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domingo, 16 de abril de 2017
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Filmes: The Wind Rises de Hayao Miyazaki
Livros: Anna Karenina de Leo Tolstoy
Animes: Hunter x Hunter
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento:
O teu FLAMES num ano
2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
Marina Pinho
2016
Blogue:
Filmes: The Wind Rises de Hayao Miyazaki
Livros: Anna Karenina de Leo Tolstoy
Animes: Hunter x Hunter
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento:
Séries: Downton Abbey
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O teu FLAMES num ano
quinta-feira, 13 de abril de 2017
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Livro: A Mãe Eterna
Ano de Edição: 2017
Género: Drama
Autora: Betty Milan
Editora: Objectiva
* Por Mariana Oliveira *
A inevitabilidade da morte está presente
desde cedo nas nossas vidas e acaba por ser ela que nos impulsiona a tentar desfrutar
de cada momento especial que passamos neste mundo. Contudo, à medida que os
anos avançam e o corpo começa a trair-nos, a consciência de que um dia teremos
de nos despedir daqueles que amamos torna-se mais real e passa a fazer parte do
nosso dia-a-dia.
Foi precisamente este o mote que levou Betty
Milan a escrever uma série de textos inspirada na sua experiência com a mãe
de 98 anos e todos os sentimentos que essa situação despertou nela.
Sinopse:
“Aos 98 anos, com a saúde debilitada, a
mãe mal ouve e quase não vê. A filha, que se vê no papel mãe da própria mãe,
questiona os médicos, as religiões, tudo. Para quê manter vivo alguém que já
não vive? Num relato comovente, em forma de diário, a filha descreve as
peripécias do dia-a-dia com a mãe. Um livro forte, uma reflexão gritante de tão
actual. A Mãe Eterna apresenta-nos um dilema que mói a alma e nos faz
questionar a vida, a morte e a relação mãe-filha.”
Opinião:
Bastou-me ler a sinopse para
saber que iria terminar este livro com lágrimas nos olhos. Sendo uma pessoa com
uma relação muito próxima da minha mãe, não demorei muito a projectar-me nas
palavras de Betty Milan e a imaginar-me naquela posição.
É verdade que todos sabemos que se
tivermos a sorte de ter uma vida longa e plena, em algum momento o nosso corpo
acabará por começar a falhar-nos e acabaremos por ter de depender de outros
para nos ajudarem nas coisas mais básicas do dia-a-dia. Não raras vezes essa
tarefa acaba por ser desempenhada pelos filhos que aqui acabam por assumir o
papel de pais dos seus pais, tal como a autora refere neste livro. E é aqui que
começamos a perceber as implicações que isso pode ter no cuidador.
Como se sente alguém que, a partir de
determinado momento, tem de ser mãe da sua própria mãe? O que pensa alguém que
passa a ter de cuidar daquela que foi a sua cuidadora no passado?
Comovi-me com as dúvidas que assaltavam
a autora e com a antítese que a acompanha ao longo dos seus textos: o medo de
perder a mãe mas a ideia de que a vida que esta tem já não pode ser realmente
chamada de vida, mas apenas de sobrevivência. Várias vezes Betty Milan
questiona a legitimidade dos médicos em tentar combater a morte a todo o custo
para logo de seguida perceber que não consegue imaginar a sua vida sem a mãe.
Esta luta interior da autora arrepiou-me
e levou-me a pensar o que sentirei um dia se me vir exactamente na mesma
situação, a ser mãe da mãe. Ainda para além disso, tentei imaginar o que
sentirei um dia se me vir na situação de mãe que tem de depender dos seus
filhos para continuar a viver. Este ciclo em que quem cuida um dia será cuidado,
esta inversão de papéis, acontece em grande parte das famílias daí que este
seja um livro actual hoje e daqui a vários anos.
Como já devem ter percebido, esta não é
uma leitura fácil. A frontalidade da autora bem como a impossibilidade de
olharmos para o lado e fingir que nada disto poderá um dia passar-se connosco,
fizeram com que este fosse um livro duro que precisa de ser amadurecido depois
de lido.
