quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

8

Anime: Fullmetal Alchemist Brotherhood


Ano: 2009
Género: aventura, fantasia, acção
Nº episódios: 64
Autor: Yasuhiro Irie


"Nada pode ser obtido sem uma espécie de sacrifício. É preciso oferecer em troca algo de valor equivalente. Esse é o princípio básico da Alquimia, a Lei Da Troca Equivalente. Naquela época, nós acreditávamos que essa lei fosse absoluta..." (Alphonse Elric)

 

Se todos os animes fossem como Fullmetal Alchemist Brotherhood não faríamos outra coisa a não ser assistir a episódios atrás de episódios. Este anime é simplesmente FANTÁSTICO!!

A história (que decorre em finais do séc. XIX e inícios do séc. XX) apresenta-nos um mundo não muito diferente daquele em que vivemos com uma excepção: nesse mundo, a alquimia existe e realmente funciona! Aí conhecemos o jovem alquimista Edward Elric (conhecido por fullmetal alchemist fruto das suas características distintas: tem um braço e uma perna de metal) e o seu irmão Alphonse Elric em busca da pedra filosofal. Conta a lenda que essa pedra, a existir, poderá aumentar exponencialmente os poderes de um alquimista tornando-o, praticamente, invencível. Contudo, os dois irmãos não imaginam o que lhes vai acontecer quando, de forma involuntária, se vêem envolvidos numa conspiração à escala mundial, durante a qual vão finalmente descobrir o que aconteceu ao seu pai misteriosamente desaparecido, vão lutar pelas suas vidas e vão impedir que o mundo, tal como o conhecemos, desapareça para sempre.

Recomendamos este anime a TODA a gente, fãs ou não deste tipo de animação pois ainda não conhecemos ninguém que não tenham simplesmente adorado esta história. Não é por acaso que este é considerado um dos melhores animes de sempre. O desenho está fenomenal, uma banda sonora fantástica, personagens misteriosas, interessantes e que nos surpreendem ao longo da série, uma história brilhante com uma complexidade admirável que nos prende até ao fim. De 0 a 10 este anime leva um 20!

Podem ver todo o anime com legendas em português no canal oficial no youtube no seguinte link:
http://www.youtube.com/user/FMABrotherhood

 
Nota: Não confundam Fullmetal Alchemist Brotherhood com Fullmetal Alchemist pois este segundo, apesar de também ser muito interessante, é um anime que começou a ser feito a par do manga e que, por causa disso, acabou por desviar-se da história original a determinada altura a partir do momento em que alcançou a história do manga.

Aqui fica um trailer feito por um fâ da série:



Ainda têm algum tempo para participarem no PASSATEMPO. É só clicarem aqui. Boa sorte!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

11

Série, Livro, Filme: Orgulho e Preconceito


Antes de vos da as 3 perspectivas, gostaría de vos fazer conhecer esta história deliciosa.

Tudo se inicia com a chegada de Mr. Bingley a Netherfield (onde se desenrola, maioritariamente, a história). Mr. Bingley é um jovem cavalheiro que, juntamente com a irmã Caroline e o amigo Mr. Darcy, aluga uma casa perto da família Bennet.
Para além de jovem e bonito é um óptimo partido pelo que, todas as jovens, se preparam para lhe captar a atenção.
Também a Sra Bennet está interessada que uma das suas filhas capte a sua atenção.
A família Bennet é o núcleo duro de toda a narrativa. É constituida por Mr. e Mrs Bennet e por:

Jane (a mais velha e bonita)
Elizabeth (a mais sensata e inteligente)
Lydia (a mais irreverente)
Mary (bondosa mas sem graça)
e Kitty (que faz tudo o que a irmã Lydia faz. Influênciável)

Mr. Bingley é muito bem recebido pela comunidade uma vez que é um rapaz afável e simpático (e RICO!). O mesmo não se pode dizer do seu melhor amigo, Mr. Darcy dado que, apesar de ainda ser mais rico e abastado que o amigo, não capta a atenção de ninguém pelo seu comportamento arrogante e de desprezo para com as pessoas de Netherfield.

Mas muitas outras personagens vão aparecer na história:

- Mr. Wickham, um lindo oficial que chama à atenção particularmente de Elizabeth
- Mr. Collins, um primo dos Bennet. Clérigo de profissão, apadrinhado por Lady Catherine de Bourh (tia de Mr. Darcy) e que pretende casar com uma das primas.
- Charlotte a melhor amiga de Elizabeth
- Georgiana (irmã de Mr. Darcy)...
- e muitas mais...

Livro



Autor: Jane Austen
País: Reino Unido
Género: Romance
Altura em que decorre o romance: Início do século XIX
Onde decorre: Inglaterra
Lançamento: 28 de Janeiro de 1813
Lançamento em Portugal: 1943

O livro foi o responsável pelo posterior aparecimento da Série e do filme. Escrito por Jane Austen é, talvez, dos melhores livros que já li na vida. e aconselho-o a todos. Apesar de ter sido publicado em 1813, teria sido terminado em 1797 (antes de a autora completar 21 anos) e, apesar de ter um nome tão conhecido, uma curiosidade do livro é que, o título original, teria sido First Impressions, tendo, depois, sido alterado para o nome do último capítulo "Pride and Prejudice".

É extremamente interessante ver como, naquela altura, era a educação, cultura, moral, casamento, sociedade, etc.

Actualmente o livro tem cerca de 20 milhões de cópias no mundo!


Curiosidades:

* Em 2003 a BBC conduziu uma votação para o "UK's Best-Loved Book", em que Pride and Prejudice ficou em 2º lugar, depois de The Lord of the Rings.

* Em 2008, entre mais de 15.000 leitores australianos, Pride and Prejudice ficou em 1º numa lista dos 101 melhores livros já escritos.



(mini)Série (pela BBC)

Infelizmente vi a série da BBC antes de ler o livro.
Apesar de tudo, a série está tão bem construída que a vontade de ler o livro logo a seguir foi inevitável. Esta é, para além do mais, das MELHORES adaptações para séries que alguma vez vi! Se preferirem não ler o livro, podem pelo menos ver esta série (Sim, eu disse isto!)
O livro é sempre melhor claro, mas a série está fielmente retratada.

