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quarta-feira, 30 de julho de 2014

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64ª Entrevista: Sequin (artista portuguesa)





Sequin, nome artístico de Ana Miró, estreou-se em Portugal com o álbum “Penelope”, um trabalho arrojado que apresenta um conjunto de canções com uma roupagem electrónica e pop. Em pouco tempo, tornou-se um nome incontornável nas pistas de dança em Portugal e, sem grandes surpresas, será um dos nomes grandes na edição deste ano do festival Fusing Culture Experience na Figueira da Foz.
Vamos ficar a conhecer um pouco melhor esta interessante artista…


 A todas as bandas/músicos, o FLAMES pergunta:


Porquê a escolha deste nome artístico?
Sequin significa lantejoula em inglês, e como é um projecto a solo, utilizei a palavra no singular, apenas uma lantejoula. A sonoridade da minha música acaba por ser um bocado cintilante, e achei que fazia sentido não dar o meu nome próprio ao projecto.


Quais são os artistas que mais a inspiram?
Bjork, Grimes, Bat For Lashes, FKA Twigs, Jessy Lanza, Kelela, The Knife, entre outros.

Quem é que compõe as suas músicas?
Eu própria.


Qual o local onde mais gostaria de actuar?
Qualquer sala de espectáculos no Japão.

 Que cartaz ou mensagem gostaria de ver ser erguida no meio do público durante um concerto?
Qualquer mensagem de apoio é bem recebida.

Lembra-se de alguma situação caricata que tenha ocorrido num dos seus espectáculos?
Num concerto no Porto tive a minha fã mais nova, apenas com três aninhos a dançar durante todo o concerto, foi bastante engraçado!


 À Sequin o FLAMES pergunta...

A Sequin apresenta um estilo musical diferente daquilo que se produz em Portugal. Optou por este estilo pois apercebeu-se desta “lacuna” no panorama musical português ou simplesmente porque é este o tipo de música que sempre sonhou vir a produzir?
Decidi-me pela música electrónica, ou pelo synth pop porque foi sempre um estilo que me interessou bastante e sempre me agradou, e gostava muito de experimentar compor dentro do mesmo, deu-me bastante prazer fazê-lo e acabei por me sentir bastante a vontade.

Porque baptizou o seu álbum de estreia com o nome “Penelope” e como tem sido a reacção do público a este seu trabalho?
Penelope porque é um nome bonito, e sempre me intrigou bastante a história da personagem mitológica, um bocado menosprezada em relação às aventuras do seu marido Ulisses. Penelope é uma figura representativa da fidelidade e da confiança, e isso mostra um pouco a minha relação com a música.


Os seus videoclipes são bastante “crus”, sem recurso a grandes efeitos especiais e a música é o principal destaque em cada um deles. Qual acha que é a importância de um videoclipe na divulgação do trabalho de um artista?
O videoclipe é uma parte muito importante da divulgação da música hoje em dia, no entanto, em relação aos meus vídeos acho que acabam por ser bastante "crus" e ligados à música, em primeiro lugar por falta de recursos, em segundo lugar porque acho que é mesmo necessário dar destaque à parte musical.

Está já a pensar num novo álbum ou por enquanto está totalmente focada no “Penelope”?
É impossível estar parado. Já estou a compor músicas novas, não penso realmente no futuro, em editá-las ou não, logo se verá, por enquanto vou estar pelos festivais de verão a apresentar o Penelope.

Imagina-se a continuar neste registo musical ou ambiciona aventurar-se por um registo musical diferente?
Por enquanto vou explorar a electrónica, sinto-me bem neste registo e acho que ainda há muito mais a fazer por aqui.

Em Agosto vai actuar no festival Fusing Culture Experience. O que podem esperar um fã da Sequin dessa actuação?
Vamos apresentar o álbum ao vivo, e talvez algumas músicas novas. Mas vai ser um concerto enérgico e ao mesmo tempo intimista!

Obrigada Sequin e bons concertos!

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