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Betty Milan,
Livros,
Mariana,
Penguin Random House
quarta-feira, 12 de abril de 2017
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Nome: Mafalda
Página facebook: https://www.facebook.com/aoutramafaldasbooks/
Blogue: nutsforpaper.blogspot.pt
Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/mafaldafernandes8
Filmes: The Witness (documentário) ; O Fantástico Senhor Rapozo; Hotel Transylvania 2
Livros: The Thief of Always de Clive Barker; Império Final de Brandon Sanderson; Do Androids Dream of Electric Sheep? de Philip K. Dick; Ensaio sobre a Lucidez de José Saramago; The Lottery and Other Stories de Shirley Jackson; Harrow County vol.1, vol.2 e vol.3 de Cullen Bunn e Tyler Crook; The Obsession de Nora Roberts
Animes:
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento:
Séries: Grantchester; Inspector George Gently; Vera; Endeavour; Inspector Morse; Lewis;
O teu FLAMES num ano
2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
Mafalda Fernandes
2016
Nome: Mafalda
Página facebook: https://www.facebook.com/aoutramafaldasbooks/
Blogue: nutsforpaper.blogspot.pt
Canal Youtube: https://www.youtube.com/user/mafaldafernandes8
Filmes: The Witness (documentário) ; O Fantástico Senhor Rapozo; Hotel Transylvania 2
Livros: The Thief of Always de Clive Barker; Império Final de Brandon Sanderson; Do Androids Dream of Electric Sheep? de Philip K. Dick; Ensaio sobre a Lucidez de José Saramago; The Lottery and Other Stories de Shirley Jackson; Harrow County vol.1, vol.2 e vol.3 de Cullen Bunn e Tyler Crook; The Obsession de Nora Roberts
Animes:
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento:
Séries: Grantchester; Inspector George Gently; Vera; Endeavour; Inspector Morse; Lewis;
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O teu FLAMES num ano
segunda-feira, 10 de abril de 2017
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Formato: Paperback
Manga: Socrates in Love
Formato: Paperback
Páginas: 166
Dimensões: 127 x 190.5 x 20.3mm
Publicação: 11 Outubro 2005
Editor: Viz Media
Língua; Inglês
ISBN10: 1421501996
ISBN13: 9781421501994
Dimensões: 127 x 190.5 x 20.3mm
Publicação: 11 Outubro 2005
Editor: Viz Media
Língua; Inglês
ISBN10: 1421501996
ISBN13: 9781421501994
SINOPSE
Sakutarô e Aki conhecem-se na escola. Ele é um jovem engenhoso e sarcástico. Ela é uma rapariga bonita e popular. O que de início é uma amizade cúmplice torna-se numa paixão arrebatadora. Um acontecimento trágico vem pôr à prova a força do amor que os une. Este é o romance japonês mais lido de todos os tempos no Japão, com mais de três milhões de exemplares vendidos.
Opinião
(Roberta Frontini)
Há uns anos li este livro, e rapidamente se tornou num dos meus livros preferidos. A história é extremamente comovente e, apesar de relativamente previsível, a verdade é que é um daqueles livros que nos toca do início ao fim... Talvez se o lesse hoje não sentiria o mesmo, pois tornei-me numa leitora extremamente exigente, mas na altura este livro arrebatou-me.
E quando gosto imenso de um livro, gosto depois de ver outras coisas relacionadas com ele: quer seja uma adaptação para o cinema (e já agora, existe a adaptação deste para filme), para a tv, uma graphic novel, ou um "simples" post num blog. Neste caso, assim que soube que havia a adaptação para um mangá, tive logo de o comprar. Não foi fácil consegui-lo, mas quando chegou cá a casa, só olhar para a capa encheu-me o coração.
No entanto, não posso dizer o mesmo do conteúdo. A arte está bastante boa, mas a adaptação está extremamente confusa. Dá a sensação que o autor estava focado num guião e não perdeu tempo a achar que as pessoas podiam não ter lido o livro. Também não está extremamente confuso, mas a verdade é que também não está uma adaptação linear e a adaptação está muito "rápida"...
