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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

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65ª Entrevista do FLAMES: Cícero (artista brasileiro)



Cícero

No Fusing Culture Experience – Figueira da Foz ouve-se de tudo, e roçam-se todos os estilos musicais. 
Há espaço até para a música popular brasileira. 
Com músicas que são autênticas poesias, Cícero promete cantar e encantar todos os visitantes do festival. Conta com inúmeras músicas que fazem viajar os seus ouvintes e promete fazer-nos sonhar na Figueira da Foz. 
Vejam o que disse ao FLAMES. 

A todos os artistas/músicos, o FLAMES pergunta...

Quais são os artistas que mais o inspiram? 
R. Muitos… alguns da música, outros de outras áreas… é aquilo que desperta interesse, que emociona, que instiga, tudo. Não consigo mais catalogar… 

Quem é que compõe as suas músicas e escreve as letras? 
R. Eu mesmo. 

Qual o local onde mais gostaria de atuar? 
R. Gosto de atuar onde existam pessoas interessadas. Sejam muitas ou poucas, perto ou longe de casa. 

Que cartaz ou mensagem gostaria de ver ser erguida no meio do público durante um concerto? 
R. Acho que “Paz e Amor.”

Lembra-se de alguma situação caricata que tenha ocorrido num dos seus espectáculos? 
R. Muitas… rs. 

Ao Cícero o FLAMES pergunta...

No álbum “Sábado” o Cícero trabalhou com muitas pessoas. Como foi esse salto de um disco mais “isolado” para um mais “colectivo”? 
R. Natural, foram encontros. Por afinidade, fui incorporando esses encontros ao disco. 

Sabemos que gosta imenso de poesia. Quais os seus poetas favoritos? Eles inspiram a sua música? 
R. Sim, sou. Tenho muitos poetas favoritos. Drummond, Leminski, Neruda, Vinícius, Bukowski… Influenciam diretamente. Nas letras, melodias, harmonias, motivos, em tudo. 

O que acha que é necessário mudar no panorama musical para dar mais espaço aos músicos independentes? 
R. Nada. Acho que vai tudo bem, é só viver a música, respeitar o ofício e seguir adiante. Não sou muito simpático ao status de artista-superstar, gosto de pensar a música e a arte como um olhar sob todas as coisas, sem tanto empreendedorismo. A internet é um ótimo espaço pra escoar esse olhar, as pessoas vêem, ouvem, e acompanham quando se identificam, tá tudo certo. Essa coisa de reclamar de espaço é da época que a mídia era monopolizada pela indústria. Não é mais. 

Houve muita expectativa para o seu segundo álbum. Para além da participação de mais pessoas, quais são, a seu ver, as principais diferenças entre os 2 álbuns? 
R. A poesia, as harmonias, as melodias, o som. O Sábado é bem mais grave, o Canções tem mais médios. A experiência sonora é diferente. Como eu olho mais pra fora do que pra dentro no Sábado, acho que toda a paisagem do disco é diferente. Mas sou eu olhando, então tudo isso acontece dentro da semelhança de ser a mesma pessoa falando. 

Que coisas tem planeadas para os próximos tempos? 
R. Me mudar de cidade por uns tempos, gravar o terceiro disco e adotar um gato. 

Para quem ainda está a decidir se vai ou não ao festival Fusing Culture Experience… o que lhes poderá prometer que irão encontrar no seu concerto? 
R. Vou tocar uma música nova!

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