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domingo, 22 de junho de 2014

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55ª Entrevista: You Can't Win, Charlie Brown (banda portuguesa) - respostas por João Gil


You Can't Win, Charlie Brown 

You Can't Win, Charlie Brown é uma banda portuguesa que se juntou em 2009. O seu EP saiu em Fevereiro de 2010 com 6 músicas e em Maio de 2011 editaram o álbum "Chromatic". Desde a sua criação que a banda não tem tido mãos a medir e viajou por Portugal (e estrangeiro) para dar a conhecer as músicas que fizeram. Com um marco muito típico e um género que se reconhece, YCWCB são, sem dúvida, uma das bandas mais promissoras em Portugal. Também eles estarão presentes no FUSING Culture Experience na Figueira da Foz. Um evento a não perder!
E a não perder é também esta entrevista ao grupo. Leiam…

Nomes dos membros da banda: 
Afonso Cabral
Salvador Menezes
Luís Costa
David Santos (Noiserv - vejam entrevista aqui)
Tomás Sousa e
João Gil

A todas as bandas/músicos, o FLAMES pergunta...

Porquê este nome para a vossa banda?
O nome apareceu em frente dos olhos do Salvador numa altura em que precisávamos urgentemente de nome e ainda não existia. Foi então que ele encontrou um livro dos Peanuts num armário em casa do Afonso, o livro chamava-se “You Cant Win, Charlie Brown”, toda a gente achou piada ao nome e assim ficou.

Músicos/Bandas favoritas e que vos inspiram: 
 Somos seis e as bandas são mais que muitas, mas aqui ficam umas quantas que andamos a ouvir actualmente:
- Damon Albarn
- St. Vincent
- Metronomy
- Radiohead
- Beatles
 - Deerhoof

Local onde mais gostariam de tocar:
É estranho mas acho que não temos um sitio favorito, adoramos cada palco à sua maneira, uns palcos por serem gigantes e assustadores (no bom sentido), outros espaço por serem pequenos e intimistas. Penso que cada um de nós gostará mais de um tipo de espaço diferente do outro.

Quem compõe as músicas? 
Neste momento todos nós participamos nessa tarefa de trazer musicas para a banda, mas do inicio até agora, a maior parte das musicas foram trazidas pelo Afonso Cabral e pelo Salvador Menezes.

Que cartaz/mensagem gostariam de ver a ser erguida no meio do público? 
“YWBCC” 

Lembram-se de alguma situação caricata que tenha ocorrido num dos vossos concertos? 
Lembro-me bem de ter que lutar com dezenas de vespas durante o concerto em Paredes de Coura, o publico que lá estava deve ter achado que estava a ter algum ataque pelos movimentos que devo ter feito enquanto tocava e cantava, ainda estou para ver vídeos desse dia, mas tenho algum medo.


Aos YCWCB o FLAMES pergunta...

Tinham ideia de que seriam tão adorados pelos vossos fãs e que os vossos concertos chegariam a esgotar?
Adorar é uma palavra muito forte, não tenho coragem de usa-la quando falo do publico em relação a YCWCB, mas a verdade é que aquilo que mais queremos é que a nossa musica chegue aos ouvidos das pessoas, que elas gostem do que fazemos e por consequência encham os sítios onde vamos tocar, a melhor coisa do mundo é tocar para salas cheias, porque a energia das pessoas espalha-se de pessoa para pessoa, é contagiante e isso chega à banda que por sua vez vai tocar com mil vezes mais garra!

Gostam imenso de interagir com o público. O público é recetivo convosco? 
Ahah, nem sempre, às vezes falamos demais e o publico não nos compreende, mas lá que gostamos de falar com o publico, gostamos! Acho que aquilo que acabamos por fazer ao vivo é aquilo que fazemos quando estamos nos ensaios, falamos e estamos na palhaçada uns com os outros, quando temos um publico à nossa frente é como se tivéssemos um sétimo elemento da banda ali connosco e fazemos o mesmo que nos ensaios, umas vezes o publico reage mais, outras vezes menos, mas normalmente sai tudo bem disposto dos concertos.

A luz é um elemento chave na vossa banda. Porquê? 
Quando existe a possibilidade de usarmos luzes a serio nos concertos, fazemos por ter essa luz trabalhada bem presente. A luz e a sonoridade da banda, misturam naturalmente, gostamos de aproveitar isso.

Vocês querem sempre superar-se e tornarem-se mais complexos a cada álbum. Qual é o vosso limite? 
É o céu (tinha que aproveitar para dizer isto…), mas sem querer parecer foleiro, acho que o limite é mesmo esse. Somos seis pessoas que continuam diariamente a ouvir musica nova, a compor, a experimentar novas coisas nas musicas. Quando nos juntamos e experimentamos essas ideias, puxamos uns pelos outros e isso leva-nos a novos universos na musica, mas atenção, que para nos superarmos a musica não tem que se tornar mais complexa, pode chegar o dia em que de repente apresentamos um disco mais simples de ideias, quem sabe.

Tocar no FUSING Culture Experience será diferente dos demais vossos espetáculos? Se sim, em que medida?
Cada concerto é único, até quando o alinhamento pouco ou nada muda. Aqui não será diferente, vamos dar o nosso melhor e esperamos que as pessoas se divirtam como nós nos vamos divertir!

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