No final de contas, acabou por valer a pena porque me fez relembrar uma "linda" história, mas não posso dizer que gostei do resultado final enquanto manga.
Se puderem, no entanto, não deixem de dar uma oportunidade a esta linda história de amor.
domingo, 9 de abril de 2017
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2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
Nome: Mariana Flores
Página facebook: https://www.facebook.com/mariamarart/
Site: www.marianaflores.pt
Filmes: Os meus filmes favoritos de 2016 foram Rogue One, Star Wars: the force awakens e a animação Zootopia. Destaco ainda Birdman, que só consegui ver nesse ano.
Livros: Fangirl de Rainbow Rowell, The Kingkiller Chronicles de Patrick Rothfuss e The Black Jewels series de Anne Bishop.
Animes: A série de anime do ano foi, sem dúvida, One Punch Man. Vi também finalmente v The Wind Rises, o último filme de Miyazaki.
Mangas: Não leio mangás, mas deliciei-me com o novo volume da série de BD Blacksad, Amarillo.
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Comovi-me com a interpretação dos contos tradicionais portugueses “Cravo, Rosa e Jasmim” por Ana Sofia Paiva e “O Surrão” por António Fontinha.
Séries: Downton Abbey foi a série mais viciante que vi este ano. De destacar ainda Daredevil, Penny Dreadful e GoT. Foi também o ano para rever séries velhinhas, como Freaks and Geeks, Friends e That 70’s Show.
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O teu FLAMES num ano
2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
Mariana Flores
2016
Página facebook: https://www.facebook.com/mariamarart/
Site: www.marianaflores.pt
Livros: Fangirl de Rainbow Rowell, The Kingkiller Chronicles de Patrick Rothfuss e The Black Jewels series de Anne Bishop.
Animes: A série de anime do ano foi, sem dúvida, One Punch Man. Vi também finalmente v The Wind Rises, o último filme de Miyazaki.
Mangas: Não leio mangás, mas deliciei-me com o novo volume da série de BD Blacksad, Amarillo.
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: Comovi-me com a interpretação dos contos tradicionais portugueses “Cravo, Rosa e Jasmim” por Ana Sofia Paiva e “O Surrão” por António Fontinha.
Séries: Downton Abbey foi a série mais viciante que vi este ano. De destacar ainda Daredevil, Penny Dreadful e GoT. Foi também o ano para rever séries velhinhas, como Freaks and Geeks, Friends e That 70’s Show.
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O teu FLAMES num ano
sábado, 8 de abril de 2017
2
Ler Faz Bem - http://visao.sapo.pt/lerfazbem
BookHaul Março 2017 + 2 GIVEAWAYS - Roberta [Blogue FLAMES]
Autor Marco Taylor - https://www.facebook.com/marcotaylorautor/
quinta-feira, 6 de abril de 2017
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257º Passatempo do FLAMES (em parceria com a Planeta)
O amor chega quando estamos preparados
SINOPSE
Tess sonha ir para a universidade. Gus mal pode esperar para fugir do controlo da família e descobrir o que de facto deseja ser. Por um dia, nas férias, os caminhos destes jovens de dezoito anos cruzam-se antes de voltarem a casa e verificarem que a vida nem sempre decorre como planeado.
Nos dezasseis anos seguintes, com rumos de vida bastante diferentes, cada um descobrirá os prazeres da juventude, enfrentará problemas familiares e encarará as dificuldades da vida adulta. Separados pela distância e pelo destino, tudo leva a crer que será impossível que um dia se conheçam verdadeiramente...
A extraordinária história que está a apaixonar o mundo.
Sinto a Tua Falta conta-nos duas trajetórias que se entrelaçam sem se tocarem, numa narrativa que emociona e que nos faz pensar. Um romance com todos os ingredientes para o êxito: amor impossível, drama, desventuras, paixão, sonhos interrompidos, doença, superação, esperança, emoção e com um final onde o amor triunfa acima de tudo.