Ano: 1995
Protagonistas:
Mr. Darcy - Colin Firth
Elizabeth - Jennifer Ehle

De destacar a brilhante interpretação de Colin Firth e de Jennifer Ehle...é impossível não os imaginar a eles como "os verdadeiros". A personagem que faz do primo Mr. Collins também está brilhante. Enfim, uma adaptação majestosa!.
Podem ver a série no youtube.



Filme
Do filme já não posso dizer o mesmo.
Odiei-o todo o tempo.
As personagens não se assemelham em nada ao livro e existem demasiadas coisas alteradas.
Não consegui sentir que aquela era a minha Elizabeth, e o Mr Darcy? Não.. definitivamente não estava nada bem!
Não gostei!



Não se esqueçam de comentar e de participar no nosso passatempo!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

12

Filme: Tron - O Legado


Título original: Tron Legacy
Género: Ficção Científica, Acção
Ano: 2010
Ano de estreia em Portugal: 2011
Realizador: Joseph Kosinski


No passado fim-de-semana fomos ao cinema atraídas pela promessa de que iríamos assistir a um filme que, visto em 3D, seria uma experiência fantástica. Mesmo sem termos visto a versão original, de 1982, decidimos arriscar e…não nos desiludimos!

No filme ficamos a conhecer a história de Sam Flynn, um jovem de 27 anos filho de um conhecido designer virtual, Kevin Flynn, desaparecido há 20 anos sem que alguém soubesse algo acerca do seu paradeiro nem tão-pouco dos motivos que conduziram ao seu desaparecimento. Contudo, quando Sam recebe uma misteriosa mensagem do seu pai decide deslocar-se às antigas instalações de trabalho deste para descobrir a origem de tão inesperado contacto. Quando chega lá não faz ideia do que o espera: uma “viagem” ao interior do jogo a que o pai dedicara tanto tempo da sua vida – Tron – e uma luta pela sobrevivência ao mesmo tempo que tenta impedir que o nosso planeta seja invadido pelos habitantes desse jogo.

Se é verdade que a Disney não apresenta em “Tron – O Legado” a sua história mais original e interessante, também não é menos verdade que, no que diz respeito a efeitos especiais, este filme está ao nível dos melhores alguma vez feitos. Com cenas de acção simplesmente espectaculares, acompanhadas por uma boa banda sonora e pelo grande Jeff Bridges (nos papéis de Kevin Flynn e Clu), “Tron – O Legado” foi uma óptima surpresa! Contudo, apesar de o efeito 3D tornar a experiência interessante, não nos parece que fosse estritamente necessário para apreciar os efeitos do filme. No entanto, infelizmente, cada vez mais somos “obrigados” a optar pelo 3D pois não nos oferecem outra hipótese.

Nota: O filme está nomeado para Óscar de Best achievement in sound editing, entre outras nomeações e premiações.

Aqui fica o trailer (que fica muito aquém da qualidade do filme):


Não se esqueçam do passatempo! Se quiserem participar só têm que clicar aqui. Boa sorte!

domingo, 23 de janeiro de 2011

14

Entretenimento: Biggest Loser

Hello, hoje vamos falar-vos de um programa que ambas seguimos frequentemente. Trata-se de um programa televisivo que passa na Sic mulher e que se chama The Biggest Loser (e não Big Fat Loser como uma de nós pensava...lol. Mas por motivos óbvios vamos poupar a vergonha de dizer qual de nós era).

A proposta do programa é "simples": Entre no programa, perca a maior percentagem de peso e...ganhe 250 mil dólares!

Os participantes competem em provas que visam o emagrecimento sendo pesados regularmente. Confessamos que a primeira vez que vimos o programa ficamos muito impressionadas e com medo pelos próprios participantes: será que eles não teriam problemas por estar a perder tanto peso em tão pouco tempo? Mas a verdade é que os participantes contam com a assistência de uma vasta equipa médica, são controlados regularmente e aprendem  competências importantes como a alimentação saudável, exercício etc.
Para além do mais, contam com treinadores que os ajudam a exercitar. De entre os vários treinados que já passaram pelo programa, 2 deles (talvez por serem os nossos favoritos) merecem destaque: Bob e Jillian!

Deixamo-vos o site principal do programa: http://www.nbc.com/the-biggest-loser/
Deixamo-vos ainda algumas fotos (não vos dizemos se são vencedores ou não) para não deixar spoilers ;)


e deixamos aqui o trailer:



E já sabem, se quiseram participar no nosso PASSATEMPO basta clicar aqui. Boa sorte!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

2

Filme: 1900

Filme: 1900
Titulo Original: Novecento
Ano: 1976
Director: Bernardo Bertolucci
Género: Drama, Histórico, Romance, Filme de Guerra
Actores:
Robert De Niro - Alfredo Berlinghieri
Gérard Depardieu - Olmo Dalcò
Donal Sutherland - Attila Mellanchini
Burt Lancaster - Alfredo's Grandfather
Dominique Sanda - Ada Fiastri Paulhan
Francesca Bertini - Sister Desolata
Laura Betti - Regina
Werner Bruhn - Ottavio Berlinghieri
Stefania Casini - Neve
Sterling Hayden - Leo Dalcò
Duração: 245 minutos ou 311 minutos
País: Itália

