm mostrado impacientes para saber mais pormenores à cerca deste lançamento.
A espera está quase a acabar! Idade dos Inquietos, que também é o título de uma das músicas, traz 11 canções originais, todas escritas e compostas por elementos dos ÁTOA.
Estas 11 músicas são como um espelho que reflecte a maneira de ser dos 4 amigos e as suas vivências do dia-a-dia. As canções foram produzidas na sua maioria por João Bessa (responsável por algumas produções ou co-produções de artistas como Pedro Abrunhosa, Os Azeitonas, Miguel Araújo) e foram gravadas nos Groove Wood Studios no Porto.
Os ÁTOA são definitivamente um dos grandes fenómenos do momento. O videoclipe do seu mais recente single, "Distância", conta com mais de 600 mil visualizações no canal Vevo. "Distância" já foi ouvida mais de 180 mil vezes no Spotify, chegou ao número 1 do TNT - Todos No Top - da Rádio Comercial e foi durante semanas a música portuguesa mais procurada no Shazam. "Falar a Dois" o single que revelou a banda, acabou de ultrapassar as 300.000 visualizações no Vevo, faz parte da banda sonora da novela da SIC Coração D’Ouro e já foi ouvida mais de 200.000 vezes no Spotify.
A banda formada por Guilherme Alface (voz, guitarra, piano), João Direitinho (guitarra, voz, piano), Rodrigo Liaça (bateria, percussão, voz, piano) e Mário Monginho (baixo, guitarra) tem tido um verão repleto de concertos, entre os quais os emblemáticos: Festival Meo Sudoeste, Meo Arena - na primeira do espetáculo de Jessie J, Semana Académica do Algarve, Queima das Fitas de Évora, discoteca Bliss, Semana do Caloiro da FCT em Almada, Estação da Luz, em Aveiro e Receção ao Caloiro do ISCAC, em Coimbra, etc.
Próximos concertos:
10 de Outubro - Aveiro - Festival Aveiro é Nosso
12 de Outubro - Porto - Semana de Receção ao Caloiro do ISEP
17 de Outubro - Vila Real - Caloirada aos Montes
24 de Outubro - Bragança - Semana de Receção ao Caloiro
Mais datas a anunciar em breve.
MARCO RODRIGUES
Participa em disco nomeado para um GRAMMY Latino
"El Alma del Son - Tributo a Matamoros"
Depois de ter passado recentemente pelo palco principal do festival Caixa Alfama, para um muito aplaudido espetáculo onde apresentou o seu mais recente álbum, "Fados do Fado", agora Marco Rodrigues foi convidado a participar no disco "El Alma del Son - Tributo a Matamoros", do cubano Alain Perez. O álbum está nomeado para um Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum Tropical Tradicional. Os vencedores dos Grammys para a música latina serão conhecidos a 19 de novembro, numa cerimónia a ter lugar em Las Vegas.
Marco Rodrigues é o único artista português presente neste tributo de Alain Perez ao trio Matamoros, uma referência obrigatória na história da música afro-cubana, liderados por Miguel Matamoros, músico e compositor que teve um importante papel para o desenvolvimento da música cubana e para o seu sucesso dentro e fora de portas.
Em "El Alma del Son - Tributo a Matamoros", Marco Rodrigues junta-se a Alain Perez para um dueto na canção "Ruego de Amor". Zenet, Diana Navarro, La Santa Cecilia, Lolita, Café Quijano e Lucrecia são outros dos nomes convidados neste tributo.
Já em "Fados do Fado" Marco Rodrigues presta homenagem aos homens do fado, nomeadamente Carlos do Carmo, Jorge Fernando, Tristão da Silva ou Tony de Matos. O disco, produzido por Diogo Clemente (que no passado já trabalhou com vozes como Mariza ou Raquel Tavares), tem sido um sucesso comercial e de crítica e é verdadeiramente o seu trabalho de afirmação, tanto em Portugal como no estrangeiro.
RIHANNA
Revela título do novo álbum, "ANTI"
O artwork do disco é da autoria do artista contemporâneo Roy Nachum
Durante uma recente inauguração de uma exposição na MAMA Gallery, em Los Angeles, Rihanna juntou-se ao artista contemporâneo Roy Nachum, revelando sete telas pintadas a óleo que serão utilizadas no artwork oficial do oitavo álbum de estúdio da cantora. Mas esta não foi a única surpresa que Rihanna reservou para agora, tendo também anunciado o título deste tão aguardado disco: "ANTI".
