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terça-feira, 22 de julho de 2014

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61ª Entrevista do FLAMES: CAPICUA (artista portuguesa)


CAPICUA


A música portuguesa já não é o que era… felizmente! 
Existem artistas multifacetados, e existem vários estilos musicais que cada vez são mais explorados, também, a nível nacional. 
Isto permite que se possa satisfazer um maior conjunto de pessoas a nível nacional! 
E quem é CAPICUA? É fácil… é a Ana. O hip-hop surgiu gradualmente na sua vida, e hoje ambas são indissociáveis. Será, 
também ela, uma das artistas do FUSING na fabulosa FIGUEIRA DA FOZ. 
Querem saber mais sobre ela? Bora…

A todos os artistas/músicos o FLAMES pergunta...

Porquê este nome - CAPICUA? 
Porque me chamo Ana que também se lê da mesma forma de trás para a frente! 

Músicos/Bandas favoritas e que a inspiram.
Amália, Caetano Veloso, Dealema, Sérgio Godinho [já entrevistado pelo FLAMES, vejam aqui], Erykah Badu, Concha Buika, Laurin Hill, Stevie Wonder, Chico Buarque... São Muitas... 

Qual o local onde mais gostaria de tocar? 
O local não importa, (e vou dizer uma coisa mega pirosa:) quero tocar no coração das pessoas!! =P 

Quem compõe as músicas e escreve as letras? 
Os instrumentais são de vários produtores nacionais e as letras são minhas! 

Que cartaz/mensagem gostaria de ver a ser erguida no meio do público? 
Nunca pensei muito nisso... Acho que coisas queridas em geral é sempre bom! Eheheheh! 

Lembras-se de alguma situação caricata que tenha ocorrido num dos seus concertos? 
Sim! Passar um concerto inteiro a ouvir declarações de amor de um septuagenário muito embriagado na primeira fila! Não contive o riso várias vezes e uma das músicas do concerto foi especialmente prejudicada por isso! =P

A CAPICUA o FLAMES pergunta...

Acha que ainda há algum preconceito relativamente ao Hip-Hop nacional? E relativamente a mulheres rappers? 
Acho que ainda há um preconceito em relação ao Hip Hop... Temos muito público, mas mesmo assim ainda há muita desconfiança por parte dos media e da própria indústria musical e acabam por haver poucas oportunidades para a que maioria dos rappers possa promover o seu trabalho e tocar num circuito mais profissional. Mas em relação às mulheres até acho que é mais fácil, porque o facto de sermos poucas, dá-nos mais visibilidade e desperta alguma curiosidade. 

Fez parte das Syzygy… Que diferenças há entre a Ana das Syzygy e a CAPICUA? 
A idade! Já era Capicua nas Syzygy, a única diferença é que estou mais madura e tenho mais experiência. Para além, claro está, de agora ter uma carreira individual! 

O que poderão os fãs de CAPICUA descobrir neste novo álbum “Sereia Louca”? 
Poderão descobrir o feminino, em vários tons diferentes. Na luz, na sombra, na diversidade... Histórias e temas femininos que pretendem falar das mulheres como são: reais e diversas. 

Também neste novo álbum optou por ter algumas participações de outros artistas. Como surgiu a oportunidade de os incluir neste projecto? 
Foi um processo natural, movido pela necessidade de fazer cumprir a minha visão para cada tema. Tudo começa com uma ideia e para conseguir materializá-la vou procurar o beat, a letra, o registo certos, sendo que muitas vezes sinto falta de outras vozes ou contributos e não hesito em ir buscá-los a quem a música pedir! Neste caso foi à M7, à Gisela João e à Aline Frazão, que deram a voz ao manifesto! 

Existe aquela ideia que um rapper é muito autobiográfico nas suas músicas. Isso acontece com CAPICUA?
Sim, desde o meu primeiro disco (“Capicua”, 2012) que tenho vindo a explorar a escrita autobiográfica e neste disco não foi diferente. Há muitos temas inspirados nas minhas emoções e vivências. Acaba por ser uma forma de digerir as minhas próprias experiências e também de me aproximar das pessoas que me ouvem... 

Nem sempre é fácil agradar a quem vai a festivais porque existem pessoas com vários gostos musicais, todos concentrados num mesmo local. Trata-se de um desafio adicional para o artista? E, no seu caso, o que se poderá esperar da sua participação no FUSING? 
É um desafio, mas também uma oportunidade, porque chegamos a mais gente e a muitas pessoas que não conheciam o nosso trabalho! No Fusing podem esperar muita emoção, energia e entrega! Músicas do “Sereia Louca”, mas também de trabalhos anteriores, temas para ouvir e pensar, temas para saltar e dançar, para arrepiar e para rir! Vai ser intenso! Isso posso prometer!!

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2 comentários:

  1. Adoro a Capicua. Tem umas letras brutais!

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    Respostas
    1. Ela é única, sem dúvida nenhuma! Também gostamos muito do trabalho dela :)

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Obrigada por ter passado pelo nosso Blog e por comentar! A equipa do FLAMES agradece ;)

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