Ok, este é um post inédito uma vez que vamos comentar (de forma pejorativa) algo feito em Itália (era uma piadinha) e, por outro lado, um clássico.
Este foi, sem dúvida, dos piores filmes que vimos em toda a nossa vida e, ainda por cima, como se não bastasse, dura 245 minutos (na versão mais reduzida, a versão original dura 311minutos)...como é possível? Vejam só os minutos que perdemos das nossas vidas, a ver este filme...só porque era um clássico e andávamos numa de ver os clássicos (e para além do mais é um filme com bons actores, não poderia não ser bom)! E para quem se está a questionar, sim, vimos a versão de 311 minutos.
Conselho útil: antes de decidirem ver um filme, INFORMEM-SE não vão vocês perder tanto tempo num filme destes (Sim, estamos a bater muito nesta tecla).
Ora bem, estar aqui a dizer estas coisas, não faz muito sentido, se não for fundamentado que é, exactamente, o que iremos fazer ao mesmo tempo que vos contamos um pouco da infortunada história.
Este filme leva-nos à Itália do inicio do século XX até ao final da Segunda Guerra Mundial... nesse sentido, até entendemos a crueldade das imagens do filme uma vez que quer demonstrar o que se passava nessa época, no entanto, algumas imagens são perfeitamente desnecessárias (algumas fazem-nos mesmo sentir mal) não por ser muito explícito (até porque as imagens não são assim TÃO explicitas...existem piores) mas pelo que o filme nos faz imaginar (e nesse sentido até está bem conseguido). As duas personagens principais são Olmo (Gérard Depardieu), o filho bastardo de um camponês e que vive na miséria, e Alfredo (De Niro), herdeiro de uma família rica de latifundiários. Os dois passam uma infância "feliz" um com o outro, e são amigos (apesar das diferenças sociais das suas famílias) no entanto, a pouco e pouco, os dois amigos colocam-se em pólos políticos e ideológicos diferentes (enquanto Olmo se "vira" mais para a esquerda, Alfredo abraça a velha direita). Será que a amizade irá sobreviver a isto? E é neste cenário que nos vai ser revelada a vida política da altura, que todos nós bem conhecemos. No filme, existe uma outra personagem, a noiva de Alfredo. Sinceramente, não entendemos NADA do que a mulher dizia e fazia. E ficámos sempre à espera de uma fantástica revelação final (que nunca chegou)... Outra coisa, constatamos que muitos dos filmes do Robert De Niro desta altura mostravam o actor despido (até mais do que uma vez) pelo que decidimos criar a nossa teoria: Na altura, De Niro participava em filmes APENAS numa condição - que ele pudesse aparecer despido...ainda bem que com a idade a coisa lhe passou, não é um cenário muito agradável imaginar agora o actor despido...

De qualquer forma, neste filme os dois actores principais aparecem MUITO explicitamente despidos (e não contamos mais pormenores ou estrago a surpresa dos leitores que terão a infeliz ideia de o ir ver e, por outro lado, se contarmos mais teremos de colocar a bolinha vermelha no canto superior do blog).
Pontos a favor?: Só vemos um - a musica estonteante de Ennio Morricone! Ahhh, e é claro, apesar destas criticas toda, a verdade é que o filme se tornou num épico aclamado em todo o mundo e considerado, pela crítica internacional, como a obra principal de Bertolucci...

Bom, não se esqueçam de participar no nosso passatempo. Basta clicarem aqui. Nunca foi tão fácil ganhar um dvd :)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

6

Evento: Globos de Ouro 2011

 


Ontem à noite decorreu mais uma cerimónia dos Globos de Ouro. Enquanto muitos destacam o humor audaz e provocador do apresentador deste ano, Ricky Gervais, nós preferimos voltar-nos para aquilo que realmente interessa – os vencedores. Num ano em que, na nossa opinião, se deu um maior destaque àquilo que "esteve na moda" do que propriamente àquilo que realmente apresentou elevados níveis de qualidade, "The Social Network" venceu a concorrência na categoria de filmes, enquanto nas séries foi "Glee" a grande vencedora deste ano. 


Aqui fica a lista dos vencedores:

FILMES

MELHOR DRAMA: The Social Network

MELHOR ACTOR (DRAMA): Colin Firth - The King’s Speech

MELHOR ACTRIZ (DRAMA): Natalie Portman - Black Swan

MELHOR MUSICAL OU COMÉDIA: The Kids Are All Right

MELHOR ACTOR (MUSICAL OU COMÉDIA): Paul Giamatti - Barney’s Version

MELHOR ACTRIZ (MUSICAL OU COMÉDIA): Annette Bening - The Kids Are All Right

MELHOR FILME ESTRANGEIRO: In a Better World (Dinamarca) – Susanne Bier

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO: Toy Story 3

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO: Christian Bale - The Fighter

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA: Melissa Leo - The Fighter

MELHOR REALIZADOR: David Fincher - The Social Network

MELHOR ARGUMENTO: Aaron Sorkin - The Social Network

MELHOR BANDA SONORA: Trent Reznor & Atticus Rose - The Social Network

MELHOR MÚSICA ORIGINAL: “You Haven’t Seen the Last of Me” - Burlesque


SÉRIES


MELHOR ACTOR (SÉRIE DE COMÉDIA): Jim Parsons - The Big Bang Theory

MELHOR ACTRIZ (SÉRIE DE COMÉDIA): Laura Linney - The Bic C

MELHOR SÉRIE (COMÉDIA): Glee

MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO (SÉRIE, MINI-SÉRIE OU TELEFILME): Chris Colfer - Glee

MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA (SÉRIE, MINI-SÉRIE OU TELEFILME): Jane Lynch - Glee

MELHOR ACTOR (TELEFILME OU MINI-SÉRIE): Al Pacino - You Don’t Know Jack

MELHOR ACTRIZ (TELEFILME OU MINI-SÉRIE): Claire Danes - Temple Grandin

MELHOR TELEFILME OU MINI-SÉRIE: Carlos

MELHOR ACTOR (SÉRIE DE DRAMA): Steve Buscemi - Boardwalk Empire

MELHOR ACTRIZ (SÉRIE DE DRAMA): Katey Sagal - Sons of Anarchy

MELHOR SÉRIE (DRAMA): Broadwalk Empire


Então? Concordam com os resultados? Ficaram surpreendidos? Queremos saber qual é a vossa opinião.


E NÃO SE ESQUEÇAM QUE AINDA PODEM PARTICIPAR NO NOSSO PASSATEMPO. Boa sorte!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

6

Série: Sherlock


Ano: 2010
Género: Mistério
Realizadores: Steven Moffat e Mark Gatiss
Nº de episódios: 3 (90 min cada)
País de Origem: Inglaterra



Para nós esta foi a maior e melhor surpresa do ano passado. Sherlock é um mini-série de apenas 3 episódios que literalmente nos “agarrou” ao ecrã da TV do início ao fim e passou imediatamente para a nossa lista de séries favoritas.