Passatempo Terminado
Vencedor: Patrícia Pinho (Aveiro)
Etiquetas:
Editorial Planeta,
Passatempos,
Planeta
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Anime: Attack on Titan
Título
Original: Shingeki no Kyojin
Ano
estreia: 2013
Género:
Acção, Drama, Pós-apocalíptico
Nº
Episódios: 25
* Mariana Oliveira *
A
minha lista de animes que quero ver aumenta a cada dia que passa e
proporcionalmente o meu tempo para o fazer diminui. Por isso mesmo, sempre que
me decido a começar um novo anime gosto de me aconselhar junto de várias
pessoas. E qual foi a dica que mais ouvi nos últimos dois anos? “Attack on
Titan”, claro está!
Sinopse:
“Depois
de se depararem com a repentina aparição de Titãs (seres humanóides com vários
metros de altura devoradores de pessoas) os Seres Humanos decidem construir três
enormes muralhas concêntricas à volta das suas cidades na tentativa de se
protegerem. Criam, ainda, um exército especializado que se divide em três grupos:
Divisão de Reconhecimento, Divisão de Guarnição e Polícia Militar. Após um
devastador ataque perpetuado pelo Titã Colossal (um titã anormalmente grande)
que causa sérios danos na muralha mais externa, provocando dezenas de mortes, o
jovem Eren, decide vingar a morte da sua mãe. Para isso, terá de conseguir
entrar para a Divisão de Reconhecimento, responsável por explorar os terrenos
fora das muralhas, estudar os titãs e combatê-los a fim de reconquistar território
para os Seres Humanos. Contudo, mal
imagina Eren o que ele e os seus amigos terão de enfrentar para levar a cabo os
seus intentos...”
Opinião:
Os
fãs de “Game of Thrones” certamente saberão o que quero dizer quando refiro uma
única palavra: matança. É que é precisamente isso que acontece neste anime…
Desengane-se
quem pensa que pode escolher o seu personagem favorito em “Attack on Titan” e
ver episódio atrás de episódio descontraído no sofá de casa. É que nesta
história somos confrontados com mortes atrás de mortes, cada uma mais sangrenta
e violenta do que a anterior. Assim, ao invés de nos entretermos com uma
simples história repleta de acção, estamos a cada episódio com o coração nas
mãos durante 20 longos minutos com receio de que aquele personagem de que até
gostamos mais seja subitamente decepado pelos dentes de um titã.
E
foi precisamente este um dos motivos que me levou a gostar muito deste anime! A
sua imprevisibilidade e o facto de nos deixar com as emoções à flor da pele
fizeram-me querer ver esta história com sofreguidão, vendo vários episódios
seguidos de cada vez.
É
verdade que o meu interesse demorou a surgir, tendo sido necessária uma mão
cheia de episódios para eu entrar no verdadeiro espírito do anime. Contudo,
depois de estar realmente interessada na demanda de Eren e companhia vibrei com
cada luta, fiquei chocada com cada morte e surpreendida com a expressividade de
cada personagem.
Esta foi precisamente uma das outras razões que fizeram com
que este tivesse sido um dos melhores animes que vi nos últimos anos: a forma
como cada personagem consegue transmitir o seu desespero, a sua determinação e
a sua tristeza. Muito mais do que um anime de acção com uma trama bem
estruturada, “Attack on Titan” é um anime de emoções humanas. O tipo de
animação utilizado consegue transparecer na perfeição aquilo que cada
personagem sente e isso acaba por se reflectir em nós próprios que não
conseguimos ficar indiferentes ao seu sofrimento.
Como
se tudo isto não bastasse, este anime conta ainda com algumas reviravoltas
interessantes que nos deixam perplexos e rendidos a esta história. Uma conspiração muito mais complexa do que à partida seria de prever acaba por tornar o enredo deste anime empolgante e mais inteligente.