Entre estes sete quadros de Roy Nachum que foram exibidos na MAMA Gallery encontra-se a capa do álbum da cantora nascida nos Barbados, que retrata uma jovem com uma coroa de ouro que lhe cobre os olhos e um balão preto firmemente amarrado ao seu pulso, retrato este pintado sob vários pontos de vista que se cruzam. Já a capa traseira do álbum mostra-nos uma pintura a óleo dessa mesma rapariga, mas vista de costas. Ambas as pinturas têm inscritas de uma forma hábil poesia em braille da autoria de Chloe Mitchel. O restante artwork do álbum é composto por outras telas do artista Roy Nachum com poesia inscrita em braille da sua autoria.
Esta é a primeira vez que é inscrita escrita braille num álbum, o que permitirá a pessoas que são cegas experienciarem todo este disco pelo toque.
"ANTI" ainda não tem uma data oficial de lançamento, mas dele já foram retirados três singles que rapidamente se tornaram das canções mais populares do ano: "FourFiveSeconds" - numa colaboração com o rapper Kanye West e o veterano Paul McCartney - , "Bitch Better Have My Money" e "American Oxygen".
DIOGO GARCIA
ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA
"O QUE EU SOU"
Está marcada para 23 de Outubro a edição do disco de estreia de Diogo Garcia, o cantor de 16 anos que apaixonou os portugueses no palco do The Voice Kids. "O Que Eu Sou" foi anunciado nas suas redes sociais, no seguimento do entusiasmo que o single "Sinto-me Livre Contigo" está a gerar: em menos de duas semanas, o vídeo já ultrapassou as 30 mil visualizações.
Esse primeiro single é, aliás, a canção que ficará imediatamente disponível para todos os fãs que efectuarem a pré-compra do disco no iTunes, neste link. Os fãs podem ainda fazer ali uma pré-escuta de excertos dos 7 temas que compõem este trabalho.
Com 16 anos acabados de completar, Diogo Garcia deu a conhecer o talento que já vinha a trabalhar desde os 8. Antes de chegar ao The Voice Kids, o cantor já tinha vencido o festival Funchal a Cantar e o Festival da Canção Infantil da Madeira. Ao ver o irmão mais velho, Pedro Garcia, a participar numa edição anterior do The Voice, Diogo decidiu também embarcar e triunfar nessa aventura, tendo sido acompanhado no programa pela mentora Daniela Mercury. Terminada a experiência, foi hora de entrar em estúdio, um momento único que revelou "ser um trabalho muito exigente mas que me está a deixar muito orgulhoso".
Depois de algumas actuações neste Verão, bem como uma passagem pelo festival NOS Summer Opening, Diogo Garcia apresenta agora o seu trabalho em nome próprio, recheado de canções pop e de uma voz que traz toda uma nova geração consigo.
"O Que Eu Sou"
1. Sinto-me Livre Contigo
2. Ar
3. Vício
4. O Que Eu Sou
5. Tu És
6. Prisoners in Paradise
7. Cidade
SELENA GOMEZ
"REVIVAL" ACABA DE CHEGAR
Novo disco da cantora partilha a auto-confiança que a trouxe de volta de alguns dos seus maiores desafios pessoais.
Depois de muita ansiedade, eis que chega um dos discos mais aguardados desta rentrée: "Revival", o trabalho de Selena Gomez já está disponível em todas as lojas e plataformas digitais.
E a imprensa parece estar rendida: a Billboard diz que "Selena Gomez encontrou a sua voz", já a Mashable retrata a cantora como "confiante, livre e independente. Esta é Selena Gomez 2.0" e a Elle afirma que "Revival" "vem com a maior arma de todas: autenticidade".
Se "Good For You", o primeiro single deste trabalho, se transformou no maior sucesso de sempre para a cantora, o novo "Same Old Love" promete seguir o mesmo caminho: o vídeo, acabado de estrear, guarda uma surpresa muito especial, uma vez que a sua filmagem terminou no evento que Selena organizou para alguns superfãs em Los Angeles.
É o primeiro disco da americana com o seu novo selo, a Interscope Records, e aborda diversos desafios que foi encontrando no caminho. Na entrevista que esta semana faz a capa da Billboard, Selena revela ao mundo que, há algum tempo atrás, foi diagnosticada com lúpus e que isso a forçou a fazer uma pausa na carreira. Mas se há assinatura que percorre todo este novo trabalho, é a da auto-confiança. Disponível nas edições Standard e Deluxe, "Revival" é agora um disco partilhado com os fãs.
A cantora e compositora Lana Del Rey, mais do que internacionalmente conhecida, acabou de lançar o CD Honeymoon.