A história, baseada na obra de Conan Doyle (o célebre escritor das histórias de Sherlock Holmes), apresenta-nos Sherlock e o seu inseparável companheiro Watson em pleno séc. XXI. Assim, podemos ficar a saber como Sherlock desvendaria os vários e difíceis mistérios com que se cruza na sua cidade de sempre, Londres, mas numa época muito diferente.
Ao longo dos 3 episódios acompanhamos Sherlock pelos recônditos da fantástica cidade londrina à medida que se aproxima da resolução de mais um intrigante mistério, tudo graças às suas surpreendentes deduções e, claro está, à ajuda de Watson.

Esta mini-série é absolutamente FABULOSA. Sherlock é-nos apresentado como uma personagem interessantíssima e caricata que nos fascina cada vez mais à medida que o vamos conhecendo. De facto, para nós, aquilo que realmente torna esta mini-série única são as características tão singulares e vincadas de cada personagem, os mistérios muito bem elaborados e as surpresas constantes (por mais atentas que estivéssemos acabávamos por ser sempre apanhadas de surpresa com as reviravoltas que a história nos apresentava). Os três episódios são muito interessantes, mas sem dúvida alguma que o episódio-piloto (1º episódio) e o 3º episódio são qualquer coisa de extraordinário.

A única coisa que lamentamos nesta série é o facto de ser tão pequena. Por isso, não é com surpresa que aguardamos uma segunda temporada (prevista para a segunda metade de 2011) com imensa ansiedade. Atrevemo-nos a dizer, mesmo sabendo que o ano ainda agora começou, que será para nós uma das melhores séries de 2011.

Aqui fica o trailer:




Quem quiser, pode ainda participar no nosso PASSATEMPO. Boa sorte!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

3

Filme: Ikigami


Ano: 2008
Director: Tomoyuki Takimoto
Duração: 133 minutos
Data de lançamento no Japão: 27 Setembro 2008
Actores:
    Shota Matsuda - Kengo Fujimoto
    Kôji Tsukamoto - Hidekazu Morio
    Riko Narumi - Sakura Iizuka
    Takayuki Yamada - Satoshi Iizuka
    Akira Emoto - Counselor

Há algum tempo atrás fizemos um post sobre o Manga Ikigami e como nos foi assinalado num dos comentários, existe um live action do manga... bem, nós decidimos ver uma vez que somos GRANDES fãs... mas o live action desiludiu-nos um pouco...

Se estão indecisos entre ver o filme ou ler os mangas aconselhamos sem dúvidas que leiam o manga! Se nunca leram mangas, penso que este é excelente para se iniciar. São curtinhos, lêem-se muito facilmente e muito rapidamente e a sua história é muito agradável.

Uma vez que já falamos naquele post anterior sobre a história vamo-nos centrar agora nas diferenças e semelhanças entre o manga e o filme.

O manga é composto por duas histórias, em cada livro, que são-nos contadas separadamente. No filme, as histórias encontram-se todas misturadas e, infelizmente, nem todas as histórias aparecem. Por outro lado, existem pormenores que não aparecem no manga (o que é estranho) e, por outro lado, o filme contém histórias dos três primeiros mangas, por isso é que só o pudemos ver depois de terem saido os três mangas...

O live action ganhou dois prémios: Award of the Japanese Academy e Ishihara Yujiro New Actor Award

Aqui vai o trailer...







NÃO SE ESQUEÇAM DE PARTICIPAR NO NOSSO PASSATEMPO...BOA SORTE A TODOS!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

6

Passatempo: 1º Aniversário do FLAMES





O passatempo está aberto para pessoas de qualquer país!

Regra Obrigatória:

Os donos de um Blogue deverão copiar a imagem abaixo e postá-la no respectivo blogue.
Os possuidores de conta no Facebook deverão partilhar este post.




Este é o prémio que poderão ganhar:


Um fantástico musical do ano de 2004 que retrata uma das maiores obras literárias de sempre.
Com Gerard Butler e Emmy Rossum nos papéis principais, este filme, entre muitas nomeações e premiações, foi nomeado para 3 Óscares da Academia.

Nota: A versão do filme entregue ao vencedor é original e com legendas em Português!

Boa sorte a todos!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

5

Filme: A Tempo e Horas

Título Original: Due Date
Ano: 2010
Género: Comédia
Realizador: Todd Phillips


No passado fim-de-semana decidimos ir ao cinema mas sem qualquer filme “na mira”. Uma vez que a oferta era tanta e o conhecimento acerca dos filmes tão pouco, escolhemos “A Tempo e Horas” quase por acaso e… ainda bem que o fizemos!

Admitimos que a história não é muito original. Peter Highman (Robert Downey Jr.), um bem sucedido arquitecto, tem o azar de se cruzar com Ethan Tremblay (Zach Galifianakis), um falhado aspirante a actor, no aeroporto quando se encontra prestes a embarcar rumo a casa para assistir ao parto do seu primeiro filho. Contudo, uma confusão no avião provoca a expulsão de Peter e Ethan do avião, ficando ambos proibidos de voltar a voar. Assim, Peter encontra-se no aeroporto sem os seus documentos e dinheiro (que ficaram no avião) e não tem alternativa para regressar a casa…a não ser: aceitar a boleia de Ethan e atravessar os E.U.A. de carro num tempo recorde para não perder o parto.
A partir daí, os dois homens vão enfrentar todo o tipo de contratempos e azares numa corrida contra o relógio. Será que conseguem chegar a tempo?

Apesar de estarmos um pouco cépticas no início, rendemo-nos completamente a este filme. Tem uma história muito divertida (as gargalhadas gerais no cinema fizeram-se ouvir ao longo de todo o filme) e que, mesmo sem ser novidade, consegue prender-nos até ao fim. Zach Galifianakis está excelente no seu papel, o que nos leva a acreditar que este homem nasceu para interpretar personagens cómicas. Robert Downey Jr., no seu papel algo mais sério (a própria história assim o exigia) também esteve à altura da personagem.
Este é, sem dúvida alguma, um filme que qualquer amante de comédias deve ver: ligeiro, simples e divertido. Venham mais filmes destes!