Começou
agora a segunda temporada e aquilo que posso dizer é o seguinte: se ainda não
embarcaram nesta incrível jornada, não esperem mais tempo pois estão a perder
um dos animes de maior sucesso dos últimos anos, cuja fama não é de todo
exagerada!
quarta-feira, 5 de abril de 2017
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Maria Manuel Magalhães
2016
Página facebook: https://www.facebook.com/marcadordelivrosblogue/
Blogue: http://marcadordelivros.blogspot.pt/
Filmes: Animais Noturnos
Livros: O Livro dos Baltimore de Joel Dicker
Animes:
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento:
Séries: Stranger Things
O teu FLAMES num ano
2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
Maria Manuel Magalhães
2016
Página facebook: https://www.facebook.com/marcadordelivrosblogue/
Blogue: http://marcadordelivros.blogspot.pt/
Filmes: Animais Noturnos
Livros: O Livro dos Baltimore de Joel Dicker
Animes:
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Eventos, espetáculos e/ou entretenimento:
Séries: Stranger Things
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O teu FLAMES num ano
terça-feira, 4 de abril de 2017
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125º Entrevista do FLAMES: Mickael Carreira e Sebastian Yatra
Ya Ya Ya pertence ao novo álbum de Mickael Carreira, Instinto, e conta com a participação do carismático Sebastian Yatra. O colombiano junta-se assim ao amigo Mickael e ambos trazem ao público uma música que de certo fará as delicias dos seus fãs. Foi neste contexto que surge a nossa entrevista no Altis Belém Hotel and Spa, num fabuloso dia de Março que faz antever o bom tempo que de certo nos aguarda este Verão. Fiquem então com a nossa conversa.
Sebastian, é a primeira vez que vens a Portugal?
Sebastian - É a segunda vez que cá estou. Estive cá no ano passado durante 20 dias numa tour que percorreu todo o país num total de 9 concertos. Nessa altura tive a oportunidade de estar com o Mickael e falámos sobre aquilo que estava a acontecer nas nossas carreiras, com as nossas músicas, e ele disse-me que iria lançar um novo álbum em breve. Cerca de um mês depois ele enviou-me um esboço da música "Ya Ya Ya" e eu adorei o tema e por isso acabámos por fazer uma colaboração. Agora, estou muito feliz por estar de volta.
Ambos costumam fazer várias colaborações com outros artistas. Quais são os critérios em que te baseias para escolher com quem queres trabalhar?
Sebastian - Penso que o primeiro critério consiste em trabalhares com um artista que respeitas, não apenas como artista mas também como pessoa. No caso do Mickael, somos amigos há muito tempo e esta colaboração acabou por ser muito divertida pois existe um grande respeito mútuo, uma grande amizade, e ambos temos gostos musicais muito semelhantes. Basicamente, temos uma visão muito semelhante em relação àquilo que ambos queremos alcançar com a nossa música e em relação ao tipo de música que estamos a criar actualmente.
Quais são os artistas que mais te inspiram Mickael?
Mickael - Há vários... sabes que eu fui ouvindo muita música ao longo da minha vida, desde música francesa à música portuguesa, em espanhol também e música em inglês... há muitas, muitas referências. Portanto, não consigo dizer uma referência. Mas, como músico, um dos artistas que me deu vontade de ser aquilo que eu sou hoje foi o Michael Jackson. Lembro-me em puto, sei lá com 10 ou 12 anos, lembro-me que tinha uma cassete lá em casa que passava tipo 30 vezes por dia. Até que a minha mãe tinha que tirar aquilo para eu deixar de ouvir. Sim, o Michael Jackson foi um artista importantíssimo para mim.
E em relação a ti Sebastian, quem é que mais te inspira?
Sebastian - Muitos artistas latinos como por exemplo o Álex Ubago.
Mickael - Gosto muito dele!
Sebastian - Carlos Vives, Luis Fonsi, Enrique Iglesias, o Axel que é um cantor argentino. Em relação a artistas que cantam em inglês gosto do Josh Groban e do Michael Bublé. Também gosto do Andrea Bocelli.
Acabam por ser artistas muito diferentes entre si...
Sebastian - Sim muito diferentes.
