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quinta-feira, 9 de março de 2017

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Filme: A Grande Muralha




Ano: 2016
Género: Acção, Aventura, Fantasia
Realizador: Yimou Zhang

* Por Mariana Oliveira *


Filmes de acção estão longe de figurar na minha lista de filmes preferidos. Contudo, quando decido ver um filme desse género quero que seja realmente épico. Por isso mesmo, e porque já me fartei de falar sobre o meu fascínio pela cultura asiática ao longo dos últimos anos, decidi aventurar-me com o filme “A Grande Muralha”.

Sinopse:
“No século XV William e Tovar são dois mercenários que se encontram na China à procura do famoso “pó negro”, actualmente conhecido por pólvora. Depois de conseguirem escapar ao ataque de uma misteriosa criatura que dizimou todo o seu grupo, acabam por chegar à Grande Muralha da China onde são feitos prisioneiros. Contudo, cedo percebem que a muralha foi construída com um propósito bem mais urgente do que poderiam imaginar. É que reza a lenda que a cada 60 anos uma ameaçadora horda de monstros aparece e tenta ultrapassar a muralha em direcção à capital do país. Resta aos corajosos guerreiros chineses, em conjunto com os dois mercenários, tentar impedir que as criaturas prossigam com os seus intentos colocando em perigo milhões de vidas.”


Opinião:
Dizem que este é o filme chinês mais caro de sempre. Depois de o ver não tenho quaisquer dificuldades em acreditar nisso! A grandiosidade dos cenários e das cenas de batalha é incrível.
Enquanto a história não foge àquilo que é habitual num filme deste género, fiquei surpreendida com a aposta em fazer tudo em grande: centenas de figurantes vestidos de forma incrível, cenas de luta intensas com direito a todo o tipo de acrobacias e efeitos especiais.
Apesar de não ser fã de Matt Damon e ter achado estranho um filme destes ter sido protagonizado por um ocidental, ao fim de algum tempo consegui habituar-me à ideia e desfrutar da história.

O único defeito que aponto a este filme é o mesmo que afecta grande parte deste género de filmes: a sua previsibilidade. A fórmula é quase sempre a mesma: há um inimigo a combater, um herói improvável e uma luta épica que resulta na vitória do Bem. Por já saber isto, decidi ver o filme mais pela sua componente estética e forte influência asiática do que propriamente pelo seu argumento. E por isso mesmo, saí bastante satisfeita da sala de cinema!

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