Aqui fica o trailer:


Bons filmes!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

8

Filme: A desaparecida - o 1º post de 2011 :)







Título original: The Lady Vanishes
Director: Alfred Hitchcock
Ano: 1938
Data de lançamento em Portugal: 1 Junho 1942
Género: Triller, Mistério
Duração: 96 minutos

Cast:
Margaret Lockwood ... Iris Henderson
Michael Redgrave      ...     Gilbert
Paul Lukas                 ...     Dr. Hartz
Dame May Whitty      ...     Miss Froy
Cecil Parker               ...     Mr. Todhunter

Foi tarde que descobrimos os filmes do Hitchcock mas, como se costuma dizer, mais vale tarde que nunca e, desde que os descobrimos, que não conseguimos parar de ver os seus filmes (e séries).

Num comboio, entre os Alpes Suiços, Miss Froy desaparece misteriosamente. Iris Henderson é a única pessoa no comboio que a vê e que acredita que Miss Froy se encontrava no comboio e que  alguém quer que se pense que ela nunca existiu. Sim, porque todas as outras pessoas negam que ela alguma vez lá esteve. Lockwood acredita nela e decide ajudá-a a investigar.

Será que Miss Froy se encontrava efectivamente no comboio? Ou será tudo fruto da imaginação de Iris?


Este é um trhiller fenomenal que nos deixa totalmente e literalmente colados ao ecrâ.

Apesar de este não ser considerado dos "clássicos" de Hitchcock, antecipa os filmes de suspence e de "altas expectativas" que este fantástico realizador proporcionou no mundo do cinema.

Apesar de este filme ter sido refeito (em 1979) a cores, o filme original é, sem dúvida, muito melhor. O proprio Hitchcock refez o filme, transformando-o num dos episódios da sua famosa série: Hitchcock Presents.

E mais não podemos dizer porque, caso contrário, estariamos a levantar muito do suspence que envolve este fantástico filme.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

6

Livro: O Diário de Anne Frank



Título Original: HET ACHTERHUIS – Dagboekbrieven
Ano: 1947
Género: Drama, Histórico
Autor: Anne Frank


O ano está mesmo a acabar e por isso nada melhor do que terminar com um post sobre um dos livros mais conhecidos e lidos em todo o mundo. O Diário de Anne Frank começou por ser “apenas” um livro que com o passar do tempo deu origem a mais livros, documentários, filmes, museus… O que não é propriamente de admirar tal é a qualidade desta história e o fascínio que suscita naqueles que dela tomam conhecimento.

O livro, escrito na primeira pessoa, relata-nos a luta pela sobrevivência da jovem, de apenas 13 anos, Anne Frank num esconderijo que se tornou o seu refúgio entre 1942 e 1944. Tudo começou quando as tropas nazis invadiram a sua cidade natal, Amesterdão (Holanda), e Anne e a sua família, sendo judeus, se viram forçados a esconder, juntamente com outros judeus, numa zona secreta de uma casa para evitarem ser levados para um campo de concentração.
A partir daí, acompanhamos o dia-a-dia destes resistentes: os seus medos, angústias, esperanças e, também, alegrias.

Apesar de ser muito interessante e comovente, na nossa opinião este livro pode fazer com que algumas pessoas desanimem a determinada altura devido à característica que, ironicamente, mais o destaca: a sua fiel descrição da realidade. É que se tal pode ser extremamente cativante em alguns momentos da história, noutros acaba por tornar-se algo entediante. É que não é qualquer um que ficará interessado com as descrições exaustivas de alguns diálogos e situações vividas pelos protagonistas da história.
Mesmo assim, este é um livro que vale sem dúvida alguma a pena ser lido, por uma série de razões:

- Permite-nos assistir à tremenda evolução de Anne, que começa esta história como uma simples menina de 13 anos, mas quando escreve a sua última entrada no diário apresenta uma maturidade fora do comum para uma adolescente de apenas 15 anos;

- Dá-nos a oportunidade de “viver” um acontecimento, já tantas vezes descrito, pelos olhos de alguém que realmente sofreu na pele a perseguição nazi;

- Alerta-nos, tal como muitos outros trabalhos acerca do Holocausto Nazi, para aquilo que o ser humano é capaz de fazer. Pois, embora possamos caír na tentação de pensar que isso faz parte do passado e não passam de comportamentos “primitivos”, não devemos esquecer-nos que tudo isto aconteceu há bem menos de 100 anos.

Boas leituras!
 
Resta-nos desejar a todos um óptimo 2011!!
Nós cá estaremos para continuar com este blogue que tantas alegrias nos tem dado ao longo dos últimos 12 meses.
Obrigada a todos que nos acompanharam na nossa viagem. Continuem connosco!  :)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

6

Filme: And Then There Were None


Ano: 1945
Direcção e Produção: René Clair
Género: Suspense
Duração: 97 min


Este filme foi mais um da "série" de filmes baseados nos livros, de mesmo nome, da nossa autora favorita: Agatha Christie.

A critica mundial referiu que este filme é uma das melhores versões adaptadas dos livros uma vez que tem um clima misterioso associado ao humor britânico.
O elenco não podia ser melhor:

Barry Fitzgerald (Juíz. Quinncannon)
Walter Huston (Dr. Armstrong)
Louis Hayward (Philip Lombard)
Richard Haydn (Thomas Rogers)
June Duprez (Vera Claythorne)
entre outros.

Como sempre, aconselhamos a ler o livro (vejam o post que fizemos) até porque o próprio final do filme difere do do livro.

Resumidamente (e para os preguiçosos que não quiserem ir ver o post sobre o livro), aqui fica um pouco da trama: 10 pessoas são convidadas pelo misterioso Sr. Owen a passar um final de semana numa ilha. Aí, 1 a 1 começam a morrer! A morte é então acompanhada por uma antiga canção infantil.

Aqui fica o trailer:



O filme pode ainda ser visto na integra no YOUTUBE!