E mais uma vez nos surpreende. As músicas são todas bastante calmas e, devo dizer algumas, "hollywoodescas" (apelando mais aos anos 50). Por exemplo, logo na música Honeymoon, a música que dá nome ao álbum aparecem traços cinematográficos. Parece uma música construída para um filme dos anos 50. E quase todas as faixas parecem assim na verdade.
A minha favorita é a mais conhecida, a High By The Beach, que vou deixar em baixo:
E penso que a qualidade desta música provocou um sentimento de antecipação enorme para este fantástico álbum.
Pessoalmente e tendo em conta a música, achei que o CD teria músicas muito mais mexidas do que as que acabou por apresentar, o que no entanto nada esmorece na qualidade do álbum.
Neste CD o amor continua a ser o tema principal, e a cantora revê o seu romance de um local "externo" ao mesmo, como se fosse uma expectadora e não uma personagem. Tudo isto aumentou a minha visão do disco como um álbum cinematográfico.
Todas as músicas são congruentes umas com as outras, e o disco torna-se assim bastante consistente. Quem ouvir com atenção as primeiras músicas, saberá o que esperar das outras. Lana del Rey não nos engana, e a música mais diferente é mesmo a "High By The Beach" e a primeira.
1. Honeymoon
2. Music To Watch Boys To
3. Terrence Loves You
4. God Knows I Tried
5. High By The Beach
6. Freak
7. Art Deco
8. Burnt Norton
9. Religion
10. Salvatore
11. The Blackest Day
12. 24
13. Swan Song
14. Don't Let Me Be Misunderstood
Por outro lado sinto que Lana del Rey pegou em algum elementos de músicas anteriores e os conjugou aqui. Não há repetição de músicas ou sons, mas as pessoas que seguem o seu trabalho com atenção penso que entenderão o que quero dizer.
Na verdade, acabo por achar este álbum mais parecido com o "Born to Die" do que com o anterior, e o Born to Die é de longe o meu álbum favorito dela.
"Terremce Loves you" por exemplo é daquelas músicas que primeiro se estranha e depois se entranha. Também esta me fez retroceder ao álbum "Born to Die". A primeira música seja talvez a que mais se "afaste" de todo o álbum, mas é sem dúvida, o início perfeito.
Ao longo das próximas semanas vamos oferecer vários cadernos em parceria com a ambar.
Fiquem atentos.
Neste passatempo temos 1 caderno destes para oferecer a um vencedor.
Se queres ser o feliz contemplado e receber esta caderno, já sabes o que tens de fazer.
Boa sorte :)
Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega.
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor.
Os Basic Black apresentaram no dia 18 de Setembro, o seu segundo single - “Renew And Old Rag”. Este tema faz parte do primeiro álbum da banda “Machinity”, editado a 20 de abril pela Music In My Soul. “Renew And Old Rag” sucede assim a “Wizard Ways”, o primeiro single da banda que foi lançado em abril deste ano.
Basic Black é uma banda de Granite Rock portuguesa que nasceu em Vila Pouca de Aguiar, algures entre 2007 e 2008. E é onde Bruno Teixeira (vocalista/guitarra), Tiago Mourão (guitarra), Francisco Violante (baixo) e Tiago Fernandes (bateria) exploram as suas conceções musicais.
Bruno Teixeira (ou “Didi”), que surgiu na banda em finais de 2012, já tinha passado por diversos projetos musicais, ao contrário dos restantes elementos. Na altura em que se juntaram, eram todos jovens de 16/17 anos, da mesma escola, que inicialmente queriam tocar covers, principalmente de bandas como Muse, Red Hot Chili Peppers e Nirvana – tendo sido, precisamente, numa atividade organizada pela escola que frequentavam que deram o primeiro concerto.
A qualidade é, provavelmente, o que explica que este grupo tenha vencido praticamente todos os concursos nos quais participou – e onde teve a oportunidade de partilhar o palco com bandas nacionais de referência como Xutos e Pontapés, The Gift e PAUS.
Os Basic Black não nasceram para estar escondidos numa garagem e vão finalmente ter o seu primeiro trabalho de estúdio editado, com a garantia da Music In My Soul – que, segundo os músicos, apareceu na altura certa.
177º Passatempo do FLAMES
Ganha 1 álbum físico (com direito a dedicatória)
Preenche o formulário em baixo, e BOA SORTE
Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega.
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor.
Se há coisa que aprendi com os bloggers e booktubers estrangeiros é que quando um livro tem muito, mas mesmo muito, sucesso um pouco por todo o mundo, mais tarde ou mais cedo acabará por brindar os leitores portugueses com uma edição lusa. Por isso mesmo, foi com entusiasmo, mas sem qualquer surpresa, que descobri que o "Trono de Vidro" tinha sido publicado em Portugal.