Mickael - Todos os artistas que ele referiu são artistas cujo trabalho eu conheço muito bem, e são artistas de que gosto. Eu e o Sebastian começámos no género romântico, nas baladas e depois acabámos por experimentar outras coisas.. Géneros que nós gostamos, tanto eu como ele. Mas eu acho que ainda hoje as baladas estão sempre presentes nos meus trabalhos e também nos trabalhos do Sebastian porque somos uns românticos basicamente. (voltando-se para o Sebastian) Eu nem sabia que gostavas do Álex Ubago...
Sebastian - Claro, é muito bom! E acabou de lançar um novo single...
O videoclip do tema "Alguien Robó" mostra o impacto que as redes sociais podem ter nas relações entre as pessoas. Achas que os artistas têm uma responsabilidade acrescida em abordar este tipo de temas?
Sebastian - Claro que sim. É importante sermos abertos em relação a sermos nós mesmos. Muitas vezes somos tão inseguros, estamos preocupados com o que as outras pessoas vão pensar ou até com o que nós próprios vamos pensar sobre o impacto que a nossa realidade traz para o mundo. Acho que é importante libertarmo-nos dessas inseguranças e sermos mais livres, darmos mais e percebermos mais os outros e respeitar os seus sentimentos. Não devemos estar sempre a pensar que todos têm de se sentir felizes, ou tristes, ou que devem sentir algo em específico. Todos têm o direito de ser eles próprios.
Mickael sentes que também tens esta responsabilidade em falar de outras questões como, por exemplo, esta das redes sociais como o Sebastian fez no videoclip dele?
Mickael - Eu para ser muito sincero a temática que me inspira mais nas letras é o amor, sem dúvida. Eu gosto de sofrer ao cantar, já disse isso algumas vezes... Eu gosto de sentir alguma dor ao cantar, sentir cada palavra que estou a cantar e o amor inspira-me muito. Mas há outros temas também de que eu gosto imenso, por exemplo tenho um tema que é o "Viver a Vida" que fala sobre isso. Eu acho que a vida passa tão rápido que acho que é importante vivermos a vida e o tema fala precisamente nisso. Portanto, nem todas as minhas músicas falam sobre o amor. Agora, 99.9 por cento falam sobre o amor porque realmente inspira-me.
Relativamente às letras, sei que o Mickael usa as letras das suas canções quase como se se tratassem de um diário. Tu fazes o mesmo?
Sebastian - Claro que sim.
Sebastian, a música faz parte da tua vida desde que eras muito novo, inclusive escreveste letras para outros artistas. Achas que foste tu que escolheste a música ou foi a música que te escolheu a ti?
Sebastian - Acho que fui eu quem escolheu a música. O caminho mais fácil para mim teria sido ir para a universidade e trabalhar com a minha família na Colômbia. Contudo havia algo dentro de mim: o meu instinto, a minha paixão era cantar e escrever, era expressar-me de alguma forma e esta era a melhor forma de o fazer. Não tem sido um caminho fácil. Já passaram 10 anos desde que comecei e desde essa altura que já existiram muitos obstáculos, mas tem sido um percurso tão incrível que me tem ensinado tanto e permitido conhecer pessoas fantásticas, seres humanos fantásticos que me ensinaram tanto. A música também me tem ajudado a tornar-me mais responsável, a ficar mais maduro em certos aspectos da minha vida. Adoro a música e a cada dia que passa não me arrependo de a ter escolhido.
Há algum artista com quem ainda não tenhas trabalhado mas com o qual gostavas de colaborar no futuro?
Sebastian - Claro que sim. Adoraria trabalhar com o Carlos Vives, o Luis Fonsi, com o Mickael Carreira novamente! Adoraria trabalhar com artistas que cantam em inglês como o Bruno Mars, o Ed Sheeran, o Michael Bublé. Há que sonhar em grande!
E tu Mickael, também há artistas com quem ainda não trabalhaste mas com quem gostarias de vir a trabalhar um dia?