HÁ VIRAM? VÃO VER? Comentem!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

7

Série: Médicos e Estagiários


Título Original: Scrubs
Ano de estreia: 2001
Temporadas: 9
Género: Comédia
Produtor: Bill Lawrence


Esqueçam o drama de “Anatomia de Grey”. Esqueçam os brilhantes diagnósticos de “House”. Aliás, esqueçam qualquer série de hospitais que alguma vez viram, pois vamos falar de “Médicos e Estagiários”.
É verdade que a história se passa num hospital, mas ficam-se por aqui quaisquer semelhanças entre esta série e qualquer outra que retrate o dia-a-dia dos profissionais de saúde.
De facto, para quem não conhece “Médicos e Estagiários” basta fazer o seguinte exercício: pensem nas maiores parvoíces, aventuras, desventuras, acidentes, imprevistos que possam ocorrer num hospital; a tudo isso adicionem um conjunto de personagens cómicas em que nem o director do hospital se “salva” … e aí têm a fórmula de sucesso desta série: risos, gargalhadas e mais risos.

Nesta série acompanhamos a vida de J.D (um jovem médico) e dos seus companheiros de serviço: a médica Elliot (a sua eterna paixão), o médico Turk (o seu amigo com o qual parece competir para o prémio de “personagem-mais-engraçada-da-série”) e a enfermeira Carla (que à primeira vista pode parecer “normal” mas após 2 minutos em cena percebemos que é tão louca como as restantes personagens). A este grupo de divertidas personagens juntam-se outro médico louco, mais um louco director e um contínuo (também louco) que faz tudo menos zelar pela limpeza do hospital (e quando dizemos tudo significa mesmo TUDO).

Aquilo que mais gostamos em “Médicos e Estagiários” é que, sendo uma série-para-se-ver-quando-nos-apetece-passar-um-bom-tempo-sem-ter-o-compromisso-de-ver-todos-os-episódios-para-acompanhar-a-história, nos permite passar uns bons 20 min em frente à TV sem nos preocuparmos verdadeiramente com o enredo. É certo que os grandes fãs da série saberão apreciar a historia que evolui (de forma algo lenta, é um facto) ao longo das temporadas, mas para nós o prazer em ver “Médicos e Estagiários” está no fantástico sentido de humor com que somos presenteadas a cada episódio. Ainda não vimos um único episódio em que conseguíssemos estar de início ao fim sem nos rirmos. É verdade que a série também tem os seus momentos de vamos-todos-aprender-uma-boa-lição-de-moral, mas sem seguir o mesmo caminho que as demais séries sobre hospitais seguem.
Assim, se têm vontade de ver uma série original, com bom humor, bons actores e boas lições, “Médicos e Estagiários” é uma excelente ideia!

Aqui fica o genérico de abertura:

E não… não nos esquecemos :)

Queremos desejar a todos um FELIZ NATAL!!! Aproveitam da melhor forma cada minuto desta época tão especial !

Aqui fica o nosso vídeo de Natal Favorito. Enjoy:

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

4

Livro: O Natal de Poirot


Título original: Poirot's Christmas
Género: Suspense
Autora: Agatha Christie

Os leitores assíduos deste blogue já devem ter notado que Agatha Christie é uma constante! De facto é uma das minhas autoras favoritas. Devoro os seus livros com uma velocidade incrível.
Aqui fica o review de mais um livro seu e que, como não podia deixar de ser, leva uma avaliação positiva da minha parte!

A história começa no dia 22 de Dezembro com o encontro casual de duas personagens Pilar Lee e Stephen Farr.
Pilar viajava para Gorston Hall, a mansão da família Lee que ía ter um Natal muito... movimentado e SANGRENTO! Simeon Lee, o patriarca, era um homem fisicamente inválido mas muito desagradável. Nesse Natal, convocou todos os seus filhos e noras:

Alfred e Lydia
David e Hilda
George e Madgalene
e mesmo Harry (o filho "pródigo")

Convocou ainda a neta (filha da falecida filha de Lee, Jennifer)

A morte de uma das personagens conduz Poirot à Mansão para descobrir quem é o assassino. Será algum deles?

Um policial de Natal que aconselho a ler (quem sabe, porque não fazê-lo agora que nos encontramos na época?).

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

6

Filme: Zodíaco


tulo Original: Zodiac
Ano: 2007
Género: Drama, Mistério, Policial
Realizador: David Fincher


O filme Zodíaco chamou-nos à atenção desde o dia da sua estreia. Tratando-se de um filme baseado numa história real com muito suspense à mistura, estavam presentes todos os ingredientes que precisamos para passar um bom serão em frente à TV.

O filme apresenta-nos a história de Zodiac, um misterioso serial killer que durante a década de 60 e inícios da década de 70 aterroriza a população de São Francisco, Estados Unidos da América, quando dá início a uma série de horrendos crimes. A polícia principia uma verdadeira caça ao homem, mas parece que o criminoso, que faz questão que o conheçam por Zodiac, consegue estar sempre “um passo à frente” das investigações das forças de autoridade e nem as estranhas cartas que envia para a polícia são suficientes para que seja descoberto, servindo apenas para adensar todo o mistério que envolve este caso.
É então que Robert Graysmith (Jake Gyllenhaal), um cartonista do jornal San Francisco Chronicle, fica completamente fascinado pelo caso do inalcançável assassino e decide, por si mesmo, descobrir quem é o assassino, onde se esconde e quais os motivos por detrás de tantas mortes, nem que para isso tenha que arriscar a sua própria segurança e tornar-se numa potencial “presa” para Zodiac.

Para nós foi impossível desviar os olhos do ecrã do início ao fim do filme. David Fincher (realizador de grandes sucessos como “Se7en” e “Fight Club”), consegue trazer-nos um filme com momentos verdadeiramente arrepiantes, durante os quais não conseguimos evitar uma estranha sensação de medo e insegurança, como se nós próprias estivéssemos na pele de Robert Graysmith. As cenas filmadas nas ruas escuras, enevoadas e húmidas de São Francisco contribuíram em muito para que a sensação de perigo eminente perdurasse ao longo de todo o filme.
O filme, baseado num livro que o próprio Robert Graysmith acabaria por escrever descrevendo este caso, conseguiu retratar na perfeição todos os obstáculos, dúvidas, contrariedades e suspeitas que tanto a polícia como o jovem jornalista tiveram ao longo dos anos.
Este é, sem dúvida alguma, um filme a não perder para todos aqueles que não resistem a uma boa história de mistério. Vale mesmo a pena ver este filme, nem que seja para ficar a conhecer melhor a história de um dos serial killers mais conhecido e misterioso de todos os tempos.