Sinopse:
"Depois de cumprir um ano de trabalhos forçados nas minas de sal de Endovier, a contas com os seus crimes, a assassina Celaena Sardothien é levada até à presença do príncipe herdeiro. Ele oferece-lhe a possibilidade de conquistar a sua liberdade, com uma condição: Celaena tem de aceitar representá-lo, como seu campeão, numa competição cujo vencedor terá o estatuto de novo assassino da Coroa.
Os oponentes que terá de defrontar são ladrões, assassinos e guerreiros vindos de todos os cantos do império. Cada um deles é patrocinado por um membro do Conselho do Rei. Celaena exulta com os desafios e com as sessões de treino ao lado do capitão da Guarda, Chaol Westfall. No entanto, a vida da Corte não a poderia entediar mais. Mas tudo fica mais interesante e ganha nova emoção quando o príncipe começa a demonstrar um inesperado interesse por ela... mas é o austero capitão Westfall quem melhor a consegue compreender.
Durante a competição, um dos concorrentes é encontrado morto... e logo outros se lhe seguem. Ao embrenhar-se numa investigação solitária, Celaena alcança descobertas surpreendentes. Conseguirá ela descobrir quem é o assassino antes de se tornar na próxima vítima?
Em O Trono de Vidro, a luta de Celaena pela liberdade torna-se numa luta pela sobrevivência e numa jornada inesperada para expor um mal antes de que este destrua o seu mundo."
Opinião:
"Sendo fã de literatura fantástica, foi com alguma vergonha que me apercebi, quando peguei neste livro, de que já não lia nada deste género há demasiado tempo. Por isso mesmo, foi com imenso prazer que voltei a mergulhar num universo mágico, repleto de surpresas ao virar da esquina e seres surreais.
Escrito sob o ponto de vista de várias personagens, o "Trono de Vidro" tem como protagonista incontestável Calaena, uma jovem assassina que com apenas 18 anos já viveu mais do que muitas pessoas ao longo de toda uma vida. Calaena tem todas as características para conquistar os leitores pois é corajosa, justa e inteligente. Contudo, há outras personagens que, aos poucos, acabam por ganhar um lugar especial nas preferências dos leitores por, também eles, serem interessantes e terem muito a oferecer à história. Falo do capitão da guarda Chaol, do príncipe Dorian e da princesa Nehemia. Personagens com sentido de humor e que, na minha opinião, são essenciais para que os diálogos mais entusiasmantes e as cenas mais interessantes aconteçam na obra.
Confesso que inicialmente, e muito por causa de não ter lido a sinopse do livro, pensei que a história se desenvolveria em torno do torneio entre os vários concorrentes, assim foi com grande surpresa e satisfação que percebi que o factor mistério seria um ponto fulcral de toda a história. Quando os assassinatos têm início, entramos numa investigação que corre contra o tempo, sempre na expectativa de perceber quem é o responsável por tantas e improváveis mortes.
Apesar de ser um livro de fantasia, a magia é introduzida muito lentamente na história, sendo que só já muito adiantados na leitura é que nos deparamos com cenas, literalmente, do outro mundo. É evidente a intenção da autora de ir levantando o véu gradualmente em relação ao lado mais fantástico da história e fiquei com a convicção de que nos livros que se seguem Sarah J. Maas continuará a desenvolver esta componente ficando, assim, com uma margem de manobra muito maior para dar asas à imaginação.
Não podia terminar sem destacar um aspecto que acredito que arrancará muitos suspiros às leitoras: falo, claro está, do triângulo amoroso que trás o factor romance à história e que deixa qualquer leitor a indagar sobre o desfecho desta interessante e curiosa situação. Os próximos livros prometem muitos ciúmes, confusões e corações partidos...
Em jeito de conclusão, resta-me dizer que o "Trono de Vidro" faz jus ao título de uma das obras de literatura para jovens adultos com maior sucesso dos últimos anos. Sarah J. Maas soube criar um universo mágico com personagens bem reais que prometem surpreender os seus leitores ao longo desta saga."
Em parceria com o Centro Atlântico tempo um exemplar de um livro para vos oferecer, que no entanto não é o que aparece na imagem em cima.
Depois da publicação de «Braga Top-Secret», o Centro Atlântico vai apresentar, em nova edição, os Segredos de outra cidade...Lê o formulário, responde à pergunta, e habilita-te a ganhar... o livro dessa cidade. Qual será?
O vencedor será sorteado de entre os respondentes que acertarem no nome da cidade
Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega.
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor.