Mickael - Há muitos... há muitos artistas a cantar em espanhol. Por exemplo o Ricky Martin, gostava muito de colaborar com ele; o Luis Fonsi por acaso é um artista com quem também gostaria de trabalhar no futuro. Depois, sei lá... olha o Bruno Mars! Eu acho que é daquelas situações que muito dificilmente vai acontecer mas também não há impossíveis! Há uns anos atrás se me dissessem que eu viria a trabalhar com o Enrique Iglesias, eu diria que isso era completamente impossível. Uma das minhas referências sempre foi o Enrique. E trabalhar também com o Sebastian Yatra eu diria que era impossível. Portanto eu acho que não há impossíveis. Basta trabalhar, sonhar e as coisas podem acontecer.
Estiveste em Portugal para gravar o vídeo com o Mickael, como foi todo esse processo?
Sebastian - Foi incrível. Ya Ya Ya (risos)
O que podemos esperar do resultado final?
Sebastian - Podem esperar um vídeo com uma qualidade incrível, uma imagem espectacular. Tem um aspecto bastante "underground": muito néon, muita dança... vai ser top!
Mickael, agora uma pergunta um pouco mais pessoal. A chegada da bebé vai alterar a tua relação com a música?
Mickael - Não. Eu acho que há tempo para tudo.
Refiro-me mais às temáticas das canções por exemplo... será que estas se vão alterar.
Mickael - Não, nada disso. Também é tudo novo para mim. Nunca fui pai portanto é uma descoberta... se calhar se daqui a uns tempos falarmos... mas eu acho que não. O amor é uma coisa sobra a qual vou sempre gostar de cantar.
Às vezes há artistas que vão ser pais e que dizem que a relação deles com a música alterou um pouco....
Mickael - Para mim não. O meu pai teve três filhos e continuou a cantar, não é? Não sabemos o dia de amanhã. Para mim é tudo novo também, mas não, a minha relação com a música não se vai alterar.
Podem partilhar connosco alguma situação engraçada que já vos tenha acontecido em palco?
Mickael - A mim, em cada concerto, há sempre uma coisa que me acontece sempre, pelo menos três vezes: ter a braguilha aberta! Eu nem me apercebo. Entro em palco convencido e de repente vejo quem está na primeira fila a olhar com cara de espanto. É terrível.
Sebastian - Já caí algumas vezes, eu caio mesmo muito.
Mickael - Caíste? Eu nunca caí em palco.
Em relação ao futuro: o que podem os vossos fãs esperar de vocês?
Sebastian - Espero lançar o meu primeiro álbum este ano, com alguns temas novos. Neste momento estou a promover o tema "Alguien Robó" que foi lançado em Fevereiro e tem 56 milhões de visualizações... está a ter uma boa adesão do público. E vou continuar a trabalhar em músicas diferentes.
Mickael - Podem esperar muita coisa. Tenho a tourneé que começou agora em Paris em Fevereiro e vai durar todo o ano. Vamos estar em lugares fantásticos: vamos voltar a estar no Canadá, vamos à Austrália, vamos ter muitos concertos por todo o país. O "The Voice" vai arrancar novamente este ano, portanto será a minha quarta temporada como mentor. Vou ter ainda mais experiências fora de Portugal, como viagens para o México. E ainda aqui em Portugal continuar a promoção deste novo disco, como é o caso deste tema "Ya Ya Ya". A malta vai ter de ver este vídeo porque ele vai ficar top!
Sebastian - Provavelmente vou voltar a Portugal no Verão. Vou fazer uma tourneé por toda a Europa e provavelmente vou voltar cá. Se tudo correr bem actuaremos juntos com o tema "Ya Ya Ya".