Aqui fica o Trailer:


Bons filmes!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

7

Livro: The Kitchen Boy

Livro: The Kitchen Boy
Autor: Robert Alexander

Ninguém imagina o quanto AMÁMOS este livro! Talvez para isso tenha contribuído o nosso interesse pela família Romanov e, apesar deste livro não nos desvendar a verdade (sim, porque ainda paira muito mistério sobre as suas vidas, ou melhor, as suas mortes), este livro traz-nos uma possibilidade. O livro agarrou-nos do início ao fim e, apesar de não ser uma obra prima (a escrita não é nada muito pomposa), parece-nos que pode ser considerado um Grande livro!

A história? Como sabem, foi a 16 de Julho de 1918 que a história da Rússia mudou para sempre. Foi nessa noite que o czar, Nicolau II, e a sua família foram executados brutalmente pelos bolcheviques. Nada se sabia até agora... De facto houve uma testemunha que sabe mais do que o que poderia desvendar. Essa testemunha é o ajudante de cozinha. Apenas ele sabe realmente o que se passou.
Como terão sido os últimos dias desta família?

Escrito de uma forma muito simples mas absolutamente cativante, Robert Alexander conta-nos a história dos últimos dias dos Romanov pelo relato do ajudante de cozinha, Leonka, um rapazinho muito simpático e que realmente assistiu à execução da família imperial. Num misto de fantasia e realidade, somos transportados no tempo e no espaço e, garantimos, não vão querer sair de lá sem saber toda a verdade!


Neste site, o autor colocou uma sinopse, reviews de algumas pessoas, um scrapbook que contem verdadeiras fotografias da altura, a história por detrás do livro, biografia do autor, tour info, um group guide feito por alguns dos leitores mais devotos, etc. 
Vale a pena visitar e...LER O LIVRO.

Não se esqueçam de comentar! Os vossos comentários são a razão dos nossos posts. Boas leituras!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

6

Série: The Walking Dead


Ano: 2010
Género: Drama, Terror
Realizadores: Frank Darabont e Gale Anne Hurd
Nº Episódios: 6 (1ª temporada)


Histórias sobre mortos-vivos (zombies) nunca figuraram na nossa lista de preferências. Por isso, depois de ouvirmos falar desta série, baseada numa banda desenhada best-seller de Robert Kirkman com o mesmo nome, não ficámos minimamente interessadas. Contudo, mal pudemos acreditar quando num certo dia vimos uma notícia no Telejornal que dava conta de uma grande campanha publicitária relativamente à estreia desta história. Aquilo que aconteceu foi bastante simples e original ao mesmo tempo: várias cidades em todo o mundo (25 ao todo) foram “invadidas” por zombies com o propósito de chamar a atenção para a série que iria estrear brevemente… e Lisboa não foi excepção.


“Invasão” de Lisboa:








Se o objectivo deles era despertar a curiosidade das pessoas então temos que admitir que connosco resultou a 100% !! No dia da estreia não “descolámos” da televisão até ao final do primeiro episódio….e que episódio! A série revelou ter uma qualidade acima daquilo que estávamos à espera e ficámos fãs instantaneamente.

A história apresenta-nos um grupo de humanos, liderado pelo agente da polícia Rick Grimes, que tentam sobreviver a uma epidemia à escala mundial que transformou o Planeta num completo caos quando fez com que os mortos voltassem a “viver”, tornando-se zombies com um GRANDE apetite por…carne humana.
Ao longo dos episódios acompanhamos esta luta pela sobrevivência, ao mesmo tempo que os dramas pessoais dos personagens se avolumam e tornam a trama cada vez mais interessante e complexa.

The Walking Dead tornou-se numa das maiores surpresas deste ano: tem uma história interessante, bons efeitos, cenas espectaculares e actores à altura.
Contudo, o grande ponto negativo é o tamanho da 1ª temporada. Não pudemos evitar um sentimento de frustração quando descobrimos que esta temporada era composta por apenas 6 episódios (!!!), o que, inevitavelmente, nos deixou com uma sensação de que ainda nada foi dito e tudo ficou por fazer. Nem a notícia de que a próxima temporada teria 13 episódios serviu para melhorar a situação pois a data prevista para a sua estreia soou-nos algo anedótica da primeira vez que a escutámos: Outubro de 2011 !!!
A dúvida agora é se os telespectadores estarão dispostos a esperar quase um ano pela continuação de uma série que ainda lhes apresentou tão pouco da sua história. A ver vamos…


Aqui fica o Trailer:



Boas séries!!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

9

Filme: Oldboy - Velho Amigo


         
Título Original: Oldboy
      Ano: 2003
   Género: Drama, Suspense
                                   Realizador: Chan-wook Park                               
                                    País de origem: Coreia do Norte                                 


A cultura oriental, nos últimos anos, tem vindo a despertar em nós uma curiosidade crescente. Talvez por se distanciar tanto da nossa e por nos presentear com novidades de cada vez que decidimos descobrir mais um pouco acerca desta. Assim, não é de admirar que, aos poucos, comecemos a ver filmes feitos nos mais diversos países asiáticos, sendo que o último com que nos cruzámos é “Oldboy”. De origem Norte Coreana, esta história baseia-se num manga de 1997 que, como provavelmente já sabem, é uma das formas de arte japonesas mais conhecidas e apreciadas em todo o mundo.