Título: Machado dos Santos - O Herói da Rotunda - O homem que fez triunfar a República Autores: José Jorge Letria (Texto) & Afonso Cruz (ilustrações). Edição/reimpressão: 2010 Páginas: 32 Editor: Texto Editores ISBN: 9789724740584 Coleção: Figuras da história
Sinopse
Livro recomendado para apoio a projectos relacionados com História de Portugal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.
Vem conhecer a história de António Maria Machado dos Santos, o homem que na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910 chegou à Rotunda para liderar centenas de homens na defesa desta posição estratégica. Mantendo-se firme e irredutível, mesmo face a notícias contraditórias que davam a revolução como detida pelas forças do Rei, Machado dos Santos aguentou a posição e a sua atitude foi decisiva nos eventos que se desenrolaram, culminando com o anúncio da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910. Cem anos depois, José Jorge Letria relata-nos a vida de Machado dos Santos, e Afonso Cruz ilustra, de forma exemplar, a vida deste herói esquecido.
Opinião
Não é segredo nenhum que tenho uma paixão enorme por Afonso Cruz. A minha obcessão tornou-se tão grande que já não me centro apenas nos livros escritos dele, mas já me voltei para aqueles que ele ilustrou. E este é um desses casos.
Há coisas das quais não nos podemos nunca esquecer e este livro faz isso: relembra-nos um herói que foi esquecido e que teve um final que não merecia.
Numa altura em que as questões políticas estão mais quentes do que nunca, tentar compreender melhor o nosso passado político é de extrema importância.
Assim, um livro que eu comprei só por causa das ilustrações, tornou-se para mim num momento de re-aprendizagem, que me fez "reviver" e reavivar memórias ligadas à história de Portugal.
No entanto, uma ressalva. Não me parece que este livro seja para criança muito pequenas. Penso que se destina mais a crianças mais velhas que possivelmente não o irão ler, não só pelo conteúdo mas pela presença de ilustrações. A meu ver o que se sucede muitas vezes é que as crianças mais pequenas não têm muita paciência para este tipo de história, e as crianças mais velhas não têm paciência para ler livros ilustrados. Não sei... achei a ideia boa mas não sei até que ponto conseguirá o que pretende...
Habituada a uma vida árdua e com uma grande falência de amigos e família, Amélia tenta, uma vez, mais, superar e seguir aquele que é o seu destino. Embora tivesse sido abandonada, quando ainda um bebé recém-nascido, não vive obstinada por explicações sobre os motivos do seu abandono. Depois de deixar o orfanato, onde cresceu e foi criada até a maioridade, tem como objetivo conseguir independência financeira, através de um trabalho digno. Será esse emprego a sua salvação ou o seu calvário? Quando por fim, os amigos e o amor brotam na sua vida, e quando, finalmente, parece ter encontrado o seu caminho, Amélia depara-se com mais contrariedades. Conhecer o preconceito social, a traição e um amor perdido, não será fácil para esta jovem. Será ela capaz de superar mais esta adversidade? Poderá um amor resistir a tantos obstáculos?
Um romance repleto de adversidades e traições. Onde o amor é a peça fundamental para um enlace feliz, ou será?
O FLAMES tem para vos oferecer, em parceria com a autora, um exemplar deste livro. E para participares só terás de preencher o formulário em baixo... BOA SORTE :)
Notas:
- O FLAMES não se responsabiliza por extravios ou qualquer dano que o prémio sofra durante a sua entrega.
- Após o anúncio do vencedor, este tem 4 dias úteis para responder ao nosso e-mail enviando-nos os seus dados; findo esse prazo, na ausência de uma resposta, o FLAMES sorteará um novo vencedor.
Aqui, vais poder encontrar a nossa opinião sobre FILMES, LIVROS, ANIMES, MANGAS, ESPECTÁCULOS, EVENTOS, ENTRETENIMENTO & SÉRIES... Bem como imensos PASSATEMPOS e ENTREVISTAS exclusivas! Entra nesta aventura connosco! Para sugerires algo que aches interessante ou simplesmente para dizer "Olá", podes enviar-nos um e-mail para: flamesmr@gmail.com
Todas as postagens no blog são da inteira responsabilidade dos seus respectivos autores. O blog pretende ser um veículo de partilha de opiniões pessoais. Todos os textos são originais, se os citar ou utilizar, agradecemos que nos informe e que coloque a devida citação.
Se escreveste um livro e estás a pensar publicá-lo mas pretendes que alguém lhe dê "uma vista de olhos" primeiro contacta-nos: flamesmr@gmail.com ! Clica na imagem e fica a conhecer os livros com os quais já "trabalhámos".