Etiquetas:
Entrevistas,
Mickael Carreira,
Sebastian Yatra
domingo, 2 de abril de 2017
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2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
O teu FLAMES num ano
2016 foi um ano repleto de surpresas. Por ter sido um ano fora do comum, acreditamos que ainda vamos ouvir falar nele bastante em 2017. No FLAMES queremos fazer o mesmo. De um ano que tanta gente apelidou de um dos piores na história da humanidade, nós queremos retirar o que de melhor houve. Assim nasce a rubrica "O teu FLAMES num ano"
Maria João Diogo
2016
Página facebook: https://www.facebook.com/mariajoao.diogo.14
Blogue: http://abibliotecadajoao.blogspot.pt/
Página facebook: https://www.facebook.com/mariajoao.diogo.14
Blogue: http://abibliotecadajoao.blogspot.pt/
Filmes: Trolls
Livros: Kristin Hannah “O Rouxinol”; Joel Neto “A Vida no Campo”; Rosanna Lay “Regresso a Mandalay” e Pearl S. Buck “Terra Abençoada”
Animes:
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: A Incrível Fábrica de Natal, em Sintra e Encontro com a escritora Julia Navarro
Séries:
Livros: Kristin Hannah “O Rouxinol”; Joel Neto “A Vida no Campo”; Rosanna Lay “Regresso a Mandalay” e Pearl S. Buck “Terra Abençoada”
Animes:
Mangas:
Eventos, espetáculos e/ou entretenimento: A Incrível Fábrica de Natal, em Sintra e Encontro com a escritora Julia Navarro
Séries:
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O teu FLAMES num ano
sábado, 1 de abril de 2017
quinta-feira, 30 de março de 2017
0
Livro: Falling into Place
Ano:
2014
Género:
Drama, Romance
Autora:
Amy Zhang
* Por Mariana Oliveira *
É
muito fácil cairmos na tentação de achar que um escritor jovem ainda não tem a
maturidade necessário para escrever uma história que nos arrebate. Contudo, em algumas ocasiões deparamo-nos com um exemplo que
nos deixa completamente rendidos.
Foi
precisamente isso que me aconteceu com a obra de estreia da jovem escritora Amy
Zhang: "Falling into Place".
Sinopse:
“Liz
Emerson é uma jovem estudante do ensino secundário com uma vida aparentemente feliz.
Contudo, depois de estudar as Leis de Newton numa aula de Física decide pô-las
em prática e conduzir o seu Mercedes de encontro a uma árvore a fim de terminar
com a sua vida. Mas afinal porquê? Porque é que Liz achou que o mundo seria um
lugar melhor sem ela? Como é que os seus familiares, amigos e colegas vão
encarar esta decisão drástica de Liz?”
Opinião:
Esta
é uma história comovente que, para mim, serviu sobretudo para me relembrar de
que não precisamos de ter um longo passado para poder ter muito para contar.
Liz Emerson, apesar da sua tenra idade,
conhece bem o sofrimento e a depressão. É incrível a angústia que a acompanha e
que acaba por conduzi-la para a sua tentativa de suicídio. Contudo, a obra não
se limita a narrar-nos as dores desta jovem, visto que todos aqueles que a
rodeavam também têm algo a contar, algo a revelar-nos.
Desta
forma, Amy Zhang vai apresentando os dramas de cada personagem através de
capítulos curtos mas pungentes. De um modo inteligente, a autora vai deixando
pistas pelo caminho que nos aguçam a curiosidade e nos fazem tentar adivinhar
que momentos marcantes mudaram o rumo da vida de cada um.
A
escrita da jovem autora é tão bela, que tive a sensação de que estava a ler um
livro de alguém com uma vasta experiência ao invés de uma impressionante obra
de estreia.
Apesar
de esta ser uma história que se centra nos problemas de cada um, também nos
apresenta um lado mais positivo ao mostrar-nos que a redenção é sempre
possível, independentemente daquilo que nos possa ter acontecido.
Um
outro detalhe que simplesmente adorei em “Falling into Place” foi o seu
narrador. Com uma identidade misteriosa, quem nos narra a história é
omnisciente e consegue penetrar no mais fundo da alma de cada personagem. Com frases
belas mas igualmente cortantes, quem nos conta a história conduz-nos pela vida
de todas as personagens mostrando-nos aquilo que cada uma delas tenta esconder
de todos os outros.
Uma
história delicada, sobre um tema sensível mas que foi desenvolvido com mestria
pela jovem autora Amy Zhang. Um livro que recomendo sem hesitações!
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