A história relata-nos as peripécias em que Oh Dae-Su se vê envolvido, quando num dia não muito especial é literalmente raptado e colocado numa prisão DURANTE 15 ANOS. Isto sem ter qualquer tipo de explicação e possibilidade de contactar com o mundo exterior (família, amigos, ….). Num certo dia, é libertado no telhado de um edifício, não sem antes o vestirem com um caríssimo fato, lhe darem imenso dinheiro e um telemóvel. Quando decide partir em busca dos culpados pelos seus anos desperdiçados numa prisão, descobre que o seu raptor continua a vigiá-lo e que tem planos bem definidos para ele…

Contar mais sobre a história seria estragar as surpresas que este filme apresenta. E não são poucas, acreditem.
Ficámos muito surpreendidas com a qualidade de Oldboy. A história consegue prender-nos desde o primeiro minuto e não conseguimos parar até ver todos os mistérios desvendados. É difícil pensar em algo que não nos tenha agradado neste filme pois está tudo muito bem conseguido: o guião, as interpretações, as cenas de luta, banda sonora…e poderíamos continuar enumerando muitos mais aspectos. O segredo em Oldboy está, muito provavelmente, nos vários mistérios que a história vai apresentando a começar pelo título (que despertou em nós suficiente curiosidade para ver este filme) que aparentemente não diz nada mas que depois de vermos o filme passa a dizer tudo. Desta forma, não temos “outro remédio” senão ver o filme até ao fim numa expectativa crescente; fim este que não nos desiludiu nem um pouco (ok, há um pequeno aspecto que se dispensava muito bem mas que não convém revelar para não “spoilar”).
Entendemos que quem não estiver familiarizado com o cinema asiático (até nós somos umas novatas por estas andanças) vá estranhar um pouco este filme, mas por certo não deixará de apreciar a sua qualidade. Contudo, deixamos aqui um aviso: uma característica constante neste filme são as cenas “fortes” (ou seja, alguma violência com muito sangue incluído) e algo “crus”. Mas até seria de admirar se assim não fosse, pois algo que caracteriza grande parte dos filmes asiáticos é essa mesma “aspereza” com que nos apresentam algumas das situações nas suas histórias.

Nota: Entre os vários prémios que ganhou (17 no total e mais 9 nomeações), Oldboy recebeu o Grand Prix no Festival de Cannes em 2004 (o segundo prémio mais importante deste festival lodo a seguir à Palma de Ouro)

Aqui fica o Trailer:


Bons Filmes!!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

14

Leslie Nielsen

É a primeira vez que fazemos uma coisa destas, usar o nosso blog para falar de alguém que mal conhecíamos... que mal seguíamos... mas que merece o nosso tributo. Hoje vamos falar-vos de Leslie Nielsen para que vocês, e indirectamente nós, o fiquemos a conhecer melhor. 


Leslie William Nielsen foi um actor... um comediante. 

Data de Nascimento: 1 de Fevereiro de 1926
Naturalidade: Regina, Saskatchewan  Canadá

Morte: Morreu a 28 de Novembro de 2010 com 84 anos em Fort Lauderdale, Flórida,  Estados Unidos
O sobrinho, Doug Nielson, afirmou que o actor, que estava internado há 12 dias por complicações devido a uma pneumonia, "adormeceu e faleceu" com os familiares e amigos a seu lado.


Não conhecíamos muito bem os seus filmes... Mas aqui vos deixamos a sua FILMOGRAFIA:

1955:
The Battle of Gettysburg

1956:
Ransom!
Forbidden Planet
The Vagabond King
The Opposite Sex

1957:
Hot Summer Night
Tammy and the Bachelor

1958:
The Sheepman

1964:
Night Train To Paris  
  
1965:
Dark Intruder
Harlow

1966:
The Plainsman
Beau Geste

1967:
The Reluctant Astronaut
Gunfight In Abilene
Rosie!

1968:
How to Steal the World
Counterpoint
Dayton's Devils

1969:
How to Commit Marriage
Change of Mind

1971:
Four Rode Out

1972:
The Poseidon Adventure

1973:
...And Millions Die!

1976:
Grand Jury
Project Kill

1977:
Sixth and Main
Day of the Animals
Viva Knievel!
The Kentucky Fried Movie
The Amsterdam Kill

1979:
City on Fire

1980:
Airplane!
Prom Night

1982:
Foxfire Light
Wrong Is Right
Creepshow

1983:
The Creature Wasn't Nice

1986:
The Patriot
Soul Man

1987:
Nuts
Home Is Where The Hart Is

1988:
Dangerous Curves
The Naked Gun: From the Files of Police Squad!

1990:
Repossessed

1991:
All I Want for Christmas
The Naked Gun 2½: The Smell of Fear

1993:
Digger
Surf Ninjas

1994:
S.P.Q.R. 2000 e 1/2 anni fa
Naked Gun 33⅓: The Final Insult

1995:
Dracula: Dead and Loving It

1996:
Spy Hard

1997:
Mr. Magoo
Family Plan

1998:
Wrongfully Accused

1999:
Pirates: 3D Show

2000:
2001: A Space Travesty

2001:
Camouflage
Kevin of the North

2002:
Men with Brooms

2003:
Scary Movie 3

2004:
The Nutcracker and the Mouseking

2006:
Scary Movie 4

2007:
Music Within

2008:
Superhero Movie
An American Carol      
                        
Aqui vos deixamos algumas cenas de alguns dos seus filmes:

 

Talvez o seu último filme nunca seja visto. De facto, o actor já tinha gravado algumas vozes para a  longa-metragem de animação "The Waterman movie", que, no entanto, se encontra com problemas financeiros. 

O actor foi casado quatro vezes e teve duas filhas, Maura e Thea. Para o funeral a família sugeriu aos fãs que, em vez de enviarem flores, façam donativos a organizações de beneficência em nome do actor.

Leslie participou em mais de 100 filmes, tendo aparecido mais de 1500 vezes na TV. Iniciou a sua carreira interpretando figuras masculinas autoritárias e, paradoxalmente, em papéis sérios (incluindo o comandante da nave espacial da ficção científica "Planeta Proibido" (1956) e o capitão em "O Destino do Poseidon" (1972)). A sua carreira mudou quando, em 1980, interpretou o médico maluco na comédia “Airplane!”. A partir daí passou a ser dos comediantes mais requisitados.

Conheciam o actor? O que achavam dele?
E viram alguns dos seus filmes?
Gostaríamos de saber a vossa opinião...

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